Cristina Costa lança seu segundo livro de ficção

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Após estrear no universo literário com um romance, Cristina Costa lança um livro de mistério

Depois de estrear no universo literário com um romance sobre as descobertas do amor na adolescência, a procuradora de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Cristina Costa demonstra versatilidade ao mergulhar no gênero de mistério. No livro “Encruzilhadas”, da editora Chiado Books, deixa de lado a narrativa sobre paixões e envolve o leitor em uma história recheada de surpresas e  reviravoltas. O lançamento da obra será no dia 30 de outubro, em sessão de autógrafos na Livraria da Travessa de Ipanema.

Se no primeiro livro (“Os Mundos de Clara”) a autora carioca, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro, convidava a todos a evocar memórias de suas primeiras paixões, em sua segunda obra ela transporta o leitor para a pequena New Garden, no interior da Inglaterra, para acompanhar as revelações e desdobramentos que ocorrem após o corpo de uma jovem ser encontrada na pacata cidade.

A busca pelo assassino provoca uma verdadeira revolução na vida de Julie, a personagem principal do enredo. Antigos segredos vêm à tona e novas tramas surgem, fazendo o leitor duvidar sobre se os personagens são realmente quem eles dizem que são. Em comum com seu livro anterior, o modo como Cristina nos mantém envolvidos com a história contada até a última página.

Sobre a autora

Filha de professores, Cristina cresceu em uma casa sempre rodeada por livros e desde pequena desenvolveu o fascínio pela literatura. Fã de poetas como Fernando Pessoa e Cecília Meireles, começou a expressar seu lado artístico com poemas. Foi, justamente, influenciada pela temática do amor, presente nas obras dos maiores poetas, que surgiu a inspiração para “Os Mundos de Clara”, o seu primeiro livro, lançado em 2017.

Capa livro EncruzilhadasServiço
Lançamento do livro Encruzilhadas
Data: 30 de outubro
Horário: 19h
Local:  Livraria da Travessa – Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – Rio de Janeiro
Editora: Chiado Books
Número de páginas: 200

Nilo Sérgio Félix pretende estimular o turismo na agricultura familiar no Rio de Janeiro

Nilo Sergio
Nilo Sérgio foi nomeado chefe de gabinete da secretaria estadual de Agricultura do Rio de Janeiro

Recém nomeado chefe de gabinete do secretário estadual de Agricultura Marcelo Queiroz, Nilo Sérgio Félix conta que, além de ser responsável pelas questões institucionais da pasta, assume o cargo com o desafio de desenvolver o turismo rural na agricultura familiar. “Pretendemos criar ações, como roteiros que estimulem a visita e o consumo desse setor tão importante para a nossa economia. Hoje, a agricultura familiar é responsável por 80% da alimentação do mundo”.

A inserção do turismo nas práticas da agricultura familiar abre novos horizontes para os produtores. A atividade turística ajuda, por exemplo, na divulgação dos produtos e no contato direto com o consumidor para comercialização.

Por sinal, turismo é uma área que Nilo conhece como poucos. Ele já foi secretário estadual de Turismo, ocupou o cargo de presidente da TurisRio e durante oito anos comandou a superintendência da Embratur no Rio.

Complexo deve produzir 120 milhões de vacinas por ano, diz ministério

O Ministério da Saúde está em fase final de modelagem para a construção do Complexo de Biotecnologia em Saúde (CIBS), em Santa Cruz, na zona oeste do Rio, para a produção de vacinas. De acordo com a pasta, a capacidade de produção será de 120 milhões de frascos por ano, podendo chegar a 1 bilhão de doses anuais. O modelo público-privado deverá investir R$ 3 bilhões na construção do CIBS.

Segundo o ministro Luiz Henrique Mandetta, o projeto foi incluído no Plano Plurianual de Investimentos da pasta. Ele espera que até o final do ano tenha a conclusão da análise. “É um investimento muito grande, muito robusto que colocaria o Brasil como um dos principais players da produção de imunobiológicos”, disse.

Mandetta disse que a produção seria em uma plataforma múltipla que poderia ser adaptada para produzir uma série de vacinas de acordo com a necessidade. “É uma tecnologia de última geração que inclusive daria condições para o Brasil fazer resposta rápida”, disse.

O ministro disse que quando houve o surto da gripe do tipo H1N1, não havia vacina suficiente para atender a demanda do Brasil, o que só foi obtido após o aumento da produção. “A gente precisa até por uma questão de soberania. Nós precisamos ser detentores dessa força-tarefa reposta. A gente sabe que é só uma questão de tempo que vai ter outro surgimento de vírus extremamente agressivo para a espécie humana”, disse.

O diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma estimou que depois da definição da modelagem, a construção do complexo deve demorar três anos e a produção deve começar em 2024.

Dengue

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, informou que além de vacinas que serão produzidas como febre amarela, a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e vacinas destinadas a populações negligenciadas, que são fundamentais, a fundação trabalha junto com o ministério na produção de kits diagnósticos. “Já temos kits para hepatite e para HIV. A hemorede é protegida. Tenho a boa notícia de que já tivemos a validação para o teste para dengue, zika e chikungunya”, disse.

Conforme Nísia, o kit da dengue vai identificar os quatro sorotipos da doença. “Isso é um grande avanço. É uma parceria de Bio-Manguinhos/Fiocruz com o Instituto de Biologia Molecular do Estado do Paraná, que nos deixa muito satisfeitos, porque são os dois lados. O diagnóstico preciso e a vacina que nos permita também fazer essa importantíssima prevenção”.

O ministro Mandetta disse que exite uma torcida para que o Instituto Butantan conclua a terceira fase do projeto de fabricação da vacina contra a dengue. “Se a gente tiver no ano que vem, pode ser um ano, não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro, lembrando que todos esses projetos, tanto o da Fiocruz como o do Butantan, todo eles são do sistema Único de Saúde. É o SUS”, disse.

Presidente do Conselho Europeu vai recomendar novo adiamento do Brexit

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, declarou que vai  recomendar à União Europeia (UE) que aceite o pedido do Reino Unido de adiar a data para a saída do bloco. Para ele, a decisão visa a evitar um Brexit sem acordo.

Anteriormente, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson havia decidido interromper os debates quanto à legislação do Brexit na Câmara dos Comuns, até que a UE decida como irá responder ao pedido.

Johnson tomou a decisão depois de os legisladores rejeitarem o cronograma do governo, de três dias, para examinar a legislação do Brexit. Isso faz com que sua aprovação, até o fim do mês, seja extremamente difícil.

Uma decisão unânime da União Europeia é necessária para a prorrogação do prazo para o Brexit. As atenções agora se voltam para a decisão do bloco, de aceitar ou não a extensão do prazo e por quanto tempo.

Segundo a imprensa britânica, Johnson vai apoiar a realização de eleições gerais, caso o prazo seja estendido até o fim de janeiro. Ele visaria a ganhar maioria no Parlamento e assim liderar o processo de saída da UE.