Psicólogos lançam livro de fotopoemas

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Teresa Vignoli e Ronaldo Miranda Barbosa lançam no dia 22 de março o livro Entre Mundos. O lançamento será às às 19h no COMO? Vegano, em Campinas. Teresa Vignoli é poetisa. Ronaldo Miranda Barbosa é fotógrafo. Ambos são psicólogos. E é na composição do diálogo entre imagem e palavra que surgiu esta obra. Segundo os autores, o projeto aconteceu aos poucos, com textura de mistério e de cotidiano, de sonho e de simplicidade.

Serviço
Lançamento do livro Entre Mundos
Dia: 22/03
Horário: a partir das 19h
Local: COMO? Espaço Vegano – Rua José Martins nº 585 – Barão Geraldo, Campinas – SP.

 

Presidentes de estatais defendem privatizações em seminário no Rio

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Castello Branco afirmou que busca fazer a Petrobras funcionar como fosse uma empresa privada Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu hoje (15), no seminário A nova economia liberal, organizado pela Fundação Getulio Vargas, a privatização da instituição. Segundo Novaes, mesmo privatizado, o banco poderá  cumprir os objetivos do governo.

No mesmo evento, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que a estatal deveria ser privatizada, assim como os bancos públicos. Castello Branco defendeu a extinção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para Novaes, se o Banco do Brasil fosse privado, seria muito mais eficiente, teria mais retorno e poderia alcançar melhor os objetivos do governo, como o crédito agrícola.

“Ao longo da história, o governo mais atrapalhou do que ajudou o Banco do Brasil”, afirmou. “Não vejo nada que não pudesse ser alcançado como prioridade do governo por todo o sistema bancário. Eu defendo a privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica”, completou.

Petrobras

Castello Branco disse que, como liberal, é contrário à existência de “99,9% das empresas estatais”, com exceção do Banco Central. “Bancos públicos deveriam ser privatizados, o BNDES deveria ser extinto, e a Petrobras também privatizada”, afirmou.

O presidente da Petrobras deu um exemplo de estatal que considera um caso bem-sucedido: a Codelco (Corporação Nacional de Cobre do Chile), a maior produtora de cobre do mundo. Segundo Castello Branco, ela é dirigida como uma empresa privada e tem sido a principal fonte de recursos para o fundo soberano do Chile.

“Em 2010, quando aconteceu um terrível terremoto seguido de tsunami no Chile, houve oferta de ajuda internacional, e o governo chileno recusou e disse: muito obrigado. Havia os recursos do fundo soberano gerados a partir da Codelco. É uma empresa lucrativa, nunca esteve envolvida em escândalos”, argumentou.

Castello Branco disse que o desafio da direção é fazer a estatal funcionar como uma empresa privada. “Já que não podemos privatizar a Petrobras e não temos mandato para isso, nosso desafio é transformá-la no mais próximo possível de uma empresa privada e gerar riqueza para seus acionistas. E o principal acionista da Petrobras é a sociedade brasileira”, acrescentou.

Caixa

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, destacou o papel social do banco público, mas afirmou que a instituição opera áreas e tem ativos que não deveriam fazer parte da carteira de um banco, como ações da Petrobras. Segundo Guimarães, ainda este ano serão feitas quatro operações no mercado de capitais.

“Vai ter a saída da Caixa de todos os seguimentos que não são estratégicos. As aberturas de capital serão históricas. Tive 70 reuniões nos Estados Unidos durante o carnaval, nunca vi nada parecido, eles falaram que acreditam na estrutura e querem participar”, afirmou o presidente, acrescentando que o processo vai começar com a Caixa Seguridade, em setembro.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, disse que está empreendendo uma série de mudanças no banco para contribuir com as privatizações no país. Segundo Levy, o governo tem condições de estruturar rapidamente o processo de privatização.

“Usando os controles certos, tomando os riscos certos, para poder responder os desafios da infraestrutura. Estamos trabalhando com vários estados nesse sentido, empresas de gás, de energia. É para isso que o BNDES existe”, argumentou.

Levy disse estar se reunindo com investidores nacionais e estrangeiros com interesse no Brasil. “A gente tem que mobilizar esses recursos. Com esse choque liberal a gente dá oportunidades, opções para as pessoas colocarem os seus recursos em coisas que vão fazer o Brasil crescer”, afirmou.

Leilão de aeroportos arrecadou R$ 2,377 bilhões

O leilão de privatização de 12 aeroportos superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação. O investimento previsto para os três blocos é de R$ 3,5 bilhões, no período de 30 anos.

O ágio médio, diferença entre o mínimo fixado pelo governo para pagamento inicial, e a soma dos lances vitoriosos, foi de 986%.

Em um certame marcado por muitas ofertas, a disputa maior se concentrou no bloco do Nordeste entre o grupo espanhol Aena Desarrollo Internacional e o grupo suíço Zurich Aiport. O grupo espanhol saiu na frente com oferta de R$ 1,850 bilhão. Próximo ao final do leilão, o grupo suíço ofereceu R$ 1,851 bilhão pelo bloco. O lance foi coberto logo em seguida pela Aena, que ofereceu R$ 1,900 bilhão, e levou o bloco.

O leilão desta sexta-feira (15), realizado na B3, em São Paulo, foi o primeiro no modelo de blocos. Até então, os terminais vinham sendo leiloados individualmente. Segundo o governo, a organização dos terminais em três blocos está relacionada a uma maior vocação de uso dos terminais: os do Nordeste para o turismo, os do Centro-Oeste, para o agronegócio, e os do Sudeste, para atividades empresariais ligadas ao setor de energia, como petróleo e gás.

Pelas regras do edital, vence o leilão quem apresenta o maior ágio sobre o valor mínimo de contribuição inicial mínimo do bloco. Para o Nordeste, o lance mínimo inicial foi de R$ 171 milhões. Para o bloco Sudeste foi de R$ 47 milhões, enquanto para o bloco do Centro-Oeste, R$ 800 mil, totalizando R$ 219 milhões. Esses valores deverão ser pagos à vista junto com o ágio ofertado na data de assinatura do contrato.

Após a apresentação dos envelopes com as propostas, os grupos passaram a ofertar lances de viva voz pelos blocos. O primeiro bloco arrematado foi o do Nordeste, que teve o maior número de ofertas. Formado pelos aeroportos de João Pessoa e Campina Grande, ambos na Paraíba; do Recife, de Maceió, Aracaju e Juazeiro do Norte, no Ceará, o bloco recebeu seis propostas.

O maior lance foi do grupo espanhol Aena Desarrollo Internacional, que ofereceu R$ 1,900 bilhão para pagamento à vista, um ágio de 1.010,69%. Em segundo lugar ficou o grupo suíço Zurich Aiport, com oferta de R$ 1,851 bilhão, um ágio de 982,05%. O grupo também arrematou o bloco Sudeste. Em terceiro lugar, o Consórcio Região Nordeste ofertou R$ 1,785 bilhão, ágio de 949,31%.

O bloco Centro-Oeste, formado pelos aeroportos de Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Alta Floresta, em Mato Grosso, recebeu 2 propostas: a do vencedor, Consórcio Aeroeste, de R$ 40 milhões, um ágio de 4.739% e o Consórcio Construcap-Agunsa, que ofereceu R$ 31,5 milhões, ágio de 3.711,01%.

Já para o bloco Sudeste, formado pelos terminais de Macaé, no Rio de Janeiro, e de Vitória, no Espírito Santo, foram apresentadas quatro propostas. A Zurich Aiport venceu com oferta de R$ 437 milhões, ágio de 830,15%; a ADP do Brasil, R$ 304 milhões, ágio de 547%; a CPC (Companhia de Participações em Concessões), R$ 167 milhões, ágio de 255,47%, e a Fraport, com oferta de R$ 125,002 milhões, ágio de 166,07%.

Outorga

As regras do edital preveem a adoção do chamado risco compartilhado entre o governo e as concessionárias vencedoras do leilão. Por esse dispositivo, o pagamento do valor da outorga, de R$ 2,1 bilhões, vai depender da receita bruta da futura concessionária. O edital fixou que essa outorga variável, a ser paga ao longo do período de concessão, será calculada em cima da receita bruta da futura concessionária, sendo o percentual de 8,2% para o bloco Nordeste; 8,8% para o bloco Sudeste; e 0,2% para o Centro-Oeste.

Inicialmente, o novo concessionário não pagará nada pelo período de cinco anos. Após esse período, têm início os pagamentos do percentual da receita até o final do contrato.

Os vencedores terão que, em um primeiro momento, realizar melhorias em banheiros; sinalizações de informação; internet wi-fi gratuita; sistemas de climatização; escadas e esteiras rolantes; elevadores, entre outras intervenções.

Essa é a quinta rodada de concessões de aeroportos, iniciadas em 2011, com o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. A aposta do governo é que as concessões podem trazer melhorias na qualidade do serviço com novos investimentos.

Qualicorp foi eleita campeã em ranking de atendimento ao cliente na categoria Administradora de Benefícios

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A Qualicorp foi eleita a empresa campeã do Ranking EXAME/IBRC de Atendimento ao Cliente na categoria Administradora de Benefícios. O Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente ouviu a opinião de 6.148 consumidores sobre a qualidade do atendimento de 170 empresas em todo o país. Em seguida, as companhias mais citadas responderam a um questionário de autoavaliação sobre seus processos. Por fim, os pesquisadores testaram o atendimento das marcas por meio de clientes ocultos e entrevistas com pelo menos 25 consumidores de cada empresa. A Qualicorp foi a primeira empresa de saúde a participar do projeto Capacitação, da  Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Também foi a primeira administradora a assinar um termo coma defensoria pública para otimizar o atendimento e o tempo de resposta. Como resultado alcançou o índice de 90% de resolutividade no Procon e 85% no site consumidor.gov.br.