ABRH-RJ lança Câmara de Mediação

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Magda Hruza, Rodolfo Schneider e Cesar Cury / Fotos de Rosane Naylor / EuroCom

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ) lançou nessa terça-feira (21), em evento no Hotel Hilton Copacabana, sua Câmara Privada de Mediação. A ABRH-RJ foi credenciada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e, a partir de então, está apta a prestar um serviço extremamente qualificado, disponibilizando a expertise da gestão de pessoas, seja a pessoas físicas ou jurídicas. Uma câmara de mediação é um centro especializado em métodos adequados à solução de conflitos que envolvam direitos.

“Essa credencial que a ABRH-RJ recebeu amplia a forma como poderemos servir a sociedade. Agora, contribuiremos com os poderes público e privado para a pacificação de conflitos”, avalia o presidente da ABRH-RJ, Paulo Sardinha.

O lançamento foi marcado por um talk show com a participação do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e presidente do Fórum Nacional da Mediação e Conciliação (Fonamec), Cesar Cury, e da diretora jurídica da ABRH-RJ, Magda Hruza. O evento foi mediado pelo jornalista Rodolfo Schneider.

Eles conversaram sobre a importância da mediação para o fim da cultura da judicialização e como a ABRH-RJ poderá ter um papel pioneiro de disseminar esse valor nas organizações. “A mediação vem resgatar a capacidade do diálogo, do indivíduo de se colocar no lugar do outro e ter, assim, um novo entendimento da situação”, explicou o desembargador.

O método alternativo de resolução de contendas consiste em uma negociação assistida, na qual o mediador, terceiro imparcial e sem poder decisório, auxilia os envolvidos a estabelecerem o diálogo, a refletirem sobre seus reais interesses e a identificarem, em coautoria, alternativas que contemplem suas necessidades e possibilidades.  A expectativa é a de que o procedimento atenda as demandas que possam envolver as empresas e seus stakeholders e empregados, bem como questões de pessoas físicas.

Magda explicou que foi preciso muita dedicação e trabalho para conseguir atender às exigências do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJ-RJ.  Tudo começou com o desenvolvimento do projeto de mediação da associação, que contou com o apoio do Conselho Deliberativo da ABRH-RJ. A etapa seguinte foi a formalização de um convênio com o Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), justamente para buscar o conteúdo e a qualificação necessários.

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Alexandre dos Reis, Paulo Sardinha, Cesar Cury, Leila Felício e Rodolfo Schneider
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Cesar Cury, Amanda Cury, Magda Hruza, Leila Felício e Rodolfo Schneider
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Paulo Sardinha, Lúcia Madeira, Magda Hruza, Marcelo Moura e Raul Machado

 

Brasil deve reduzir emissão de gases antes do previsto, diz ministro

As políticas públicas brasileiras resultaram na redução de 2,6 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa nos últimos dois anos, informou hoje (22) o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, que participa em Montevidéu, da Semana do Clima da América Latina e Caribe. Segundo ele, o Brasil não apenas cumprirá as metas estabelecidas no Acordo de Paris, como deve conseguir alcançá-las “antes do previsto”.

O ministro apresentou um painel sobre o assunto na manhã de hoje. “A região [América Latina e Caribe] tem metas importantes a cumprir, e vem cumprindo, especialmente pela contribuição brasileira. A queda no desmatamento, sobretudo na Amazônia e no Cerrado, trouxe grandes resultados para o cumprimento das metas estabelecidas para o Brasil. Os resultados alcançados na Amazônia – queda de 12% no ano passado – foram significativos. Nos últimos dois anos, no setor florestal, a redução foi de mais de 2 bilhões de toneladas, o que contribuiu para o cumprimento do acordo”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

“A criação de novas unidades de conservação e a soma entre o que está deixando de ser emitido e o que está sendo capturado por nossas florestas fazem com que o Brasil tenha resultados bastante otimismas na redução de prazos para o cumprimento dos compromissos brasileiros. Estamos indicando ao mundo que o Brasil vai cumprir as metas e que é possível alimentar a possibilidade de estabelecer outras, além daquelas já estabelecidas”.

Paris

No âmbito do Acordo de Paris, o Brasil propôs redução de  37% nas emissões até 2025, tendo como ponto de partida as emissões de 2005 e a possível redução delas em 43% até 2030. “Nos dois últimos anos, o Brasil alinhou sua produtividade, resgatando o país da crise econômica, se desenvolvendo, criando empregos, o que é um sinal claro para o mundo de que desenvolvimento econômico e meio ambiente podem e devem andar juntos”, disse o ministro.

Em relação aos maiores desafios da América Latina e do Caribe, Edson Duarte enumerou a conservação do solo, a qualidade dos alimentos, a redução da dependência dos agroquímicos, o cuidado com as águas, o combate ao tráfico de animais e às atividades ambientais ilegais.

Segundo o ministro, o Brasil mantém o protagonismo no contexto mundial, onde pairam uma série de dúvidas quanto ao cumprimento das metas estabelecidas no Acordo de Paris. “Estamos colocando à disposição dos outros países não só as nossas plataformas, mas os nosso técnicos. De tal forma que não estamos só exportando produtos, mas também soluções ambientais. O Brasil é um exemplo para a região e para o mundo.”

A Semana do Clima da América Latina e Caribe termina amanhã (23). O objetivo do evento é alavancar as ações climáticas da região e apoiar a implementação das contribuições nacionais (NDC) dos países para o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

Pesquisa revela que trabalho informal cresceu 7,7% em um ano no Rio

O trabalho informal cresceu 7,7% no segundo trimestre deste ano, comparativamente ao segundo trimestre do ano passado, no Rio de Janeiro. A informação consta de levantamento divulgada hoje (22) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio (Fecomércio RJ), baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a Fecomércio, o levantamento, ao apontar crescimento da informalidade no segundo trimestre deste ano no estado do Rio de Janeiro, revela que o número de empregados do setor privado sem carteira assinada saltou de 7,9% para 8,2% em relação ao trimestre anterior, um crescimento de 0,3 ponto percentual.

O aumento da informalidade pode ser medido a partir dos indicadores relativos à queda no número de trabalhadores com carteira assinada, que passou de 39,5% nos primeiros três meses deste ano, para 38,4% no segundo trimestre – uma queda de 1,1 ponto percentual.

Na comparação anual, a perda foi ainda maior: de 41,1% no ano passado para 38,4% neste ano, queda de 2,7 ponto percentual. “É o menor índice de emprego formal desde 2014”, assegura a Fecomércio.

Segundo a entidade, os índices de informalidade no estado do Rio de Janeiro cresceram mais que os relativos à informalidade nos outros estados da federação.

Trabalhadores por conta própria

Os dados levantados pela Fecomércio da pesquisa mostram que, com o recorte da situação do emprego no estado do Rio, a partir das informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, o número de trabalhadores por conta própria alcançou no Rio de Janeiro o maior índice da série histórica desde 2014, quando a crise se tornou mais forte.

Nesse período, o menor patamar registrado do índice foi no primeiro trimestre de 2014, com 21,1% dos entrevistados afirmando estarem nesta situação.

ABRH-RJ lança hoje a sua câmara de mediação

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ) lança hoje , em evento no Hotel Hilton Copacabana, uma Câmara Privada de Mediação. A ABRH-RJ foi credenciada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e, a partir de então, está apta a prestar um serviço extremamente qualificado, disponibilizando a expertise da gestão de pessoas, seja a pessoas físicas ou jurídicas. Uma câmara de mediação é um centro especializado em métodos adequados à solução de conflitos que envolvam direitos.

“Essa credencial que a ABRH-RJ recebeu amplia a forma como poderemos servir a sociedade. Agora, contribuiremos com os poderes público e privado para a pacificação de conflitos”, avalia o presidente da ABRH-RJ, Paulo Sardinha.

O método alternativo de resolução de contendas consiste em uma negociação assistida, na qual o mediador, terceiro imparcial e sem poder decisório, auxilia os envolvidos a estabelecerem o diálogo, a refletirem sobre seus reais interesses e a identificarem, em coautoria, alternativas que contemplem suas necessidades e possibilidades.  A expectativa é a de que o procedimento atenda as demandas que possam envolver as empresas e seus stakeholders e empregados, bem como questões de pessoas físicas.

 

Vantagens da mediação

Essa forma alternativa de resolução de conflitos é carregada de características que a torna mais vantajosa do que outros procedimentos semelhantes. A celeridade e a confidencialidade estão entre essas principais vantagens que a mediação oferece a quem está envolvido na situação. Além disso, o método também atende aos requisitos previstos na modernização da legislação trabalhista e, sobretudo, qualifica as relações entre as partes.