Brasil assume a presidência da WFPMA

LEYLA - SUPER ALTAred
Leyla está à frente da entidade de 2018 a 2020

A ex-presidente da ABRH-Brasil e da ABRH-RJ, Leyla Nascimento, tomou posse, nessa segunda-feira (18), em Chicago, como presidente da Federação Mundial das Associações de Gestão de Pessoas (WFPMA), para o biênio 2018-2020. Será a primeira vez que uma mulher vai estar à frente da WFPMA. Essa é mais uma conquista de uma trajetória dedicada ao desenvolvimento no setor de RH. Leyla também foi presidente da Federação Interamericana de Associações de Gestão de Pessoas (FIDAGH) e já havia feito história na própria Federação, ao ser a primeira mulher a exercer o cargo de secretária-geral, o segundo posto mais importante da entidade. A posso aconteceu durante o Congresso Mundial de RH.

Entre as expectativas de Leyla está o de  cumprir uma gestão de compartilhamento de conhecimentos e práticas entre as Federações Continentais e suas Associações Nacionais. “O principal desafio é fazer da Federação uma oportunidade rica de crescimento das federações continentais e suas associações nacionais. Ainda temos países para atrair e ocupar um espaço importante, como alguns países da região do Caribe, Ásia e África, por exemplo. Também precisamos promover maior comunicação e interação entre as associações, seus profissionais e empresas parceiras”, destaca.

Petrobras reduz em 1,24% o preço da gasolina nas refinarias

A Petrobras anunciou hoje (18) uma nova redução no preço da gasolina em suas refinarias, desta vez, de 1,24%. Com o anúncio, o litro do combustível negociado no parque de refino da estatal custará R$ 1,8941, ou seja, 2 centavos a menos do que o preço atual (R$ 1,9178).

Em junho, a gasolina acumula queda de preço de 3,71% (7 centavos por litro). Nos últimos 30 dias, o recuo chega a 5,51% (11 centavos por litro).

Vacinação contra febre amarela é ampliada em 190 cidades paulistas

A Secretaria Estadual da Saúde amplia a partir de hoje (18) a vacinação contra febre amarela, que passa a incluir 190 cidades no Grande ABC, Vale do Paraíba e Baixada Santista, antes fora do mapa de recomendação de imunização. Esses municípios receberão a vacina fracionada. Com a ampliação, todas as cidades paulistas oferecerão a vacina.

Embora a média mensal de casos tenha caído 75% no último mês, a ocorrência de mortes e adoecimento de macacos mostra que o vírus ainda circula no estado de São Paulo. Com a chegada das férias escolares, o alerta para quem ainda não se vacinou e pretende viajar foi reforçado. A vacina deve ser tomada com dez dias de antecedência para a total proteção.

Segundo a secretaria, entre 14 de maio e 15 de junho, foram registrados 36 casos e 19 óbitos por febre amarela. Desde janeiro de 2017, foram confirmados 561 casos autóctones de febre amarela silvestre, sendo que 214 resultaram em óbito. A maior parte dos casos foi contraída em Mairiporã (31,5%) e em Atibaia (10,2%), cidades que tiveram campanha de vacinação intensificada em 2017.

Desde julho do ano passado, foram confirmados 760 macacos infectados pela doença. As regiões com maior concentração foram a Grande São Paulo (47%) e Campinas (33%). Em 2018, 7,5 milhões de pessoas foram vacinadas no estado, número que supera as doses aplicadas em 2017, quando 7,4 milhões de pessoas receberam a imunização. Entre 2006 e 2016, 7 milhões de pessoas foram vacinadas.

De acordo com a secretaria, desde o ano passado, 23 milhões de doses foram enviadas para os postos de saúde paulistas, sendo 55% desse total somente nos cinco primeiros meses deste ano.

Vacinação contra a pólio começa em 6 de agosto

Em meio ao aumento de casos de poliomielite identificados na Venezuela, o Ministério da Saúde informou que a campanha de vacinação contra a doença no Brasil deve ocorrer de 6 a 24 de agosto.

Por meio de nota, o ministério informou que, atualmente, a cobertura vacinal no Brasil contra a poliomielite é de 77%. Diante de casos identificados na Venezuela, a pasta enviou nota de alerta para estados e municípios sobre a importância de alcançar e manter cobertura maior ou igual a 95%, além da necessidade de notificação e investigação imediata de todo caso de paralisia flácida aguda que apresente início súbito em indivíduos menores de 15 anos.

“O Ministério da Saúde ressalta que a vacinação é de extrema importância para manter o país livre da circulação de poliovírus, tanto nas ações de rotina como na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite”, destacou o comunicado.

O governo brasileiro reforçou que as vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação são seguras e eficazes. O esquema vacinal da poliomielite é composto por três doses da vacina inativada (injetável), administradas aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses e aos 4 anos, a criança recebe a vacina oral.

O último caso de infecção pelo poliovírus selvagem no Brasil ocorreu em 1989. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que três países ainda são considerados endêmicos para a doença – Paquistão, Nigéria e Afeganistão.

Casos na Venezuela

Esta semana, a Sociedade Brasileira de Pediatria divulgou nota pública alertando para a necessidade de atenção redobrada diante da detecção de pelo menos um caso confirmado no país vizinho e de diversos casos em investigação. A preocupação se deve ao aumento do fluxo de imigrantes pelas fronteiras brasileiras, em especial nos estados do Norte.

A entidade defende ainda a manutenção de elevadas e homogêneas coberturas vacinais contra a poliomielite no Brasil – acima de 95% – até que a erradicação global seja alcançada.

Doença

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida de início súbito.

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, pela via fecal-oral (mais frequente); por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores; ou pela via oral-oral, através de gotículas de secreções (ao falar, tossir ou espirrar).

Não existe tratamento específico – todas as vítimas de contágio devem ser hospitalizadas.

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de 5 anos de idade devem ser imunizadas conforme esquema de rotina e em campanha nacional.