Roraima confirma 5.750 casos de malária

A Secretaria de Saúde de Roraima confirmou 5.750 casos de malária em todo o estado no 1º trimestre deste ano. Desse total, 2.040 são importados de outras unidades federativas ou de outros países. Na semana passada, a pasta havia informado que grande parte dos casos de malária notificados no estado são provenientes da Venezuela.

“Os dados são preocupantes e o estado tem intensificado ações para combater a doença”, informou a secretaria, por meio de nota.

Em 2016, foram registradas quase 9 mil casos de malária em Roraima enquanto, em 2017, o número subiu para mais de 14 mil notificações.

Capacitação

Na última terça-feira (17), diante do aumento expressivo de casos, foi promovido um encontro para treinamento de agentes de endemias, secretários municipais, profissionais da atenção básica, microscopistas e bioquímicos. A proposta foi discutir ações para melhorar o diagnóstico, tratamento e controle da doença nos 15 municípios do estado.

Livro aborda alta performance com coaching

Com o objetivo de mostrar como o coaching aplicado de forma correta pode desenvolver habilidades e talentos, contribuindo assim para uma trajetória profissional de sucesso, a Editora Leader lançará o livro “Desenvolvendo Atitudes de Alta Performance com Coaching”, nesta quinta-feira (26), às 19h, na Livraria Cultura, Pompéia. A obra reúne diversos profissionais de excelência que contaram suas histórias e técnicas de sucesso. Dentre eles, destaque-se a participação de Irene Azevedoh, Diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da Consultoria LHH, que apresenta como o desenvolvimento da resiliência e das competências: Foco nos Resultados, Administração da Ambiguidade e Visão Estratégica são importantes para os líderes em momentos de crise.

Dia: 26 de abril
Horário: 19h
Local: R. palestra Itália, 500 – Loja 211
Perdizes – São Paulo

Só 19% dos brasileiros pretendem ter filhos nos próximos 2 anos

Nos próximos dois anos, apenas 19% dos brasileiros pretendem ter filhos, 17% por gravidez e 2% por adoção. É o que mostra uma pesquisa sobre natalidade, divulgada pelo Ibope. Do total de entrevistados, 79% não pretendem ter filhos até 2020, e 2% não sabem. A pesquisa do Ibope foi realizada entre os dias 15 e 18 de março com 1.491 pessoas com mais de 16 anos, em 143 municípios de todas as regiões do país.
Para a demógrafa e diretora da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Paula de Miranda Ribeiro, as pessoas adiam os planos de ter filhos por razões diversas, como a maior participação da mulher no mercado de trabalho e maior escolaridade. “Existe o efeito tempo e quanto. Se eu tenho um filho mais jovem, tenho tempo para ter mais filhos. Mas se eu tenho esse desejo e investi na carreira até os 40 [anos], eu posso não conseguir”, disse, explicando que o Estado não favorece as boas condições para a mulher conciliar a maternidade com a vida profissional.
Segundo ela, sustentar materialmente um filho é uma coisa que custa muito caro no Brasil. “Em países onde a saúde e a educação pública são de qualidade, por exemplo, esse custo é menor para as famílias”, disse, explicando que mesmo as pessoas com nível socioeconômico mais baixo tendem a ter menos filhos para garantir condições melhores de vida.
O Nordeste é a região onde as pessoas estão mais abertas à maternidade/paternidade, 19% pretendem ter filhos biológicos e 3% querem adotar uma criança. Lá, 76% não pretendem ter filhos. Na Região Sul, apenas 11% pretendem ter filhos biológicos, e 87% não pretendem nos próximos dois anos.

No  Sudeste, 18% querem filhos biológicos e 2% querem adotar; 77% não pretendem ter filhos. No período de dois anos, nas regiões Norte e Centro-Oeste, 16% dos entrevistados pretendem ter filhos, por meio de uma gravidez e 1% por adoção; 82% não querem filhos.

Parto natural ou cesária

Entre os que pretendem ter filhos, 76% querem o parto normal em uma maternidade ou hospital, e 3% querem o parto em casa. Mesmo no caso de uma gravidez sem complicações, ou seja, quando não há risco nem para a mãe e nem para o bebê, 20% pretendem fazer uma cesariana.

Para a demógrafa da UFMG, isso tem implicações na saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a taxa ideal de cesáreas deve ficar entre 10% e 15% de todos os partos realizados.
“Quando olhamos os critérios socioeconômicos, são as pessoas de renda familiar mais alta que querem cesárea, pois acaba sendo um conforto fazer o parto com o médico da sua escolha”, disse Paula. “Em outros países não é assim, essa preferência pelo parto cesáreo acontece só aqui e são uma escolha. Nos Estados Unidos, por exemplo, isso jamais seria uma pergunta”, explicou.

Elena Korpusenko assume a presidência da Comissão de Comunicação da FenaCap

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Elena Korpusenko / foto de Americo Vermelho

Elena Korpusenko é a nova presidente da Comissão de Comunicação da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).  Ela já atuava como vice-presidente da comissão e traz na bagagem a bem-sucedida experiência à frente da gerência executiva de Comunicação, Marketing e BI da Brasilcap, onde está desde 2015. Ucraniana, morando no Brasil desde 2007,  tem mestrado em Economia pela Universidade Nacional de Economia de Kiev e MBA em Marketing pela Coppead RJ. A executiva substitui Aura Rebelo, que desempenhou a função nos últimos dois anos.

“Pretendo dar continuidade ao amplo trabalho que vem sendo feito pela Federação e reforçar cada vez mais as características, benefícios e possibilidades da capitalização. Na véspera do novo marco regulatório de capitalização, o trabalho da Fenacap e da Comissão de Comunicação, em particular, torna-se ainda mais relevante e esclarecedor para todos os nossos públicos”, destaca Elena.

A capitalização vive um período de crescimento em 2018. O segmento registrou um faturamento acumulado de R$ 3,3 bilhões nos dois primeiros meses do ano – 7,1% a mais que no mesmo período do ano passado. Foi o primeiro avanço da arrecadação nos últimos dois anos, segundo a FenaCap, que reúne 17 empresas associadas.

O volume de reservas, constituídas pelos recursos de títulos de capitalização ativos, manteve o mesmo patamar registrado em 2017, fechando em R$ 29 bilhões. Sinal de que a melhora de alguns indicadores econômicos já começa a ser sentida, os resgates finais e antecipados de títulos recuaram 1,8%, somando R$ 2,8 bilhões. Os prêmios pagos em sorteios a clientes de todo o país alcançaram R$ 170 milhões, o que equivale ao pagamento de R$ 4,2 milhões por dia útil do período.