Programa do IRPF será liberado na segunda; envio da declaração começa no dia 1º

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) começa no próximo dia 1º e vai até o dia 30 de abril deste ano. O programa de preenchimento da declaração estará disponível na próxima segunda-feira (26).

Estão obrigados a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

O painel inicial do sistema terá informações das fichas que poderão ser mais relevantes para o contribuinte durante o preenchimento da declaração.

Neste ano, será obrigatória a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, completados até o dia 31 de dezembro de 2017.

Na declaração de bens, serão incluídos campos para informações complementares, como números e registros, localização e número do Registro Nacional de Veículo (Renavam).

Também será incluída a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto.

Outra mudança é a possibilidade de impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para pagamento de todas as quotas do imposto, inclusive as que estão em atraso.

Fitch rebaixa nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da dívida soberana do Brasil para -BB com perspectiva estável. A nota anterior era BB com perspectiva negativa. Com o rebaixamento, o Brasil se mantém entre os países que não têm o selo de bom pagador.

Segundo a agência de classificação de risco, o rebaixamento deu-se em razão dos grandes e persistentes déficits fiscais e pelo peso da dívida do governo, que segue crescente, além de falta reformas que melhorem o desempenho estrutural das finanças públicas.

A Fitch cita ainda como fator para o rebaixamento a decisão do governo de adiar a votação da reforma da Previdência. Isso “representa um importante revés na agenda de reformas que mina a confiança de médio e longo prazo na trajetória da dívida pública e o compromisso político para abordar o problema”. A agência diz, também, que os investimentos caíram para “novos mínimos”.

De acordo com a Fitch, o cenário político para 2018 continua a ser um desafio e seria necessária uma forte liderança política e governabilidade para avançar nas reformas, aumentar o crescimento e reduzir as preocupações com a sustentabilidade da dívida no médio e longo prazo.

No mês passado, agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixou o Brasil para três níveis abaixo do grau de investimento com perspectiva estável.

Grau de investimento

Desde fevereiro de 2016, o Brasil estava enquadrado dois níveis abaixo do grau de investimento. A outra principal agência de classificação de risco, Moody’s, ainda não alterou a nota do país e continua a manter o Brasil dois níveis abaixo do grau de investimento.

No fim de dezembro, o ministro Henrique Meirelles fez uma teleconferência com as três principais agências de classificação de risco. Ele tinha pedido que a S&P, a Fitch e a Moody’s aguardassem a votação da reforma da Previdência, prevista para fevereiro, antes de tomarem qualquer decisão sobre a nota do Brasil.

Em nota, o Ministério da Fazenda destacou hoje (23) que a “Dívida Pública Federal conta atualmente com uma composição saudável, reduzida exposição cambial e baixa concentração de vencimentos no curto prazo, além de uma base diversificada de investidores para seu financiamento, o que contribui para mitigar os riscos inerentes à sua gestão”.

 

Quando aperta a pressão…

*Diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança para América Latina da LHH

Esta talvez seja a frase que todos detestam, mas a vivenciam cada vez mais no dia a dia. E quando a pressão aperta: o que você faz?  Perde o controle? Desespera-se? Volta-se para outras atividades que dão mais prazer? Esquece a pressão e vai em frente? São algumas das possíveis reações de quem passa por essa situação. Contudo, todas elas têm em comum você e seu equilíbrio no centro de tudo.

A pergunta que todos fazem é qual a melhor maneira de se preparar para esta pressão que daqui em diante será uma constante? A resposta que pode parecer simples tem uma grande complexidade, pois implica em autoconhecimento e direcionar suas ações baseadas no que valoriza. Vamos ao primeiro ponto: autoconhecimento. Este é o maior ativo que qualquer profissional, executivo ou não, dever ter. Quem se conhece, sabe quais são os seus pontos fortes e fracos e assim, na hora da pressão, consegue tirar proveito deles da melhor forma possível. Também por se conhecer, acaba entendendo melhor o outro e assim consegue mais fácil e rapidamente fazer a leitura do ambiente ao seu redor.

Além disso, o autoconhecimento ajuda a direcionar suas ações. Aquele que se conhece possui maior consciência do que gosta e, então, tem mais condições de fazer movimentos que estejam alinhados com seus valores.  Estes dois pontos são fundamentais para se manter o equilíbrio em momentos de pressão. Por quê? Ao estar em equilíbrio interno, motivado, maior será a tranquilidade para lidar com momentos de estresse. Você deve estar se perguntando: Como começar a fazer isto?

A maneira mais simples é iniciar um com processo de coaching ou mentoring para ajudá-lo a identificar suas fortalezas, suas áreas de desenvolvimento, seus interesses e motivadores, e seus valores.

Com este primeiro passo você dará início a longa jornada do autoconhecimento. Só assim conseguirá sobreviver à pressão profissional diária e com certeza terá mais sucesso! E lembre-se, como dizia Lao-Tsé: “Uma viagem de mil milhas começa com um primeiro passo”.

Magnas do RH-RIO vão debater os desafios que o mundo contemporâneo estabelece para as organizações

Nos dias 15 e 16 de maio, o lugar do profissional de recursos humanos será no RH-RIO 2018. Promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ), o maior congresso de RH do estado do Rio de Janeiro, que pelo segundo ano seguido será realizado no Centro de Convenções do Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, chega a sua 44ª edição. Desde o segundo semestre do ano passado, o Comitê Temático já vem trabalhando na programação, preparando novidades para os congressistas. Até o início do congresso, o site publicará pouco a pouco matérias com os principais destaques deste ano. Hoje, destacamos uma prévia das reflexões que serão provocadas pelas palestras magnas.

Um dos enredos será a necessidade das empresas de investirem em novas formas de negócios. “O tom dessa mesa será buscar as oportunidades latentes do Rio que vão além da indústria do petróleo e dos investimentos públicos”, explica João Cândido, um dos responsáveis pela organização das mesas magnas. Ele avalia que uma dessas “oportunidades” pode ser, por exemplo, a indústria criativa. Nesse contexto, o congresso vai propor uma discussão sobre o papel do RH em fomentar uma cultura inovadora, empreendedora e cooperativista nas organizações.

De uma forma geral, os temas das magnas vão examinar como as organizações estão se adaptando aos desafios que o mundo contemporâneo provoca. É o caso do impacto das novas tecnologias. “Além de trazer um grande desafio para os profissionais, esse novo mundo que se abre a partir da indústria 4.0 traz enormes provocações para as organizações, em especial as brasileiras e do Rio”, avalia Cândido. Por isso, ele explica que o RH tem que desempenhar um papel fundamental em apoiar as organizações na construção dos novos modelos organizacionais e na formação das novas competências que estas transformações estão demandando.

Outra questão que será levantada nas magnas será os efeitos da velocidade das transformações nos modelos de educação e formação dos profissionais, gestores e líderes para as organizações. Cada vez mais os modelos tradicionais de ensino não estão funcionando. “Nosso papel, será o de apresentar aos congressistas novas práticas e experiências para a reflexão sobre a urgência de inovar nesta área”, destaca.

Cândido ainda destaca uma quarta questão que é o da Cidadania Corporativa. O objetivo é gerar uma reflexão do papel social das empresas que vai além do gerador de riquezas e empregos, discutindo também o seu papel de formar cidadãos a partir de um espaço inclusivo, que possa cultivar a diversidade também nas ideias, gerar tolerância e convivência cidadã em todos os envolvidos com a organização.

Aproveite os preços especiais e garanta já a sua inscrição no RH-RIO (http://abrhrj.org.br/index.php/event/rhrio2018/).

Fonte: ABRH-RJ