Escola Nacional de Seguros tem nova gestora em Minas Gerais

Nívea Barros é a nova gestora da Unidade Belo Horizonte da Escola Nacional de Seguros. Formada em Direito e com especialização em Gestão Estratégica de Negócios, ela já atuava na Instituição há quatro anos. Nesse tempo, acumulou experiência nas áreas de Ensino, Pesquisa e Parcerias Internacionais, sempre no Rio de Janeiro (RJ).

A executiva terá como missão expandir as atividades da Escola em um dos maiores estados do País, tanto do ponto de vista geográfico como econômico. “É um desafio pessoal e profissional representar a Escola, mas também muito gratificante pela confiança e reputação que ela possui no mercado de seguros. Fui recebida de maneira muito acolhedora pelos nossos colaboradores, professores, alunos e parceiros, esse apoio está sendo e será fundamental para o trabalho ser bem-sucedido”, declara.

A abertura de frentes em todo o estado será mantida e a previsão é de que, aos poucos, novos projetos sejam implantados. “Pretendemos ampliar o acesso ao conhecimento e, dessa forma, capacitar um número cada vez maior de profissionais. Também queremos promover a aproximação da sociedade com o mercado de seguros e mostrar as novidades do setor”, finaliza Nívea.

Produção de petróleo da Petrobras cresce 3,9% em maio

A produção média de petróleo em campos nacionais em maio deste ano pela Petrobras ficou em 2,18 milhões de barris por dia, volume 3,9% maior do que o registrado em abril. O crescimento pode ser explicado, entre outros motivos, pelo início da produção da plataforma P-66 no sul do campo de Lula, na Bacia de Santos.

Também contribuíram para o crescimento no mês o retorno à produção de duas plataformas que estavam em manutenção: P-37 (campo de Marlim na Bacia de Campos) e FPSO Cidade de Angra dos Reis (campo de Lula)

Considerando-se a produção de petróleo e gás no Brasil e no exterior, a produção total da empresa chegou a 2,8 milhões de barris de óleo equivalente (medida que junta barris de petróleo com volume de gás), sendo 2,68 milhões no Brasil e 120 mil no exterior.

A produção de óleo e gás na camada pré-sal atingiu 1,57 milhão de barris de óleo equivalente, um aumento de 5,1% acima do realizado no mês anterior e 37% superior ao resultado de maio de 2016.

Partido de Macron alcança maioria absoluta no parlamento francês

A República em Marcha (LREM, na sigla em francês),  partido do presidente Emmanuel Macron, conquistou na Assembleia Nacional, junto com seus aliados centristas, 350 dos 577 deputados, o que supera amplamente as 289 cadeiras da maioria absoluta.

Na falta de números definitivos, que o Ministério do Interior informará hoje (19), a LREM obteve no segundo turno das eleições legislativas 308 deputados, que se somam aos 42 dos centristas.

A quantia é inferior aos mais de 400 deputados previstos após a primeira rodada do dia 11, mas dá a Macron uma folgada maioria absoluta para realizar reformas.

65,6 milhões de pessoas foram forçadas a se deslocar em 2016

Considerado o maior levantamento sobre deslocamentos no mundo, o relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) revela que em 2016 cerca de 65,6 milhões de pessoas foram forçadas a se deslocar em todo o mundo. O número é o maior já registrado. As informações, divulgadas hoje (19) no novo relatório Acnur Tendências Globais, mostram que os dados superam os números registrados em 2015, com aumento de mais de 300 mil pessoas.

De acordo com o relatório, do total forçado a se deslocar, 10,3 milhões de pessoas .são novas e cerca de dois terços (6,9 milhões) delas se deslocaram dentro de seus próprios países. As crianças representam a metade do número total dos refugiados de todo o mundo. Conflitos políticos, guerras e perseguições são as principais causas dos deslocamentos.

Segundo o relatório, também aumentou o número de refugiados, alcançando a marca de 22,5 milhões de pessoas. Desse total, 17,2 milhões estão sob a responsabilidade do Acnur, e o restante é formado por refugiados palestinos. O conflito na Síria mantém o país como o local de origem do maior número de refugiados (5,5 milhões).

Segundo o Acnur, se não for levada em conta a situação de refugiados palestinos, os afegãos continuam sendo a segunda maior população de refugiados (4,7 milhões) no mundo, seguidos pelos iraquianos (4,2 milhões).

O Sudão do Sul também aparece em destaque nos números de 2016, onde “a desastrosa ruptura dos esforços de paz contribuiu para o êxodo de 739,9 mil pessoas entre julho e dezembro. No total, já são 1,87 milhão de refugiados originários do Sudão do Sul”.

No fim do ano passado, a organização registrou que 40,3 milhões de pessoas foram forçadas a se deslocar dentro de seus próprios países. A Síria, o Iraque e “o ainda expressivo deslocamento dentro da Colômbia foram as situações de maior movimento interno. Esse tipo de deslocamento representa quase dois terços dos deslocamentos forçados em todo o mundo”, acrescenta a organização.

O relatório diz ainda que, em 2016, 2,8 milhões de pessoas pediram formalmente refúgio em outros países. Para o Acnur, os números indicam a necessidade de consolidar mecanismos de proteção para essas pessoas e de suporte para países e comunidades que apoiam refugiados e outras pessoas deslocadas.

“O retorno de refugiados e deslocados internos para as suas casas, em conjunto com outras soluções como reassentamento em outros países, significou melhores condições de vidas para muitas pessoas no ano passado. No total, cerca de 37 países aceitaram 189.300 refugiados para reassentamento. Cerca de meio milhão de refugiados tiveram a oportunidade de voltar para seus países, e aproximadamente 6,5 milhões de deslocados internos regressaram para suas regiões de origem – embora muitos deles em circunstâncias abaixo do ideal e com um futuro incerto”, afirma a organização.