Afastamento do trabalho por obesidade gera prejuízos para empresas

Dados do INSS mostram que, anualmente, 100 mil funcionários são afastados do trabalho por questões de saúde, aí incluídos os problemas causados pela obesidade como doenças cardiovasculares, ataques cardíacos, acidentes cerebrais e diabetes.

Quem tem empresa sabe a falta que faz um colaborador e o custo adicional gerado por essa ausência. São gastos com auxílio doença e um novo profissional para exercer a função do afastado. Em 2016, o custo aos cofres públicos foi de R$22,3 bilhões, de acordo com os dados do Contas Abertas.

Segundo pesquisas, a melhoria na saúde dos funcionários diminui o absenteísmo, aumenta a produtividade e, consequentemente, a receita. Pensando nisso, o Personal Trainer Anderson Brandão desenvolveu uma metodologia de emagrecimento com planos empresariais para estimular a busca de maior qualidade de vida dos colaboradores.

“O exercício físico auxilia na prevenção de problemas cardiovasculares e no controle da hipertensão arterial. Pessoas ativas são mais produtivas, tem imunidade maior, ficam menos doentes, são mais dispostas, otimistas e atentas. Também aprendem melhor, pois a atividade física estimula a parte do cérebro responsável pelo aprendizado”, afirma Anderson.

Por meio do aplicativo AB Saúde e da pulseira inteligente ABand, os colaboradores têm acesso direto a um programa de treinamento planejado conforme as características do corpo e disponibilidade de tempo de cada um. No aplicativo é possível acessar vídeos e fotos dos exercícios e a pulseira registra os passos e as atividades diárias para aproveitar melhor a rotina.

“O software permite orientar a pessoa a utilizar escadas ao invés do elevador, possui um programa de contagem de passos dados por dia além de séries de exercícios físicos que podem ser feitos em casa, com duração de 15 minutos. Então a pessoa não precisa necessariamente frequentar uma academia, pode simplesmente atingir um determinado número de passos por dia ou fazer um dos nossos programas de exercícios disponíveis no aplicativo “, explica o personal e idealizador do programa.

Uma equipe de supervisão do programa monitora e acompanha remotamente os funcionários e aqueles que não estão se movimentando ou seguindo o plano alimentar como deveriam são orientados pessoalmente. São disponibilizados relatórios para os gerentes dando uma visão sistêmica da evolução e motivação da equipe.

É possível realizar jogos e desafios com recompensas para motivar os colaboradores a se manterem no programa e estimular a integração entre eles.  Isto possibilita que todo um setor fique mais produtivo e saudável, diminuindo os afastamentos por doenças e os prejuízos para a empresa, além de tornar o processo de emagrecimento mais fácil.

Essa melhoria na qualidade de vida dos colaboradores traz benefícios para a empresa e para o funcionário.

Hospital Albert Einstein se associa ao Ética Saúde

O Hospital Israelita Albert Einstein é o primeiro hospital a se associar ao Instituto Ética Saúde, que tem como objetivo principal a autorregulação voltada para o fortalecimento de um ambiente de negócios ético e transparente no setor da saúde. Atualmente o IES conta com 257 associados e entidades de classe que fazem parte do Conselho Consultivo, entre elas, a Associação Nacional dos Hospitais Privados – Anahp – e a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo – FEHOSP.

“Como um hospital de vanguarda, o Einstein está se unindo ao Instituto para participar, mais ativamente, desse movimento que é o combate à corrupção na área da saúde, no Brasil. Uma instituição que já tem um importante programa de compliance, com certeza trará contribuições valiosas. Por outro lado, é o reconhecimento do trabalho sério que estamos fazendo há anos”, afirma o presidente do Conselho Administrativo do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório.

Com mais de 60 anos de existência, o Hospital Israelita Albert Einstein é considerado um dos principais hospitais privados do Brasil, com certificações internacionais pela eficiência e qualidade no atendimento. Entre os objetivos do Programa de Ética e Compliance do hospital estão: ser diligente e vigilante no resguardo ao cumprimento da lei, dos valores organizacionais e dos mais altos padrões éticos; garantir um bom ambiente de controles internos e uma gestão adequada dos riscos; e reforçar o compromisso institucional com a responsabilidade social e com o desenvolvimento sustentável.

O presidente do Instituto Ética Saúde reafirma a importância de que todos os agentes do setor – fabricantes, distribuidores, hospitais, médicos e planos de saúde – trilhem juntos o caminho para um mercado mais saudável e que garanta a segurança dos pacientes. “Outros hospitais estão em contato conosco e em breve farão parte do Instituto”, conta Libório.

Sobre o Ética Saúde

O Instituto Ética Saúde busca garantir a segurança do paciente e a sustentabilidade do sistema de saúde por meio de uma conduta ética entre os atores em um ambiente de concorrência justa e transparente. Os objetivos consentidos do Instituto Ética Saúde incluem evitar incentivos ilegais ou antiéticos para agentes públicos e privados, prática de atos médicos ilegais ou antiéticos, evasões fiscais, irregularidades regulatórias, concorrência desleal, violação de direitos do consumidor e falsificação.

Este arcabouço será fiscalizado por meio de denúncias anônimas ou identificadas, com apuração justa e realização de um cadastro público positivo, para revelar à sociedade quais empresas atuam efetivamente de forma ética. O Canal de Denúncias é o www.eticasaude.com.br ou o 0800-741-0015.

São atualmente integrantes do Conselho de Ética: o subprocurador Geral da República, Antônio Fonseca, o presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria, Edson Luiz Vismona e o professor da Universidade de São Paulo, Celso de Hildebrand e Grisi. E do Conselho Consultivo: além do Ethos e ABRAIDI, a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, Associação Brasileira de Auditores em Saúde – AUDIF, Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo – FEHOSP, Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP, Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios – ABIMO, Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – SBHCI, Associação Médica Brasileira – AMB, Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular – SBCCV e Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC.

Presidente da ABRH-RJ elogia humanização do Hospital 9 de Julho

Paulo Sardinha e Ana Rosa
A diretora do H9J, Andrea de Rosa apresentou o hospital ao presidente da ABRH-RJ, Paulo Sardinha

O presidente da Associação de Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, conheceu nesta quarta-feira (30) a nova Unidade de Onco-Hematologia Pediátrica do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Com investimentos de R$ 6 milhões, a ala recém-inaugurada tem 900 metros quadrados e 16 leitos. A moderna estrutura e a tecnologia de última geração permitem ao H9J atender pacientes diagnosticados com os mais diversos tipos de linfomas e leucemias.

Além das novas instalações, Sardinha enalteceu o compromisso do hospital com a humanização do atendimento.  “É visível que há um envolvimento de todos os funcionários em proporcionar bem-estar ao paciente e, assim, diminuir o impacto do desconforto que é estar internado”, elogiou.

Para Sardinha, o engajamento alcançado comprova que o H9J não investe apenas em tecnologia, mas também na gestão de pessoas. “Justamente por cuidar muito bem dos funcionários é que o hospital está entre os melhores do país”, afirmou.

A diretora de operações do H9J, Andrea de Rosa, apresentou o espaço e explicou que a inauguração faz parte do projeto de ampliação do atendimento em Oncologia do Hospital, focado na alta complexidade e procedimentos minimamente invasivos. Em 2016, o H9J inaugurou uma ala com 15 leitos para tratamento de doenças Onco-Hematológicas e Transplante de Medula Óssea (TMO) e uma UTI Oncológica, ambos para adultos.

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 29 bilhões de janeiro a maio

balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 29 bilhões de janeiro a maio deste ano. O saldo positivo é o maior para o período desde o início da série histórica, em 1989. Em maio, a balança teve superávit de US$ 7,661 bilhões, recorde mensal. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A balança comercial tem superávit quando as exportações (vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior) superam as importações (compras do país no exterior).

No mês de maio, as exportações brasileiras ficaram em US$ 19,792 bilhões, superando os US$ 12,131 bilhões em importações. As exportações cresceram 7,5% em relação a maio de 2016 segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Ante abril deste ano, houve queda de 8,4%.

As importações, por sua vez, cresceram 4% na comparação com maio do ano passado e caíram 7,4% em relação a abril deste ano, também segundo o critério da média diária.