IDOR abre inscrições para o vestibular de tecnologia em radiologia

Começa no dia 30 de outubro e termina em 31 de dezembro o prazo para inscrição no processo seletivo do curso superior de Tecnologia em Radiologia da Faculdade IDOR de Ciências Médicas. A graduação tem duração mínima de três anos (seis semestres) e máxima de quatro anos e meio (nove semestres) e será composta por 2.400 horas de aulas teóricas, práticas e atividades complementares e 400 horas de estágio curricular supervisionado obrigatório. A turma terá 30 vagas. A Tecnologia em Radiologia foi a primeira graduação oferecida pelo IDOR e esta será a segunda turma na história do curso. “Iniciamos a primeira turma no semestre anterior, mas percebemos que há uma forte demanda por profissionais de radiologia. Aqui no Rio de Janeiro, porém, ainda não há muitas opções de formação superior nessa área. Por isso decidimos abrir mais uma turma este ano”, explica Tainá Olivieri Chaves, coordenadora do curso. “Iniciamos a primeira turma no semestre anterior, devido à crescente demanda do mercado por profissionais tecnólogos com formação diferenciada. O curso tem sido muito bem avaliado e por isso decidimos abrir mais uma turma este ano”, explica Tainá Olivieri Chaves, coordenadora do curso.

A demanda por profissionais de saúde é resultado do crescimento do próprio setor, que já responde por cerca de 10% do PIB do país e que foi, ao longo dos últimos anos, um dos poucos setores da economia que manteve saldo positivo na geração de empregos. No caso da radiologia, a formação ainda abre novos horizontes além da área médico-hospitalar. “Apesar da procura por oportunidades de trabalho ser majoritariamente pela área médica, a formação obtida em nosso curso, capacita o aluno para atuação em outros setores como petrolífero, minerador, cosmético, alimentício, portos, aeroportos, entre outros”, observa a professora Tainá.

Estágio nos hospitais da Rede D’Or São Luiz

A coordenadora, doutora em física médica, destaca a formação prática como um dos principais diferenciais do curso. Ela explica que as aulas práticas são fundamentais para capacitar o profissional a operar equipamentos de diagnóstico por imagem; orientar pacientes, acompanhantes e colegas de trabalho quanto às exposições às radiações provenientes da instrumentação utilizada nos exames; bem como estar preparado para liderar equipes técnicas e garantir a obtenção da melhor qualidade de imagem associada à menor exposição possível.

“Boa parte das faculdades oferecem cursos predominantemente teóricos, já que não possuem instalações próprias para o desenvolvimento das atividades práticas. Isso obriga os alunos a procurarem estágio sem qualquer garantia de ter uma formação alinhada com o que aprenderam na sala de aula”, observa Tainá.

No IDOR, os alunos terão a garantia de realizar as aulas práticas nos hospitais da Rede D’Or São Luiz, com acesso ao que há de mais moderno em radiologia e em contato direto com alguns dos principais profissionais do mercado. Além disso, há a possibilidade de ser contratado como funcionário ao final do curso. “Oferecemos uma experiência que dificilmente o aluno terá em outros cursos”, afirma a coordenadora.

Vestibular

A grade curricular do curso prevê, em seus seis períodos, matérias como Anatomia Humana, Biologia Molecular e Celular, Física das Radiações, Formação de Imagem em Radiologia, Radiologia Odontológica, Radiologia Veterinária, Tecnologia em Medicina Nuclear e Tecnologia em Tomografia Computadorizada. As aulas teóricas serão sempre à noite. A prova será no dia 5 de janeiro de 2020 e será composta por questões objetivas de matemática, português e biologia, além de uma redação. Mais informações no site www.idor.org.

Twitter vai passar a proibir todos os tipos de propaganda política

O microblog Twitter anunciou que vai passar a proibir todos os tipos de propaganda política em todo o mundo a partir de novembro.

A decisão foi tuitada pelo diretor Jack Dorsey. Ele disse que a proibição de todos os tipos de propaganda política paga passará a valer do dia 22 de novembro em diante, mas algumas exceções, como, por exemplo, anúncios em apoio ao recenseamento eleitoral, ainda serão permitidas.

Twitter adotou a medida em meio às crescentes críticas de que anúncios pagos em redes sociais provocam campanhas de difamação e que muitos deles contêm equívocos ou informações falsas.

A medida contrasta com o Facebook, que afirmou que não vai proibir propagandas políticas e nem vai verificar o conteúdo de anúncios de políticos.

Taxa de desemprego no Brasil cai para 11,8%, revela IBGE

A taxa de desocupação no Brasil fechou o trimestre móvel encerrado em setembro em 11,8%, uma leve queda em relação tanto ao trimestre anterior, finalizado em junho, quando 12% da população estavam sem trabalho, quanto ao trimestre que acabou em setembro do ano passado (11,9%).

Os dados foram apresentados hoje (31), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

O contingente de desocupados soma 12,5 milhões de pessoas, uma diminuição de 251 mil pessoas. Já a população ocupada atingiu 93,8 milhões, um aumento de 459 mil pessoas.

A população fora da força de trabalho permaneceu estável, com 64,8 milhões de pessoas. Já a taxa de subutilização ficou em 24%, uma redução de 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, somando 27,5 milhões de pessoas que gostariam de trabalhar mais horas do que atualmente.

A população desalentada, que são pessoas que desistiram de procurar trabalho, soma 4,7 milhões de pessoas, um recuo de 3,6%.

Prevenção é o caminho para empresas reduzirem custos com saúde

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Claudia Marchi e Gilberto Ururahy apontaram os desafios na gestão de saúde nas empresas       Felipe Gelani / ACRJ

Se por um lado, o plano de saúde está entre os três maiores desejos do brasileiro, por outro, é o segundo maior custo de uma empresa, respondendo, em média, de 12 a 15% da folha de pagamento. Foi para debater esse cenário e apresentar soluções às organizações, que aconteceu na manhã desta terça-feira, na Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio), o Fórum “Quando o RH Solicita Saúde”. O diretor médico da Med-Rio Check-up, Gilberto Ururahy, e a CHRO & Partner da Degoothi Consulting, Claudia Marchi, destacaram ações necessárias para que as organizações melhorem a gestão de saúde.

Para ambos, é fundamental que as empresas invistam continuamente em prevenção. Segundo Claudia, há organizações que criam ações esporádicas ou que participam de campanhas, mas sem desenvolver uma cultura voltada para saúde. Para ela, isso é reflexo da forma como os gestores compreendem a saúde. “Ela não pode ser percebida como custo, porém é essa a visão que ainda persiste em muitas empresas”, observa a CHRO & Partner da Degoothi Consulting.

Para mudar isso, é preciso que as empresas tangibilizem em números o retorno que a gestão da saúde traz, inclusive no aspecto financeiro. Gilberto observou que colaboradores saudáveis reduzem o uso do plano de saúde com consultas, exames e internações. O resultado é o controle da sinistralidade do benefício, o que permite a empresa negociar melhores valores com a operadora na hora de renovar o contrato.

Diabetes, obesidade, hipertensão arterial são algumas das doenças crônicas citadas pelo diretor médico da Med-Rio que atingem boa parte da população e poderiam ser prevenidas com mudanças nos hábitos de vida. Em muitos casos, são elas as responsáveis pelo afastamento médico do colaborador. Além disso, a falta de uma rotina saudável aumenta o risco de sofrer um infarto, um AVC e até mesmo do desenvolvimento de vários tipos de câncer. Todas representam altos custos para o sistema de saúde. “Atualmente, 73% das mortes no mundo estão relacionadas ao estilo de vida”, alertou Gilberto, ao citar pesquisa da Universidade de Stanford.

Ele observa que é preciso que o indivíduo tome as rédeas do seu próprio cuidado. Porém, não é fácil promover mudanças sem apoio. A maior parte costuma alegar falta de tempo para realizar os exames preventivos. Por isso, é importante que a saúde seja um item primordial dentro da estratégia da empresa. “Tenho visto um relevante aumento no número de casos de depressão e de burnout no mundo corporativo. Isso reforça a necessidade das empresas olharem com mais atenção para a saúde dos seus funcionários”, afirma Gilberto.

Alerta aos RHs

Os palestrantes alertaram que é preciso que as empresas tenham cuidados na hora de contratar fornecedores e prestadores de serviço. Eles criticaram o fato de que muitos gestores olham apenas para o valor do serviço na hora da tomada de decisão. “Isso não pode ser o principal critério. Competência técnica inquestionável, serviços singulares e integridade no relacionamento são fatores essenciais”, ponderou Claudia.

Para Gilberto, as empresas também enfrentam um desafio por não terem pessoas especializadas em saúde. Ele explicou que são as áreas de RH e de Suprimentos que respondem, na maioria das vezes, pela contratação de um fornecedor, porém são formadas por profissionais que não costumam conhecer as singularidades do setor de saúde. “Tomar uma decisão sem conhecer os prestadores in loco, utilizando-se de e-mails e propostas, sem realizar uma visita técnica, é uma decisão extremamente frágil e arriscada. O resultado é a contratação de serviços que não atendem a necessidade da empresa. Isso significa aumento de custos e desperdício de recursos”, explica Gilberto, que contou a sua própria experiência. “São 30 anos trabalhando com check-up e durante todo esse período nunca recebi um pedido de um profissional de RH ou Suprimentos para conhecer nossas instalações e avaliar o nosso serviço”.