MEC destina maior parte de verba desbloqueada para universidades

O Ministério da Educação (MEC) destinará 58% dos recursos desbloqueados para recompor o orçamento das universidades e institutos federais, anunciou hoje (30), em Brasília, o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Os recursos, segundo o MEC, cobrirão despesas de custeio como gastos com água, energia elétrica, aquisição de materiais de consumo e outras prestações de serviço.

O anúncio do desbloqueio do orçamento foi feito no último dia 20 pelo Ministério da Economia. A liberação está prevista no decreto 10.028 publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira (27).

Ao todo, o governo desbloqueou R$ 8,3 bilhões do Orçamento deste ano. Entre os ministérios, o que teve maior liberação foi o da Educação, com R$ 1,99 bilhão.

Do total desbloqueado no MEC, as universidades receberão R$ 1,156 bilhão. Com isso, essas instituições, que tiveram, em média, 30% dos recursos discricionários bloqueados no início do ano, seguirão com 15% dessas verbas contingenciadas, segundo Weintraub.

No início do mês, outros R$ 584 milhões foram disponibilizados às instituições. Com a liberação, seguem bloqueados no MEC R$ 3,8 bilhões.

“Tudo isso vem de recursos suados do pagador de imposto, de famílias que deixam de consumir para pagar”, disse o ministro da Educação. “Estamos administrando uma situação crítica com qualidade técnica”, explicou.

Demais recursos

Os demais recursos descontingenciados serão destinados à educação básica, concessão de bolsas de pós-graduação e realização de exames educacionais, de acordo com o MEC.

Para o Programa Nacional dos Livros Didáticos (PNLD), serão destinados R$ 290 milhões, o que, segundo o ministério, o que garante a continuidade do programa em 2020. Esse programa visa a compra e distribuição de livros didáticos para escolas públicas.

Outros R$ 270 milhões serão voltados para o pagamento de bolsas de estudo vigentes concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) receberá R$ 105 milhões para aplicação de exames e formulação de políticas educacionais.

Brasil precisa capacitar 10,5 milhões de trabalhadores até 2023

O Brasil precisará qualificar 10,5 milhões de trabalhadores industriais até 2023 para suprir a demanda de profissões ligadas à tecnologia. A conclusão consta do Mapa do Trabalho Industrial 2019–2023, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para orientar a oferta de cursos da instituição nos próximos anos.

Segundo o levantamento, a maior parte desses 10,5 milhões de profissionais ligados à indústria precisará passar por cursos de reciclagem ou de aperfeiçoamento, tanto para dar conta da modernização de postos existentes como para repor vagas existentes de trabalhadores que se aposentarão ou se desligarão dos serviços. O estudo, no entanto, detectou o potencial de criação de 33.453 vagas relacionadas às mudanças tecnológicas.

Em números absolutos, as maiores gerações de emprego ocorrerão nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (14.367), operadores de máquinas de usinagem (5.356) e técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos (3.560). Essas funções exigem nível técnico ou qualificação de mais de 200 horas.

Em taxas percentuais, o maior crescimento no número de empregados nos próximos quatro anos deverá beneficiar o mercado de condutores de processos robotizados (22,9%), de nível superior. Em seguida, vêm técnicos em mecânica veicular (19,9%) e mais duas ocupações de nível superior: engenheiros ambientais e afins (19,4%) e pesquisadores de engenharia e tecnologia (17,9%). Os desempenhos são superiores à estimativa de 8,5% de crescimento dos empregos na indústria entre 2019 e 2023.

Transversalidade

Em relação à necessidade total de capacitação de trabalhadores (empregados atuais e novos), o Senai constatou que as funções transversais, que permitem ao profissional trabalhar em indústrias de qualquer área exigirão a maior demanda de formação profissional. Dos 10,5 milhões de trabalhadores que precisam ser qualificados, 1,7 milhão atuam nessa categoria, que abrange profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais, entre outras carreiras.

As demais ocupações que demandarão formação profissional nos próximos anos são metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil). Embora essas funções se caracterizem por conhecimentos de base industrial, esses trabalhadores podem atuar tanto na indústria quanto em outros setores.

Apenas nos empregos de nível superior, as áreas que mais precisarão de profissionais qualificados até 2023 são informática (368 mil), gestão (254,8 mil), construção (81 mil), metalmecânica (56,4 mil) e produção (40,3 mil). No nível técnico, as demandas se concentram nos segmentos de logística e transporte (495,2 mil), metalmecânica (217,7 mil), energia e telecomunicações (181,4 mil), eletroeletrônica (160,4 mil), informática (160 mil) e construção (120,9 mil).

Unimed Volta Redonda: 30 anos de uma trajetória de sucesso e reconhecimento

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Em 28 de setembro de 1989 um grupo de 30 médicos se uniu em torno de um fundamento: gerar melhores condições de trabalho e renda com o compromisso de cuidar da saúde e bem-estar das pessoas. O projeto ganhou corpo e o sonho se transformou em realidade. Hoje a Unimed Volta Redonda comemora 30 anos com orgulho de se manter firme no propósito e de prestar de um atendimento de qualidade.

Todo esse crescimento impacta diretamente no desenvolvimento socioeconômico da Cidade do Aço, motivo de satisfação para a Cooperativa. A Unimed Volta Redonda é uma das maiores empregadoras da região com cerca de 1500 colaboradores diretos e mais de 400 indiretos, e foi eleita sete vezes uma das 150 Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil pelo Guia Você S/A. Contabiliza ainda 463 médicos cooperados e mais de 66 mil clientes.

Com a gestão totalmente voltada para trabalhos de boas práticas, ao longo de todos esses anos a Cooperativa investe em um ambiente corporativo e hospitalar harmonioso, promove ações e cursos de valorização e desenvolvimento dos colaboradores e cooperados na capacitação da equipe em gestão, liderança e melhorias dos processos.

Toda essa valorização dos colaboradores está diretamente relacionada à cultura organizacional assumida pela Cooperativa chamada Jeito Unimed de Cuidar. Com os pilares Respeito, Gentileza e Competência, o JUC preza pelo cuidado nas relações com médico cooperado, colaborador, cliente e fornecedor.

“Nós acreditamos que as pessoas são o grande diferencial da nossa instituição. Temos muito orgulho em afirmar que ao longo desses 30 anos acreditamos nas pessoas e vamos continuar investindo no desenvolvimento de cada um para crescer ainda mais. Só conseguimos transformar sonhos em realidade com um time dedicado e competente. É nisso que acreditamos”, afirmou o presidente da Cooperativa, Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra.

Crescer para fazer mais e melhor

A Cooperativa de trabalho formada por médicos tem em seu DNA a prestação de serviço de saúde. Contempla o Hospital Unimed Volta Redonda, o Centro Cuidar, o Lóbus Instituto de Treinamento, Ensino e Pesquisa do Hospital Unimed Volta Redonda e o Hospital Unidade Litoral.

Com nove anos de funcionamento, o Hospital Unimed Volta Redonda é referência na região em tecnologia nos equipamentos, qualidade na assistência e segurança nos processos. Conta atualmente com 145 leitos e está em fase de expansão. Serão mais 117 quartos, além de ampliação da UTI Adulto e Neonatal/Pediátrica, do Centro de Oncologia, do Pró Vida e do estacionamento. A obra orçada em 47 milhões tem previsão de conclusão em abril de 2020, e promete revolucionar o mercado de saúde no interior do estado.

Além disso, o Hospital Unimed Volta Redonda se preocupa com a hospitalidade e proporciona um atendimento diferenciado para os clientes. Como uma forma de contribuir para uma permanência hospitalar mais agradável, uma recuperação mais rápida e suavizar os tratamentos, a equipe investe em ações como celebração de datas comemorativas, de pega da medula e comemoração de aniversários. Essas ações também fazem parte do Jeito Unimed de Cuidar.

O Centro Cuidar – localizado em Volta Redonda e Angra dos Reis – é uma Unidade de Atenção à Saúde que oferece serviços de prevenção, reabilitação, gerenciamento de doenças crônicas e bem-estar. Atende clientes da operadora Unimed, particulares e de outros convênios.

Com o foco no desenvolvimento de pessoas, ampliação da capacitação e o ensino de cooperados e da comunidade, o Lóbus Instituto de Treinamento, Ensino e Pesquisa do Hospital Unimed Volta Redonda é uma frente de educação que atua como um mecanismo de crescimento para a cooperativa, com o foco em ampliar ainda mais a capacitação e o ensino de cooperados, colaboradores e da comunidade.

Em 2018 descemos a serra e chegamos ao litoral com a aquisição do Hospital, área de ação e carteira de clientes da Unimed Angra dos Reis. A unidade hospitalar foi reformada e conta com equipamentos de alta tecnologia e atendimento médico de qualidade. Toda essa estrutura visa entregar a melhor experiência no cuidar.

Prevenção é o caminho para empresas reduzirem custos com saúde, aponta diretor médico da Med-Rio Check-up

Gilberto Ururahy reduzida
Ururahy orienta que gestão dos serviços de saúde nas organizações precisa estar na mão de quem conhece o setor

O diretor médico da Med-Rio Check-up, Gilberto Ururahy, faz palestra nesta sexta-feira (27) sobre “Saúde é Prevenção”, na McKinsey Company. Ururahy observa que hoje, o plano de saúde é o segundo maior custo de uma empresa, respondendo, em média, de 12 a 15% da folha de pagamento. Além disso, estudos mostram que profissionais que não conseguem se concentrar no trabalho, devido à má condição de saúde, chegam a ter sua produtividade reduzida em quase oito vezes. O que se vê em muitos desses casos é o presenteísmo, a condição de estar presente no local de trabalho, mas com rendimento reduzido. Naturalmente, funcionários mais produtivos geram mais resultados para a organização.

Esse cenário demonstra que atenção à saúde dos funcionários é um fator estratégico para as organizações, pois impacta diretamente na produtividade e nos custos. Porém, o diretor médico da Med-Rio alerta que é preciso que a empresa coloque a gestão da saúde na mão de quem conhece o setor. Em uma organização, a área de RH é aquela que solicita, por exemplo, o serviço de check-up médico para os funcionários. No entanto, é a área de compra ou suprimentos que busca no mercado as clínicas que prestam o serviço. Na maioria das vezes são profissionais que desconhecem as singularidades dos serviços de saúde.

“Tomar decisão para contratação de serviço de saúde, sem conhecer os prestadores in loco, utilizando-se de e-mails e propostas, sem realizar uma visita técnica, é uma decisão extremamente frágil e arriscada para os usuários. O resultado é a contração de serviços que não atendem a necessidade da empresa. Isso significa aumento de custos e desperdício de recursos”, explica Ururahy.

Não é por acaso que a Med-Rio alcançou a impressionante marca de 140 mil check-ups de executivos, realizados em 29 anos de existência. Foi com base em excelência, inovação e modernidade que a empresa tornou-se líder em medicina preventiva no Brasil e fonte de benchmark para clínicas de Genebra, na Suíça.