O cônsul geral do Canadá, James Kim; o superintendente da Rede Ímpar, Paulo Curi; e Lincoln Bittencourt, diretor-geral do Hospital São Lucas / Fotos Rosane Naylor /EuroCom
O Hospital São Lucas recebeu o Certificado Qmentum, pela Accreditation Canada International, uma metodologia internacional de excelência que monitora os padrões de alta performance em qualidade e segurança. A acreditação é focada na integralidade do cuidado com o paciente e atesta, segundo critérios internacionais, a qualidade e contínua melhoria dos serviços desde administração de medicamentos, higienização das mãos e protocolos de cirurgia segura até incentivo à notificação e investigação de eventos adversos, entre outros procedimentos.
“A Qmentum– que significa momento da qualidade – é uma metodologia baseada em processos. Para uma unidade de saúde obter a certificação canadense são exigidas algumas práticas, as chamadas Required Organizational Practices (ROPs), como Identificação do Paciente; Práticas de Segurança na Utilização de Medicamentos; Práticas de Segurança no Procedimento Cirúrgico e Capacitação em Segurança do Paciente, entre outras”, explica Gabriela Meschini.
Para Lincoln Bittencourt, diretor-geral do São Lucas Copacabana, atingir as exigências dos padrões internacionais e conquistar essa certificação reflete a preocupação do hospital com a excelência e a segurança assistencial.
“Ser certificado com padrões internacionais significa um compromisso permanente com a qualidade e a segurança assistencial”, finaliza Lincoln Bitencourt.
O cônsul geral do Canadá, James Kim; o superintendente da Rede Ímpar, Paulo Curi; o diretor geral do São Lucas, Lincoln Bittencourt; Rubens José Covello; Marcelo Mendes Vasconcellos; e Wilson Nakajalo
Paulo Sardinha é presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ).
A dura recessão que o Brasil enfrenta provoca consequências que terão seus efeitos sentidos no futuro. O país registrou, desde o início da crise, um expressivo crescimento no número de pessoas que foram viver em outra nação. Dados da Receita Federal mostram que, entre 2011 e 2017, aumentou em 165% a quantidade de emigrantes que foram buscar novas oportunidades em outras fronteiras. Essa tendência de saída é tal que tem se tornando normal ouvir histórias de algum conhecido que foi embora, muito provavelmente para Portugal ou Estados Unidos.
O grande dilema desse cenário é que o perfil desses imigrantes, em sua maioria, é de jovens com extrema capacidade e de altos executivos, que estão abandonando suas carreiras para abrir um negócio. São pessoas com currículos desejados por todas as organizações e que, certamente, farão falta quando houver uma retomada do crescimento econômico. E no caso dos jovens, comprometemos a firmação de futuras lideranças com impactos, por exemplo, na produtividade das organizações. Daí, o país perde competitividade e a nação e seu povo empobrecem. Em outras palavras, o país sofre profundamente no presente e sofrerá em futuro breve com uma dura fuga de capital intelectual.
A conjuntura se torna ainda mais preocupante quando olhamos para a pesquisa recém-divulgada pelo IBGE de que o país ainda possui 11,46 milhões de analfabetos. Outro dado nada animador é o de que 23% dos jovens entre 15 e 29 anos (11,1 milhões de pessoas), em 2017, não trabalhavam nem estudam. É a parcela da população conhecida como “nem-nem”. Não é aceitável que uma das 10 maiores economias do mundo, em pleno século XXI, ainda registre números assim.
A verdade é que a saída de profissionais qualificados e a grande quantidade de pessoas sem formação são uma barreira para o crescimento do país. Investimentos em educação e pesquisa foram a base do desenvolvimento de todas as principais potências econômicas do mundo. A produção de conhecimento é, sem dúvida nenhuma, um dos maiores ativos da economia. Mas como ter uma posição de destaque nesse contexto mundial quando a nossa realidade é a de um país que não valoriza a educação?
Como o Governo não demonstra capacidade para apresentar soluções que revertam esse quadro, estabelece-se a necessidade de que as empresas busquem alternativas que minimizem esse cenário nada otimista. Gestores de grandes, médias e mesmo de pequenas organizações sabem que é fundamental ter recursos para investir em qualificação, seja financiando a graduação ou pós-graduação de funcionários, buscando parcerias com faculdades, criando universidades corporativas, além da realização periódica de cursos de atualização profissional.
Infelizmente, por melhor que sejam os programas de qualificação das organizações, não passam de soluções paliativas, pois as ações terão resultados limitados enquanto não houver um compromisso nacional em estabelecer o Brasil como um centro de referência na produção de conhecimento. Por isso, é preciso reverter o quadro atual. O somatório do capital humano perdido para o exterior adicionado àquele que não é desenvolvido é o recurso fundamental para construirmos o país que desejamos.
A equipe de transplante de fígado da Rede D’Or alcançou a marca de mil procedimentos realizados. O que é ainda mais impressionante é a taxa de sobrevida de 95% para o paciente, similar aos de centros médicos europeus e norte americanos. Já no Brasil, o valor médio nacional, segundo dados do Ministério da Saúde, é de 65%.
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, têm uma reunião nesta segunda-feira (16), em Helsinki, na Finlândia.
O encontro ocorre a portas fechadas. Putin chegou ao Palácio Presidencial por volta das 7h35, em Brasília, e subiu as escadas acompanhado do presidente finlandês, Sauli Niinistö.
Trump, que atrasou seu trajeto até o palácio aparentemente para não chegar antes de Putin, apareceu mais de meia hora (7h57, em Brasília) depois do horário estipulado para o começo da cúpula
O presidente norte-americano enviou mensagens a Putin, elogiando a organização da Copa do Mundo da Rússia, encerrada ontem (16), em Moscou. “Um dos melhores mundiais de futebol”, afirmou o norte-americano.
Segundo a imprensa finlandesa, apesar de aspectos negativos, a partir de críticas de Trump à Rússia, é possível sair um resultado positivo do encontro. A expectativa é que, durante a reunião, os presidentes conversem sobre Síria, Ucrânia (de acordo com a visão Rússia) e acordos bilaterais.
Há informações de que Trump insistirá na questão da suposta interferência russa nos assuntos internos dos Estados Unidos, incluindo uma controvertida acusação contra 12 militares russos. A denúncia é que os russos teriam interceptado comunicação e páginas na internet nos Estados Unidos para manipular informações dos comícios de 2016, quando Trump disputou as eleições com a democrata, Hillary Clinton.
Durante a reunião também deverão ser tratadas violações de direitos humanos e de convenções diplomáticas.