Petrobras assina acordo judicial de quase 3 bilhões de dólares nos EUA

A Petrobras informou nesta quarta-feira (3), no Rio de Janeiro, que assinou um acordo para encerrar ação judicial de investidores contra a estatal, na corte federal de Nova York, nos Estados Unidos. O acordo prevê o pagamento de 2,95 bilhões de dólares (quase R$ 10 bilhões) em três parcelas e ainda será submetido à apreciação de um magistrado norte-americano.

A ação coletiva contra a Petrobras foi proposta em 2014 por um escritório de advocacia americano em nome de investidores que compraram bônus da estatal entre 2010 e 2014. O escritório Wolf Popper LLP acusou a estatal de enganar investidores com informações falsas e ocultação do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato.

Apesar de assinar o acordo, a estatal não reconhece culpa ou práticas irregulares e nega responsabilidade sobre o esquema de corrupção. De acordo com a nota divulgada à imprensa, a Petrobras se considera vítima do esquema e diz que continuará buscando as medidas legais contra os responsáveis pela corrupção, sejam indivíduos ou empresas.

Pagamento será feito em parcelas

Os 2,95 bilhões de dólares serão divididos em duas parcelas de 983 milhões e uma de 984 milhões de dólares. A primeira delas será paga em até dez dias depois da aprovação preliminar de um juiz americano.

A segunda, dez dias depois da aprovação final. A terceira está prevista para seis meses após a aprovação final ou 15 de janeiro de 2019 (o que vier por último).

O valor total do acordo será provisionado no balanço do quarto trimestre de 2017 da Petrobras. As partes pedirão à Suprema Corte dos Estados Unidos que adie, até a aprovação final do acordo, a decisão quanto à admissibilidade de recurso apresentado pela Petrobras, que estava prevista para esta sexta-feira (5).

Último Feirão de Feirão de empregos de 2017

Acontece hoje, dia 19, até as 15h, o último Feirão de Empregos do ano, no Clube Municipal da Tijuca, Rua Haddock Lobo, 359. O evento está sendo promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ).

“A maioria das contratações nessa época do ano são mais comuns nos primeiros dias de  dezembro, mas ainda há bastante vagas abertas para início imediato”, destacou Paulo Sardinha, presidente da ABRH-RJ.

São mais de 1.500 vagas, incluindo cerca de 500 oportunidades para pessoas com deficiência. Além disso, 24 empresas estão participando e cada uma delas vai contar com um stand, onde os candidatos poderão deixar seus currículos. Os cargos disponíveis são Auxiliar de Serviços Gerais, Açougueiro, Operadora de Caixa, Atendente, Vendedor, Atendente de Telemarketing, Vigilante e Jovem Aprendiz. Estiveram presentes desde o início, às 9h, cerca de quatro mil pessoas.

Os candidatos que tiverem perfil profissional de acordo com as oportunidades oferecidas já sairão do Feirão com cartas de encaminhamento para entrevistas de emprego. Os demais serão cadastrados no sistema e serão informados quando surgirem vagas conforme seus perfis.feirão de empregos

Comitiva brasileira no Congresso Mundial de Hospitais

IHF Tapei - Eduardo Queiroz, Marcelo Britto, Mauricio de Lazzari e Francisco Balestrin
Eduardo Queiró, Marcelo Britto, Mauricio de Lazzari e Francisco Balestrin

O Congresso Mundial de Hospitais, realizado em Taipei, reuniu liderança do setor de saúde do mundo inteiro.  O evento foi uma oportunidade de intercâmbio multidisciplinar de conhecimentos e experiências, juntamente com o diálogo sobre as melhores práticas de gestão hospitalar, saúde e prestação de serviços. Na comitiva brasileira, marcaram presença o superintendente da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, Eduardo Queiróz; do vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS) e presidente da Federação Baiana de Saúde (Febase), Marcelo Britto; do presidente da Bionexo, Maurício de Lázzari Barbosa, e do presidente da Federação Internacional de Hospitais, Francisco Balestrin.

 

Varejo investe em ferramentas antifraudes para evitar golpes em período natalino

O Natal é uma data muito esperada pela maioria dos brasileiros, ainda mais para o comércio varejista do país, pois é um período voltado para compras de presentes e renovação como férias, móveis, eletrônicos, turismo entre outros produtos e serviços. Neste fim de ano muitos comerciantes precisam estar atentos aos golpes financeiros digitais. No período natalino, o varejo online prevê movimentar R$ 51,2 bilhões, pois espera-se que 40% dos consumidores comprem pela internet, segundo pesquisa do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

De acordo com SPC Brasil houve um aumento significativo no uso do cartão de crédito. Isto demonstra uma mudança nos hábitos da população e, consequentemente, um aumento nas transações com cartões de crédito e débito, mas é preciso avaliar bem os dados e informações para que no meio destas compras, fraudadores não tenham sucesso com golpes online.O uso de cartões de crédito nessa época é algo preocupante, já que no país mais de 30% dos consumidores dizem que já foram vítimas de fraudes com cartões, o que coloca o Brasil entre os 10 países no ranking de fraudes com cartões, segundo pesquisa Global Consumer Card Fraud 2016, feita pela Aite Group/ ACI. Para Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, é importante ter a tecnologia como aliada no combate a esse tipo de ação criminosa.

Tardelli explica que existem algumas medidas importantes como a liberação do cartão de crédito pelas operadoras no momento de uma compra, deve haver uma validação prévia do perfil da pessoa física ou jurídica, inclusive do limite do crédito antes da aprovação. Já em uma validação online (e-commerce), alguns dados são fundamentais para garantir que não haja fraude de identidade, principalmente com a confirmação de dados cadastrais e informações adicionais que possibilitem comprovar que o comprador é mesmo quem diz ser.

Desenvolvida pela upLexis, a plataforma upMiner é altamente utilizada na busca de evitar fraudes diversas, principalmente no que diz respeito a verificar identidade falsa, histórico da pessoa, validação de dados em um processo de cadastro, concessão de crédito, localização de pessoas/devedores, entre outros. Como exemplo, o usuário pode agregar os dados vindos dos relatórios da Serasa com aqueles extraídos de fontes públicas como Receita Federal, fazer consultas com identificador de CPF ou de CNPJ e acesso a mais de 150 milhões de processos judiciais. ”Os resultados na diminuição de fraudes são visíveis quando utilizada a ferramenta upMiner, devido a sua facilidade, diversidade, rapidez nas consultas realizadas em mais de 600 fontes de informações extraídas da web”, finaliza Tardelli.

Outra solução também utilizada por varejistas é a ferramenta da Konduto, primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular a probabilidade de fraude em uma transação online. Por meio do algoritmo de machine learning, a startup compila e cruza todas as informações para serem avaliadas e faz uma análise minuciosa dos dados e transações suspeitas. A empresa leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual. No final do processo, a ferramenta entrega um relatório completo para os lojistas, em tempo real, com a orientação para o e-commerce: aprovar, revisar ou negar a compra.