Trump confirma que EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quarta-feira que seu país reconhecerá Jerusalém, a partir de agora, como capital de Israel, uma medida que promete gerar tensões no Oriente Médio e reduzir as possibilidades de um processo de paz entre israelenses e palestinos. As informações são da agência EFE.

“Determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel”, disse Trump em um discurso na sala de recepções diplomáticas da Casa Branca.

Donald Trump afirmou que sua decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel não deve ser interpretada como uma falta de compromisso com o processo de paz entre israelenses e palestinos, e prometeu que fará “todo o possível” para ajudar as partes a consegui-lo.

“Os Estados Unidos apoiarão uma solução de dois Estados se as duas partes chegarem a um acordo”, declarou Trump em discurso na sala de recepções diplomáticas da Casa Branca.

FGV e FAPESP celebram parceria e fortalecem apoio a pesquisas

A FGV e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) assinaram um acordo de cooperação para apoio no desenvolvimento de pesquisas. A parceria, formalizada pelos presidentes das instituições, professor Carlos Ivan Simonsen Leal (FGV) e professor José Goldemberg (FAPESP) no último dia 30 de novembro, visa apoiar o desenvolvimento de pesquisas em todas as áreas do conhecimento pelos próximos cinco anos.

“É missão da FGV contribuir para o desenvolvimento socioeconômico nacional. Uma das nossas áreas de pesquisa prioritárias é a de avaliação de políticas públicas, uma grande demanda da sociedade”, destacou o presidente da FGV.

O acordo amplia as possibilidades de financiamento para os projetos de pesquisa dos professores da FGV, estimula a cooperação científica e a formação de redes de pesquisadores nacionais e internacionais e é a primeira parceria do gênero assinada pela FAPESP com uma instituição de pesquisa no Brasil. Ao ser divulgado no país e no exterior, para um grande número de instituições e pesquisadores, contribui significativamente para o posicionamento de excelência da FGV na área de pesquisa.

Além do professor Carlos Ivan, a FGV foi representada por diretores de sua Escolas e Unidades. Já a FAPESP contou com a presença de seu vice-presidente, Eduardo Moacyr Krieger, e demais diretores.

Hospital 9 de Julho investe R$ 2 mi em sala inédita no Brasil para cirurgias robóticas

sala robotica
Sala inteligente vai reuzir o tempo para os processos cirúrgicos

O Hospital 9 de Julho (H9J) inova mais uma vez na área robótica com o lançamento da sala inteligente para cirurgias. Foram investidos R$ 2 milhões na estrutura, que permite o rápido deslocamento do médico entre duas salas cirúrgicas agilizando a realização de procedimentos em sequência. Segundo o Dr. Alfonso Migliore Neto, diretor Geral do Hospital 9 de Julho, esse pioneirismo atende à crescente demanda por robótica. “Estamos sempre em busca do que há de melhor em Medicina para o paciente e tecnologias que tornam tratamentos mais assertivos, como no caso da robótica, e que agilizam o atendimento, como a sala inteligente, estão alinhados com esse objetivo” explica o médico.

A sala inteligente é um ambiente amplo, subdividido em duas salas cirúrgicas. Para o Dr. Migliore, esse é o grande diferencial desse lançamento. “Antes o cirurgião precisava esperar toda a finalização de uma cirurgia até a nova preparação da sala para o próximo procedimento. Agora, isso não é mais necessário” reforça o médico.

Outro diferencial é a redução do tempo para os processos cirúrgicos. O Dr. Migliore explica que a equipe cirúrgica consegue otimizar o tempo que seria investido na transição entre duas cirurgias. “O tempo gasto pela equipe é o de higienização, troca de pinças e preparação do próximo paciente, o que normalmente é muito rápido”, destaca o especialista.

Números da robótica

O H9J foi o primeiro hospital privado a alcançar mais de duas mil cirurgias robóticas em cinco anos. Desse total, 75% foram feitas em homens -o principal procedimento foi a retirada do câncer de próstata (Prostatectomia). O Dr. Migliore explica que o crescimento da procura por essa cirurgia foi de sete, em 2012, para 327, em2017 Para o médico, as indicações têm aumentado graças a redução dos casos de impotência e incontinência urinária, efeitos comuns nas operações tradicionais para retirada de câncer de próstata. “O procedimento por meio de robô tem 20% a mais de chance de recuperar a ereção e 5% a menos de risco de ter problemas futuros como incontinência urinária”, explica o médico.

Já as cirurgias robóticas em mulheres representam 25% com destaque para a histerectomia, retirada do útero. Segundo o Dr. Migliore a intervenção está entre as primeiras porque é parte do tratamento de problemas ginecológicos como miomas, sangramento uterinos e câncer.

Quando falamos da idade de homens e mulheres que procuram esse tipo de cirurgia, a faixa etária de maior aderência à cirurgia robótica é de 41 a 60 anos (54%), seguido por 20 a 40 anos (32%) e acima de 61 anos (14%). Para o Dr. Migliore, essa faixa de idade mostra que os adultos têm procurado mais cuidados médicos do que antigamente e já optam por tratamentos mais modernos e minimamente invasivos.

A cirurgia geral está em segundo lugar (37%) com procedimentos como septação (bariátrica), gastroplastia endoscópica (redução de estômago por endoscopia) e hérniorrafia (hérnia), estão em segundo lugar (37%) no ranking dos procedimentos robóticos mais realizados.

Déficit comercial dos EUA subiu para US$ 48,7 bilhões em outubro

O déficit no comércio de bens e serviços dos Estados Unidos subiu para US$ 48,7 bilhões em outubro, US$ 3,8 bilhões a mais que no mês anterior, informou nesta terça-feira (5) o Escritório do Censo do Departamento de Comércio dos EUA. Esse aumento de 8,6% marca o ponto mais alto do déficit comercial nos últimos nove meses, e supera o prognóstico dos analistas, que tinham antecipado que o indicador chegaria até cerca de US$ 47,5 bilhões. A informação é da EFE.

Os números de outubro são reflexo, em parte, do encarecimento das importações de petróleo e de um aumento notável da importação de bens procedentes de China, México e União Europeia (UE), combinado com uma queda nas exportações de alimentos, soja e aviões de passageiros, entre outros. O déficit em setembro também foi revisado para cima e ficou em US$ 44,9 bilhões.

Em outubro, as exportações americanas alcançaram os US$ 195,9 bilhões, apenas US$ 100 milhões a menos que em setembro, enquanto as importações chegaram a US$ 244,6 bilhões, US$ 3,8 bilhões acima do mês anterior.

Os resultados de outubro também refletem um aumento de US$ 3,8 bilhões do déficit no comércio de bens com o exterior, ao atingir os US$ 69,1 bilhões, assim como uma redução do superávit tradicional da troca de serviços, que caiu para US$ 20,3 bilhões (US$ 1,5 bilhão a menos).

Neste ano, o déficit no comércio de bens e serviços dos EUA aumentou US$ 49,1 bilhões em relação ao mesmo período de 2016, o equivalente a 11,9%. Isso se deve a aumentos tanto das importações, que cresceram em US$ 97,5 bilhões, equivalente a 5,3%, como das exportações, que subiram US$ 146,6 bilhões, ou 6,5% em relação ao ano passado.