Casa do Saber Rio oferece cursos in company para ampliar repertório profissional

Profissionais atentos a novas tendências, capazes de fazer conexões entre diferentes áreas do conhecimento e dispostos a repensar sua rotina podem fazer toda a diferença no sucesso dos negócios. Pensando nisso, a Casa do Saber Rio desenvolveu seu braço corporativo, que leva para dentro das empresas cursos e palestras com o mesmo padrão de qualidade pelo qual a instituição é reconhecida há mais de dez anos.

O conteúdo das aulas é preparado de acordo com os interesses específicos de cada corporação e destina-se a públicos de áreas tão diversas como Recursos Humanos, marketing, vendas, criação e desenvolvimento de produtos, entre outras. Os encontros acontecem na própria Casa do Saber, no primeiro piso do Shopping Leblon, ou em outro espaço à escolha do cliente.

Os cursos e palestras in company oferecem conteúdo personalizado, cronograma adequado à disponibilidade da empresa e uma oportunidade única de reflexão, diálogo e troca de conhecimentos em meio à correria do dia a dia.

“Mais do que treinar uma habilidade específica, nosso conteúdo amplia o repertório cultural, pessoal e profissional dos funcionários. Isso desperta novos interesses, permite conectar conhecimentos, pessoas e projetos e contribui para que o trabalho passe a ser vivenciado de uma maneira diferente”, explica a diretora-executiva da Casa do Saber Rio, Adriana Zebulun.

O quadro funcional das corporações não é o único a se beneficiar dos cursos e palestras in company. Muitas empresas procuram a Casa também em busca de curadoria para eventos voltados para outros stakeholders, como clientes e fornecedores –uma estratégia original para estreitar relacionamentos ao mesmo tempo em que se evidencia valores e se fortalece a marca junto a seus principais públicos.

Por fim, a instituição oferece ainda seus espaços (auditório, salas e lounge) para reuniões, conferências e eventos corporativos. As salas de aula oferecem conforto, sofisticação e informalidade, sendo equipadas com datashow, telão, quadro, notebooks, microfones e aparelhos de DVD. A Casa do Saber Rio também possui estrutura completa para oferecer serviços de coffee break e vallet parking. A localização privilegiada, no Shopping Leblon, garante segurança, facilidade de acesso e comodidade.

Simpósio sobre o CPC reúne ministros do STJ e desembargadores de Justiça

O Simpósio “O Novo CPC: Conflitos e Caminhos”, que o Instituto dos Magistrados do Brasil-IMB realizará nesta quinta, dia 19, das 8h às 18h, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, terá palestras de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e desembargadores das justiças federal e estadual. O evento pretende promover o debate sobre o primeiro ano de vigência do novo Código de Processo Civil.

Com vagas limitadas, as inscrições ainda podem ser realizadas pelo site www.novocpc2017.com.br. Entre os palestrantes, os ministros Humberto Martins, Luis Felipe Salomão, Paulo de Tarso Sanseverino e Villas Bôas Cueva.

O desembargador aposentado, jurista e professor universitário José Carlos Barbosa Moreira, falecido em agosto, será homenageado. O Centro de Convenções fica na Praça XV de Novembro, 20, térreo, Centro.

A conta da saúde

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Controlar os custos é um desafio para o setor devido ao aumento da longevidade

Muito se fala, e com propriedade, do imperativo de promover a reforma da Previdência Social, mas nem sempre se lembra que as mudanças demográficas que exigem alterações no sistema de aposentadorias e pensões também cobram ajustes em outros setores.

Um deles é o dos planos de saúde privados, como apontou o oftalmologista Claudio Lottenberg em entrevista a esta Folha.

Ele, que esteve à frente do hospital Albert Einstein e hoje preside a operação brasileira do grupo UnitedHealth, que controla a Amil, foi sucinto: “Vivíamos 40 anos e agora passamos para 80. Alguém precisa pagar essa conta”.

Com efeito, planos de saúde operam sob lógica análoga à dos seguros, que procuram diluir os custos das indenizações entre os clientes que contratam a apólice.

Quando se lida com fenômenos mais aleatórios, como num seguro contra incêndios, o mecanismo funciona de forma satisfatória. Quando se trata de saúde, entretanto, os riscos têm distribuição previsível: quanto mais avançada a idade, mais o contratante tenderá a utilizar o serviço –e em tratamentos, provavelmente, mais caros.

A agravar o problema, não apenas a população idosa aumenta em ritmo acelerado como também, devido à acentuada queda de fecundidade que o país experimentou, há cada vez menos jovens para dividir os custos dos contratos.

Hoje, o mercado de saúde privada opera com a proporção de dois jovens (até 18 anos) para cada idoso. De acordo com as estimativas do setor, essa razão deverá ser de um para um em dez anos.

Existe, ademais, um limite para o subsídio cruzado entre as faixas etárias. Se as mensalidades se tornarem elevadas em excesso, os consumidores de menor idade podem preferir contar com o SUS —dado que o risco de ficarem doentes é menor— a arcar com a certeza do rombo em seu orçamento.

Quanto seria razoável que os idosos pagassem a mais que os jovens? O debate tem graves implicações sociais, mas precisa ser travado com maturidade.

Outros temas relativos à saúde privada, aliás, demandam atenção. Como também mencionou Lottenberg, serão necessárias mudanças na forma de remuneração dos hospitais. O sistema em vigor, no qual se recebe por procedimentos realizados e dias de internação, não convida à otimização dos serviços.

Pelo contrário: o hospital aufere mais receita justamente com os pacientes que sofrem com maiores complicações —o que representa um desestímulo a evitá-las.

Sem enfrentar problemas como esses, planos de saúde, assim como aposentadorias, podem se tornar um artigo escasso no futuro.

Editorial da Folha de S. Paulo publicado na edição de 12/10/2017.

ABRH-RJ é reconhecida Utilidade Pública

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O RH na Praça atende 3 mil pessoas por edição com serviços voltados para empregabilidade

Orientação para recolocação no mercado de trabalho, apoio na hora de preparar um currículo, dicas sobre como se comportar em uma entrevista de emprego e o estímulo à qualificação profissional são alguns dos serviços prestados pela ABRH-RJ que transcendem a atuação na área de gestão de pessoas e repercutem diretamente na sociedade. Esse compromisso com o lado social a fez ser reconhecida, em 6 de setembro, Utilidade Pública Municipal, por intermédio do Projeto de Lei nº 255/2017, do vereador Marcelino D’Almeida (PP). Para o presidente da ABRH-RJ, Paulo Sardinha, essa distinção é resultado da história de mais de 50 anos da Associação e indica que o trabalho vem sendo bem realizado. Em 2014, a Associação havia recebido o título de Utilidade Pública Estadual, conforme o Projeto de Lei nº 6915/2013 do deputado estadual Roberto Henriques (PSD).

“A chancela do setor público ratifica que nossas ações impactam positivamente a sociedade e isso é mais um incentivo para que pensemos em novos projetos e em novas formas de sermos úteis ao estado do Rio”, destaca Sardinha.

Por sinal, é uma característica própria do profissional de RH a preocupação em auxiliar no desenvolvimento das pessoas. Criar planos de carreiras, reconhecer talentos, gerir relacionamentos interpessoais e promover a integração da pessoa com deficiência no ambiente de trabalho estão entre as suas responsabilidades no dia a dia das organizações. No caso dos diretores da ABRH-RJ, é justamente a vontade de mudança e transformação que os unem a fazer um trabalho que é exclusivamente voluntário e que resulta na organização de congressos, fóruns, workshops e seminários, entre outras atividades que são desenvolvidas ao longo do ano. Somente uma edição do RH na Praça atinge cerca de 3 mil pessoas. O evento transforma uma praça pública em um centro de prestação de serviços para o mercado de trabalho.

A abrangência das atividades é outro aspecto que reforça seu papel transformador. Hoje são oito núcleos regionais que promovem no interior do estado ações idealizadas para atender suas respectivas demandas. “Cada núcleo trabalha conforme a realidade da região, ou seja, não copiamos simplesmente as atividades feitas na Capital. Há atenção ao planejar e estruturar atividades singulares”, explica o diretor de Relações Governamentais, Isaque Farizel.

Paulo Sardinha observa que há também o empenho de fazer da ABRH-RJ uma fonte de disseminação de conhecimento, seja na organização dos fóruns e seminários, bem como no apoio às instituições de ensino. Ele avalia que não existe desenvolvimento humano dissociado do conhecimento. “O saber é capaz de transformar vidas, pois passamos a entender melhor o mundo e a observar as coisas de outra maneira. E, assim, temos conteúdo e ferramentas para sermos agentes transformadores”.

*Matéria publicada na coluna Gestão de Pessoas, da ABRH-RJ