Evento debaterá os desafios dos C-Levels diante do atual cenário do mundo dos negócios

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Irene será uma das palestrantes do evento

Após edição em São Paulo, o evento “Os desafios dos C-Levels” chega ao Rio de Janeiro nesta terça-feira (03). O debate é promovido pela consultoria Lee Hecht Harrison (LHH) – especializada em transição de carreira e desenvolvimento de talentos – em parceria com a Korn Ferry e a Unique Group. O objetivo é estimular a liderança C-Level a discutir o cenário atual da empregabilidade, do mundo dos negócios e suas tendências. Os destaques do evento, que reunirá cerca de 30 executivos de RH no Hotel Arena Copacabana, são as presenças de Irene Azevedoh, Diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da LHH e da nova Diretora da LHH Rio, Cristina Fortes. As executivas debaterão, entre outros assuntos, a importância de como manter a trabalhabilidade na era digital. O evento contará ainda com a presença de facilitadores da White Martins, Vale, United Health e SulAmérica.

Universidade Veiga de Almeida promove IX Fórum Interdisciplinar de Gestão com Pessoas

No próximo dia 4, o campus Barra Marapendi da Universidade Veiga de Almeida recebe o IX Fórum Interdisciplinar de Gestão com Pessoas – crise, desemprego, inquietação: o que a área de gestão de pessoas tem a dizer sobre isso?.

Formada em Psicanálise, coach e especializada em treinamento profissional, Ana Carolina Lynch apresentará a palestra ‘A Importância do Desenvolvimento da Resiliência no Ambiente Organizacional’. Professora da instituição e proprietária da Ana Carolina Lynch Consultoria, a especialista destaca que tal habilidade é fundamental nos dias atuais, principalmente devido às inúmeras mudanças no mundo corporativo, com níveis de cobrança por resultados cada vez mais elevados e acúmulo de tarefas pelos profissionais.

O campus fica na Avenida General Felicíssimo Cardoso, 500, Barra da Tijuca. Os interessados devem se dirigir ao auditório do Bloco A, 3º andar.

Relatório da ONU define estratégias contra a poluição

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Erik Solheim: “Poluição é um desafio universal”

Um novo relatório da ONU Meio Ambiente afirma que, embora a poluição tenha impactos negativos consideráveis na saúde humana e nos ecossistemas, a mesma é controlável e evitável através de liderança política, ações de defesa e compromissos importantes e ações locais. A informação é da ONU News.

O relatório “Na direção de um planeta livre da poluição” foi lançado durante a Primeira Conferência das Partes para a Convenção de Minamata sobre mercúrio, realizada semana passada em Genebra,  como sessão preparatória para a Assembleia Ambiental da ONU, que será realizada em dezembro.

O chefe da agência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Erik Solheim, lembrou que a “poluição é um desafio universal”, mas afirmou que a “boa notícia é que o mundo já sabe o que precisa ser feito para evitá-la e reduzi-la”. Ele destacou a responsabilidade é de governos, empresas, autoridades locais, sociedade civil e indivíduos em todo o mundo de se comprometer a agir para acabar com a poluição em todas as suas formas.

Recomendações

Citando os impactos negativos da poluição – especialmente sobre as pessoas mais pobres e vulneráveis, ameaçando  seus direitos humanos – e as respostas limitadas de governos, empresas e cidadãos à situação e desafios atuais, o relatório sugere cinco ações abrangentes: 1. Adotar um pacto global sobre a poluição que torne sua prevenção uma prioridade; 2. Fortalecer a governança ambiental em todos os níveis; 3. Promover o consumo e produção sustentáveis, através da melhora na eficiência de recursos e mudanças em estilos de vida; 4. Priorizar o gerenciamento e a redução do desperdício; e 5. Estabelecer parcerias para desenvolver soluções e investir em produção e consumo mais limpos.

Além disso, o documento também propõe 50 ações concretas para reduzir a poluição em diversas formas e pede um compromisso político forte e de alto nível, com o envolvimento de governos locais, sociedade civil e outros atores.

O estudo destaca ainda que, embora algumas formas de poluição tenham sido reduzidas com o avanço de tecnologias e estratégias de gerenciamento, estimativas são de que cerca de 19 milhões de mortes prematuras ocorram por ano devido à forma como as sociedades usam seus recursos naturais e afetam o meio ambiente para a produção e consumo.

Três americanos ganham Nobel de Medicina por estudos sobre ritmo circadiano

Os americanos Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young foram os ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina 2017, por suas “descobertas dos mecanismos moleculares que controlam o ritmo circadiano” – conhecido como relógio biológico. O anúncio foi feito nessa segunda-feira (2) pela Assembleia do Nobel, do Instituto Karolinska de Estocolmo. A informação é da Agência EFE.

Os premiados explicaram “como plantas, animais e humanos adaptaram o ritmo biológico” para “sincronizá-lo com as rotações da Terra”. O chamado “relógio biológico” é aplicado tanto ao jet “lag” que é produzido nas viagens transatlânticas, quanto à função clorofilina das plantas.

Este relógio adapta a nossa fisiologia de forma “drástica” a distintas fases da vida, ao denominado ciclo circadiano, regulando desde a conduta aos níveis hormonais, a temperatura corporal e o metabolismo, explicou o júri em sua decisão.

Os premiados isolaram o gene que controla o ritmo biológico diário, ao codificar uma proteína que se acumula nas células durante a noite e se degrada durante o dia. Além disso, identificaram componentes adicionais das proteínas que influenciam no relógio interno das células, diz a argumentação do Instituto sueco.

Hall nasceu em Nova York em 1945 e trabalha na Universidade americana de Maine; Rosbash nasceu no Kansas em 1944 e trabalha na de Waltham, enquanto Youg, nascido em 1949 em Miami, trabalha na novaiorquina Universidade Rockefeller.

No ano passado, o Instituto Karolinska premiou o japonês Yoshinori Ohsumi por descobrir os mecanismos da autofagia, processo básico de degradação e reciclagem de componentes celulares e de grande importância em muitos fenômenos fisiológicos.

O valor do prêmio é de 9 milhões de coroas suecas (US$ 1,1 milhão), a ser dividido entre os premiados. Neste ano, a fundação aumentou o montante das distinções do Nobel, pela primeira vez em cinco anos.

Todos os prêmios são entregues em Estocolmo, com exceção do Nobel da Paz, que é entregue em Oslo por desejo expresso do fundador do Nobel, o magnata sueco Alfred Nobel (1833-1896), já que a Noruega formava então parte do Reino da Suécia.

Os prêmios serão entregues em 10 de dezembro, coincidindo com o aniversário da morte de Nobel, em uma dupla cerimônia no Konserthus de Estocolmo e na Câmara Municipal de Oslo.