Embalagens case-ready ajudam varejistas a se tornarem mais competitivos

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Alessandra Souza

Nos últimos anos, vem sendo registrada uma crescente queda no consumo de carne bovina em todo o mundo, seja pelos altos preços ou pela preocupação com uma alimentação mais saudável. Ainda assim, a carne bovina continua sendo extremamente importante para os varejistas. De acordo com o estudo “Global Food Retailer Beef Insights”¹, solicitado pela Sealed Air e realizado pelo Martec Group, a carne bovina é responsável por uma média de 30% a 50% do faturamento do setor de carnes e de 2% a 5% do total da receita da loja. Na Austrália e no Brasil, é a proteína mais vendida nos supermercados.

Para se manterem competitivos, os varejistas precisam tomar decisões estratégicas que atendam tanto a necessidade de redução de custos, quanto a entrega de produtos seguros e de qualidade, capazes de conquistar a atenção e preferência dos consumidores. Soluções de embalagens inovadoras podem ser ótimas aliadas para ajudar aos varejistas a atenderem às necessidades dos seus clientes.

As embalagens do tipo case-ready, que já chegam prontas do frigorífico para serem colocadas diretamente nas gôndolas do varejo, são soluções ideais que satisfazem tanto as demandas dos varejistas como as vontades dos consumidores. O produto, que pode ser embalado no sistema de vácuo ou com atmosfera de proteção, já vem porcionado e padronizado, possui data de validade estendida e garantia de origem. A carne não necessita de manipulação adicional, o que reduz o risco de contaminação cruzada, os custos com mão de obra e, consequentemente, gera aumento da receita.

De acordo com a pesquisa, no Reino Unido, 90% dos supermercadistas já adotaram as embalagens case-ready e apenas 10% ainda mantém o porcionamento em loja. Na Austrália, essa tendência se confirma: representam entre 70% e 80% do mercado, enquanto os açougues nas lojas de varejo apenas 20% e 30%.

Já nos Estados Unidos, esta adequação está em fase de transição. Pelo menos 40% a 50% das lojas ainda oferecem o atendimento no balcão, enquanto 50% a 60% já aderiram às embalagens que saem do frigorífico direto para a gôndola. No Brasil essa prática ainda é incipiente, mas está ganhando força. As embalagens case-ready representam apenas de 20% a 30% do mercado, enquanto os açougues dentro das lojas ainda se destacam com uma representação de 70 a 80%.

Essa é uma tendência mundial e para que os varejistas se mantenham no setor de forma competitiva é importante que se preparem. Prova disso é que enquanto as case-ready têm ganhado espaço, os açougues dentro das lojas estão retraindo. Segundo o estudo, além da eficiência e todos os benefícios da solução, a procura por carnes embaladas e falta de mão de obra qualificada para manter o atendimento no balcão, têm impulsionado a mudança do serviço.

¹ O estudo Global Food Retailer Beef Insights ouviu os principais supermercadistas nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Brasil, em 2016.

*Alessandra Souza é líder de marketing para carne vermelha na América Latina da Sealed Air Food Care

Petrobras anuncia redução nos preços da gasolina e do diesel

Os preços da gasolina e do diesel nas refinarias serão reduzidos em 0,3% e 0,4%, respectivamente, a partir de amanhã (26). O reajuste foi anunciado hoje (25) pela Petrobras.

A atual política de preços da estatal permite reajustes nos preços dos combustíveis a qualquer momento, até diariamente, desde que a variação acumulada por produto esteja dentro da faixa de -7% a +7%.

No último dia 23, o diesel e a gasolina haviam subido 0,6% e 0,2% nas refinarias, respectivamente.

O impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de outros fatores da cadeia de combustíveis, principalmente distribuidoras e postos revendedores.

Quinta D’Or promove palestra gratuita sobre os cuidados com o coração

A saúde do coração será tema de palestra organizada pelo Grupo Oncologia D’Or, no dia 27 de setembro, às 9h, no Hospital Quinta D’Or. O evento tem como objetivo reforçar os principais cuidados para evitar doenças cardiovasculares e a importância de exames regulares para o diagnóstico precoce.

Moderado pelo coordenador do Centro de Oncologia, Dr. Henry Najman e pelo coordenador de cardiologia do Hospital Quinta D’Or, Dr. Francisco Lourenço Júnior o encontro abordará temas como os benefícios da alimentação saudável e a prática de atividades físicas na prevenção do câncer e de doenças cardiovasculares.

Especialistas recomendam uma atenção especial ao órgão durante o tratamento quimioterápico que pode sofrer acometimentos por conta de certos medicamentos como aqueles à base de antraciclícos – bastante encontrados em medicamentos contra o câncer de mama, por exemplo.

O encontro será no auditório do Hospital Quinta D’Or e não será necessária inscrição.

Evento “Cuide do seu coração”

Dia: 27 de setembro
Horário: das 9h às 12h
Hospital Quinta D’Or -Rua Almirante Baltazar, 435, São Cristóvão
Não é necessária inscrição

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Apple e Google são as marcas mais valiosas do mundo

O setor de tecnologia continua dominando o ranking das marcas mais valiosas do mundo. Levantamento divulgado pela Interbrand mostra que a Apple e Google seguem no topo da lista pelo quinto ano consecutivo. A fabricante do iPhone e do Apple Watch lidera com valor de US$ 184,154 bilhões, avanço de 3% em relação ao ano passado. Na segunda colocação, o Google obteve crescimento de 6% e alcançou US$ 141,703 bilhões.

A Microsoft completa o pódio, na terceira posição, com US$ 80 bilhões, aumento de 5% no valor da marca, desbancando a Coca-Cola, que registrou queda de 5% em seu valor, para US$ 69,733 bilhões, e foi para o quarto lugar.

A Amazon subiu da oitava posição para a quinta ao obter o segundo maior crescimento entre as cem maiores marcas globais, de 29%, e atingir valor de US$ 64,796 bilhões. A sul-coreana Samsung ficou em sexto lugar, avançando uma posição, e a japonesa Toyota perdeu duas, ocupando o sétimo lugar.

Com o maior crescimento na lista da Interbrand, de 48%, o Facebook saiu do 15º lugar para o oitavo, com valor de mercado de US$ 48,188 bilhões. Em seguida, aparecem a Mercedez-Benz, mantendo a nona posição, de 2016, e a IBM, na 10ª, após cair quatro posições. Dos integrantes do ranking, 16 são do setor automotivo e 15 são de tecnologia.

As novidades deste ano são as marcas Netflix, na 78ª posição, com valor de US$ 5,592 bilhões, seguida pela Salesforce.com, americana de software on demand, que ingressou no 84º lugar, valendo US$ 5,224 bilhões, e a italiana Ferrari, que ficou na posição 88, com a marca cotada em US$ 4,876 bilhões.

As cem marcas mais valiosas do mundo totalizaram US$ 1,871 trilhão, crescimento de 4,2% quando comparado com 2016. O varejo é o setor que mais cresceu em termos percentuais (19%), seguido pelas áreas de artigos esportivos (10%), tecnologia (8%), logística (7%) e serviços financeiros (6%).

Como nos anos anteriores, nenhuma brasileira aparece na pesquisa. Algumas possuem valor financeiro, mas não têm presença global. “O Brasil teve uma contribuição importante no expressivo crescimento das marcas de tecnologia em 2017. Basta olhar para os números do Facebook, Google e Netflix no país”, disse Daniella Giavina-Bianchi, diretora geral da Interbrand.

Apesar da ausência de marcas nacionais, o fundo 3G Capital, dos empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles, Carlos Alberto Sicupira e Roberto Thompson, tem participação acionária na AB InBev, que detém a Budweiser. A marca de cervejas figura na posição 31, com valor de US$ 15,375 bilhões, avanço de 2% na base anual.

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