Rio de Janeiro lança plano de economia solidária

O governo do Rio de Janeiro lançou hoje (26) o Plano Estadual de Economia Solidária, para mapeamento e cadastramento dos integrantes das atividades de economia criativa do estado, que é o quinto do país em registro de pequenos empreendimentos.

Com o plano, será criado o Cadastro de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol) e o registro passa a ser requisito obrigatório para comprovar a existência do negócio. A inserção no cadastro garante, além do reconhecimento público, acesso às políticas e aos programas de crédito e de fomento.

De acordo com o secretário de Trabalho e Renda, Milton Rattes, em todo o estado, há diversas práticas econômicas e sociais organizadas em cooperativas, associações, clubes de troca, redes de cooperação, entre outras. As atividades envolvem produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

“Temos uma missão histórica que é a da economia formal, da Carteira de Trabalho. Mas hoje a economia solidária surge como força ainda maior, e vamos, juntos, a partir do plano, fazê-la crescer cada vez mais no Rio de Janeiro.”

Mais de 700 pessoas participaram da elaboração do plano, fruto de parceira do governo do estado com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Fórum Estadual de Economia Solidária e a Frente Parlamentar em Defesa da Economia Popular Solidária da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

As diretrizes do plano estadual foram definidas após discussões de temas como finanças solidárias, agricultura familiar, artesanato, moda e decoração, reciclagem, pesca artesanal, comunidades tradicionais, entre outros.

Em novembro do ano passado, o governo do Rio e a Secretaria Nacional de Economia Solidária deram início a um projeto que possibilitará a criação do Mercado Público de Economia Solidária do Rio de Janeiro. Equipes de técnicos da secretaria já trabalham no projeto, com base em dois convênios que totalizam R$ 3 milhões.

Inflação medida pelo IPC-S cai nas sete capitais pesquisadas

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a segunda e a terceira semana de junho. Quatro capitais chegaram a registrar deflação (queda de preços) na terceira semana do mês, segundo dados divulgados hoje (26).

As maiores quedas foram observadas nas cidades do Recife (-0,40 ponto percentual, ao passar de 0,57% para 0,17%), Belo Horizonte (-0,36 ponto percentual, ao passar de -0,30% para -0,66%) e Salvador (-0,31 ponto percentual, ao passar de 0,39% para 0,08%).

As outras cidades registraram as seguintes quedas: São Paulo (-0,25 ponto percentual, ao passar de 0,21% para -0,04%), Brasília (-0,20 ponto percentual, ao passar de -0,03% para -0,23%), Rio de Janeiro (-0,20 ponto percentual, ao passar de -0,06% para -0,26%) e Porto Alegre (-0,17 ponto percentual, ao passar de 0,18% para 0,01%).

Plano de saúde é a terceira conquista mais desejada pelos brasileiros

O plano de saúde é a terceira conquista mais desejada pelos brasileiros, perdendo apenas para  educação e casa própria, segundo pesquisa do Ibope, feita a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O benefício também é fator decisivo na hora de aceitar ou não um emprego.

Em relação à pesquisa anterior, do ano de 2015, cresceu a proporção de brasileiros que classificam o plano de saúde como um dos bens mais importantes para se ter. Entre a população que não contava com o benefício há dois anos, 53% tinham essa percepção, sendo que o percentual subiu para 57%. O total de brasileiros não beneficiários que classificam o plano de saúde como o bem mais importante subiu de 13% em 2015, para 16% este ano.

Entre os brasileiros que já contam com o benefício, ele é o terceiro bem mais desejado, de acordo com 67% dos entrevistados. O percentual de beneficiários que colocam o plano como mais importante que casa própria e educação é de 18%.

Os principais motivos para desejar ter plano de saúde são qualidade e agilidade no atendimento, bons médicos e hospitais, comodidade e conforto, além da rejeição à precariedade da saúde pública. Os motivos apontados por quem não tem plano são preço alto e falta de necessidade.

Satisfação

O levantamento entre os que têm plano de saúde mostra que 80% se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com seus planos. O resultado representa crescimento de 5 pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior, em 2015.

Do total, 82% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares afirmam que recomendariam seus planos para um amigo ou parente, crescimento de 3 pontos percentuais ante a pesquisa anterior. Além disso, 87% declaram a intenção de manter o plano atual, alta de 1 ponto percentual sobre os resultados de 2015.

Segundo a pesquisa, 88% dos beneficiários utilizaram, nos últimos 12 meses, algum serviço do plano. No mesmo grupo, 90% dos entrevistados informam que conseguiram solucionar os problemas de saúde a partir dos serviços utilizados pelos planos. Os canais de atendimento foram avaliados como bons ou muito bons por 86% dos beneficiários.

A contabilidade em evolução

Com o advento das novas tecnologias, profissionais de várias áreas precisaram se atualizar por conta das constantes mudanças. Entre eles estão os contadores, que, se antes tinham o estereotipo daquele profissional cercado de papéis, acompanhado de uma calculadora, carregando pastas pra cima e pra baixo e fazendo anotações em um caderno, hoje, necessariamente, precisam estar atualizados. Gradualmente, plataformas digitais que ajudam na gestão empresarial e financeira passaram a ser incluídas nas rotinas de trabalho, facilitando a execução de diversas tarefas. O Painel Financeiro, por exemplo, lançado pela OCF, é um sistema criado com este objetivo, simplificando o trabalho dos contadores e se apresentando como um dos mais completos sistemas financeiros.

No Brasil, atualmente, são mais de 500 mil contadores e técnicos registrados nos CRCs, além de 55 mil organizações contábeis ativas. Em um mercado cada vez mais competitivo, até profissionais mais conservadores, como os da Geração X, estão aderindo às novidades do mundo digital e suas transformações. “Com o sistema é possível ter o controle e organização de receitas e despesas, importar e exportar dados, digitalizar documentos, programar contas a pagar e receber, emitir nota fiscal de serviços e boletos etc”,afirma Alexandre Andrade, diretor da OCF.

De acordo com ele, o maior diferencial é a possibilidade de filtrar informações minuciosas sobre a saúde financeira do cliente, permitindo que o profissional de contabilidade ofereça consultoria e assessoria para a gestão das finanças e, assim, contribuindo, efetivamente para as tomadas de decisão do gestor. “Isso significa um serviço a mais e, consequentemente, uma possibilidade de atendimento mais amplo para o cliente e, consequentemente, ganhos extras para os profissionais de contabilidade”, explica o idealizador do sistema.

Segundo Andrade, atualmente, o diferencial do contador está no modo como esse profissional se relaciona com os clientes. E o Painel Financeiro viabiliza uma relação do estilo ganha-ganha, ou seja, boa para ambos os lados. “E mais, estamos falando de uma nova concepção de contabilidade, na qual se descarta as despesas com espaço físico para arquivar documentos, moderniza-se processos e estabelece-se uma nova dinâmica de trabalho”, esclarece. Ele explica ainda que o sistema foi pensado para contadores com objetivo de adaptar as demandas da profissão às necessidades exigidas pelo mundo moderno e digital.