Os bares e restaurantes de Santa Teresa integrantes do programa Embaixada da Cachaça realizam juntamente com a AmeSanta, até 16 de julho, o “Circuito Ele & Ela – Caldo + Cachaça”. Entre os estabelecimentos certificados em qualidade de serviços da cachaça pela Apacerj estão o Bar do Bonde, o Café do Alto, o Espírito Santa e o Maloca Carioca. O Circuito é uma forma de reverenciar as marcas de cachaça produzidas no estado do Rio de Janeiro. Todos os estabelecimentos vão oferecer menus especiais durante o evento, em que caldinhos serão harmonizados com a bebida ou com drinks à base do destilado.
Uma correalização da Associação dos Produtores de Cachaça do Estado do Rio de Janeiro (Apacerj) com o Sebrae, e as parcerias da Firjan, do Sindbebi, da Secretaria de Estado de Turismo e do TurisRio, a Embaixada da Cachaça foi idealizada justamente para capacitar as equipes dos estabelecimentos comerciais a oferecer ao cliente a melhor experiência na degustação da autêntica bebida nacional. Os restaurantes que alcançarem a qualidade do serviço receberão o certificado Embaixada da Cachaça. Estabelecimentos de Botafogo, Tijuca, Lido, além de Santa Teresa, já receberam o treinamento.
“O Circuito vai oferecer ao público que aprecia uma boa cachaça uma excelente oportunidade de apreciar a riqueza de aromas e sabores que a nossa bebida possui, em doses e drinks variados, assim como entender sobre harmonização de caçhaça com pratos e petiscos. Tudo isso através de profissionais que foram qualificados para oferecer o melhor serviço com a cachaça”, explica a presidente da Apacerj, Kátia Espírito Santo.
“O Rio é um dos principais estados produtores de cachaças premium do Brasil. São bebidas de alto padrão e que vêm sendo premiadas internacionalmente e colocadas ao lado dos melhores whiskies, vodcas, tequilas, cognacs, armagnacs. Os estabelecimentos estão percebendo que oferecer nossas cachaças agrega valor aos seus serviços”, observa Kátia.
Entre as marcas presentes no Circuito, estão as cachaças Bousquet, Coqueiro, Engenho D’Ouro, Da Quinta, Duvale, Fazenda Soledade, Magnífica, Paratiana, Pedra Branca, Reserva do Nosco, Sete Engenhos, Tellura e Werneck.
O cardiologista Evandro Tinoco, Balestrin, Knibel e o diretor da Amil Antonio Jorge Kropf
O presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Francisco Balestrin, falou, nesta sexta-feira (23), sobre “O Hospital do Futuro: o Futuro do Hospital” no encontro “Palestras de Excelência Médica”, promovido pelo Hospital São Lucas. O encontro teve a presença de representantes das entidades médicas, além das principais lideranças do setor de saúde.
Segundo o coordenador do evento, o médico Marcos Knibel, o debate sobre o atual modelo hospitalar e o uso das tecnologias em saúde estão na ordem do dia. “Devemos usar a tecnologia de ponta no ponto”, enfatizou Knibel.
Na avaliação do presidente da Anahp, o hospital do futuro precisará mudar sua forma de agir, mantendo-se flexível, respondendo rapidamente às demandas, buscando inovação e sempre trabalhando para equalizar qualidade, eficiência, segurança, custos e entrega de valor para o paciente.
“Esse contexto exige dos gestores investimento constante na ampliação das instalações, adaptação dos serviços, incluindo estrutura física e capacitação das equipes, bem como aquisição de novas tecnologias, com vistas a atender as demandas atuais. Isso tudo sem abrir mão do cuidado e da qualidade da assistência”, observa Balestrin.
“O Hospital do Futuro: O Futuro dos Hospitais” também será o tema central do 5º Conahp – Congresso Nacional de Hospitais Privados, que acontecerá de 22 a 24 de novembro, em São Paulo.
Sobre o São Lucas
O HSL realiza 5 mil atendimentos de emergência por mês
Fundado em 1937, o Hospital São Lucas é um dos mais tradicionais da cidade e é modelo em medicina de alto padrão, com foco em atendimento de alta complexidade ao paciente adulto. A unidade realiza mensalmente 750 cirurgias, 140 procedimentos de hemodinâmica e mil internações.
O HSL é referência em diversas especialidades médicas, como cirurgia cardíaca, cirurgia vascular/endovascular, neurocirurgia, cirurgia de coluna, cirurgia de tórax, cirurgia geral, cirurgia bariátrica, cardiologia e radiologia intervencionistas, ortopedia e urologia, além de contar com um serviço de emergência 24 horas.
Balestrin lembrou da preocupação constante de Edson Bueno em melhorar as condições do setor
Cristina Mendes, do Hospital São Lucas, Francisco Balestrin e Marcos Knibel
O impacto dos recentes acontecimentos no país envolvendo corporações em escândalos, problemas de ética, conflitos de interesses e corrupção – o que ocasionou, inclusive, a edição de uma lei com esse foco, a 12.846/2013 – levou empresas a passar a considerar o Compliance, antes visto como gerador de custos, um investimento para prevenir e mitigar riscos à sua reputação e estabilidade. Em saúde, o tema vem avançando bastante, mas ainda precisa sensibilizar e engajar. Além disso, o mecanismo deixou de ser apenas norteador de comportamentos, para ter relação estratégica com a sustentabilidade da cadeia produtiva, concluíram os partcipantes do debate Compliance em Saúde, que aconteceu na última terça-feira, 13,na Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-RJ).
Promovido pela Med-Rio Check-Up – primeira clínica do Rio de Janeiro a lançar um Código de Conduta – e pelo escritório Siqueira Castro Advogados, o encontro reuniu as consultorias corporativas Mckinsey & Company, KPMG Internacional e Ernst & Young (EY). “O Compliance deve ser visto como um instrumento de transparência a fim de gerar segurança para quem contrata os serviços de saúde. Por isso, em nosso Código de Conduta, há um item esclusivamente dedicado ao cliente. Em saúde, o acesso às informações – como procedência dos prestadores de serviços, nível de qualidade dos testes e currículo de um médico – pode evitar passivo para as empresas”, ressaltou Gilberto Ururahy, fundador e diretor-médico da Med-Rio.
Segundo Bernardo Lemos, sócio-diretor de Práticas de Auditoria Interna, Riscos e Compliance da KPMG, entre empresas dos segmentos Saúde e Financeiro, os principais riscos no campo do Compliance envolvem fraude, corrupção e lavagem de dinheiro (63%); gestão de terceiros (63%); conflito de interesses e informação privilegiada (63%); e tecnologia (45%). Os dados foram extraídos de aferição que a consultoria faz há dois anos – a Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil –, com a finalidade de sondar a eficiência da aplicação dessa ferramenta pelas organizações. Segundo Lemos, um dos principais desafios é garantir a independência do Compliance nas empresas.
Para Christiana Souto, consultora da McKinsey & Company, quando se fala em Compliance na saúde, o paciente é pouco citado. “Ele hoje está mais empoderado, informado, é tomador de decisões e influenciador. E mais: opera o sistema a seu favor. O que é o Compliance do ponto de vista do paciente? É preciso observar que o brasileiro superutiliza o sistema de saúde. Em 2014, fizemos três vezes mais ressonâncias magnéticas que os ingleses”, ressaltou Christiana, no debate, lembrando que é importante pensar na sustentabilidade dos sistemas de saúde, algo discutido no mundo todo.
Todos sabemos que o sistema de estágios é extremamente vantajoso para as empresas, além de possibilitar a entrada de muitos jovens talentos no mercado de trabalho, principalmente aqueles que não possuem experiência profissional.
Especialmente nesta época em que as empresas buscam enxugar custos, muitos veem a contratação de estagiários como uma ótima alternativa. O estagiário não tem vínculo empregatício com a empresa e isso desonera a folha de pagamento, já que nessa modalidade não incorrem encargos trabalhistas e tampouco 13º, provisões e verbas rescisórias, além do valor da Bolsa Auxílio ser de livre negociação entre empresa e estagiário sem obedecer sequer valores mínimos, como o salário mínimo ou os pisos de cada categoria.
A lei 11.788 de 2008 que rege o estágio para estudantes já traz melhorias em relação à lei 6494 de 1977. Podemos até dizer que a lei é bastante sucinta e simples, mas ainda assim muitas empresas temem a ocorrência de vínculo empregatício.
Após 15 anos atuando exclusivamente na administração de estágios para nossos clientes, as duas perguntas mais recorrentes a respeito de estágio que me são feitas são: Quais as vantagens e quais os riscos que o sistema oferece para as empresas?
Nesse caso, tenho o hábito de separar as duas coisas. As vantagens são muitas e os riscos são mais decorrentes de falta de informação a respeito do sistema, do que propriamente do sistema em si. No entanto, o que para nós especialistas fica claro é que quando as empresas tentam extrair do sistema de estágios mais vantagens que o sistema permite é que entra na zona de risco.
Vou no entanto elencar as principais vantagens e benefícios do sistema de estágios e depois comentar algumas atitudes das empresas que podem colocar o processo em risco trabalhista.
Como as principais vantagens para as empresas que enxergamos no sistema, podemos citar:
Não existência de vínculo empregatício entre estagiário e empresa;
Isenção de encargos trabalhistas;
Possibilidade de rescisão do contrato de estágio a qualquer momento, sem aviso prévio ou verbas rescisórias;
Acesso a jovens em formação, atualizados e motivados para conseguir se destacar na empresa;
A contratação de estagiários oxigena a equipe e faz com que os efetivos passem a se preocupar em se atualizar também;
A empresa pode formar o profissional de acordo com sua cultura, já que os estagiários não trazem vícios de longas experiências anteriores;
Facilidade na reposição dos estagiários quando necessário;
Os estagiários dão ótimo suporte, liberando os efetivos de tarefas mais simples para que possam se concentrar nas mais difíceis e produtivas;
Estagiários trazem informações e procedimentos, soluções e ideias atualizadas para dentro da empresa;
Os jovens tem extrema facilidade em conectar a empresa às novidades do mercado e da sociedade;
A empresa ganha em responsabilidade social ao abrir oportunidades de inserção de jovens no mercado formal de trabalho.
Certamente o sistema de estágios traz muitas outras vantagens, mas podemos dizer que essas são mas mais evidentes.
Já em relação aos riscos, podemos dividi-los em riscos estratégicos e riscos trabalhistas.
Os riscos estratégicos são aqueles que as empresas cometem ao imaginar que o sistema de estágio irá suprir todas as necessidades operacionais da empresa. Neste caso, as empresas poderão ter um resultado ruim quando, por exemplo, resolvem substituir indiscriminadamente seus efetivos por estagiários sem levar em conta que o estagiário está em fase de aprendizado e levará um tempo até que esteja pleno e apto a produzir como um efetivo (momento em que deveria ser efetivado).
Outro erro estratégico que as empresas podem cometer, é querer que o estagiário “resolva” todos os problemas da empresa, já que ele é atualizado e estuda especificamente para esta ou aquela atividade. É evidente que o estagiário será extremamente valioso ao trazer para a empresa novas ideias, conceitos e procedimentos, mas se ele não contar a devida supervisão de uma pessoa experiente, não conseguirá transformar suas ideias e conhecimentos em resultados efetivos para a organização
Este é um dos pontos em que a Estagilize se destaca, pois antes da contratação nós tratamos dessas e de outras questões por meio de orientações, sempre com o intuito de transformar essa oportunidade de estágio em uma ótima experiência, tanto para a empresa quanto para o estagiário.
Já em relação ao risco trabalhista, precisamos entender que ele sempre existe, independentemente da empresa fazer tudo certo ou não. Mas isso não é inerente apenas ao programa de estágios para estudantes, mas sim à todas as formas de contratação. Basta lembrar que qualquer pessoa que trabalhou em uma empresa poderá acioná-la na justiça do trabalho se entender que o empregador faltou com suas obrigações.
Assim, como em qualquer outra forma de contratação, o que determina se o risco pode se concretizar em um possível problema trabalhista será a forma coma a empresa administra o processo durante o tempo que a pessoa está lá. No caso do estágios, devemos ter rigor com:
Cláusulas contratuais adequadas e específicas do estágio;
A carga horária e como fazer o controle da frequência;
As atividades desenvolvidas pelo estagiário;
A supervisão oferecida pela empresa;
Os recibos utilizados para pagamento (existem termos específicos obrigatórios);
A forma como se faz a gestão dos estagiários;
A relação dos estagiários com os efetivos;
O tipo de cobrança que se pode fazer dos estagiários em relação às suas atividades e metas;
Diversas outras questões objetivas e subjetivas que poderão determinar algum possível problema futuro.
Para nós, tudo isso é muito simples, já que somos agentes de Integração especializados em estágios.
Para os nossos clientes, oferecemos total assistência em todos esses pontos durante todo o período em que o estagiário está lá, oferecendo inclusive uma plataforma de gestão dos estagiários, onde as empresas podem emitir os recibos corretos, preencher avaliações e acompanhar o desenvolvimento de seus estagiários.
*Aristides Ianelli Junior é presidente e sócio-proprietário da rede de franquias Estagilize Estágios