Neurotrends 3 discutirá tendências do uso de IA nos mercados de crédito, seguros e saúde suplementar
Evento realizado pela Neurotech apresentará casos práticos relacionados à análise de risco, cobrança e fraude

No dia 13 de dezembro, a Neurotech, uma empresa B3 especializada na criação de soluções avançadas de Inteligência Artificial e Big Data, realizará a terceira edição do Neurotrends, evento que reunirá renomados especialistas com objetivo de instigar e inspirar o público interessado nas principais tendências para 2024 relacionadas ao crescente uso da Inteligência Artificial para ampliar a eficiência dos mercados de crédito, seguros e saúde suplementar.

O evento acontecerá de forma híbrida com a possibilidade de os interessados em geral terem acesso ao conteúdo na modalidade online, enquanto um grupo seleto de convidados será recebido na icônica Arena B3, localizada na sede da maior Bolsa de Valores da América Latina, no coração de São Paulo. Após o período de recepção, marcado para as 8 horas, a abertura da fase de exposição dos temas será feita às 9 horas, pelo CEO Neurotech, Domingos Monteiro. Na sequência, ele mesmo coordenará o Painel Impacto, que terá como tema: “Inovação de norte a sul: como hubs, ecossistemas e comunidades impactam o mercado”. O assunto será abordado segundo as visões de Pierre Lucena, Presidente da Porto Digital; Ricardo Raposo, Diretor de Data & Analytics da B3; Pedro Valério, Diretor Executivo do Instituto Caldeira; e Rafael Cavalcanti, Superintendente Executivo do Bradesco.

Monteiro comenta que a terceira edição do Neurotrends representa um marco não só de maturidade do próprio evento, claramente demonstrado nos temas abordados que vão ao encontro das necessidades de todo o mercado, mas também da consolidação de um dos maiores ecossistemas de tecnologia da América Latina. “O Grupo B3 reúne empresas que somaram experiências e conhecimentos para proporcionar aos clientes e ao mercado um futuro mais seguro com a utilização inteligente dos dados na tomada de decisão. No Neurotrends teremos a oportunidade de colocar à disposição toda essa capacidade de explorar o poder dos dados e da inteligência artificial para impulsionar a nova era dos mercados de crédito, seguros e da saúde suplementar. Tudo isso somado à visão dos nossos clientes das mais diversas áreas e à riqueza de saberes desenvolvidos e compartilhados nos múltiplos ecossistemas e hubs de inovação com os quais interagimos ”, diz.

Por volta das 10h05 será a vez do Painel Crédito, que terá o desafio de demonstrar: ‘Como a tecnologia e as novas demandas do mercado estão transformando a dinâmica do crédito’. Este debate terá a participação de Ana Carla Abrão, Vice-presidente de Novos Negócios da B3; Carlos Bonetti, Diretor de Riscos e Operações do Banco BV; Roberto Sadami, CRO do PagBank e Tadeu Silva, Presidente da Acrefi.

A parte prática do conteúdo terá início às 10h50, quando o Head of Digital Products da Neurotech, Arthur Padilha apresentará o CASE “IA generativa e dados aplicados na jornada de Cobrança e Fraude”.

A partir das 11 horas, as análises sobre as transformações no mercado de saúde tomarão conta da programação com o Painel dedicado ao setor que trará a provocação positivista: “A tecnologia está mudando o jogo no combate às fraudes e aos abusos no mercado de saúde”. A discussão reunirá o Vice-presidente de inteligência para saúde da Neurotech,Marco Antunes; o CEO da Neoway,Rodrigo Barcia; o Superintendente Executivo do Bradesco, Filipe Brandão, o CEO da Petlove, Fabiano Lima; e o Vice-Presidente Técnico e Regulatório da Hapvida, Luiz Celso.

Na sequência, os resultados da aplicação dos conceitos e alegações apresentadas serão demonstrados na prática por meio do CASE: “Como a plataforma antifraude da Neurotech economizou mais de R$ 30 milhões em processos de reembolso”, apresentado pela Executiva de Saúde – Head Médica da Neurotech, Dra. Erika Fuga.

Finalmente, o mercado de seguros ocupará o centro das atenções com a realização do PAINEL SEGURO AUTO, com o tema: “O papel da tecnologia e da IA no setor de seguro auto para prevenir sinistros e reduzir riscos”. Esta sessão terá a participação de Rodrigo Cunha, Vice-presidente de Produtos da Neurotech; Eduardo Dal Ri, Presidente da HDI; Marcelo Goldman, Diretor Executivo da Tokio Marine; e Fabio Leme, Diretor Executivo, Zurich.

Sobre o Neurotrends

Data: 13 de dezembro de 2023

Horário do evento: Das 09h às 13h

Inscrições gratuitas: https://neurotrends2023.com.br/

Start Química investe em economia circular e transforma resina reciclada em novas embalagens: “Temos o ciclo completo”
Polietileno de Alta Densidade é enviado à REPET, maior distribuidora de embalagens plásticas de Minas Gerais e responsável por gerar novos frascos a partir da reciclagem

Produção sustentável é um tema muito importante para a Start Química, empresa conhecida por oferecer soluções de limpeza e higienização para diversos perfis de clientes no mercado. Por isso, a companhia investe continuamente na economia circular, um conceito responsável por unir economia e sustentabilidade. Na prática, a Start Química transforma resina reciclada em novas embalagens, promovendo assim uma cadeia produtiva mais ecológica e, claro, ainda assim bastante eficiente.
“Aqui no Grupo Lima & Pergher praticamos a economia circular em sua essência. A primeira etapa começa na REVALOR, nossa empresa de reciclagem que desempenha um papel fundamental ao receber resíduos de embalagens plásticas de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) através de cooperativas, catadores e das perdas das nossas próprias fábricas. Esses resíduos de PEAD são transformados em grãos reciclados que são as matérias-primas usadas na nossa segunda etapa. Na REPET, maior distribuidora ou fabricante de embalagens plásticas de Minas Gerais, os grãos reciclados de PEAD são recebidos e novas embalagens são produzidas para serem utilizadas nas fábricas do grupo e também de outras empresas. Já na terceira etapa, essas embalagens recicladas são utilizadas no envase de produtos saneantes, cosméticos e de higiene pessoal, e posteriormente colocadas no mercado para a venda. E assim, o ciclo se completa, nos concentramos em minimizar o desperdício e maximizar o aproveitamento de recursos”, explica Larissa Cunha, Gerente de Sustentabilidade da Start Química.
A REVALOR, empresa de reciclagem, também transforma o Pet Cristal (plástico resistente utilizado em embalagens) em flakes (pequenos flocos), que são levados a uma das indústrias do grupo e misturados à resina virgem. Esse processo dá vida a novas embalagens eco friendly, posteriormente enviadas às gôndolas dos mercados. Em uma cadeia de produção única, menos plástico, mais sustentabilidade e mais produto.
O processo ecologicamente responsável aplicado pela Start Química é crucial para o meio ambiente diante de uma realidade preocupante no mundo: 99% dos produtos comprados pelas pessoas são descartados após 6 meses, segundo um levantamento da ONU-Habitat de 2018. “O trabalho implementado e desenvolvido pela Start Química no país permite que cada vez mais plástico seja reaproveitado, que haja mais sustentabilidade e, portanto, mais produtos de alta qualidade e ambientalmente responsáveis, uma marca de nossa empresa”, finaliza Larissa Cunha, Gerente de Sustentabilidade da Start Química.

IA pode ser usada para combater lavagem de dinheiro, diz Campos Neto
Lei contra crimes financeiros completa 25 anos

Da Agência Brasil

Ao mesmo tempo em que impõe desafios, a inteligência artificial (IA) traz oportunidades no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, disse nesta segunda-feira (4) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Ele participou de um seminário que celebra os 25 anos da lei de combate a esse tipo de crime.

“Antevemos, por exemplo, o uso de inteligência artificial como ferramenta auxiliar nesse trabalho [de combate à lavagem de dinheiro], mas há desafios, pois as novas tecnologias também podem ser usadas para operações ilícitas”, disse o presidente do BC em cerimônia promovida pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Sobre as tecnologias atuais, Campos Neto disse que o Brasil tem se aperfeiçoado no rastreamento da origem de recursos ilegais. “Temos avançado em uma ampla agenda de novas tecnologias que têm o potencial de elevar a rastreabilidade das operações e tornar o combate e a prevenção dessas atividades ilícitas ainda mais efetivo”, afirmou.

Em discurso, o presidente do BC fez um balanço sobre os avanços do Brasil nas duas áreas: combate à lavagem de dinheiro e ao repasse de dinheiro ao terrorismo. Como principais marcos, Campos Neto citou o alinhamento do país a diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Grupo de Ação Financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ele disse que o Brasil manterá o compromisso de reprimir os crimes financeiros e que o BC continuará a colaborar com os órgãos de controle.

“Posso afirmar que essa cooperação tem gerado muitos bons resultados. A atuação do Banco Central tem contribuído para viabilizar importantes operações conduzidas pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e demais órgãos de controle”, declarou. Desde que a lei entrou em vigor, disse Campos Neto, o Banco Central fez 33 milhões de comunicações ao Coaf, das quais 5,5 milhões apenas no ano passado.

Funções

Criado em 3 de março de 1998, o Coaf monitora operações financeiras suspeitas. As instituições financeiras são obrigadas a repassar ao órgão os dados de transações acima de R$ 10 mil por pessoas físicas e empresas, caso os recursos tenham origem duvidosa ou não comprovada. Além disso, as instituições devem informar qualquer saque ou depósito em espécie a partir de R$ 100 mil, mesmo se não houver suspeita sobre o dinheiro.

Historicamente vinculado ao Ministério da Fazenda, o Coaf foi transferido ao Banco Central em 2019, no governo anterior. Na ocasião, o conselho chegou a ter o nome alterado para Unidade de Inteligência Financeira, mas o Congresso Nacional resgatou o nome original.

Lojistas do Rio esperam alta de 6% nas vendas para o Natal
Pesquisa do CDL e Sindilojas ouviu 350 lojistas

Da Agência Brasil

Os lojistas do Rio estão animados com as vendas para o Natal, a maior data comemorativa para o comércio. De acordo com a pesquisa do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Rio de Janeiro (SindilojasRio), a expectativa dos comerciantes é uma alta de 6% nas vendas para a data, que é responsável por cerca de um terço do faturamento anual do setor. A pesquisa sobre a expectativa para o Natal ouviu 350 lojistas da cidade do Rio de Janeiro.

Para o presidente do CDLRio e do SindilojasRio, Aldo Gonçalves, o avanço nas vendas para o Natal estimado pelos lojistas é reflexo do clima que a data inspira. Além disso, tem o desempenho da economia e dos resultados dos indicadores econômicos que impactam a atividade. “A queda da taxa de desemprego que, no primeiro trimestre, estava em 8,8%, caiu para 7,7%, com cerca de 100 milhões de pessoas ocupadas, número que tende a crescer”, exemplificou o presidente como um dos motivos para a elevação nas vendas.

O comportamento da inflação que para ele está “domesticada” também influencia o otimismo. Segundo Aldo Gonçalves, na área da indústria, os preços ao produtor registraram deflação (-5,43%) nos nove primeiros meses deste ano. Ele destacou que a inflação ao consumidor segue trajetória declinante sem os efeitos da pandemia e com os mercados equilibrados.

“No acumulado até outubro cravou 3,75%, ao passo que em igual período de 2022 ficou mais elevada (4,70%). Como os indicadores estão melhores em 2023 e as chances de a economia brasileira repetir a taxa de crescimento de 2022 ainda são boas, o comércio se beneficia”, disse, acrescentando que o ambiente econômico dita o comportamento do consumidor.

“É a economia em desenvolvimento harmonioso que sustenta os ciclos de produção, emprego, consumo e progresso social. Não se conhece fórmula diferente”.

Atrações

Para atrair os consumidores, o comércio apresenta várias alternativas para as compras como promoções, kits promocionais, liquidações e sorteios. Outra estratégia é oferecer descontos, planos de pagamentos facilitados e brindes, como também, lançar produtos novos e ampliar a variedade de mercadorias.

“Os lojistas acreditam que os presentes mais vendidos no Natal serão roupas, calçados, brinquedos, bolsas e acessórios, celulares, perfumaria, beleza e bijuterias”, indicou a pesquisa.

O preço médio dos presentes por pessoa deverá ser de R$ 200,00, conforme apontam 59% dos entrevistados. A preferência de pagamento dos clientes é o cartão de crédito tendo na sequência o cartão de débito, o pix e o dinheiro em pagamentos à vista.

Na tentativa de aumentar as vendas, boa parte dos comerciantes (60%) querem abrir as lojas nos domingos no mês de dezembro e estender o horário de atendimento. “Para isso, 68% dos lojistas de rua pretendem aumentar a segurança com equipes de apoio e melhorar o monitoramento com câmeras”, apontou a pesquisa.