Market Day reunirá moda, decoração, gastronomia e diversão no Clube Pinheiros
Além da variedade de marcas, evento terá diversas atrações, espaço de bem-estar para visitantes e área onde ONGs comercializarão seus produtos

A terceira edição do Market Day Natal, que vai acontecer de 24 à 26 de novembro no Clube Pinheiros (SP), irá reunir 150 grifes de moda, acessórios, artigos de decoração e produtos de beleza e apoiar as ONGs Projeto Arrastão, Grãos de Amor e DAS – do próprio clube -, que comercializarão artesanato e diversos itens, oferecendo opções para os visitantes anteciparem suas compras de Natal com conforto e segurança.

Aberto ao público, o Market Day Natal terá várias atrações para tornar as compras ainda mais gostosas. Além almoçar nos restaurantes do evento, as pessoas poderão reunir os amigos para um café, relaxar em um espaço de bem-estar e participar de experiências proporcionadas por diversos profissionais. As crianças também terão uma área de diversão com oficinas e muitas atividades para se divertirem enquanto os pais fazem as compras.

Com curadoria de Beatriz Rio Branco, Daniela Vianna (Thoth – Incubadora de Experiências) e Renata Batochio (The Bazaar), o evento tem a proposta oferecer uma experiência de compra diferenciada onde, além do ambiente aconchegante, com vários espaços para relaxar, as pessoas poderão consumir e saborear produtos feitos por pequenos empreendedores.

A quantidade de marcas de moda e acessórios que irão expor seus lançamentos com opções para as festas de fim de ano será o grande diferencial dessa edição. “Teremos muitas grifes femininas, masculinas e infantis, moda praia, esportiva e underwear, joias, bijuterias e acessórios e também produtos que serão comercializados pelas ONGS para que o público também possa fazer o bem e contribuir com as entidades”, explica Renata Batochio.

Para quem quiser renovar o guarda roupa, marcas como Batha, Ticia Loungewear, We Love Underwear, Dheia Clothes to Live irão destacar peças das suas Coleções Primavera/Verão, enquanto a Costa Leste e Fit Couture levarão moda praia e opções para o treino. Para as crianças, as grifes Mini We e Joie Petit terão roupas coloridas com a cara na nova estação e as marcas DFK Joias e Helô Cerello apresentarão novidades em joias e semi-joias. Para repaginar a casa, a Veio de Madeira e Fresh by Patti terão várias opções para tornar os ambientes mais aconchegantes e cheios de estilo.

“Criamos um evento para transformar as compras em diversão. Teremos até um espaço aconchegante, onde as pessoas poderão relaxar e usufruir de vários serviços gratuitos como massagens, consultoria de moda e sessões de tarô, entre outras experiências”, acrescenta Beatriz Rio Branco.

Brasil Mais Produtivo tem R$ 2 bi para avanços digitais nas indústrias
Objetivo é promover salto tecnológico de micro e pequenas empresas

Da Agência Brasil

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, lançou nesta 5ª feira (16), em Brasília, o novo Programa Brasil Mais Produtivo. O objetivo é promover um salto tecnológico de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) industriais brasileiras.  

A nova fase do programa vai investir R$ 2,037 bilhões para o engajamento digital de 200 mil empresas de todos os setores industriais. O MDIC prevê que, em três anos, mais de 93,1 mil empresas terão atendimento direto para conseguir passar por essa transformação digital.

“Como melhorar produtividade e competitividade da economia? Aí, surge o novo Brasil Mais Produtivo, procurando de maneira objetiva o diagnóstico, o prognóstico e tratamento [das empresas industriais].”, afirma Geraldo Alckmin.

Brasília, DF 16/11/2023 O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, lança oficialmente o novo programa Brasil Mais Produtivo, na Confederação Nacional da Indústria (CNI) Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, lança o novo programa Brasil Mais Produtivo (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil).

Modalidades

Até 2027, o novo Brasil Mais produtivo contará com quatro modalidades de atendimento:

Plataforma de produtividade: conecta empresas a ferramentas e cursos que são essenciais para transformação digital de maneira contínua. Até 200 mil micro, pequenas e médias empresas serão beneficiadas;

Diagnóstico estratégico de gestão: identificará oportunidades de melhoria e traçará novos caminhos em até 50 mil micro e pequenas empresas por meio do Sebrae;

Otimização de processos industriais: consultorias especializadas do Senai para 30 mil micro e pequenas e mais 3 mil médias indústrias. As consultorias serão em lean manufacturing (para aumentar a eficiência e a produtividade, com redução de erros e redundâncias na produção industrial) e eficiência energética, combinadas com a educação profissional para alavancar a força de trabalho do país;

Transformação digital: apoio ao desenvolvimento e implementação de tecnologias e soluções 4.0 em 360 empresas; transformação digital de 8,4 mil MPMEs pelo acesso a pós-graduações do Senai especializadas no tema smart factory ou fábricas inteligentes.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, classificou a nova fase do programa como impactante para as realidades de micro e pequenas empresas. Alban defendeu que para a consolidação da nova industrialização brasileira, é preciso pensar em encadeamento produtivo. “Não basta apenas pensar nas grandes empresas que podem produzir, podem melhorar sua produtividade, para melhorar a inovação e tecnologia, na abertura de mercados, com esse novo approach que vemos do governo, se nós não tivemos um encadeamento produtivo que permita competitividade em toda a cadeia. Nós precisamos permitir que a cadeia seja competitiva para que seja um processo sistêmico”.

“[Muitos empresários] passam o dia resolvendo problemas e, muitas vezes, não se dão ao direito de planejar estrategicamente, nem de pensar o quanto um momento de produtividade pode permitir a eles serem competitivos e aproveitarem novas oportunidades”, ralata o presidente da CNI

Parcerias

Nesta nova fase do programa Brasil Mais Produtivo, o MDIC articulou três novas parcerias para financiar a transformação digital das indústrias do país. Os novos parceiros são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Existente desde 2016, o Brasil Mais Produtivo já conta com a participação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai)..

O diretor de Inovação da Finep, Elias Ramos, reafirmou o compromisso de disponibilizar recursos para apoiar a indústria do país. “As micro, pequenas e médias empresas têm um papel transformador e fundamental no sistema de inovação, pois elas podem questionar padrões e colocar o Brasil no trilho do desenvolvimento”.

O diretor de desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, destaca que o banco tem a missão de apoiar as micro, pequenas e médias empresas.

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França, entende que todos que empreendem por vocação ou por necessidade querem crescer, mas que ainda falta apoio e financiamento. Para Marcio França, a nova fase do programa Brasil Mais Produtivo muda a lógica de investimentos na atividade produtiva deste público. “Esse era o objetivo: a criação de um apoio especial para esses pequenos. O Brasil Mais Produtivo unifica tudo, cria os portais para termos financiamentos de formato reverso, onde o próprio banco oferece para quem quer empreender. E o programa cria uma forma de pontuação para o empreendedor”.

Desenvolvimento Industrial

De acordo com o Ministério do MDIC, a modernização tecnológica das pequenas e médias indústrias, por meio da transformação digital, anunciada nesta quinta-feira, faz parte das diretrizes da nova política industrial brasileira, que está em construção no Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI). O CNDI teve sua primeira reunião em julho deste ano.

Documentário brasileiro Gaming Queens concorre entre os melhores filmes no 43° Paladino d’Oro Sport Film Festival
Obra nacional conta com a produção e direção composta apenas por mulheres e concorre em um dos principais eventos cinematográficos que premia filmes com foco em esportes

O documentário brasileiro Gaming Queens está na disputa pelo título por um dos melhores filmes na 43° edição do Paladino d’Oro Sport Film Festival, que ocorre na Itália entre os dias 20 e 26 de novembro. Essa produção nacional, dirigida por Beatriz Scavazzini em parceria com a RedBull TV, destaca-se por sua singularidade, sendo uma produção exclusivamente feminina. O festival é reconhecido por celebrar obras cinematográficas com foco em esportes, premiando as mais destacadas no cenário global.

O principal objetivo do Paladino d’Oro, no que diz respeito a filmes esportivos, é promover os valores que permeiam a vida dos atletas, como o espírito de equipe, a superação de desafios, o respeito às regras e a integridade, através das mais brilhantes realizações cinematográficas que abordam esse tema. Isso tem o intuito de estimular o interesse tanto pelo esporte quanto pelo cinema.

“Gaming Queens” representa um marco, sendo o primeiro documentário de média metragem a focar em uma equipe feminina de e-sports no Brasil. A produção é notável por ser liderada e composta exclusivamente por mulheres, incluindo a diretora e produtora executiva Beatriz Scavazzini, a também produtora executiva Ligia Osorio e a roteirista Martina Sonksen.

O filme narra a jornada de cinco jogadoras do time feminino de Counter Strike: Global Offensive (CS:GO) da FURIA, uma das maiores organizações de esportes eletrônicos e líder na modalidade no Brasil. Ao longo da produção, Gabriela Maldonado, Isabella Galli, Marina Prestes, Karina Takahasi e Olga Rodrigues embarcam em seu primeiro bootcamp na Europa, revelando os desafios diários enfrentados em seus treinamentos e preparações para o ESL Impact, um campeonato feminino de Counter-Strike: Global Offensive.

Na época das filmagens, a equipe feminina já desfrutava de um reconhecimento significativo no cenário local e competia pelo inédito título de campeã mundial. Atualmente, o time feminino de CS:GO da FURIA conquistou a classificação para a Série A do cenário nacional, mantendo três das jogadoras de destaque do documentário e incorporando novos talentos.

O documentário “Gaming Queens” está disponível de forma gratuita e exclusiva no site e no aplicativo da RedBull TV, acessível por meio do link: https://www.redbull.com/br-pt/films/gaming-queens.

Pesquisa mostra que 35% de bares e restaurantes pretendem contratar
Estabelecimentos com dívidas em atraso somam 40%

Da Agência Brasil

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostra que 35% de empresários de bares e restaurantes do país pretendem contratar funcionários até o final do ano, mais da metade (58%) deve manter o número de empregados e 7% poderão demitir parte das equipes.

Como motivos para ampliar o quadro de funcionários, os empresários indicaram o reforço para que os estabelecimentos deem conta das demandas da época (62%), atender a necessidades de gestão e reorganização do negócio (22%) e renovar a equipe (20%). Os que desejam abrir filiais ou novas unidades somam 8%.

A Abrasel também apurou que 24% dos comércios do ramo tiveram prejuízo em setembro, contra 35% que tiveram lucro e 40% que fecharam o mês com o mesmo desempenho de outros meses. O resultado, ressalta a entidade, é praticamente igual ao constatado na última pesquisa, referente aos faturamentos de agosto.

Outro dado relevante para o setor é o de que 40% dos estabelecimentos afirmaram ter dívidas em atraso, além de empréstimos. Dessa parcela que declarou ter débitos em aberto, 75% acumulam débitos relacionados a impostos federais, 44% a impostos estaduais, 31% a encargos trabalhistas, 24% a serviços públicos e 22% devem a fornecedores.

As dificuldades financeiras que os estabelecimentos têm são repassadas, na maioria dos casos, ao consumidor. Segundo a Abrasel, apenas 33% das empresas decidiram não reajustar os preços dos produtos que oferecem. Entre aqueles que realizaram ajustes no cardápio, 24% optaram por calcular os valores abaixo da inflação dos últimos 12 meses, ante 34% que ajustaram conforme a inflação e 8% que optaram por corrigir os valores acima da média.