BNDES vai adquirir até R$ 10 milhões em créditos de carbono
Objetivo é a redução da emissão de gases do efeito estufa

 

Da Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará uma chamada pública para aquisição de até R$ 10 milhões em créditos de carbono. A prioridade será para títulos de reflorestamento, energia e o chamado Redd+ (redução de emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal).

O objetivo do banco é estimular o desenvolvimento de um mercado voluntário desse tipo de títulos no Brasil e, com isso, contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

O crédito de carbono é um instrumento que permite remunerar iniciativas de descarbonização da economia, como projetos de restauração florestal e uso de energia limpa entre outras medidas para reduzir emissões de gases do efeito estufa.

Gases poluentes

Esses créditos são transformados em títulos que podem ser vendidos para outros agentes que emitem mais gases poluentes do que o permitido. Agentes voluntários também podem comprar os créditos para ter acesso a fontes de financiamento verdes ou por outra decisão estratégica.

Segundo o BNDES, a estimativa é que o mercado voluntário precise crescer mais de 15 vezes até 2030 para cumprir as metas do Acordo de Paris, que pretende atingir o equilíbrio entre emissão e remoção dos gases causadores do efeito estufa até o ano de 2050.

Hospital Glória D’Or inaugura emergência pediátrica
Serviço oferece atendimento clínico, avaliação cirúrgica e ortopédica, além de fluxo separado para casos respiratórios e não respiratórios

 

 

Da Redação

A Zona Sul do Rio ganhou uma nova opção para atendimento médico focado em crianças. O Hospital Glória D’Or inaugurou a sua emergência pediátrica. Com entrada separada da emergência de adultos, o novo serviço oferece atendimento clínico, avaliação cirúrgica e ortopédica, além de consultórios, ampla área de observação e medicação, com divisão do fluxo de casos respiratórios e não respiratórios. A unidade está preparada para atender casos de média e alta complexidade, dispondo de tecnologia de ponta e uma equipe altamente qualificada.

O diretor do hospital, Bruno Queiroz, explica que a emergência funciona com um modelo de classificação de risco e priorização do atendimento que também é aplicado nos demais hospitais da Rede D’Or, visando um atendimento seguro e eficiente. “O paciente vai contar com toda a estrutura de apoio. Estar em um hospital geral do porte do Glória D’Or é um grande diferencial para o serviço de emergência pediátrica.”, destaca.

O novo setor ocupa uma área de 500 m2 e conta com salas de acolhimento, consultórios, leitos de observação clínica, sala de trauma, poltronas para aplicação de medicação, além de uma estrutura de ponta para exames laboratoriais e de imagem, como raio-x, ultrassonografia, ressonância e tomografia.

O Glória D’Or é resultado da harmonia entre tradição e modernidade. Construído pela Rede D’Or nas históricas instalações da Beneficência Portuguesa, suas modernas instalações trazem um contraponto à arquitetura clássica que marcam os prédios históricos.

Dasa: subsidiária Ímpar conclui aquisição de 97,6% do Hospital Paraná
A empresa irá pagar R$ 208 milhões pela compra

 

Da Redação

A Diagnósticos da América (DASA3) comunicou a conclusão pela sua subsidiária Ímpar Serviços Hospitalares da aquisição de 97,68% do capital social da Marimed Serviços Médicos, responsável pela operação do Hospital Paraná, na cidade de Maringá (PR).

O Hospital Paraná é o maior da cidade, com 165 leitos, certificação ONA e atendimento em todas as etapas de cuidado ao paciente.

A Ímpar irá pagar, em dinheiro, R$ 208 milhões, dos quais 70% no ato do fechamento da operação e 30% irão compor a parcela retida.

O preço da operação, segundo a companhia, está sujeito a ajuste com base na variação de dívida líquida da Marimed e a parcela remanescente dependerá de outras condições usuais neste tipo de operação.

As Santas Casas estão na UTI
Dívidas pressionam a sustentabilidade dos hospitais

 

 

Da Redação

Muito do bom desempenho do SUS durante a pandemia se deveu aos hospitais filantrópicos, que respondem por 26 mil leitos de UTI, ou seja 56% desses leitos públicos no país. Porém, as Santas Casas, hoje, se fossem um paciente, estariam respirando por aparelhos. A disparada de preços de insumos nos últimos dois anos, aliada à baixa remuneração paga pelo SUS (cuja tabela não é reajustada há duas décadas), piorou ainda mais um cenário que já era temerário. Segundo a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), as Santas Casas enfrentam uma dívida de mais de R$ 10 bilhões, com pagamento mensal de R$ 115 milhões aos bancos, o que provocou nos últimos 5 anos o fechamento de 315 instituições filantrópicas. Para o SUS, isso representa uma perda 7 mil leitos. Ainda assim, as Santas Casas respondem pelo único serviço de assistência pública à saúde em 824 municípios e representam 70% de todos os procedimentos gratuitos do SUS na alta complexidade. “Santas Casas vivem uma situação pré-falimentar e nossa maior preocupação é honrar a folha de pagamentos de mais de um milhão de profissionais da saúde, o que representa o nosso maior custo”, diz Mirócles Véras, presidente da CMB.