SoftwareOne anuncia novo Diretor de Vendas para o Brasil
Executivo construiu uma trajetória na empresa em mais de uma década

 

Da Redação

A SoftwareOne anunciou Juan Peçanha como novo Diretor de Vendas no Brasil. Com mais de dez anos na companhia, Peçanha construiu sua carreira integralmente dentro da SoftwareOne, tendo iniciado em uma posição de back-office, voltada ao suporte ao cliente, avançando progressivamente para posições de liderança em diferentes frentes do negócio. Ao longo desse percurso, esteve à frente de operações nos segmentos SMB, Corporate e iniciativas de expansão comercial, consolidando uma visão transversal da operação e do relacionamento com clientes.

A trajetória do executivo é marcada por um crescimento consistente e resultados expressivos. Em uma das frentes sob sua liderança, a operação registrou um avanço de aproximadamente 22% no faturamento. Posteriormente, à frente do segmento Corporate, registrou crescimento de 17% em um ano, evidenciando sua capacidade de estruturar e acelerar áreas estratégicas do negócio.

No novo cargo, Peçanha passa a responder por uma meta equivalente a mais de 50% do faturamento anual da empresa, um desafio que, segundo ele, vem acompanhado de uma estratégia bem definida. “A principal frente é aprofundar a atuação dentro dos clientes, explorando de forma mais consistente o portfólio disponível e conectando essas soluções às necessidades atuais das empresas”, explica

Estratégia e reorganização da atuação comercial

Segundo Peçanha, o atual cenário econômico impõe uma revisão da abordagem comercial, com maior ênfase na eficiência e na reorganização dos investimentos em tecnologia. “Hoje, o cliente precisa extrair mais valor do que já foi contratado, em muitos casos, a discussão não se limita à aquisição de novas soluções, mas envolve a reconfiguração do que já está em uso, viabilizando novos ciclos de inovação”, acrescenta o executivo.

Nesse cenário, a atuação comercial passa a exigir maior integração entre áreas, compreensão mais aprofundada do negócio dos clientes e capacidade de estruturar ofertas mais complexas, combinando diferentes soluções. Embora a expansão da base permaneça no radar, a estratégia prioriza uma atuação mais consistente e estratégica sobre contratos existentes, especialmente em contas de maior porte.

Para o executivo, esse movimento também exige maior disciplina na condução da operação comercial. “O desafio é tornar o processo de vendas mais estruturado, com base em dados e métodos, reduzindo a dependência de decisões individuais e aumentando a consistência da operação ao longo do tempo”, completa Peçanha.

Além das estratégias comerciais, Peçanha acredita que as relações baseadas em confiança e respeito são peças fundamentais para o sucesso da liderança. Entre os resultados das funções anteriores, o executivo destaca que teve uma taxa de turnover voluntário, isto é, colaboradores de sua equipe que escolheram deixar a empresa, menor que 1%, o que pesou a seu favor na escolha para o cargo.

Para Peçanha, esse tipo de indicador é importante para a sua filosofia de “tripé” da área comercial. De acordo com o novo diretor, empresas do mercado de tecnologia precisam desenvolver três pontos para destacarem-se no mercado: processos, ferramentas e pessoas, sendo o último aquele mais valorizado pela gestão do executivo. “Acredito que tanto para a liderança, quanto para as relações diretas com os clientes, o meu jeito próximo e observador, e com uma escuta ativa, colabora para que eu tenha clareza das situações, favorecendo as relações e por consequência conquistando melhores resultados”, comenta.

Abrasel: apoio à redução da escala 6×1 começa a cair e aprovação não é consenso
Associação avalia que a rejeição à medida vai crescer, conforme apresentação do real impacto

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) avalia que não há consenso na sociedade sobre a aprovação da proposta de redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Contrariando a ideia de que a medida seria aprovada com facilidade, a entidade acredita que o apoio tende a cair à medida que os custos reais começam a ser discutidos de forma mais clara e objetiva.

O debate público, até agora, concentrou-se quase exclusivamente no benefício aparente de trabalhar menos e manter a renda. No entanto, os impactos econômicos e sociais da mudança, como aumento de custos, pressão sobre preços, escassez de mão de obra e redução da oferta de serviços, começam a entrar na pauta da sociedade. Esse movimento já é perceptível e deve se intensificar nos próximos dias.

A avaliação da entidade é que a proposta vem sendo apresentada de forma incompleta e desonesta, sem explicitar quem arca com os custos e quais são as consequências práticas para o dia a dia da população. Em setores intensivos em mão de obra, como restaurantes, atendimento médico e hospitalar, serviços públicos (limpeza, água e esgoto, manutenção da rede elétrica) e outros, manter o mesmo nível de funcionamento com menos dias trabalhados implica aumento relevante de despesas, que tende a ser repassado aos preços ou a resultar em redução de horários e serviços.

No Rio de Janeiro, onde bares e restaurantes enfrentam dificuldades históricas para contratação e retenção de mão de obra, o impacto seria ainda mais sensível. Para Maurício Costa, presidente da Abrasel-RJ, a proposta ignora a realidade do setor e pode comprometer não só a sustentabilidade dos negócios, como também a oferta de empregos nos bairros e cidades mais pobres do Estado.

“Todo empreendedor do nosso setor é favorável à melhoria das condições de trabalho e à valorização dos profissionais. No entanto, mais preocupante do que a redução da jornada, seria a proibição da escala de 6 dias na semana. Nosso setor tem por natureza funcionar 7 dias por semana, na maioria dos casos. Nossa atividade funciona tanto em dias úteis como também nos finais de semana e feriados. No Rio de Janeiro, por conta da nossa vocação turística, essa dinâmica é ainda mais intensa. Vale destacar que o impacto será mais forte nos bairros e cidades mais pobres”, alerta Maurício Costa.

A economia fluminense está fortemente atrelada ao turismo, ao lazer e também à alimentação fora do lar. Neste cenário, o fim da escala 6×1 será prejudicial tanto para o comércio quanto para o consumidor, em especial das regiões menos desenvolvidas.

“A falta de mão de obra já é uma realidade em vários setores, incluindo o nosso. Temos a convicção que as regiões menos favorecidas acabarão tendo menor oferta de comércio e serviços, pois não vão conseguir competir com as grandes marcas de cidades e bairros mais ricos. É isso que queremos enquanto sociedade? Aprofundar essa desigualdade na oferta? Acredito que não. Por isso, a importância de um debate mais profundo que considere todos os impactos que essa medida poderia gerar. Propor essa mudança em caráter de urgência, sem um amplo estudo, não é uma forma responsável de tratar assunto tão sensível como esse”, completa Maurício Costa.

Para a Abrasel, a tentativa de acelerar a tramitação, sem um debate amplo e transparente, revela um viés político que ignora a complexidade do tema. “É natural que as pessoas gostem da ideia de trabalhar menos e ganhar o mesmo. O problema é vender esse conceito como se fosse um nirvana, escondendo os custos e os efeitos colaterais. Quando a sociedade passa a conhecer a conta, a opinião começa a mudar”, afirma Paulo Solmucci, presidente nacional da Abrasel.

Segundo ele, o debate precisa sair do campo do slogan e entrar no terreno da realidade. “Não existe benefício desatrelado de custos. Para sustentar o benefício o Brasil teria antes de ganhar produtividade, o que não tem acontecido. Então esse custo virá na forma de aumento de preços, redução de serviços ou perda de competitividade. Aprovar uma medida estrutural dessa natureza às pressas, sem transparência, é transferir o custo para o consumidor e para os mais pobres, que irão perder oferta de serviços”, conclui.

Para medir essa virada de percepção, a Abrasel encomendou uma pesquisa nacional que irá a campo entre os dias 4 e 6 de maio. A expectativa é que os resultados confirmem duas tendências simultâneas: queda no apoio à proposta e aumento da rejeição à medida, especialmente quando a sociedade compreende o tamanho da conta.

Senac-DF inaugura campus de pós-graduação, estúdio de podcast e centro de inovação

Durante a inauguração, José Aparecido Freire ressaltou que novo campus representa investimento em qualificação profissional

Da Redação

O Senac-DF inaugurou, na sexta-feira (24), um novo campus de pós-graduação da Faculdade Senac, na Asa Norte, em Brasília. Voltado à formação executiva, à pesquisa aplicada e à inovação, o espaço passa a se chamar Campus Marcus Fernandes, em homenagem ao diretor-geral do Departamento Nacional do Senac, e integra o complexo do Centro Administrativo Dr. José Roberto Tadros, sede do Sistema Fecomércio-DF.

A cerimônia marcou ainda a inauguração de dois ambientes estratégicos: o Estúdio de Podcast Elienai Câmara, voltado à produção de conteúdo e à comunicação institucional, e o Senac Open, Centro de Referência em Inovação e Tecnologia. Os novos espaços ampliam a atuação do Senac na educação superior e reforçam a conexão entre academia, mercado e sociedade.

Para o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, a entrega simboliza um investimento consistente na qualificação profissional e no desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal.

“Estamos fortalecendo a educação profissional e superior com uma estrutura moderna, conectada às transformações do mundo do trabalho. Saímos de sete para 19 unidades do Senac em menos de quatro anos, com cinco inaugurações apenas neste ano, o que demonstra compromisso, gestão responsável e impacto direto na vida da população”, afirmou.

Educação superior orientada à inovação

O diretor da Faculdade Senac-DF, professor Luís Afonso Bermudes, explicou que o novo campus materializa um projeto construído ao longo do tempo e reafirma o compromisso da instituição com a qualidade do ensino.

“Este campus foi desenhado para proporcionar aos nossos alunos o que há de mais moderno em termos de tecnologia e metodologia educacional. Acreditamos que a educação é a base de tudo e que, por meio dela, podemos transformar a realidade do País”, ressaltou.

Segundo ele, a Faculdade Senac vem se consolidando como referência no uso da inteligência artificial aplicada à educação, integrando inovação às matrizes curriculares e aproximando os estudantes da prática profissional.

Expansão e impacto no Distrito Federal

O diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, destacou o crescimento acelerado da instituição nos últimos anos e o impacto das ações no fortalecimento do setor produtivo do Distrito Federal.

“Ampliamos em 86% a carga horária ofertada pelo Senac, o que representa mais acesso à educação profissional e maior impacto no desenvolvimento econômico e social de uma cidade cuja vocação está no comércio, nos serviços e no turismo”, enfatizou.

Segundo Corrêa, o campus já está em funcionamento desde fevereiro, com 250 matrículas na pós-graduação, além de projetos inovadores em parceria com empresas e o poder público.

“Este espaço consolida uma nova fase do Senac: ambientes inovadores, formação alinhada às novas dinâmicas do mercado, projetos de inovação e produção de conteúdo que alcançam todas as nossas unidades no DF”, completou.

Embraer e ALADA firmam acordo para impulsionar novas oportunidades de negócios na América Latina e África
Parceria abre oportunidades de negócios oportunidades no mercado de Defesa e Segurança

 

Da Redação

A Embraer  e a ALADA – Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A., assinaram um Memorando de Entendimento (MoU, em inglês) hoje na FIDAE para avaliar e explorar potenciais oportunidades de negócios no mercado de Defesa e Segurança em negociações que exijam contratos governo para governo (G2G, em inglês). Recentemente, a ALADA foi indicada pelo Ministério da Defesa do Brasil como entidade autorizada para realizar contratações G2G em benefício da Base Industrial da Defesa.

“A assinatura deste memorando vai identificar e explorar possíveis oportunidades dentro do mercado de Defesa e Segurança, permitindo aos países que exijam contratos de governo para governo uma nova opção de negociação para viabilizar a aquisição de produtos e soluções da Embraer”, afirma Fabio Caparica, Vice-Presidente de Contratos da Embraer Defesa & Segurança.

“A exportação G2G é um modelo de negócio sem precedentes no Brasil, no qual a ALADA desempenha um papel estratégico e decisivo, abrindo novas oportunidades de mercado para produtos, serviços e projetos aeroespaciais — com destaque especial para aqueles oriundos da Base Industrial de Defesa”, destaca Sergio Roberto de Almeida, Presidente da ALADA.

“Operações como esta são fundamentais para estimular e fortalecer a exportação de produtos de defesa fabricados no Brasil, conferindo credibilidade institucional às negociações, beneficiando a Base Industrial de Defesa e ampliando o acesso a novos mercados internacionais”, afirma o Secretário de Produtos de Defesa, Heraldo Luiz Rodrigues.

A assinatura deste MoU ocorre em um momento em que a Embraer está expandindo sua atuação em mercados estratégicos na América Latina e África, mantendo um diálogo ativo com autoridades e representantes do governo. Dentre os destaques da Embraer na indústria de defesa, estão o KC-390 Millennium, a aeronave de transporte militar mais moderna de sua classe, e o A-29 Super Tucano, líder global em sua categoria, ambos conquistando cada vez mais operadores em todo o mundo.