Bodytech começa a trilhar um caminho de diversidade, equidade e inclusão
Com palestras e aulas práticas, os ensinamentos geram sensibilização na vida pessoal e profissional, transformando a equipe

 

O programa BT Co + Diversa propõe uma reflexão nos mais de 3 mil colaboradores da empresa

 

Da Redação

A Bodytech Company  está implementando o programa BT Co + Diversa, pautado em diversidade, equidade e inclusão. São mais de 3 mil colaboradores se descobrindo e quebrando crenças disseminadas por muitos anos na sociedade e pelo mercado fitness. O projeto leva para o time workshops que são planejados para sensibilizar e tocar na ferida. Os temas focam em questões de gênero, pessoas com deficiência, pessoas gordas, comunidade LGBTQIA+ e raça. “Cada encontro é programado para tornar o momento único. Trazemos pessoas convidadas com histórias inspiradoras e que atuam em suas áreas. Sempre com muita informação, com espaço para questionamento e esclarecimento. Essa troca é bastante importante, mexe com o íntimo de cada um e alguns temas podem causar desconforto. É um momento de reflexão, de expor suas fraquezas e vulnerabilidades, sem julgamento, mas com empatia.”, pontua Ana Urquiza, consultora de diversidade e responsável pelo desenvolvimento do programa.

Ana Urquiza destaca que o programa vai debater quer debater as crenças enraizadas

O BT Co + Diversa conta com a participação de pessoas que lutam por seus ideais, com argumentos, e histórias, e que reservaram algumas horas da sua rotina para dividir suas experiências, e assim, estão ajudando o próximo a abrir novas portas para o conhecimento e até a descobrir preconceitos desconhecidos. Entre eles, estão: Caio Revela (caiorevela), Levi Kaique (levikaiquef), Joice Berth (joiceberth), Beta Boechat (betafala), Rebeca Costa (looklitle), Nati Mota (saudegg), Luana Carvalho (lxccarvalho), Fatou Ndiaye (fatouoficial), Eduardo Valadares (eduvlld), Jaime Ribeiro (jaimeribeiro), Daniel Kehl (danikehl), Preto Zezé (pretozeze), Carla Akotirene (carlaakotirene), Lau Patrón (laucpatron), Erick Cuzziol (nutricionistagordo), Cintia Chiari (cintiachiarinutriser), Adriana Berton (adriana_berton_facilitadora) e a empresa Impact Beyond (impact.beyond).

“Estava trabalhando na recepção organizando os atendimentos, quando um rapaz comentou que havia visitado a academia com seus amigos, que gostou bastante da unidade e queria fechar um plano. Passei todos os detalhes e condições de cada plano. Para concretizar a venda, solicitei um documento com foto, nesse exato momento, senti na fala – “este é meu documento social, mas se precisar tenho o original” – um certo receio de ser constrangido. Perguntei como ele gostaria de ser chamado, e a conversa com o Diego seguiu de maneira natural e tranquila. As capacitações e as sensibilizações realizadas pelo projeto, foram essenciais para saber lidar com a situação e atender a pessoa de maneira acolhedora”, relata Gregory Velozo Santos, Supervisor de Unidade na Bodytech Eldorado.

“Os resultados diários mostram que o trabalho de conscientização é refletido na vida profissional e pessoal. É como cuidar de uma planta, precisa de cuidado e atenção, pois o caminho é longo, e nada acontece do dia para a noite. É necessário tempo e dedicação para florescer”, celebra Ana.

Pesquisas

De acordo com dados da Harward Business, empresas que desenvolvem ações de Diversidade, Equidade & Inclusão em suas equipes possuem 50% dos conflitos reduzidos comparados a empresas que não tratam do tema, além de colaboradores 17% mais engajados. Os benefícios de DE&I vão além de produtividade e transmitem sentimentos de acolhimento e pertencimento às pessoas colaboradoras.

Segundo a consultora de Diversidade & Inclusão da Bodytech Company, Ana Urquiza, desenvolver ações com DE&I é “quebrar ciclos de discriminação e atuar ativamente para mudar as estruturas nas quais a nossa sociedade atual foi construída, que causam desigualdade de oportunidades”. Pesquisas apontadas por Ana revelam que existem grupos que são mais afetados pela vulnerabilidade social, como: mulheres, pessoas negras, LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência. Números revelam que 51,7% das mulheres que formam a população brasileira ganham em média 20,5% menos que os homens em relação a remuneração salarial e somente 13,6% ocupam cargos executivos das 500 maiores empresas do Brasil. Elas também tiveram 81% de suas vagas retiradas em 2020, ano em que a pandemia afetou fortemente a economia no país.

Pessoas negras formam 55,8% da população brasileira e entre as mulheres negras, a remuneração salarial é 59% menor quando comparada aos homens. Os negros ocupam apenas 4,7% dos cargos executivos das 500 maiores empresas do Brasil e quando o assunto é taxa de desemprego eles representam 16,1% contra 11,5% de pessoas brancas.

O grupo LGBTI+ é composto por 10% da população brasileira, segundo dados extraoficiais. A inserção no mercado de trabalho também é uma questão que deve ser estimulada para esse grupo, já que 33% das empresas brasileiras assumem que não contratariam uma pessoa LGBTI+ para assumir cargos de liderança. A segurança também é alarmante: o Brasil possui 1 morte do grupo LGBTQIAP+ a cada 23 horas. A expectativa de vida de uma pessoa trans no país é de 35 anos.

As pessoas com deficiência representam 24% da população brasileira, com 45,6 milhões de pessoas. Somente 1% estão nos cargos executivos das 500 maiores empresas do Brasil e grande parte dos empregadores (81%) revelam contratar um PCD apenas para cumprir a lei de cotas.

De acordo com um estudo da McKinsey & Company e da Harvard Business Review, as empresas que possuem diversidade de gênero em suas equipes executivas são 21% mais propensas a terem lucratividade acima da média do mercado em que atuam. Já em relação à diversidade étnica e cultural os dados apontam 33%. A pesquisa também revela que empresas com diversidade têm 45% mais chance de ganhar market share em seus setores e 75% de novos mercados.

OMS pede cancelamento de festas de Natal devido ao avanço da Ômicron
"Evento cancelado é melhor que vida cancelada", diz diretor

 

Da Agência Brasil

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu às famílias que repensem o Natal face ao rápido avanço da variante Ômicron. “Um evento cancelado é melhor que uma vida cancelada”, afirmou o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Ele alertou para as aglomerações durante a época festiva que se aproxima, lembrando que elas podem levar a um “aumento de casos, à sobrecarga dos sistemas de saúda e a mais mortes” por covid-19.

“Todos nós queremos voltar ao normal. A forma mais rápida de conseguir passa pela tomada de decisões difíceis, por líderes, para defender a todos. Em alguns casos vai significar cancelar ou adiar eventos”, explicou Ghebreyesus em entrevista coletiva nessa segunda-feira.

“Um evento cancelado é melhor do que uma vida cancelada. É melhor cancelar agora e celebrar depois do que celebrar agora e lamentar depois”, afirmou.

Adhanom explicou que atualmente existem evidências de que esta nova variante está se dispersando significativamente, mais rápido” do que a estirpe anterior, a Delta, causando infeções em pessoas já vacinadas ou que se recuperaram da covid-19.

“É mais provável que as pessoas vacinadas ou recuperadas da covid-19 possam ser infectadas ou reinfectadas”, disse Tedros.

Dessa forma, a OMS considera “insensato” concluir que a Ômicron é uma variante “mais branda”. “É insensato pensar que esta é uma variante branda, que não causará doenças graves, porque com os números aumentando, todos os sistemas de saúde estarão sob pressão”, disse Soumya Swaminathan, cientista-chefe da OMS. A organização deu, no entanto, alguma esperança ao considerar que a pandemia, que já causou mais de 5,6 milhões de mortes em todo o mundo, poderá acabar em 2022, se 70% da população mundial estiverem vacinados até meados do próximo ano.

“Nós esperamos que essa doença passe a ser relativamente branda, que seja facilmente prevenida, que seja facilmente tratada”, disse Mike Ryan, principal especialista em emergências da OMS. “Se conseguirmos manter a transmissão do vírus ao mínimo, poderemos acabar com a pandemia”, declarou.

Tedros também afirmou que a China – país onde o vírus SARS-CoV-2 foi detectado pela primeira vez – deve fornecer mais dados relacionados à origem da covid-19 para ajudar na futura política de combate a pandemias.

“Precisamos continuar até conhecer as origens, precisamos de nos esforçar mais porque devemos aprender com o que aconteceu para fazer melhor no futuro”, disse o diretor-geral da OMS.

“2022 deve ser o ano em que acabaremos com a pandemia”, acrescentou.

Brasil tem 27 casos confirmados da variante Ômicron
Registros foram encontrados em cinco estados e no DF

 

Da Agência Brasil

Balanço divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Ministério da Saúde indica que foram registrados 27 casos no Brasil da nova variante do coronavírus, a Ômicron.

As infecções foram registradas em São Paulo (16), em Minas Gerais (3), em Goiás (4), no Distrito Federal (2), no Rio Grande do Sul (1) e no Rio de Janeiro (1).

Há ainda, segundo a pasta, sete casos em investigação em Goiás (2) e Minas Gerais (5).

No Natal, 51% dos brasileiros dizem que vão comprar presente somente para familiares mais próximos
De acordo com levantamento do Grupo Consumoteca, 29% vão comprar presentes para alguns familiares mais distantes e amigos

 

Por Raquel Brandão, do Valor Econômico

 

Neste Natal, cujas celebrações devem ficar um pouco maiores do que as do ano passado, o consumidor está menos disposto a colocar a mão no bolso, uma vez que o cenário macroeconômico preocupa. De acordo com o Grupo Consumoteca, empresa de pesquisa e inovação, que realizou a pesquisa “O que esperar do Natal”, onde foram ouvidas 1.500 pessoas das classes A, B e C, 51% afirmam que vão comprar presente somente para familiares do seu núcleo, aqueles mais próximos, como pai, mãe, filhos, marido, esposa e irmãos.

Dos respondentes, 29% vão comprar presentes para alguns familiares mais distantes e amigos. Além disso, 74% estão planejando comprar presentes para amigos ou familiares, mas somente 27% vão realizar amigo secreto.

Loja física x e-commerce

O estudo também mostrou que as compras em loja física e on-line estão bem equilibradas. No geral, 77% das pessoas dizem comprar presentes de Natal em lojas físicas e 79%, no on-line de grandes varejistas.

Na classe A, 73% das pessoas compram em loja física, enquanto 84% também adquirem presentes no on-line. O comportamento na classe B é bem parecido: 73% compram na loja física e 86%, no ambiente on-line.

Já a classe C tem uma tendência maior em ir à loja física (80%) e 75% acreditam que os sites são opções a considerar. A maior preferência pela loja física, principalmente da classe C, é por conta do desconto que pode ser obtido. Já no on-line, a maior preocupação é se os presentes vão chegar antes do Natal.

Os consumidores também estão mais organizados para as compras. Segundo a pesquisa, 39% das pessoas criaram uma lista de compras, enquanto 41% já estão monitorando preços e 30% já têm um orçamento definido do que vão gastar.