Qualicorp firma parceria exclusiva com o Sindicato dos Atletas de São Paulo
Os atletas filiados e familiares poderão aderir a planos de saúde da SulAmérica

 

Parceria também vai oferecer benefícios, como seguro de proteção financeira e assistência odontológica

 

Da Redação

Com o objetivo de promover acesso à saúde de qualidade, a Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, firmou uma parceria exclusiva com o Sindicato dos Atletas de São Paulo (Sapesp) para disponibilizar planos de saúde do segmento coletivo por adesão aos profissionais filiados a entidade.

“Estamos vivendo o momento de Olímpiadas e sabemos o quão importante é para os atletas terem um acompanhamento médico de qualidade para que estejam aptos para exercerem suas atividades e garantir o preparo físico que a profissão exige”, afirma Marcos Mancini, diretor de Relacionamento Institucional da Quali. “A parceria com o Sapesp vai ao encontro da nossa missão de ampliar o acesso a medicina privada de qualidade a preços acessíveis”, completa o executivo.

Os atletas associados poderão contratar os planos de saúde do portfólio da SulAmérica, que oferecem ampla rede médica com hospitais, laboratórios e profissionais de alta qualidade. Além disso, os planos podem ser estendidos aos familiares do profissional. O plano coletivo por adesão familiar oferece 9% de desconto na mensalidade a partir da inclusão de ao menos um dependente.

Rinaldo Martorelli, presidente do Sindicato de Atletas de SP, afirma que, como a profissão requer um bom acompanhamento da saúde, é preciso escolher ao tipo de cobertura que atenda à necessidade de cada um. “A nossa missão, além de cuidar e garantir os direitos da categoria, é poder também oferecer benefícios que possam contribuir para a qualidade de vida deles. O plano de saúde é um serviço essencial”, finaliza.

Ao contratar os planos de saúde da SulAmérica com a Qualicorp, os atletas terão à disposição diversos benefícios e vantagens, como o inovador seguro de proteção financeira que garante ao cliente a manutenção do plano de saúde por até seis meses em caso de perda do emprego com carteira assinada. O recurso também vale caso o cliente fique incapaz de trabalhar, como resultado de acidente ou doença.

Uma outra vantagem exclusiva é o acesso ao ePharma, programa de benefícios de medicamentos que oferece mensalmente R$ 150,00 por vida, não cumulativo, na compra de genéricos com prescrição, além de até 80% de descontos em mais de nove mil medicamentos de referência na rede credenciada do ePharma. O benefício é inteiramente gratuito e a lista de medicamentos abrange todos os genéricos listados no Programa de Benefícios de Medicamento (PBM).

Além disso, ao contratar o plano de saúde os atletas filiados ao Sapesp terão, sem custo adicional, assistência odontológica e acesso ao Saúde na Tela, plataforma de telemedicina da SulAmérica com médicos de mais de 50 especialidades, além de psicólogos, nutricionistas e outros profissionais da saúde.

Rio acelera vacinação com um dia para cada idade
Nesta semana serão imunizadas pessoas de 27 a 32 anos

 

Da Agência Brasil

A cidade do Rio de Janeiro começa esta semana uma nova fase da vacinação contra a covid-19, com a reserva de apenas um dia para a aplicação da primeira dose em cada idade. Hoje (2), devem comparecer aos postos de saúde pessoas de 32 anos e amanhã as de 31, seguindo até sábado (7) com quem tem 27 anos.

A organização estabelecida pela Secretaria Municipal de Saúde para esta fase da campanha determinou que as mulheres sejam vacinadas pela manhã e os homens na parte da tarde. O esquema segue da mesma forma até o dia 18, quando serão imunizadas pessoas de 18 anos.

Sem repescagem

Antes, a campanha separava três dias para cada idade, sendo um dia para mulheres, outro para homens e o terceiro reservado para a repescagem. Agora, não haverá repescagem. Quem perdeu o dia da vacinação para a sua idade deve aguardar o fim da vacinação dos adultos para tomar a primeira dose, quando haverá a repescagem para todas as idades a partir de 18 anos nos dias 19, 20 e 21.

Adolescentes

A partir de 23 de agosto a campanha de vacinação contra a covid-19 inicia a fase de imunização de adolescentes, que receberão a vacina da Pfizer, a única fabricante autorizada para esta faixa etária até o momento.

Nesta fase, volta o esquema de mulheres em um dia, homens no outro e o terceiro para a repescagem, iniciando com as meninas de 17 anos no dia 23 e terminando agosto com os meninos de 15 anos. A Secretaria Municipal de Saúde prevê concluir a vacinação no dia 10 de setembro, com meninos de 12 anos.

Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados
Especialistas alertam para cuidados que devem ser tomados

 

Da Agência Brasil

No segundo semestre deste ano, mais escolas públicas e particulares deverão retomar as atividades presenciais. A volta às salas de aula ocorrerá de forma diferente em cada localidade. O ensino remoto ainda deve seguir, mesmo que junto com o presencial, para evitar aglomerações. Para que as escolas sejam reabertas da forma mais segura possível, segundo especialistas, além de cumprir os demais protocolos de segurança, uma atitude faz toda a diferença: que todos usem máscaras da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca.  

Segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), pelo menos nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre. Esses estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

Eles se somam a Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que já retomaram este ano alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais concentram as matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano.

Entre as redes municipais, o último balanço divulgado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) mostrou que cerca de 16% das redes já retomaram o ensino presencial em 2021. A maioria em modelo híbrido, ou seja, mesclando aulas presenciais com o ensino remoto. As redes municipais são responsáveis, por sua vez, pela creche, pré-escola e ensino fundamental até o quinto ano.

Entre as escolas particulares, a reabertura, de acordo com balanço da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), já é permitida em todos os estados. Cabe às escolas, de acordo com o contexto local, definir como se dará a retomada conforme as necessidades dos alunos e das famílias.

Orientações para a reabertura

Visando orientar escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre cumprimento de carga horária, formação de professores e outras questões. O documento, aprovado por unanimidade, aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC).

“O CNE reconhece, em primeiro lugar, que a pandemia não acabou”, disse o conselheiro Mozart Neves Ramos. “A primeira [recomendação] é o controle sanitário e a vacinação, para o retorno seguro ao presencial. Recomendamos fortemente esse retorno presencial, porque os danos de aprendizagem que estão aí são muito preocupantes”, acrescentou.

O Conselho recomenda, ainda, que seja feita uma avaliação diagnóstica para saber a situação de cada estudante e o que pode ser aprendido até o momento. A orientação é que as escolas sigam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que reúne o mínimo que deve ser aprendido a cada ano, como o essencial que deve ser passado aos estudantes.

O ensino remoto, segundo Ramos, deverá permanecer, seja para que estudantes intercalem aulas presenciais com a distância para evitar aglomeração, seja para recuperar conteúdos que não foram aprendidos até o momento. Para isso, os professores devem também ser formados.

“Uma recomendação forte do CNE para o ensino híbrido [que mescla presencial e remoto]. Não dá para fazer como se fez no ano passado. No ano passado, era o que tinha. Os professores foram para a luta sem estar preparados. A consequência foi, mesmo para quem teve a oportunidade de acesso ao ensino híbrido, situações muito a desejar, porque não tínhamos nem material adequado para isso”.

Uso de máscaras

Usar máscaras de boa qualidade e da maneira correta, bem justas ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, reduz o contágio por covid-19 nas escolas significativamente, de acordo com estudos do projeto ModCovid19. Por meio de simulações, o grupo de estudos concluiu que, sem os devidos cuidados, com o uso de máscaras de pano finas que não retêm as partículas apropriadamente, o risco de contrair a doença aumenta 1.141%.

Caso os professores utilizem todos máscaras do modelo PFF2, adequadamente, cobrindo o nariz e a boca, e os estudantes usem corretamente máscaras de pano de boa qualidade – mais grossas, com duas camadas de tecido – o percentual de contágio cai para 39%.

“Se estamos em um ambiente fechado, como são muitas salas de aula, a maior linha de infecção é inspirando partículas virais que estão no ar”, explicou o bolsista Marie Curie, na Universidade de Roma Guilherme Goedert, que integra o grupo de estudos e é responsável pelo desenvolvimento do modelo de simulação. “É a nossa recomendação de ouro, tudo que a gente testou funcionou muito melhor com professores com PFF2”, ressaltou.

Goedert disse que os professores circulam entre as turmas e são também os que mais falam em voz alta, expelindo mais partículas no ambiente e facilitando a disseminação da covid-19 caso sejam contaminados, por isso precisam dessa proteção.

A recomendação para os alunos é uma máscara de tecido grosso que se ajuste bem ao rosto. “Pode usar [máscara] de pano, mas tem que ser de boa qualidade e tem que se ajustar bem ao rosto, senão não é efetiva. Se puderem, havendo de pano e descartáveis, juntando ambas, estudos mostram que aumenta bastante o poder de filtragem com o uso das duas máscaras juntas”.

Além do uso de máscaras, a circulação do ar nas salas, por meio de janelas e portas abertas; a divisão dos estudantes em grupos que se alternam entre aulas presenciais e remotas, para reduzir aqueles que ficam nas salas; e o rastreamento de casos – se houver caso na família, o estudante deve ser afastado por 14 dias. Se o aluno ficar doente, o grupo presencial dele deve ser todo afastado – são medidas que aumentam a segurança no retorno às aulas.

“Estamos reabrindo as escolas quando uma nova variante está chegando. Precisamos reabrir? Precisamos. Mas, precisamos ter cuidado em como fazer isso”, disse o pesquisador.

O ModCovid19 é um grupo de estudos formado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (ICMC), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp (Imecc), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro (Impa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio).

Cuidados com o emocional

Além de todos os cuidados para evitar a disseminação, outro cuidado será necessário nesse retorno: o emocional. Para a gerente de projetos do Instituto Ayrton Senna e especialista na área de Formação de Educadores, Silvia Lima, a relação entre as escolas e as famílias será fundamental para o processo de readaptação dos estudantes no retorno às atividades escolares presenciais e servirá como importante ponto de apoio no cuidado emocional de todos.

“Famílias e professores devem considerar não apenas como se dará a retomada dos conteúdos pedagógicos, que estará definida nos planos de retorno e readaptação à rotina escolar, mas também ao cuidado socioemocional. Contudo, será preciso cuidar das emoções e sentimentos da equipe escolar e dos estudantes, retomando os processos de ensino e aprendizagem com base no acolhimento e empatia”, disse.

Este é, de acordo com Silvia, um momento importante para que se trabalhe nas escolas as chamadas habilidades socioemocionais, que estão previstas inclusive na Base Nacional Comum Curricular. “Sendo as competências socioemocionais as capacidades individuais das pessoas que se manifestam por meio dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, é possível aproveitar  para aliar as competências socioemocionais a uma rotina de sala de aula e trabalhar não só com os estudantes, mas também com os educadores. Foco, empatia, respeito, tolerância ao estresse, imaginação criativa, organização e outros [fatores] serão importantes para essa retomada”, explicou.

O instituto elaborou um guia com dicas para a acolhida pós isolamento social, que está disponível na internet.

Inflação pelo IPC-S acumula alta de 8,76% em 12 meses
Elevação na última semana de julho foi de 0,92%

 

Da Agência Brasil

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,92% na quarta quadrissemana de julho, acumulando alta de 8,76% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).

Houve aumento em quatro das oito classes de despesa que compõem o índice, com destaque para o grupo Habitação, que passou de 1,77% na apuração anterior para 2,09%. Segundo a pesquisa, a tarifa de eletricidade residencial puxou a alta, passando de 6,28% para 7,80%.

Os outros grupos que registraram alta nas taxas de variação foram Transportes, que passou de 0,74% para 0,85%, com a gasolina indo de 1,47% para 1,85%; Alimentação (de 0,70% para 0,78%, com as hortaliças e legumes passando de -3,94% para -0,17%; e Saúde e Cuidados Pessoais (-0,06% na apuração anterior para 0,00%, dentro do qual artigos de higiene e cuidado pessoal foram de 0,96% para 1,22%).

Queda

Paralelamente, houve queda nas taxas de variação nos grupos Educação, Leitura e Recreação (2,37% para 1,42%); Vestuário (0,20% para 0,08%), com as roupas masculinas passando de 0,76% para 0,31%; Comunicação (0,00% para -0,09%), onde as mensalidade para TV por assinatura foram de -0,16% para -0,38%; e Despesas Diversas (0,05% para 0,02% – a tarifa postal passou de 0,75% para 0,00%).

A análise destaca também a queda na variação das passagens aéreas, que foram de 22,46% para 13,11%.

O IPC-S apura a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento do índice. O divulgado hoje (2) apurou os preços até o dia 31 de julho, tendo como base de comparação os preços levantados em quatro semanas até o dia 22.