Com 30 anos de operação, história da Unimed Volta Redonda se mistura com a da Cidade do Aço
A cooperativa gera na cidade 1.600 empregos diretos e 460 indiretos

“Sou muito grata. Tudo o que eu conquistei, o local onde eu cresci e me desenvolvi tanto pessoal, quanto profissionalmente, foi na Unimed Volta Redonda. Meus gestores enxergaram meu potencial e investiram no meu desenvolvimento. A Cooperativa me deu o benefício financeiro das minhas formações, na graduação e na pós. Tudo o que eu conquistei na vida veio do meu trabalho. Tenho orgulho de ser prata da casa, de ter passado por tantas funções, de fazer parte das conquistas e ver a instituição crescer” relembrou Natália Monteiro, colaboradora da Singular há 15 anos.

A jovem superintendente de Gestão e Governança, chegou à Unimed Volta Redonda aos 18 anos de idade para trabalhar no setor de atendimento. Passou por duas supervisões, cargos de confiança, gerência e há dois anos ocupa uma das superintendências da Cooperativa.

Assim como à vida de Natália, a Unimed Volta Redonda está presente e se mistura à história de muitos voltarredondenses. A Cooperativa tem 30 anos na Cidade do Aço, mais de 1600 colaboradores diretos, cerca de 460 indiretos e mais de 65 mil clientes e se orgulha do vínculo que mantém com as pessoas.

No município, a Unimed acompanhou o crescimento de Volta Redonda. Se desenvolveu junto da cidade, e hoje é uma de suas maiores empregadoras.

A Cooperativa foi criada em 1989 por um grupo de 30 médicos que se uniu em torno de um propósito: cuidar da saúde e bem-estar das pessoas. E desde então se mantém firme em seu compromisso. De lá para cá, criou uma estrutura completa e expandiu seu cuidado para Angra dos Reais e Paraty.

“Nosso crescimento é fruto da capacitação e desenvolvimento dos colaboradores e médicos e dos investimentos em nossa estrutura aqui na cidade. Nós temos um grande compromisso com a contratação de mão-de-obra local e em fazer com que o capital da Cooperativa seja investido em Volta Redonda. Esse é o nosso diferencial.  Só conseguimos transformar sonhos em realidade com um time dedicado e competente. É nisso que acreditamos”, explicou o presidente da Singular, Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra.

A Unimed Volta Redonda

Atualmente a estrutura da Cooperativa conta com um Hospital de alta complexidade que é referência em todo o estado. Com segurança nos procedimentos, tecnologia de ponta e um serviço humanizado, que faz parte do Jeito Unimed de Cuidar – cultura organizacional assumida pela Cooperativa com os pilares Respeito, Gentileza e Competência. o JUC preza pelo cuidado nas relações médico cooperado, com colaborador, cliente e fornecedor.

Além do Hospital, a estrutura da Unimed Volta Redonda conta ainda com o Centro Cuidar – Unidade de Atenção à Saúde – nos bairros Casa de Pedra e Retiro, Instituto Lóbus Treinamento, Ensino e Pesquisa Hospital Unimed Volta Redonda; o Hospital Litoral e Centro Cuidar, em Angra dos Reis, e uma Unidade de Atenção à Saúde recém-inaugurada em Paraty. Todos atendem clientes da Unimed, particulares e de outros convênios.

Comunicação Não-Violenta é tema de aula gratuita
Especialista vai abordar a comunicação empática para fortalecer relacionamentos

Marie Bendelac defende que a empatia é a base para relacionamentos saudáveis

A comunicação empática e a expressão autêntica de sentimentos são ingredientes básicos nas relações humanas. Elas abrem caminho para fortalecer laços e gerar confiança. O domínio dessa linguagem pode ser aprendido online, através de método exclusivo. No próximo dia 21, Marie Bendelac Ururahy, uma das maiores especialistas do país em Comunicação Não-Violenta (CNV), lança masterclass gratuita sobre os três passos para ser ouvido, compreendido e respeitado.

Marie criou o Método Conecta, que oferece ferramentas para a construção de relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos. A empatia é a base de todo o processo. Na masterclass de terça-feira, que terá início às 20h em sua página no Instagram (@mariebendelac), a especialista ensina como ouvir e compreender o outro e também como se fazer compreender e respeitar de forma consciente.

A aula se destina a um público bastante amplo: mães que querem melhorar suas relações com seus filhos, profissionais que desejam se comunicar melhor com seus chefes, pessoas que querem evitar brigas e discussões, aqueles que têm dificuldade em se fazer entender ou se fazer respeitado, quem quer aprender a ser empático com o outro  e para quem deseja evolução e aprendizado.

Marie explica a importância de estabelecer um diálogo consciente e construtivo, auxiliando os alunos a lidarem com as diferenças nas relações humanas. “A conexão empática é parte fundamental dos bons relacionamentos. Cada vez mais, é preciso saber ouvir o outro para entender suas expectativas e necessidades, de forma a criar uma convivência harmônica”, explica Marie.

A CNV é baseada em habilidades de comunicação e linguagem que ajudam a reformular a maneira pela qual ouvimos os outros e nos expressamos. Ela abre a possibilidade de nos expressarmos com honestidade e clareza, e assim transformar as conversas em um meio de aproximação, conexão e transformação.

Com 10 anos de experiência nessa área, Marie vai apresentar os sete passos para estabelecer a comunicação empática. São eles: Curiosidade, Ouvir, Não Julgar, Empatizar, Checar, Transição (do “ouvir” para o “expressar”) e Autenticidade. Essa metodologia é voltada para o dia a dia dos alunos, trazendo exercícios práticos e quatro sessões de mentoria (ao vivo e em grupo).

“Em 90% dos casos, os conflitos entre pessoas são causados pelo modo de falar e apenas 10% por diferenças de opinião. Boa parte dos atritos acontece porque não estamos conscientes da maneira como nos expressamos e ouvimos os outros. Afinal, fomos acostumados a fazer isso de forma automática e não responsiva”, explica Marie.

Ela lembra também, que, em caso de conflitos, é comum procurar culpados e não perceber que existem seres humanos com necessidades parecidas com as nossas. “Essas necessidades, se forem bem expressadas e compreendidas, abrem caminho para relacionamentos plenos e satisfatórios”, acrescenta.

Ao final da masterclass, Marie vai abrir as inscrições da próxima turma do Conecta 21 Dias. O curso inclui ainda a criação de um grupo de apoio no Telegram. Nessa comunidade, os alunos poderão interagir com os colegas, receber suporte personalizado, compartilhar experiências, tirar dúvidas, ajudar os outros e obter ajuda. Ao final do curso, eles receberão um certificado de conclusão. As inscrições podem ser feitas pelo link http://metodoconecta.com.br/conecta21dias/

Live vai debater o papel do RH no mercado de trabalho
Evento terá transmissão pelo Facebook e pelo Youtube

 

 

Da Redação

O papel de RH e fatores que influenciarão o mercado de trabalho será o tema principal da live que a Alameda promove nesta segunda-feira (20), às 17h. O encontro terá a participação do presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), Paulo Sardinha; do diretor da Alameda Produções, Heraldo Palmeira e do diretor do Inteletto, Pedro Carbone. A live será transmitida nas páginas da Alameda no Facebook e no Youtube

Mais de 70% dos trabalhadores temem perder ocupação
Informação é de pesquisa feita para a CNI

Sete em cada dez trabalhadores formais e informais (71%) têm “algum medo” de perder a ocupação de onde tiram o sustento. A mesma proporção informa ter reduzidos os gastos mensais desde o início da pandemia de covid-19.

As informações são de pesquisa de opinião realizada para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os dados foram apurados em levantamento por telefone, realizado entre 10 e 13 de julho em todas as unidades da Federação.

Na enquete anterior, feita em maio, a proporção de pessoas preocupadas com a manutenção do trabalho era de 77%, e o percentual de quem reduziu o consumo, 74%.

Segundo nota da CNI, “o nível reduzido de consumo tende a ser mantido mesmo após o fim do isolamento social”. A maioria dos entrevistados acredita que vai manter o atual patamar de consumo entre 15 tipos de produtos industrializados – desde itens como roupas, produtos de higiene pessoal até bebidas alcoólicas, eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

“Para se ter uma ideia, os itens que mais devem ter crescimento de consumo no pós-isolamento são as roupas. Mesmo assim, apenas 21% dos entrevistados afirmaram que pretendem ampliar o consumo desses produtos”, diz a nota da confederação.

A pesquisa também verificou que para 67% dos entrevistados a recuperação da economia ainda não começou – sendo que 61% calculam que ela vai demorar pelo menos um ano para ocorrer. Três de cada dez das pessoas ouvidas (31%) disseram que perderam parte ou a renda integral antes da covid-19.

O levantamento ainda verificou que o medo de ser infectado pelo novo coronavírus alcança 47% das pessoas entrevistadas, seis pontos percentuais a menos do que em maio. A redução do temor não fez ceder o amplo apoio às medidas de isolamento social (84%). Conforme a CNI, “o grupo das pessoas que saem de casa apenas para ações essenciais, como fazer compras ou trabalhar, aumentou de 58% para 67% entre maio e julho.”

Nesse período, houve recuo de oito pontos percentuais na proporção de pessoas que se dizem endividadas, de 53% para 45%. A maioria (62%) que se diz endividada afirma que vai conseguir quitar os compromissos em 30 dias.

Um terço dos entrevistados pediu e está recebendo auxílio emergencial. Entre esses, 57% usaram o dinheiro para fazer compras e 35% aproveitaram o valor para pagar dívidas.