Índia tem quase 700 mil casos de covid-19 e é o 3º país mais afetado
Mais de 23 mil novos casos foram notificados nas últimas 24 horas

Da Agência Brasil

A Índia ultrapassou a Rússia ao atingir o número de 700 mil casos do novo coronavírus, o terceiro maior do mundo, de acordo com os dados mais recentes, e o surto não dá sinais de diminuição.

Dados do Ministério da Saúde divulgados nessa segunda-feira (6) mostraram que mais de 23 mil casos novos foram relatados em 24 horas, cifra um pouco inferior à do aumento recorde de 25 mil no domingo (5).

Desde que o primeiro caso surgiu, em janeiro, a Índia já teve quase 20 mil mortes.

Atualmente, a Índia é o terceiro país mais afetado do mundo, atrás dos Estados Unidos e do Brasil.

A nação acumula oito vezes mais casos do que a China, que tem população de tamanho semelhante e foi onde o vírus surgiu no fim do ano passado.

Autoridades informaram que reverteram a decisão de reabrir o Taj Mahal, a atração turística mais famosa da Índia, localizada na cidade de Agra, 200 quilômetros a sudeste de Nova Delhi, devido a uma série de casos novos na região.

Apesar do quadro recessivo, setor de saúde gera 6,5 mil empregos em maio
Entretanto, o país registrou a perda de 331 mil postos de trabalho formais

 

Breno Monteiro, presidente da CNSaúde, alerta que o setor talvez não sustente o saldo positivo até o fim do ano

 

Da Redação

O país fechou 331 mil postos de trabalho formais no mês de maio e acumula um déficit de 1,2 milhão de empregos com carteira assinada no ano. Já o setor de saúde, teve saldo positivo de 6,5 mil vagas em maio e de 29 mil vagas no acumulado Janeiro/Maio, de acordo com os dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pelo Ministério da Economia.

Apesar do resultado positivo para o setor, a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), que representa os prestadores de serviços médico-hospitalares, vê com cautela esse resultado e as perspectivas para o restante do ano. Segundo o presidente da entidade, Breno Monteiro, “o setor vem resistindo ao quadro recessivo, mas já sente a perda de receita e a ameaça de fechamento de parte dos hospitais e laboratórios, em função da pandemia”.

O resultado alcançado pelo segmento de saúde em maio foi o melhor da sua média histórica dos últimos quinze anos (2005 a 2019) em geração de empregos para esse mês. “Esse resultado demonstra a resiliência na geração de empregos deste importante setor econômico. O setor é forte, mas a baixa utilização dos serviços médicos, em geral, deve afetar a dinâmica de geração de empregos”, alerta Monteiro.

Somente na última década (2010-2019), os prestadores privados de saúde contribuíram na geração de mais de 820 mil empregos formais (CLT) no país. O estoque de empregos formais diretos no setor da saúde é de 2.378.915, ficando à frente de outros tradicionais segmentos da economia, como a Construção Civil e a Agropecuária, de acordo com o último dado da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério da Economia, referente ao ano de 2018.

ENS comemora hoje 49 anos e aponta rumos da transformação

A ENS investiu em cursos online com a pandemia

 

Da Redação

A Escola de Negócios e Seguros (ENS) completa hoje (30) 49 anos de uma história, que combina tradição e inovação. Mudanças e adaptações baseadas não somente no novo cenário mundial, mas também em um projeto de crescimento e de novo posicionamento estratégico, reestruturaram a missão, a visão e os valores da Escola. Foram reforçadas as bases de uma entidade reconhecida e respeitada no mercado de seguros, incluindo transformações capazes de conduzir a ENS a uma nova etapa de evolução.

A instituição adotou uma nova identidade corporativa, que contou com o redesenho da logomarca e mudança no nome comercial, refletindo assim o seu atual perfil mercadológico. De Funenseg a Escola Nacional de Seguros, e, então, Escola de Negócios e Seguros, a ENS, que tem como missão promover uma educação transformadora, por meio de programas de excelência, que contribuam para o desenvolvimento de profissionais capacitados a atuar em diversas áreas de negócios, com ênfase no estímulo e disseminação da cultura de seguros.

Em todo o mundo, 2020 será para sempre marcado pela pandemia do novo coronavírus. Por outro lado, a ENS se adaptou ao momento, promovendo cursos online com aulas ao vivo para todo o Brasil; realizando lives sobre os temas mais atuais; adaptando o tradicional curso de formação de corretores de seguros para formato intensivo; firmando parceria com renomadas empresas de tecnologia e negócios; e construindo grandes projetos, como a primeira Sala do Futuro da América Latina e o Espaço Coworking.

“Após 49 anos figurando como a principal instituição educadora do mercado de seguros, podemos dizer que hoje a ENS é uma escola de negócios que segue oferecendo o mesmo ensino de excelência que nos trouxe até aqui. São décadas de aprimoramento contínuo nos serviços e produtos e, para isso, contamos com colaboradores, docentes, alunos e parceiros competentes e dedicados, que nos impulsionam e conduzem sempre a um patamar de excelência e reconhecimento”, ressalta o presidente da ENS, Robert Bittar.

“Em um ano completamente atípico como o que estamos vivendo, a ENS mais uma vez se mostrou resiliente e eficiente diante dos fatos e mudanças repentinas. Continuamos a seguir as diretrizes que norteiam nossas ações, sempre prezando pela ética, qualidade e inovação”, destaca o diretor geral da Escola, Tarcísio Godoy.

Apoio Ecolimp lança Divisão de Biossegurança
Novo serviço vai oferecer equipes especializadas em desinfecção de ambientes para auxiliar empresas na retomada de atividades

 

Da Redação

Com o objetivo de oferecer um ambiente livre de contaminação e seguro como requisito básico para o funcionamento de empresas e serviços, a Apoio Ecolimp criou a Divisão de Biossegurança. Com nebulizadores, pulverizadores e equipamentos utilizados em instituições de saúde, a Apoio Ecolimp passa a oferecer, por meio da Apoio BioSeg, serviços de desinfecção e higienização para locais com grande fluxo de pessoas, como escolas, universidades, espaços de coworking e empresas de tecnologia. Redes de pet shop, hospitais veterinários, academias, SPAs, clínicas, frotas de veículos e pátios de ambulâncias também são segmentos que querem oferecer ambientes higienizados para colaboradores e clientes.

“Vivemos um novo cenário e uma nova dinâmica social por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus. E mesmo após superar esta fase, até as empresas que não são do segmento de saúde terão uma preocupação em oferecer ambientes seguros e higienizados corretamente. Universidades e academias, exemplos de grande fluxo de pessoas, são locais que vão exigir sanitização constante na sua rotina”, explica Renato Pascowitch, diretor comercial da Apoio Ecolimp.

Para isso, equipes especialistas usarão  nebulizadores e pulverizadores, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e OMS (Organização Mundial de Saúde). Os produtos utilizados para a desinfecção e higienização, como o quaternário de amônio em concentração de 0,5% e o hipoclorito de sódio, são regulamentados pela Anvisa e indicados pelo Ministério da Saúde para o combate e prevenção ao coronavírus.

A nebulização e pulverização são feitas em todas as superfícies do local a ser desinfetado, como paredes, maçanetas, portas, cadeiras, balcões, bancadas, divisórias, pisos, escadas, armários e outros. A sanitização de ambientes ganhou destaque inteiro depois de ter sido usada na China como estratégia de combate ao novo coronavírus.

Além do serviço de desinfecção, a Apoio Bioseg oferecerá consultoria necessária para que a segurança dos ambientes seja garantida após os procedimentos de higienização e desinfecção.