Unimed fecha parceria com a Abstartups
Acordo reúne uma das maiores operadoras de saúde do Brasil e a maior comunidade de startups do país

 

Luiz Paulo Tostes Coimbra avalia que a parceria abre novos horizontes para a Unimed Nacional

 

Da Redação

A Unimed Nacional fechou uma parceria com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). O acordo aproxima uma das maiores operadoras de saúde com a maior comunidade de startups do Brasil. O presidente da Cooperativa, Luiz Paulo Tostes Coimbra, explica que a sinergia com o ecossistema de startups posiciona a Unimed na vanguarda do setor de saúde suplementar, tornando-a mais competitiva e fomentando uma cultura de inovação, que ajuda a buscar novas soluções e pensar “fora da caixa”.

“As startups têm provocado uma verdadeira transformação no mundo, com seus modelos ágeis de negócio e foco em soluções inovadoras. Essa parceria com a Associação, que reúne mais de 7 mil empreendimentos, abre novos horizontes para a Unimed Nacional, para nossas sócias, para nossos cooperados e para o Sistema Unimed de maneira mais ampla”, destaca Luiz Paulo. Ele também ressalta a força desse ecossistema, que registrou crescimento mesmo com a pandemia. Pesquisas mostram que 2021 foi um ano histórico para o segmento, com aumento de 200% no volume aportado em startups brasileiras.

A parceria institucional entre as duas organizações prevê a presença da marca da Cooperativa nos materiais da Abstartups, bem como nos eventos regionais realizados para fomentar os ecossistemas de inovação nos estados. “Essa participação nos eventos itinerantes da Associação permite criar uma sinergia ainda maior com as Unimeds regionais, e nos possibilitará monitorar permanentemente o surgimento de soluções inovadoras com alto potencial de impacto na saúde”, destaca Luiz Paulo.

Dante Lopes, head de Inovação da Unimed Nacional, observa que o acordo traz também um ganho intangível para imagem da organização, pois a posiciona como uma marca inovadora no mercado, inclusive com a participação no CASE, maior evento de startups da América Latina, que, neste ano, está em sua nona edição. “A parceria com a Abstartups nos possibilita incontáveis oportunidades”, afirma Dante. Uma possibilidade em avaliação é a de que a Associação seja um elo entre a Unimed e startups que ofereçam soluções para o setor de saúde. “Isso nos ajudará a divulgar desafios e prospectar as startups mais adequadas e aderentes aos nossos negócios”, explica o gerente.

Grupo Ri Happy abre 46 vagas temporárias no Rio de Janeiro para trabalhar do Dia das Crianças até o Natal
Empresa está recrutando auxiliares de estoque e auxiliares de venda para Niterói e para a capital

 

Da Redação

O Grupo Ri Happy abre 46 vagas temporárias para trabalho nas lojas da Ri Happy e PBKIDS no Rio de Janeiro por um período de 3 meses. As vagas estão disponíveis em Niterói e na capital. Elas são para auxiliar de estoque, em que a data limite para inscrição é até dia 29 de agosto, para início em 5 de setembro. Também há vagas para auxiliar de vendas, em que os candidatos devem se inscrever até 13 de setembro, para início no dia 20 do mesmo mês. A inscrição é através do site criado especialmente para as vagas temporárias.

O processo seletivo será realizado de forma totalmente virtual. Ao todo, são 500 vagas temporárias em vários estados do país. Todas as vagas são abertas independentemente de gênero, orientação sexual, raça, etnia ou deficiência.

Para auxiliar de estoque é preciso ter ensino médio completo, disponibilidade para trabalhar aos finais de semana e é desejável experiência em logística, estoque e áreas relacionadas. A data limite para inscrição é até dia 29 de agosto, para início em 5 de setembro.

Para auxiliar de vendas é preciso ter ensino médio completo, disponibilidade para trabalhar aos finais de semana e identificar-se com atendimento. Os candidatos devem se inscrever até 13 de setembro, para início no dia 20 do mesmo mês.

Esta é uma oportunidade para os profissionais entrarem no setor de varejo de brinquedo, pois há uma grande possibilidade de efetivação após esse período. “Mais da metade dos temporários é contratada para o preenchimento de vagas efetivas”, informa Alexandra Carrão, Head de RH do Grupo Ri Happy.

Turismo brasileiro experimenta retomada após pandemia
De maio para junho, conectividade aumentou 7,29% no país

 

Da Agência Brasil

Após dois anos de pandemia de covid-19, quando foram impostas restrições a viagens internacionais em várias partes do mundo, além do fechamento provisório de vários setores do comércio, o Brasil voltou a receber voos de outros países em grande escala. Segundo a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), o mês passado registrou 3.806 chegadas de voos internacionais ao país.

Na comparação com maio, o aumento na conectividade foi de 7,29% e, em relação a junho do ano passado, de 355,36%. De acordo com a Embratur, o aumento expressivo da conectividade continuará até o início de 2023. Estão previstos 84 novos voos e 47 frequências adicionais até fevereiro do ano que vem. De janeiro a junho deste ano, mais 84 voos entraram em operação e 36 frequências foram adicionadas.

A empresa aérea GOL começou, em maio, a operar mais voos internacionais de Buenos Aires, Miami e Orlando para Brasília, com quatro frequências semanais. Para novembro, a previsão é iniciar a rota entre as cidades de Buenos Aires e Natal, além de retomar, até dezembro, a totalidade dos destinos na Argentina que existiam em 2019.

Já a United Airlines retomou os voos Chicago/São Paulo e Houston/Rio de Janeiro no primeiro semestre. A Lufthansa também contribuiu para o aumento da oferta de conectividade, com a volta das operações Frankfurt e Munique para o Rio de Janeiro e de voos diários de Amsterdam para o Rio de Janeiro.

Em outubro, a Eastern Air prevê o incremento de voos de Miami e Nova York para Belo Horizonte.

Outras empresas aéreas, como Latam, Delta Air Lines e Iberia, também anunciaram mais voos internacionais, ligando cidades como São Paulo e Rio de Janeiro a destinos como Atlanta e Nova Iorque, nos Estados Unidos, Medelín, na Colômbia, e Madri, capital espanhola.

Vacinação contra sarampo está abaixo da meta, diz Ministério da Saúde
Em 2022, menos de 50% do público infantil foi imunizado até agora

 

Da Agência Brasil

O Brasil ainda está abaixo da meta de vacinação contra o sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, 47,08% das crianças receberam o imunizante em 2022, sendo que a meta de cobertura vacinal é 95%. A proteção contra o sarampo é feita com a vacina tríplice viral, que imuniza também contra a caxumba e rubéola, e faz parte do calendário de vacinação. O imunizante é oferecido nas unidades de saúde do país em qualquer época do ano.

A tríplice viral é geralmente aplicada em duas doses. A primeira, tomada com um ano de idade, e a segunda, com 15 meses. A campanha de 2022 começou em janeiro e vai até dezembro deste ano. A cobertura em 2021 foi baixa, somente 50,1% do público-alvo no Brasil recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral.

Uma das consequências da queda da vacinação é o avanço da doença. Depois de ter recebido a certificação de país livre do sarampo pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas), em 2016, o Brasil passou a registrar, nos últimos anos, o avanço da doença em todo o território nacional. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais de 40 mil casos e 40 mortes causadas pelo sarampo desde 2018, sendo mais da metade em crianças menores de 5 anos.

Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, este ano, uma nota na qual chama a atenção para a importância da vacinação contra a doença. A Fiocruz explica que o sarampo é uma doença infecciosa aguda, muito contagiosa e grave, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade, pessoas adultas desnutridas ou com algum problema de imunidade, como as pessoas transplantadas, as que convivem com o vírus do HIV, ou que estão em quimioterapia, além das gestantes.

A Fiocruz ressalta que, independentemente disso, o sarampo afeta indivíduos de todas as idades e não necessariamente com doenças crônicas ou algum problema de imunidade.

Ministério da Saúde

À Agência Brasil, o Ministério da Saúde disse, por meio de nota, que por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vem desenvolvendo e intensificando estratégias necessárias para enfrentamento dos desafios e reversão das baixas coberturas vacinais, em parceria com estados e municípios.

“O Ministério da Saúde incentiva a população a se vacinar contra as doenças imunopreveníveis, e esclarece o benefício e segurança das vacinas, por meio dos seus canais oficiais de comunicação”, diz a pasta. Os dados detalhados das coberturas vacinais estão disponíveis na internet.

OMS e Unicef

Na sexta-feira (15), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgaram dados que mostram que a queda da vacinação infantil não ocorreu apenas no Brasil. Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos.

Segundo as organizações, até mesmo pela dimensão territorial e pelo tamanho da população, o Brasil está entre os dez países no mundo com a maior quantidade de crianças com a vacinação atrasada. Considerada apenas a vacina contra o sarampo, o país é o 8º com a maior quantidade de crianças com o esquema vacinal atrasado.