Getnet e Qualicorp abrem vagas de estágio
Há oportunidades para São Paulo, Barueri, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília e Porto Alegre

 

Da IstoÉ Dinheiro

Estudantes que estão em busca de um estágio podem aproveitar as oportunidades abertas pela Getnet e Qualicorp para diversas áreas e regiões do país. A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletiva, está com vagas de emprego abertas para profissionais graduados e estudantes que estejam em busca de estágio. As vagas atendem pessoas de São Paulo, Barueri, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília e Porto Alegre.

Ao todo, 39 postos de trabalho estão abertos para as áreas de Produto e Tecnologia e Corporativo. Entre os benefícios estão jornada de trabalho reduzida às sextas-feiras, vale refeição ou alimentação, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, participação nos lucros, vale transporte, Gympass, home office, entre outros. Para conferir as vagas abertas e candidatar, basta clicar aqui.

Já a Getnet, divisão de tecnologia em pagamentos do Grupo Santander, está com vagas para um programa de estágio. Os selecionados receberão benefícios como vale refeição, vale alimentação, vale transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, acesso ao Gympass, day off no dia do aniversário.

Os selecionados vão trabalhar na área de Tecnologia, Produtos, Riscos, Comercial, Finanças, Gente e Gestão, Operacional e Comercial. As vagas estão disponíveis em São Paulo e Porto Alegre (RS).

As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de agosto clicando aqui.

Para participar do processo seletivo é necessário atender alguns requisitos:

– Ser aluno de curso de nível superior com previsão de formatura entre dezembro de 2022 e junho de 2024;

– Ter disponibilidade para trabalhar em horário comercial e presencialmente;

– Conhecimento do pacote Office;

– Ter inglês ou espanhol será considerado diferencial.

Quali abre 275 vagas para atendimento ao cliente em São Paulo
Os cargos disponíveis são para consultor, coordenador e agente de relacionamento. De acordo com a empresa, os salários variam de acordo com os cargos

 

Quali, administradora de planos de saúde, dá sequência a seu movimento de expansão e solidificação com o objetivo de viabilizar o acesso à saúde de qualidade para a população. A Companhia acaba de abrir mais de 275 vagas para atuação no setor de Relacionamento com o Cliente para atuação em São Paulo.

Os cargos disponíveis são para consultor, coordenador e agente de relacionamento. A área é responsável por todo o atendimento estratégico e humanizado dos clientes da Quali espalhados pelo Brasil. De acordo com a empresa, os salários variam de acordo com os cargos.

Quali informa que valoriza e respeita a diversidade em todas as suas formas, considerando isso como algo essencial para construir ambientes mais saudáveis e criativos. Por isso, as candidaturas de todas as pessoas são consideradas e avaliadas para qualquer posição.

Saiba como se inscrever nas vagas de emprego

Os interessados em participar do processo seletivo da Quali devem cadastrar currículo no site https://jobs.kenoby.com/qualicorp. A empresa não informou uma data limite para o término das inscrições, deixando a seletiva em aberto até o preenchimento dos cargos.

Qualicorp
Vagas: 85
Taxa de inscrição: Não definido
Cargos: Analista, Atendente, Consultor
Áreas de Atuação: Administrativa, Operacional
Escolaridade: Ensino Médio, Ensino Técnico, Ensino Superior
Faixa de salário: De R$ 1260,00 Até R$ 10600,00
Estados com Vagas: SP

QSaúde anuncia contratação de diretora-geral
Operadora acaba de lançar plano corporativo para empresas com mais de 100 vidas

 

Vanessa Gordilho assume a direção-geral da operadora

 

Do Brazil Journal

A QSaúde — a operadora fundada pelo ex-controlador da Qualicorp, José Seripieri Filho, o “Júnior” — contratou Vanessa Gordilho, uma executiva com mais de 20 anos de experiência em meios de pagamento, para comandar o dia-a-dia da operação. Ao mesmo tempo, a operadora acaba de entrar no mercado corporativo, onde as empresas estão buscando eficiência na sua relação com as operadoras em meio à avalanche de reajustes.

Vanessa — que até abril era a vp comercial e de vendas da Getnet, e já passou pela Mastercard e Gemalto — será a diretora-geral da startup, reportando diretamente a Júnior, que é o CEO. Ela vai trazer sua experiência em “dados, analytics e scoring” para acelerar a captação de clientes da nova operadora — que começou a operar em stealth mode no final do ano passado e por enquanto tem só 4 mil vidas. A operadora acaba de lançar um plano corporativo para empresas com mais de 100 vidas e, em setembro, vai entrar também nas PMEs.

“Quem sofre os grandes reajustes e toma as maiores pauladas são as empresas. Tem reajuste de 50-60%, e alguns chegam a 100%,” Júnior disse ao Brazil Journal. “É por isso que estamos entrando no empresarial. As margens são menores, mas você tem volume e uma escalabilidade maior.”

Até agora, a QSaúde operava apenas com planos individuais, com preços que começam em pouco mais de R$ 200 e chegam até R$ 1,6 mil, dependendo da idade. A oferta é segmentada em quatro planos, com ofertas distintas de hospitais e clínicas. O mais barato dá acesso ao Oswaldo Cruz; o mais caro inclui o Albert Einstein e o HCor. A empresa diz que seu preço inicial é 25% menor que o das redes verticalizadas, além de oferecer 10x mais laboratórios e 3x mais clínicas.

A QSaúde está tentando se diferenciar dos incumbentes com um preço competitivo, uma rede credenciada de qualidade e acesso a um time de médicos de família do Einstein — além de um contato mais ativo com o consumidor, dentro do conceito de medicina preventiva.

“Uma vez que o cliente entra, a gente cuida da saúde dele durante toda a vida: damos recomendações de que ele precisa ser vacinado, fazer um recall, e de como se cuidar melhor,” diz Vanessa. “As operadoras tradicionais falam que fazem isso, mas nunca vi alguém receber um alerta falando pra se vacinar…”

Boa parte desta medicina preventiva tem a ver com os médicos de família — o ‘general practitioner’ do modelo inglês — que passam a acompanhar a saúde do paciente desde seu primeiro dia na operadora.

A prática deve ajudar a reduzir os sinistros, já que — pelo menos em tese — o paciente irá menos ao hospital porque terá o médico para tirar dúvidas.

“Em vez de vender rede e reembolso, a gente vende atendimento à saúde,” disse Júnior. “No modelo atual, o bom atendimento você credita ao hospital, médico, mas nunca à operadora, porque a relação desse médico com a operadora é nula.”

Grupo online oferece mentoria para mulheres que buscam liberdade espiritual e financeira
Iniciativa vai encorajar mulheres a empreender e a usar poder da intuição

 

Inciativa idealizada por Marie Bendelac busca despertar talentos nas mulheres

 

Da Redação

Especialista em Comunicação Não-Violenta (CNV) e empatia, Marie Bendelac criou o grupo Panteras Vermelhas, um trabalho de mentoria online voltado para mulheres que procuram empreender, pautado em liberdade emocional, espiritual e financeira. Segundo ela, o grupo surgiu da necessidade de engajar as mulheres no sentido de descobrir seus dons e talentos, acionando o poder da mente e a intuição feminina. “É um movimento para as mulheres se apoiarem, se fortalecerem e alcançarem a mudança. Alcançar a renovação e a potência que desejam em suas vidas”, explica.

O grupo se reúne todas as quartas-feiras à noite pelo Zoom. Hoje são cerca de 30 mulheres, incluindo três que moram nos Estados Unidos. Com mais de 10 anos de experiência em CNV e escuta empática, Marie explica que procura despertar nas mulheres a melhor forma de usar suas forças e talentos escondidos. Segundo ela, é um despertar para o autoconhecimento, que usa o poder da mente.

A cada encontro, Marie procura estabelecer dinâmicas de grupo, a partir de um tema levantado pelas próprias Panteras. Elas compartilham suas vitórias e conquistas individuais com base nos ensinamentos aprendidos ao longo do trabalho de mentoria.  Marie também procura trazer convidados especiais, como neurocientistas, terapeutas holísticos, especialistas em finanças e outros.

As alunas fazem encontros semanais com duração de uma hora e meia. Entre os muitos assuntos já discutidos, um exemplo recente foi como lidamos com a própria raiva. “As mulheres que expressam a própria raiva são taxadas de loucas, histéricas. E aí, elas tendem a se reprimir e se anular para evitar isso. Mas a gente precisa, sim, encontrar maneiras de acessar esse sentimento – e não guardá-lo.”