Jean-François van Boxmeer deixa a direção da Heineken após 15 anos
Executivo fez um vídeo com um depoimento de despedida

Da Redação

No dia primeiro de junho, Jean-François van Boxmeer, que ocupou o cargo de diretor executivo da cervejaria Heineken por 15 anos, foi substituído pelo chefe da região Ásia-Pacífico da empresa, Dolf van den Brink, que assume por período de pelo menos quatro anos.

Boxmeer fez um vídeo para registrar o carinho pela empresa, bem como a sua trajetória e os avanços alcançados ao longo de sua gestão. No depoimento, ele faz questão de enaltecer o novo diretor e de destacar que acredita no futuro da empresa. No fim, Boxmeer demonstra técnica ao servir uma tulipa de chopp a um colaborador e, como se despedisse de todos os funcionasse, encerra brindando com ele.

Em 2019, o lucro da empresa foi de 2,16 bilhões de euros, com crescimento de 13% no lucro líquido, na comparação com 2018. O mercado brasileiro foi um dos destaques, como aponta reportagem do Valor.

As vendas no país aumentaram mais de 10% no quarto trimestre – globalmente, o crescimento orgânico no volume de vendas foi de 4,1%. E o país já é o maior consumidor do principal produto da marca, que é a cerveja Heineken.

Live debate os cenários para saúde e gestão de pessoas depois da pandemia
Especialistas destacam o papel das empresas para mudança de comportamento

Expectativa é de que haja mudança no comportamento das pessoas no pós-pandemia

 

Da Redação

Na tarde desta quinta-feira (28), a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil) promoveu uma live para debater o impacto da pandemia na saúde e na gestão de pessoas. O presidente da ABRH Brasil, Paulo Sardinha, e o diretor médico da Med-Rio Check-Up e especialista em medicina preventiva, Gilberto Ururahy debateram as perspectivas e o papel das organizações na consolidação de uma cultura que valorize a prevenção, a partir da crise que o mundo enfrenta. Também participaram do encontro os jornalistas Felipe Barreto e José Carlos Tedesco.

Gilberto observou que um dos pontos mais críticos do coronavírus é justamente a gravidade com que incide em pessoas com comorbidades, a maioria doenças crônicas que poderiam ser prevenidas com a incorporação de hábitos de vida saudáveis. Para ele, além das transformações na economia, nas formas de trabalho e no comportamento das pessoas, o cuidado com a própria saúde também passará por profundas transformações.

“As pessoas vão compreender a importância de ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e ter um sono adequado. A realização de exames de rotina, bem como de check-ups anuais, também vai fazer parte da agenda das pessoas”, avalia.

Para o diretor da Med-Rio, as próprias empresas vão passar por transformações e terão que investir ainda mais em prevenção, por perceberem o peso que a saúde traz para o próprio negócio.

O presidente da ABRH também avalia que as organizações terão uma participação fundamental para que haja uma mudança de mentalidade na sociedade. Ele cita por exemplo a responsabilidade das empresas no momento que se adotar a flexibilização, pois serão ambientes vitais no processo de reingresso das pessoas na rotina tradicional. Para ele, é fundamental que todo esse cenário vivido até aqui provoque uma mudança de visão da educação e saúde. “E como o trabalho é um dos principais ambientes de socialização, é preciso que as empresas entendam e se tornem células de excelência nessa retomada gradativa”, explica.

Paulo ainda aponta a necessidade de que a tecnologia também passe a beneficiar todos e, para isso, é preciso que a sua incorporação seja mais democrática na Educação e na Saúde. “É o momento de superar as divergências para achar um caminho convergente”, defende o presidente da ABRH Brasil.

ABRH Brasil promove live sobre saúde e gestão de pessoas pós-pandemia
Evento será transmitido pelo YouTube e Facebook

 

Da Redação

Saúde e recursos humanos possuem conexões: os dois cuidam de pessoas. Quais os cenários para as duas áreas depois da pandemia? O presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), Paulo Sardinha, e o diretor médico da Med-Rio Check-up, Gilberto Ururahy, debatem as perspectivas para os dois campos de atuação na próxima quinta (28), às 16h, em live que será exibida no canal do YouTube e no Facebook da ABRH Brasil. A mediação é do jornalista José Carlos Tedesco.

Live vai debater o papel da comunicação empática
Capacidade de ouvir o outro é uma das bases dessa forma de comunicação

Marie Bendelac vai promover curso online sobre Comunicação Não-Violenta

Especialista em Comunicação Não-Violenta e empatia, Marie Bendelac Ururahy dá uma aula especial nesta quinta-feira (21) sobre um tema de interesse crescente na sociedade. Às 20h, ela promove live em sua página no Instagram (@mariebendelac) sobre “Comunicação Empática – compreender e ser compreendido”. Marie vai abordar a importância de estabelecer um diálogo consciente e construtivo, auxiliando os alunos a lidarem com as diferenças nas relações humanas.

 “Cada vez mais, é preciso saber ouvir o outro para entender suas expectativas e necessidades, de forma a criar uma convivência harmônica, explica. A CNV, segundo Marie, é baseada em habilidades de comunicação e linguagem que ajudam a reformular a maneira pela qual ouvimos os outros e nos expressamos. Ela abre a possibilidade  de nos expressarmos com honestidade e clareza, e assim transformar as conversas em um meio de aproximação, conexão e transformação.

 Com 10 anos de experiência nessa área, Marie vai apresentar na aula um passo a passo para atingir a comunicação empática.  Ela criou o Método Conecta, formado por sete passos fundamentais: Curiosidade, Ouvir, Não Julgar, Empatizar, Checar, Transição (do “ouvir” para o “expressar”) e Autenticidade. Essa metodologia será apresentada com slides e conceitos inéditos. Ao final, ela abre a turma do Conecta 21 Dias, curso online sobre temas relacionadas à CNV e à empatia.

“Boa parte dos conflitos acontece porque não estamos conscientes da maneira como nos expressamos e ouvimos os outros. Afinal, fomos acostumados a fazer isso de forma automática e não responsiva. Em caso de conflitos, é comum procurar culpados e não perceber que existem seres humanos com necessidades tão parecidas com as nossas. Essas necessidades, se forem bem expressadas e compreendidas, abrem caminho para relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos”, conclui Marie.