Anvisa aprova nova vacina contra a dengue
Imunizante Qdenga é indicado para uso entre 4 e 60 anos

Da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de uma nova vacina contra a dengue. O imunizante Qdenga, produzido pela empresa Takeda Pharma, é indicado para população entre 4 e 60 anos. A aplicação é por via subcutânea em esquema de duas doses, em intervalo de três meses entre as aplicações.

Segundo a Anvisa, a nova vacina é composta por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, o que garante uma ampla proteção contra ela. No ano passado, o Brasil registrou mais de mil mortes por complicações da dengue no país.

No mês passado, a Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio) aprovou a segurança da vacina Qdenga, que aguardava agora o aval da Anvisa.

Uma outra vacina contra a dengue já aprovada no país, a Dengvaxia, só pode ser aplicada por quem já teve a doença.

A vacina Qdenga também foi avaliada pela agência sanitária europeia (EMA), de quem também recebeu aprovação. A concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no país, desde que mantidas as condições aprovadas. A vacina, no entanto, seguirá sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da própria empresa.

São Paulo retira obrigatoriedade de máscaras no transporte público
Equipamento agora será exigido apenas em unidades de saúde

Da Agência Brasil

A partir desta sexta-feira (3), deixa de ser obrigatório o uso de máscaras de proteção no transporte público de São Paulo. A medida será publicada na edição de amanhã do Diário Oficial e, com isso, não será mais necessário usar máscara no metrô, nos trens e nos ônibus que circulam por todo o estado. Apesar disso, especialistas aconselham o uso da proteção em ambientes fechados e aglomerados para evitar a covid-19 e outras doenças.

Segundo o governo paulista, mesmo não sendo mais obrigatório, a recomendação é que pessoas com idade acima dos 65 anos ou com alguma imunodeficiência, comorbidade ou sintomas respiratórios continuem usando de máscaras no transporte público e em outros locais.

A medida foi anunciada logo após a realização do carnaval, que reuniu milhões de pessoas nas ruas de São Paulo. De acordo com o Comitê Científico de São Paulo, não foi observado impacto das festas carnavalescas no sistema de saúde do estado.

“Reconhecemos a importância das máscaras e a sua eficácia, principalmente na transmissão de doenças respiratórias. Entretanto, diante dos dados apresentados pelo comitê, é segura, neste momento, a retirada do equipamento sem prejudicar os serviços de saúde”, disse , em nota, o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva.

A obrigatoriedade no uso de máscara no transporte público de São Paulo foi adotada no início da pandemia de covid-19, em abril de 2020. Em setembro do ano passado, com o avanço da vacinação contra a doença e a melhora dos indicadores, o uso de máscara deixou de ser obrigatório. No entanto, com um novo avanço da doença, a proteção voltou a ser exigida em novembro do ano passado, e a medida estava em funcionamento até hoje.

Ontem (1º), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia desobrigado o uso de máscaras em portos e aeroportos de todo o Brasil. Segundo Anvisa, a medida decorre da melhora nos indicadores relacionados à pandemia, com redução do número de casos e de mortes provocados pela doença. A Anvisa ressaltou, no entanto, que o uso do equipamento ainda é recomendado para grupos mais vulneráveis e pessoas com sintomas respiratórios.

A partir de agora, o uso de máscara só continuará sendo obrigatório no estado de São Paulo em hospitais e outros serviços de saúde, sejam eles públicos, privados ou filantrópicos.

Anvisa derruba obrigatoriedade de máscaras em aeroportos e aviões
Uso da proteção nesses locais tinha sido retomado em novembro

Da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) derrubou, nesta quarta-feira (1º), a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aviões. A decisão foi tomada por unanimidade durante a primeira reunião ordinária do ano da diretoria colegiada da agência reguladora.

Ao considerarem uma melhora no cenário de covid-19 no Brasil, com redução de casos e mortes em relação a 2022, os diretores da Anvisa decidiram manter apenas a recomendação do uso de máscaras em aeroportos e aviões, sobretudo para grupos mais vulneráveis e pessoas com sintomas respiratórios.

“A Anvisa reforça que haverá a obrigatoriedade de fornecimento, por parte da tripulação, de máscara facial para casos suspeitos”, destacou a agência, por meio de nota.

Ainda de acordo com o comunicado, as seguintes medidas permanecem em vigor no país: desembarque de passageiros por fileiras; impedimento de viagens para casos confirmados de covid-19; exigência de limpeza e desinfecção de ambientes e aparelhos de ar-condicionado; e avisos sonoros sobre o uso de máscara em aeroportos e aeronaves.

Linha do tempo

A obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aviões no Brasil havia sido retomada em novembro do ano passado, diante de uma perspectiva de aumento de casos da doença. Algumas semanas depois, o país atingiu um novo pico de infecções por covid-19, com 350 mil novos casos.

Unimed Volta Redonda é o único do interior do Rio a figurar entre os 100 melhores hospitais do país

Da Redação

Pelo terceiro ano seguido, o Hospital Unimed Volta Redonda foi considerado um dos 100 melhores hospitais do Brasil pelo ranking The World’s Best Hospitals 2023, publicado pela revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. O Hospital é o único fora da Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro a figurar na lista, baseada nas indicações de profissionais de saúde; na opinião dos gestores dos hospitais; na experiência dos pacientes; e em indicadores de desempenho.

Unimed Volta Redonda se mantém na lista pelo 3º ano consecutivo.
Unimed Volta Redonda se mantém na lista pelo 3º ano consecutivo.

Para o presidente da cooperativa, Vitório Moscon Puntel, o resultado alcançado é fruto do cuidado com o atendimento humanizado, associado a uma equipe altamente qualificada e investimentos contínuos em tecnologia de ponta. Para 2023, há investimentos pensados no curto, mas também no longo. Um deles é a ampliação da central médica de esterilização do hospital de Volta Redonda, bem como a abertura da clínica de atendimento ao autismo, previsto para o primeiro semestre deste ano.

A direção também almeja tornar o hospital uma referência na área de transplantes. Nos próximos meses, deve receber autorização do Ministério da Saúde para realização das modalidades de fígado, rins e córneas. Atualmente, já são realizados transplantes de tecido e medula. “Galgamos três posições na última edição do ranking, o que corrobora a nossa busca em proporcionar a melhor assistência aos nossos clientes seguindo nosso propósito de cuidar da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma Vitório.

Vitório Moscon Puntel, presidente do Hospital Unimed Volta Redonda.