Despesas com saúde chegaram a R$ 711,4 bilhões em 2019
A maior despesa do governo foi identificada na saúde pública

 

Da Agência Brasil

As despesas com consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil corresponderam a 9,6% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e produtos fabricados no país) em 2019, sendo 3,8% gastos do governo e 5,8% despesas das famílias e de instituições sem fins lucrativos a serviço das famílias (IFSL), totalizando R$ 711,4 bilhões. As despesas de consumo do governo com saúde somaram R$ 283,61 bilhões, enquanto as famílias e as IFSL ficaram com R$ 427,8 bilhões.

A maior despesa por parte do governo foi identificada na saúde pública (3,1%), enquanto da parte das famílias o maior gasto ficou com a saúde privada (3,8%). Os dados são da pesquisa Conta-Satélite de Saúde, divulgada hoje (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, o consumo final de bens e serviços de saúde representava 8% do PIB, sendo 4,4% de participação das famílias e 3,6% do governo. Desde 2015, a participação do setor saúde no PIB nacional se mantém em nível superior a 9% ao ano.

Em comparação a 13 países selecionados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o único que apresenta maior percentual do consumo em saúde no PIB proveniente das famílias e o segundo que detém a menor participação da despesa com saúde do governo como proporção do PIB, depois do México (2,7%). As maiores despesas do governo com saúde no PIB são mostradas pela Alemanha (9,9%), França e Japão (9,3%, cada), Reino Unido (8%), Canadá (7,6%) e Suíça (7,5%).

Segundo o estudo, a despesa per capita do governo com consumo de bens e serviços de saúde alcançou R$ 1.349,60, em 2019, enquanto a despesa per capita das famílias e IFSL com saúde foi de R$ 2.035,60. Nas duas abordagens, foi registrado crescimento ao longo do tempo, desde 2010, quando o gasto público por habitante era de R$ 716,9 e das famílias era de R$ 870,9.

O principal gasto das famílias com saúde foi com serviços de saúde privada, que incluem despesas com médicos e planos de saúde. Essa despesa respondeu por 67,5% do total das despesas de consumo final de saúde das famílias em 2019.

Extensão

A Conta-Satélite de Saúde é uma das extensões do Sistema de Contas Nacionais que permite a elaboração de análises sobre o perfil e a evolução do setor de saúde, de forma comparável ao total da economia medido pelas Contas Nacionais. A pesquisa resulta de esforços interinstitucionais desenvolvidos com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Ministério da Saúde.

No consumo final das famílias em 2019, o destaque foi para saúde privada (R$ 282,67 bilhões) e medicamentos para uso humano (R$ 122,74 bilhões), o que correspondeu a 29,3% das despesas com saúde das famílias naquele ano. Do lado do governo, o produto de maior despesa foi a saúde pública, com R$ 225,89 bilhões. Os gastos com medicamentos distribuídos pelo governo totalizaram R$ 9,3 bilhões (3,3% da despesa de consumo final com saúde do governo), em 2019, aponta a pesquisa.

Os técnicos do IBGE observaram, contudo, que a despesa de consumo do governo não inclui os subsídios do Programa Farmácia Popular, cujo objetivo é fornecer à população medicamentos a um custo menor que o de mercado. Em 2019, esse programa totalizou despesas de R$ 2,3 bilhões, o que significa queda nominal de 17,2% em relação às mesmas despesas efetuadas em 2017, quando atingiram o valor nominal máximo na série de R$ 2,8 bilhões.

Oscilação

Em 2019, a participação das atividades de saúde no total das remunerações alcançava 9,8%, contra 8,3% em 2010; a participação das atividades de saúde no total de ocupações somou 7,4%, em 2019, mostrando expansão ante os 5,3% registrados em 2010.

A pesquisa mostra que o consumo final de bens e serviços de saúde em termos de volume não vem se mantendo ao longo do conjunto de anos analisado, oscilando para cima ou para baixo em anos de crise econômica: em 2011, o consumo com saúde cresceu 3,6%, contra 4,3% do consumo não saúde (todos os demais bens e serviços da economia).

Em 2019, os aumentos foram de 1% e 2%, respectivamente. Considerando a variação em volume do consumo em saúde das famílias, os números obtidos em 2011 foram expansão de 4,4%, para bens e serviços de saúde, e de 5,1% para bens e serviços não saúde. Em 2019, a evolução foi de 0,8% e 2,8%, respectivamente.

A análise do lado do governo, por sua vez, mostra que o aumento do consumo com saúde foi de 2,7% para bens e serviços de saúde e de 2% para bens e serviços não saúde, em 2011. Em 2019, houve variação positiva de 1,3% para bens e serviços de saúde e queda de 0,9% para bens e serviços não saúde.

Os pesquisadores do IBGE chamaram a atenção que, na média, para o período 2011/2019, as variações ao ano alcançaram 1,7% e 1,2% para bens e serviços de saúde e bens e serviços não saúde, respectivamente.

Importação

A pesquisa revela que os produtos relacionados à saúde tiveram baixa participação no comércio exterior de bens e serviços, correspondendo a apenas 0,8% da demanda total de exportação e a 5,3% das importações, em 2019. Nesse ano, a importação de medicamentos para uso humano foi de R$ 28,3 bilhões, ou o equivalente a 26,8% da oferta total desses produtos.

As importações de farmoquímicos (princípios ativos usados na produção de medicamentos) representaram 88,1% da oferta total em 2019, totalizando R$ 9,2 bilhões. Outro grupo com participação importante das importações na oferta total foram outros materiais para uso médico, odontológico e óptico, inclusive próteses, com 31,2%, em 2019 (R$ 5,7 bilhões).

Em 2010, o valor adicionado pelas atividades de saúde foi de R$ 202,3 bilhões, correspondendo a 6,1% do valor adicionado bruto (VAB) total da economia. Em 2019, o valor adicionado bruto (VAB) das atividades de saúde foi de R$ 497,1 bilhões, ou o equivalente a 7,8% do total da economia. O VAB é uma medida de geração de renda em cada atividade econômica, em um determinado período. O maior aumento de participação foi registrado pela atividade saúde privada, que passou de 2,1% do VAB total da economia, em 2010, para 3,2%, em 2019. Já a atividade saúde pública manteve média de participação de 2,2% no VAB total da economia.

Ocupações

Em termos de ocupações, as atividades relacionadas à saúde, englobando fabricação de produtos farmacêuticos, fabricação de instrumentos e material médico, odontológico e óptico, e comércio de produtos farmacêuticos, perfumaria e médico-odontológicos, tiveram expansão de 49,2% entre 2010 e 2019, enquanto na saúde privada o aumento foi de 62,9%. Já os postos de trabalho das atividades não saúde apresentaram evolução de 5,7%.

Entre 2011 e 2019, o crescimento acumulado das atividades de saúde foi de 15,1%, contra o aumento de 4,8% registrado para o restante da economia (atividades não saúde). A diferença de taxas de crescimento entre o setor saúde e o restante da economia fica muito evidente a partir de 2014, avaliaram os técnicos do IBGE. As atividades relacionadas à saúde ganharam participação no total de postos de trabalho no Brasil, passando de 5,3% das ocupações, em 2010, para 7,4%, em 2019.

Segundo a sondagem do IBGE, entre 2014 e 2016, houve queda de 5,8% nos postos de trabalho de atividades não saúde, enquanto as ocupações de saúde cresceram 9,5%. “A partir de 2017, a queda dos postos de trabalho não saúde foi revertida. Ainda assim, o crescimento das ocupações em atividades não saúde (5,1% de 2016 a 2019) foi inferior ao das atividades relacionadas à saúde (12,5% no mesmo período)”, relatou a pesquisa. Em 2019, as remunerações do setor saúde totalizaram R$ 316,3 bilhões e corresponderam a 9,8% do total de remunerações da economia.

Cuidado com a saúde emocional do capital humano é essencial para as organizações, diz CEO da Newa
Para Carine Roos, ambientes psicologicamente seguros são fundamentais para o florescimento humano

 

Cuidar da saúde emocional dos colaboradores contribui para a produtividade, destaca Carine

 

Da Redação

Mais do que nunca, a saúde emocional no ambiente de trabalho se tornou um assunto difundido entre os colaboradores, principalmente durante o período de isolamento social decorrente da pandemia, no qual os sentimentos de medo e incertezas tomaram conta da população. Com o retorno das atividades aos escritórios, seja no modelo híbrido ou presencial, outro tema que ganhou notoriedade no mundo corporativo foi o das lideranças compassivas. Afinal, hoje as empresas estão entendendo que sem os funcionários, elas não existiriam e, por isso, o cuidado com o capital humano se tornou essencial dentro das organizações.

“Hoje algumas empresas já estão tendo esse entendimento sobre a importância de um ambiente diverso e psicologicamente seguro para os colaboradores, tanto que já estão investindo em ações internas que visam o florescimento e a valorização do capital humano”, comenta Carine Roos, CEO e fundadora da Newa, consultoria de diversidade e bem-estar para as organizações.

Funcionários felizes e motivados são essenciais para manter um bom clima organizacional na empresa, além de preservar a produtividade e o rendimento no trabalho. Por isso, investir em diversidade e bem-estar emocional é um ponto positivo tanto para a marca empregadora quanto para os colaboradores.

“Tanto a empresa quanto o profissional ganham quando há incentivo à saúde emocional no trabalho. Portanto, é imprescindível que não só o RH, mas também as lideranças, puxem essa responsabilidade para si, dando a atenção necessária para essa questão e valorizando o bem mais precioso que existe nas organizações: as pessoas”, finaliza a CEO.

Unimed Volta Redonda elege nova diretoria executiva
Corpo administrativo ficará à frente da Cooperativa de 2022 a 2026

 

Na foto, a diretoria eleita. Da esq. para dir, Isis Lassarote, Vitório Moscon Puntel e Elaine de Fátima Nogueira

 

Da Redação

Durante Assembleia Geral Ordinária, realizada dia 31 de março, os cooperados da Unimed Volta Redonda elegeram, por aclamação, a nova Diretoria Executiva da Cooperativa para o mandato 2022 a 2026. Também foram eleitos, por votação, os membros dos conselhos de Administração, Fiscal e Técnico.  

A composição da diretoria eleita conta com o presidente, Vitório Moscon Puntel, médico, especialista em cirurgia torácica, com mestrado e doutorado pela UFRJ; a vice-presidente, Elaine de Fatima Nogueira, alergista; e a diretora, Isis Lassarote, clínica médica e endoscopista.  

Vitório participou da Fundação da Cooperativa em 1989. Entre 2002 e 2006 atuou como conselheiro fiscal, auditor médico e coordenador de auditoria médica na Unimed Volta Redonda. Em 2006 foi eleito diretor da Cooperativa, cargo que exerceu até 2014, quando assumiu a vice-presidência, permanecendo até março de 2022. É membro do conselho de administração, certificado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa- IBGC. Possui MBA em Executivo em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas e formação no Programa de Desenvolvimento de Dirigentes da Fundação Dom Cabral (FDC). 

Elaine é médica cooperada desde 2010. Na Unimed Volta Redonda, participou de comissões eleitorais e foi conselheira Fiscal na gestão 2017, eleita como membro da Diretoria Executiva em 2018. Possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Foi conselheira de administração da Cooperativa de 2018 a 2022, certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Em 2020 foi conselheira fiscal da Unimed Federação Rio.  

Cooperada desde 2008, Isis atuou como gerente médica do hospital de 2018 a 2022. Foi coordenadora da unidade de internação de 2015 a 2018 e mais recentemente e coordenou o serviço de Saúde Domiciliar. Durante quatro anos (2009-2013) foi diretora técnica do Hospital Municipal São João Batista. Possui formação no Programa de Desenvolvimento de Dirigentes da Fundação Dom Cabral (FDC), especialização em Gestão Hospitalar pela FioCruz e MBA em Inovação em Saúde pela Faculdade Unimed.  

Ao longo dos últimos 20 anos Vitório participou do dia a dia da Cooperativa e comenta os planos para o futuro.  

“Estou muito honrado e orgulhoso com esse novo desafio. Daremos continuidade à uma gestão transparente e ao trabalho de construção de competência e crescimento sustentável. Juntos, diretoria, cooperados e colaboradores, vamos continuar a escrever uma história de sucesso, unindo os dois fatores que considero primordiais para dar continuidade a todo o trabalho realizado até o momento: competência e experiência na gestão, aliado ao amor pela profissão de médico, nossa principal essência”, disse o presidente eleito.  

Durante a Assembleia também foi divulgada a prestação de contas e resultados da Cooperativa no exercício de 2021. A Unimed Volta Redonda encerrou o último ano com o resultado de R$ R$ 20.448.986 e patrimônio líquido de R$ 103.377.482. Já o faturamento teve um aumento de 18% e o capital social cresceu 13% em relação à 2020.

Atualmente, a Cooperativa conta com 468 médicos cooperados, mais de 68 mil clientes e mais de 2 mil colaboradores, movimentando a economia de toda região.  

“Entre nossas propostas, vamos ampliar os investimentos em inovação e expansão dos serviços próprios, desenvolver parcerias estratégicas para novos negócios e investir em ações de desenvolvimento, ambiente de trabalho e bem-estar para os cooperados. Todas essas ações colaboram com a sustentação e o crescimento da nossa Unimed, confirmam nossa posição de referência no mercado, que está cada vez mais complexo, tecnológico e competitivo, e reafirmam nosso propósito primordial que é cuidar das pessoas com o nosso Jeito Unimed de Cuidar”, pontuou Vitório. 

 

Conselho de Administração  

O Conselho de Administração assume agora um novo modelo de governança, que além de deliberativo, passa a ser fundamental no desenho da estratégia e apoio para que a diretoria continue executando a gestão dos negócios. O Conselho de Administração, é formado por: 

Dr. Vitório Moscon Puntel 

Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra 

Dra. Elizabeth Carolina Mathias de Araújo 

Dr. Christine Desireé Militão Guedes 

Dr. Evandro de Moraes e Silva 

Dr. Vandréa Livia de Souza Ferreira 

Dr. Clayton Lagoa Bellei 

Filme homenageia profissionais do Hospital de Campanha Lagoa-Barra
Lançamento do vídeo que registra o dia a dia da unidade será em 7 de abril

 

 

Da Redação

No auge da pandemia da Covid-19 em abril de 2020, quando centenas de pacientes aguardavam por um leito na rede pública do Rio de Janeiro, a abertura do Hospital de Campanha Lagoa-Barra foi fundamental para salvar vidas e reduzir a longa fila de espera. O cuidado com o bem-estar dos pacientes esteve presente desde ações simples, como a realização de videochamadas com parentes até a criação de um solário, onde os internados puderam aproveitar os banhos de sol. O incansável trabalho desses profissionais que estavam na linha de frente foi registrado pelas lentes de uma equipe de documentaristas, dirigidos pela cineasta Carol Benjamin, diretora de longas como As Mil Mulheres e Fico te Devendo uma Carta sobre o Brasil, e que assina o vídeo que será lançado no dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, às 20h.  

Produtora executiva da obra, Camila Soares explica que o filme nasceu da intenção de eternizar a história desses profissionais que se dispuseram a ocupar a linha de frente para salvar vidas com esperança, união e muita dedicação. Com duração de 30 minutos, o vídeo traz um olhar humanizado do dia a dia do hospital, mostrando a tensão no combate a uma pandemia, com as tristezas pelas perdas humanas, mas também a alegria a cada alta, bem como momentos de intimidade dos profissionais. “Aquelas histórias precisavam ser contadas, pois o microuniverso daquele hospital, representa, de certa forma, a história da humanidade em um momento muito desafiador de nossa história. Daqui a 50 anos nossos netos poderão assistir o momento em que o mundo parou e se uniu, num grande despertar”, reflete. Ainda como parte da estratégia de divulgação do audiovisual, serão realizadas lives com participação dos profissionais de saúde que atuaram no Hospital de Campanha e com a produção do filme para que possam contar detalhes e até mesmo histórias que não entraram no vídeo e como ele nasceu.   

Custeado integralmente pela iniciativa privada, o Hospital Lagoa-Barra recebeu, ao longo de 4 meses, aproximadamente 750 pacientes do sistema público de saúde, sendo 680 em leitos de unidade de terapia intensiva. A urgência pelos leitos exigiu na época um rápido e grande esforço coletivo para a construção do hospital em apenas 19 dias. A unidade, gerida pela Rede D’Or, mobilizou mais de mil funcionários. “Esse vídeo é uma homenagem a todos esses funcionários, pois a dedicação e o espírito de solidariedade deles salvaram centenas de vidas”, destaca o Vice-Presidente Médico da Rede D’Or, Leandro Reis.  

“Na Americanas temos como propósito somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas. O hospital Lagoa-Barra foi resultado da soma de muitos esforços no combate a uma das maiores crises sanitárias dos últimos tempos. Esse vídeo reconhece e deixa registrado todo esforço, comprometimento e obstinação desses profissionais que se doaram completamente ao projeto. Temos orgulho de ter apoiado essa iniciativa”, afirma Anna Saicali, CEO da IF, motor de inovação da Americanas S.A., e da Ame, fintech da companhia. “Foi uma iniciativa importante e imprescindível, que mostrou a sensibilidade da iniciativa privada diante de um momento difícil. O filme registra o envolvimento dos vários profissionais que atuaram sem medir esforços. A história passa assim para a posteridade”, reforça Beatriz Galloni, Diretora de Marketing e ESG do Banco Safra.   

O vídeo é uma coprodução Impacto Films e Daza Filmes e foi patrocinado pela Rede D’Or, Americanas S.A. e Banco Safra. O filme será lançado na página www.hospitallagoabarra.com.br. Junto com o filme também será promovida uma campanha de doação – www.hospitallagoabarra.com.br/doe – capitaneada pela Plataforma Impacto – www.goimpacto.com – que garante a transparência dos recursos doados de ponta a ponta, direcionando as doações para a SAS Brasil, que oferece telemedicina para comunidades remotas e de escassos recursos pelo Brasil, atuando em cidades carentes de acesso a médicos especialistas. “Desta forma o filme deixará um legado para que as pessoas possam agir e seguir impactando vidas através da saúde”, destaca Camila.