Nove estados e DF não registram mortes por covid-19 em 24 horas
País registrou a menor média móvel de óbitos pela doença em 2021

 

Da Agência Brasil

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que nove estados e o Distrito Federal não registraram mortes por covid-19 em 24 horas. São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Sergipe, Piauí, Rondônia, Amapá, Roraima, Acre e o Distrito Federal não tiveram mortes pelo vírus nesse período.

O país registrou hoje (8) a menor média móvel de óbitos pela doença em 2021. São 269,2 mortes na média móvel, além de 10,7 mil casos. Trata-se de uma queda de 21% em relação aos últimos 14 dias e de 91% em comparação com o pico da pandemia, em abril.

O Sistema Único de Saúde (SUS) aplicou mais de 281 milhões de doses de vacina. Segundo o ministério, o Brasil está com 88% da população-alvo vacinada com a primeira dose e 70% com o esquema vacinal completo – com a segunda dose ou dose única do imunizante.

“Para a Campanha de 2022, o Governo Federal garantiu mais de 354 milhões de doses, sendo 100 milhões serão da Pfizer, 120 milhões da Astrazeneca. Mais 134 milhões de vacinas remanescentes da Campanha de 2021 serão utilizadas no próximo ano”, informou o ministério.

A experiência de quem investe nos cooperados
Ações de bem-estar, desenvolvimento de competências e comunicação transparente impulsionam para o engajamento dos médicos na Unimed Volta Redonda

 

Da Redação

O cooperativismo se expande no Brasil. Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020, do Sistema OCB, de 2019 para 2020, o número de cooperados no país cresceu de 14,4 milhões para 15,5 milhões. Esse crescimento é fundamental, pois são os cooperados a base para o sucesso de qualquer cooperativa. O número mostra que o setor tem conseguido atrair, engajar e desenvolver neles o sentimento de pertencimento para se identificarem como sócios do negócio. “Eles são a força que movimenta e que impulsiona o crescimento da cooperativa”, afirma o presidente da Unimed Volta Redonda, o Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra.

Dr. Luiz Paulo fala com conhecimento de causa. Após mais de três décadas, a cooperativa, hoje, reúne 471 médicos cooperados que mantém firme o propósito de cuidar da saúde e bem-estar das pessoas. O presidente explica que, desde o início, sempre foi prioridade investir na relação com todos os cooperados, para assegurar que eles tivessem a percepção de sua importância, do seu papel e responsabilidade no futuro do empreendimento.

Atualmente, entre as ações em andamento estão o Platão, um espaço de compartilhamento de saberes, onde os cooperados podem trazer temas clínicos diversos para compartilhar com os colegas; a Interface, programa de encadeamento produtivo com foco no desenvolvimento na gestão de clínica e consultórios, com o objetivo de trazer mais competitividade para o mercado de trabalho; o Plano de Sucessão, que visa preparar e desenvolver os cooperados para uma futura sucessão na Cooperativa, de forma transparente e segura, além de ações para apoiar, impulsionar e desenvolver as clínicas e consultórios.

E do que depender do presidente da Unimed Volta Redonda, mais iniciativas estão por vir.  Ele avalia que é preciso continuar trabalhando para cuidar do cooperado em todos os aspectos: pessoal, familiar, desenvolvimento, no ambiente de trabalho, considerando os seus diversos papéis, seja como prestador de serviço, sócio da Cooperativa, gestor, cliente e investidor. “Permanecemos firmes no compromisso com a valorização do médico e de melhores condições de trabalho”, afirma o Dr. Luiz Paulo, que costuma sempre defender a construção de competência como um dos principais aspectos para valorização dos cooperados.

No caso específico da medicina, que a cada mês apresenta novos avanços em tratamentos e diagnósticos, os investimentos em capacitação são contínuos e não pararam nem mesmo durante a pandemia. De 2020 para cá, foram injetados quase 1 milhão de reais em desenvolvimento médico.

É por meio de iniciativas que trazem benefícios e facilidades, bem como de uma comunicação transparente e aberta ao diálogo, que a Unimed Volta Redonda estabeleceu a relação de sucesso com os seus cooperados. “Em 2019, iniciamos o projeto diálogos estratégicos, que são quatro reuniões anuais onde se debate um tema geral com os cooperados. Tudo para aproximá-lo do dia a dia da Unimed e mantê-lo engajado com os nossos objetivos”, destaca Dr. Luiz Paulo.

Por conta da pandemia, os encontros passaram a ser online. Também são feitos informativos quinzenais, em formato de blog, com atualizações sobre a cooperativa, vídeos e espaço para o médico interagir com as postagens e enviar seu próprio conteúdo. Toda a dedicação em prol dessa relação é reconhecida pelos cooperados, que registram o alto índice de 96% de satisfação na última pesquisa realizada pela Unimed.

O Dr. Luiz Paulo avalia que a pesquisa comprova que o trabalho tem sido bem-feito e que a Cooperativa tem cumprido seu papel de acompanhar de perto a jornada dos cooperados, oferecendo ferramentas e iniciativas que contribuam para a sua vida pessoal e profissional. Há ações de bem-estar e de qualidade de vida, bem como de desenvolvimento de competências e qualificações, além de recursos que facilitem o dia a dia do médico no consultório. “Também acabamos de iniciar a campanha Orgulho de Ser Cooperado. Na programação, estão previstos eventos online e presenciais, além de muitas atividades idealizadas para que os médicos possam expressar seu orgulho em fazer parte da Unimed Volta Redonda” destaca o presidente.

Pfizer inicia teste de medicamento contra covid-19 no Rio de Janeiro
Podem participar voluntários que tenham testado positivo e familiares

 

Da Agência Brasil

Dois estudos clínicos iniciados no Rio de Janeiro buscam voluntários que tenham testado positivo para a covid-19 e estejam na fase inicial da doença, com sintomas leves, para testar um medicamento novo contra o agravamento da infecção. Também podem participar pessoas que tenham algum familiar doente, para testar se o medicamento evita a contaminação. Os voluntários devem ter a partir de 18 anos de idade e serão acompanhados por 42 dias.

São 29 centros autorizados a fazer os testes no Brasil, com os tratamentos desenvolvidos pelas empresas biofarmacêuticas americanas Pfizer e Clene Nanomedicine.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, os estudos serão conduzidos pelo Instituto Brasil de Pesquisa Clínica (IBPClin). De acordo com o diretor médico do IBPClin, Luís Russo, os voluntários com sintomas leves participarão do teste da Clene Nanomedicine.

“A pessoa tem que estar com a covid-19 nos primeiros cinco dias. É um estudo com um novo medicamento à base de nanotecnologia. É um composto líquido de nanopartículas de zinco e prata, para prevenir que a pessoa que pegue a doença seja hospitalizada. Ou seja, quando a pessoa pega a covid, tem o teste positivo, ela entra em contato com o nosso centro de pesquisa para utilizar essa medicação, para prevenir que ela evolua para um caso mais grave e precise de hospitalização”.

O outro tratamento utiliza a molécula PF-07321332, desenvolvido pela Pfizer, um antiviral da classe dos inibidores de protease, associado ao ritonavir. Russo explica que este estudo clínico é destinado a quem está com um familiar com covid-19, mas que tenha testado negativo para a doença.

“A molécula PF-07321332 é utilizada junto com um outro antiviral, recém-aprovado pelas autoridades internacionais, que é o ritonavir, um comprimido. Estamos conduzindo um teste clínico para aquelas pessoas que não adquiriram a doença, mas que tem um familiar em casa, o marido, a esposa, uma tia, uma avó, que estão com covid-19”.

Para ele, o tratamento em teste é um avanço importante para o combate à pandemia. Mas o médico destaca a necessidade de se manter as medidas sanitárias preventivas, como o uso de máscaras, evitar aglomerações e reforçar a higiene das mãos, além de tomar a vacina.

“O Brasil tem se colocado numa posição de muita visibilidade, não só pela prevalência da doença, que vem até diminuindo, graças a Deus e graças às vacinas e ao isolamento social, o uso de máscaras, isso tudo deve continuar. Mas é muito importante a gente ter também medicamentos para tratar a covid-19, ou para evitar que a pessoa fique doente. Porque a vacina obviamente ela dá uma proteção muito boa, mas ela não é 100% em todos os casos. E algumas pessoas que não tomaram a vacina podem precisar desses antivirais como tratamento da covid-19”.

O estudo já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo Comitê de Ética em Pesquisa e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde.

A seleção dos voluntários começou na semana passada e segue até o fim de novembro. Serão escolhidas 90 pessoas para participar do estudo clínico, que não tem custo para o voluntário. Os participantes recebem recursos para alimentação e transporte. No Rio de Janeiro, os voluntários devem comparecer na sede da IBPClin, na rua da Glória número 344, na Glória, zona sul da capital. Mais informações pelos telefones (21) 2527-7979 e (21) 98556-4888.

Presidente do STF e ministro discutem sobre judicialização da saúde
Marcelo Queiroga disse que judicialização onera sistema público

 

Da Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu na quinta-feira (04) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para tratar sobre a judicialização da saúde.

Em julho, Fux determinou que o governo federal garanta o fornecimento do medicamento Zolgensma para uma criança com Amiotrofia Muscular Espinhal Tipo 2 (AME). O remédio custa cerca de R$ 2 milhões no Brasil. Acompanhado do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Bruno Bianco, Queiroga entregou memorais com o posicionamento do Ministério da Saúde sobre os remédios para doenças raras.

De acordo com o ministro da Saúde, a judicialização da saúde inverte prioridades e onera o sistema público de saúde.

“São medicamentos de altíssimo custo. É uma pauta sensível, nós nos sensibilizamos com essas crianças, com seus familiares, mas nós temos que ter a certeza de estar oferecendo uma politica pública que traga resultados, que sejam capazes de melhorar a vida dessas crianças”, afirmou.

Em entrevista após a reunião, Queiroga também defendeu a portaria do Ministério do Trabalho que impede demissão de quem não tomou vacina contra a covid-19. O objetivo é impedir demissões, segundo o ministro.

“Penso que é neste sentido que o Ministério da Saúde se manifesta. O Ministério da Saúde historicamente pugnou pela defesa do emprego. Então, nós achamos muito drástico demitir pessoas porque elas não quiseram se vacinar”, afirmou.