Pfizer: comprimido antiviral reduz risco de covid-19 grave em 89%
Anúncio foi feito hoje pela farmacêutica

 

Da Agência Brasil

Um teste do comprimido antiviral experimental contra covid-19, da Pfizer, foi interrompido antes do previsto depois que se demonstrou que o remédio diminui em 89% as chances de hospitalização ou morte em adultos com risco de desenvolver a doença de forma grave, anunciou a empresa nesta sexta-feira (5).

Os resultados parecem superar os do comprimido molnupiravir, da MSD, que no mês passado mostrou diminuir à metade metade a probabilidade de hospitalização ou morte de pacientes de covid-19 também com risco alto de desenvolverem uma doença grave.

Nenhuma das empresas disponibilizou os dados completos dos testes.

A Pfizer disse que pretende apresentar resultados provisórios do teste de seu comprimido – que é administrado juntamente com um antiviral mais antigo chamado ritonavir – à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) como parte da solicitação de uso emergencial que fez em outubro.

O tratamento combinado, que terá o nome comercial Paxlovid, consiste em três comprimidos administrados duas vezes por dia.

A análise planejada de 1.219 pacientes do estudo da Pfizer analisou hospitalizações ou mortes de pessoas diagnosticadas com covid-19 de branda a moderada, com pelo menos um fator de risco de desenvolvimento da doença de forma grave, como obesidade ou idade avançada.

A farmacêutica informou ainda que 0,8% dos que receberam o medicamento três dias depois do surgimento de sintomas foram hospitalizados, e que nenhum havia morrido depois de 28 dias de tratamento.

Reino Unido aprova pílula antiviral para tratamento da covid-19
País é o primeiro a liberar o tratamento

 

Da Agência Brasil

O órgão regulador de medicamentos britânico anunciou nesta quinta-feira (4) que aprovou uma pílula antiviral contra a covid-19, desenvolvida conjuntamente pela farmacêutica MSD e pela Ridgeback Biotherapeutics. O Reino Unido torna-se o primeiro país a liberar um tratamento que tem o potencial de mudar o curso da pandemia.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) recomendou que o produto, chamado molnupiravir, seja usado o mais rapidamente possível após um diagnóstico positivo de covid-19 e cinco dias após o início dos sintomas.

Este é o primeiro tratamento antiviral por via oral contra a doença a ser aprovado, e o aval britânico acontece antes de uma potencial luz verde de órgãos reguladores dnos Estados Unidos. Conselheiros da agência norte-americana se reunirão neste mês para discutir se o molnupiravir deve ser aprovado.

O medicamento, que receberá o nome comercial de Lagevrio no Reino Unido, tem sido observado de perto. Dados mostraram, no mês passado, que ele reduz à metade as chances de morrer ou ser hospitalizado por causa do novo coronavírus, para aqueles com risco maior de desenvolver formas graves da covid-19 quando recebem o medicamento no início.

O governo britânico disse que o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do país irá confirmar, no devido tempo, como o medicamento será aplicado em pacientes.

No mês passado, o Reino Unido fechou acordo com a MSD para garantir 480 mil tratamentos com o molnupiravir.

Em comunicado separado, a MSD afirmou que espera produzir 10 milhões de unidades até o final deste ano, com 20 milhões a serem produzidos em 2022.

Iniciativa FIS realizará webinar sobre o 5G na saúde
O evento será transmitido ao vivo no Youtube

 

 

Da Redação

A partir da elaboração e do uso da primeira geração de internet móvel, mudou-se completamente o funcionamento dos celulares. Com o 3G e o surgimento dos smartphones apareceram funcionalidades que antes não tinham no celular. O 4G possibilitou uma velocidade maior de transferência de dados e, também de acessibilidade, já a tão esperada quinta geração de Internet promete revolucionar a maneira de transmissão de dados, e assim, impactando ainda mais alguns setores como a Saúde.

Com a expectativa e a necessidade de debater sobre o tema, principalmente para o setor da Saúde,a Iniciativa FIS fará na próxima quarta-feira (29/09), às 18h, o Webinar 5G e o Impacto na Saúde do Brasil. O painel será totalmente gratuito para o público e terá a mediação do presidente da Iniciativa FIS, Dr. Josier Vilar.

Sobre a relevância do tema, o Dr. Josier Vilar acredita que o mundo digital possa gerar uma acessibilidade na Saúde: – “Uma grande oportunidade de discutirmos a conexão da saúde brasileira ao mundo digital, que permita o acesso de todos os brasileiros a uma medicina de qualidade sem deixar de lado a humanidade necessária”, ressalta.

Na enorme capacidade de movimentar dados gigantescos e com velocidade, o 5G vai refletir em informações de mais qualidade e em tempo real, são essas as expectativas do diretor Global de Princing & Market Acess na IQVIA, André Ballalai. Ele completa que com essa tecnologia vai resultar num maior acesso de maneira geográfica dos dados de Saúde, principalmente em regiões que tenham pouco acesso a infraestrutura de saúde.

Para o chefe da Disciplina de Telemedicina do Departamento de Patologia da FMUSP, Dr. Chao Lung Wen, vê uma telemedicina cada vez mais fundida no dia-a-dia da medicina e formando até 2025 a Medicina Conectada: – “Embora muitos digam que a Telemedicina é a medicina à distância, eu diria que a Medicina Conectada será a Medicina Sem Distância. Isto significa que os pacientes, independentemente de onde estejam, poderão ser continuamente acompanhados pelos seus serviços médicos e de saúde. A relação médico e paciente poderá ser muito melhor com a Medicina Conectada”, conta.

O Webinar terá exibição no canal do Youtube da Iniciativa FIS com tradução simultânea para o espanhol. Também estarão presentes nesse encontro: o diretor Global de Princing & Market Acess na IQVIA, André Ballalai, o chefe da Disciplina de Telemedicina do Departamento de Patologia da FMUSP, Dr. Chao Lung Wen, o Deputado Federal pelo Estado do Espírito Santo, Felipe Rigoni, o presidente da Fundação Adib Jatene, Dr. Roberto Botelho e o Diretor de Tecnologia da Nokia na América Latina, Wilson Cardoso.

Serviço:

Webinar:

Data: 29/09/2021

Horário: 18h

Link de acesso: https://www.youtube.com/watch?v=FXLsJFBJoLc

Santa Casa de São Paulo vende a operação do Hospital Santa Isabel por R$ 280 milhões
Unidade é voltada exclusivamente ao atendimento de planos de saúde e de pacientes particulares

 

Da Redação

A Mesa Administrativa da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo aprovou por unanimidade, nessa quarta-feira, 27 de outubro, a venda da operação do Hospital Santa Isabel, unidade de atendimento voltada para atender clientes de planos de saúde e pacientes particulares.

O objetivo da Irmandade é usar o recurso da venda da operação e do aluguel do imóvel à Rede D’Or São Luiz para reduzir a sua dívida bancária e investir em melhorias ao atendimento dos pacientes do SUS.

Devido ao endividamento da instituição, a direção decidiu vender a operação dessa unidade hospitalar, preservando a propriedade do imóvel, entendendo ser essa uma equação financeira viável, para seguir e manter-se como uma das principais unidades prestadoras do atendimento ao paciente do SUS, sua razão de ser como instituição filantrópica.

Com a venda da operação, a Irmandade receberá R$ 280 milhões e garantirá um aluguel anual de longo prazo e com isso fará o saneamento de suas dívidas. Adicionalmente, a Rede D’Or se compromete a investir na reforma de aproximadamente 3 mil m2 para o atendimento do paciente SUS.

Importante ressaltar que os colaboradores do Hospital Santa Isabel deverão manter suas atividades profissionais normalmente, uma vez que a Rede D’Or São Luiz é um dos maiores empregadores do país.

“Com essa operação, podemos retomar nossa capacidade de investimento e atendimento aos pacientes do SUS, através da modernização e ampliação de nossas instalações do Hospital Central, que já conta com 623 leitos em prol da população, reforçando o nosso legado de 460 anos”, conclui Vicente Renato Paolillo, Provedor da Irmandade.