MedRio Check-up promove encontro sobre prevenção dermatológica
Evento faz parte das comemorações de 30 anos da clínica

 

 

Da Redação

A MedRio Check-up recebe no próximo dia 07 o dermatologista Omar Lupi, que vai falar sobre lesões dermatológicas. A palestra faz parte da série Encontro Científico com a Prevenção, que a clínica realiza pelos seus 30 anos. Ao longo de um ano, sempre na primeira segunda-feira do mês, um especialista vai debater com a equipe médica da MedRio sobre os avanços de medicina e formas de prevenção. Este será o quarto encontro. Nos eventos anteriores, foram abordados o câncer de mama, doenças ginecológicas e urológicas. Omar é membro titular da Academia Nacional de Medicina e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Ele já foi presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Líder brasileira em medicina preventiva, a MedRio realizou, desde 1990, mais de 150 mil check-ups médicos em executivos, homens e mulheres, das maiores empresas do país. A clínica agrega uma equipe médica de ponta, constituída por vários professores universitários, utilizando equipamentos de alta tecnologia e modernizados constantemente, apresenta um laboratório para as análises clínicas com excelência no mercado e, permanentemente investe em inovação. Tudo em um ambiente moderno, confortável e seguro.

Mutirão pela vacina
FBH oferece hospitais privados para auxiliar na vacinação

 

Morato ofereceu o apoio da rede privada hospitalar para agilizar a vacinação

A Federação Brasileira de Hospitais enviou um ofício ao Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, oferecendo os hospitais privados para auxiliar na vacinação contra a Covid-19 em todo o território nacional. A proposta é de que os mais de 4 mil estabelecimentos filiados à FBH funcionem como postos de vacinação. O presidente da Federação, Aldevânio Francisco Morato, observa que a rede privada de saúde vem trabalhando em conjunto com o poder público e já foi responsável por mais de R$ 400 milhões investidos de apoio ao SUS no combate à pandemia. Além disso, a rede privada também responde por 62% dos atendimentos no SUS.

Clínica São Vicente inaugura centro médico no Shopping da Gávea
Unidade atua de forma integrada ao hospital para oferecer os melhores tratamentos em oncologia

 

 

Da Redação

O Rio de Janeiro ganhou uma nova opção de serviço em Oncologia. A Clínica São Vicente inaugurou um novo Centro Médico no Shopping da Gávea. Com 1.400m2, a unidade oferece atendimento especializado em oncologia, além de consultas em diversas outras especialidades médicas. O novo espaço dispõe de treze consultórios, seis salas para infusão de medicamentos antineoplásicos e imunobiológicos e nove quartos reservados para os tratamentos que exigem um maior tempo. O Centro tem capacidade para duas mil consultas por mês e oitocentos atendimentos e conta com o serviço laboratorial da Richet.

A unidade conta com infraestrutura moderna e tecnologia de ponta, oferecendo ambientes amplos e confortáveis para acolher bem cada paciente. A atuação integrada com a unidade hospitalar da Clínica São Vicente, permite um cuidado ainda mais personalizado: os pacientes em tratamento podem optar por fazer exames ou passar em consulta no Centro Médico e utilizar a estrutura hospitalar sempre que necessário.

 

A reunião de profissionais de diferentes especialidades é outro importante diferencial do serviço. “Ter um serviço integrado possibilita que os médicos possam discutir o caso de cada paciente de forma multidisciplinar, resultando em uma maior objetividade e ganho de tempo, fatores fundamentais para muitas doenças”, destaca o diretor da Clínica, Paulo Tinoco, que ainda ressalta que, para o paciente, o grande benefício é não precisar se deslocar para outros centros de saúde para realizar cada etapa do tratamento.

O Estado da Arte em Oncologia

A nova unidade nasce como referência para atendimento oncológico na região, onde os pacientes com suspeita ou diagnóstico já definido de câncer poderão contar com todos os especialistas necessários para a avaliação de seu caso em um único lugar.  Para esses pacientes, o atendimento integrado traz perspectivas ainda melhores, pois quanto mais cedo o diagnóstico e início do tratamento, maiores são as chances de cura. Além das terapias antineoplásicas, o Centro Médico oferece atendimento especializado nas áreas de nutrição e psicologia. “Nosso foco sempre é o paciente. Por isso, buscamos oferecer o que há de mais atual em tratamentos, mas também priorizando o conforto, para melhorar, no que for possível, o bem-estar do paciente”, destaca Marcus Vinicius, diretor regional da Oncologia D’Or Rio de Janeiro, que assegura que a unidade está preparada para atender com segurança durante a pandemia.

Com vacina de Oxford, Reino Unido prevê começar ‘volta ao normal’ na Páscoa; e o Brasil?
O país europeu encomendou até agora 100 milhões de doses dessa vacina

Da BBC Brasil

“Depois da aprovação das vacinas pelos rigorosos órgãos reguladores, nós esperamos começar a vacinar em dezembro. O grosso do programa de vacinação seria em janeiro, fevereiro e março. E esperamos que em algum momento logo após a Páscoa, as coisas começarão a voltar ao normal.”

A previsão acima foi feita pelo ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, no mesmo dia que foram divulgados os resultados da eficácia da vacina Oxford/AstraZeneca (de até 90%).

O país europeu de 68 milhões de habitantes encomendou até agora 100 milhões de doses dessa vacina. Essa, aliás, é a mesma quantidade prevista para o primeiro semestre de 2021 pelo Brasil, país de 212 milhões de habitantes.

Mas por que a Páscoa se tornou uma luz no fim do túnel e o que isso aponta para o Brasil?

Há dois pontos centrais aqui. Primeiro, a Páscoa (4 de abril) ocorre após o inverno britânico, período em que doenças respiratórias disparam. Segundo, estariam protegidos dois dos grupos mais atingidos pela covid-19: os idosos e os profissionais de saúde.

Vacinar 12 milhões de pessoas no país com mais de 65 anos teria um impacto enorme na mortalidade. Afinal, mais de 90% das mortes no país atingiram essa faixa etária.

“Com o vento favorável, nós devemos conseguir imunizar até a Páscoa a grande maioria das pessoas que mais precisam de proteção”, afirmou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

Mas o médico-chefe do Departamento de Saúde do Reino Unido, Chris Whitty, lembrou que a vida não voltará ao normal de uma hora para outra. “O vírus não vai desaparecer. Ele se tornará menos e menos perigoso para a população em etapas.”

Especialistas ressaltam também que pandemia está longe de estar sob controle e que as perspectivas de vacinas eficazes contra covid-19 não significam que as pessoas devem abandonar os cuidados adotados, como distanciamento social, uso de máscaras e higiene das mãos.

Vacinar 12 milhões de pessoas no país com mais de 65 anos teria um impacto enorme na mortalidade. Afinal, mais de 90% das mortes no país atingiram essa faixa etária.

“Com o vento favorável, nós devemos conseguir imunizar até a Páscoa a grande maioria das pessoas que mais precisam de proteção”, afirmou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

Mas o médico-chefe do Departamento de Saúde do Reino Unido, Chris Whitty, lembrou que a vida não voltará ao normal de uma hora para outra. “O vírus não vai desaparecer. Ele se tornará menos e menos perigoso para a população em etapas.”

Especialistas ressaltam também que pandemia está longe de estar sob controle e que as perspectivas de vacinas eficazes contra covid-19 não significam que as pessoas devem abandonar os cuidados adotados, como distanciamento social, uso de máscaras e higiene das mãos.

O público-alvo detalhado só será apresentado após a aprovação das vacinas, mas certamente estarão na frente da fila os grupos mais vulneráveis (idosos e pessoas com comorbidades) e os mais expostos (profissionais de saúde).

Segundo dados do governo brasileiro, 76% das mortes por covid-19 até setembro no país atingiram pessoas com mais de 60 anos. Essa faixa etária reúne 28 milhões de brasileiros, ou 13% da população total.

Outro eixo dos 10 apresentados pelo Ministério da Saúde diz respeito a identificar as pessoas que integram os grupos de risco da covid-19, entre elas, pessoas com comorbidades como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas/cerebrovasculares, doenças pulmonares e renais, obesidade, câncer e anemia falciforme, além de quem recebeu transplante.

Um levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que 86 milhões de pessoas no Brasil têm pelo menos uma dessas doenças que podem agravar seriamente uma infecção por covid-19. Ou seja, 47% dos brasileiros com idade entre 18 e 65 anos estão nesse grupo de risco.