Oficinas de judô gratuitas atendem 400 jovens em Ribeira de Pombal, na Bahia

Projeto Caravana do Judô promoveu atividades para mais de 400 crianças.

Mais de 400 crianças e adolescentes participaram das oficinas gratuitas de judô realizadas pela Federação Baiana de Judô (Febaju) de 12 a 14 de setembro, em Ribeira do Pombal. As oficinas fazem parte do projeto Caravana do Judô, que é patrocinado pela Unimed Nacional e busca, através da arte marcial, contribuir no desenvolvimento intelectual, no autocontrole, na sociabilidade e na disciplina dos jovens. A Caravana também promoveu atividades em ginásios municipais de Lauro de Freitas, Santo Antônio de Jesus, Itabuna e Ilhéus.

Ortopedista e com longa experiência em medicina esportiva, o diretor Comercial e Marketing da Unimed Nacional, Walter Cherubim, destaca que o projeto vai ao encontro dos valores da Cooperativa, pois promove, através do esporte, qualidade de vida. “A prática regular de esportes fortalece a musculatura, melhora a saúde cardiorrespiratória e ajuda a prevenir doenças”, explica.

O projeto é patrocinado através da Lei de Incentivo ao Esporte (n.º 11.438/06) e conta também com o apoio do Governo Estadual, por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia e das prefeituras locais.

Sobre a Unimed Nacional

A Unimed Nacional é responsável pela operação nacional dos planos de saúde da marca Unimed, além de comercializar assistência médica com foco regional nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ilhéus, na Bahia; Luziânia (GO); São Luís (MA); Brasília (DF); São Paulo e ABC (SP). Cuida de mais de 2,2 milhões de beneficiários, a maioria de grandes corporações nacionais e multinacionais. Os seus 25 anos de história foram construídos com base em relações de respeito ao ser humano, ética, compromisso social e espírito cooperativista. Sempre pautada no diálogo, transparência, execução eficiente e resultados sólidos, traçando, assim, um caminho em busca de uma gestão mais saudável e viável para todos. Mais do que ser uma operadora, a Unimed Nacional busca se consolidar como uma plataforma de saúde e bem-estar que integra recursos próprios e grandes parcerias estratégicas, buscando desempenhar um papel transformador na Saúde Suplementar e impactar positivamente a vida de clientes e associados.

Casos de covid-19 continuam a crescer no Rio e em São Paulo
Informação é do Boletim Infogripe, da Fiocruz

Da Agência Brasil

O Boletim Infogripe, divulgado nessa quinta-feira (28) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que os estados de Rio de Janeiro e de São Paulo continuam tendo aumento de casos de covid-19. Segundo o coordenador do boletim, Marcelo Gomes, a circulação do vírus Sars-Cov-2 nesses locais continua levando a internações. 

“No Rio de Janeiro continua tendo um ritmo de crescimento na curva de novos casos semanais de covid-19. Em São Paulo, é um ritmo lento de crescimento, restrito, assim como no Rio de Janeiro, à população de idade mais avançada. Mas é um sinal de que está presente. Ou seja, o vírus está circulando com maior intensidade, levando a aumento das internações, principalmente nos grupos mais vulneráveis”, explica Gomes.

Segundo ele, esse cenário é restrito principalmente aos dois estados. O pesquisador afirma que é importante manter o reforço em relação à convocação da população para que esteja em dia com a vacina contra a doença.

O boletim usa como base os dados da semana epidemiológica 38 (de 17 a 23 de setembro). Nas últimas quatro semanas, 44,2% dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país foram provocados pela covid-19. Entre os óbitos, a covid-19 responde por 77,5%.

OMS alerta para aumento de casos de cólera no mundo
Crescimento foi de 25% em relação a 2021

Da Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta esta semana para o aumento de casos de cólera no mundo. De acordo com a entidade, em 2022, foram registrados mais que o dobro de casos da doença que em 2021 – 472.697 contra 223.370. Além disso, 44 países reportaram notificações da doença – um aumento de 25% em relação aos 35 países que reportaram casos em 2021. 

“Não só houve mais surtos, mas os surtos foram maiores”, destacou a OMS. Os dados mostram que sete países – Afeganistão, Camarões, República Democrática do Congo, Malawi, Nigéria, Somália, Síria e República Árabe – reportaram mais de 10 mil casos suspeitos ou confirmados no ano passado. “Quanto maior o surto, mais difícil é normalmente controlá-lo”.

Os números sugerem que, em 2023, o aumento de casos deve se manter – atualmente, 24 países já confirmaram surtos de cólera em andamento, sendo que alguns deles enfrentam o que a OMS chama de “crises agudas” provocadas pela doença.

A entidade lembrou que a cólera é uma infecção intestinal aguda que se espalha através de alimentos e água contaminados com fezes contendo a bactéria Vibrio cholerae e que o quadro está intimamente ligado à falta de água potável e saneamento adequado, à pobreza e aos conflitos.

“As alterações climáticas também desempenham seu papel neste recrudescimento, uma vez que acontecimentos climáticos extremos, como inundações, secas e ciclones desencadeiam novos surtos e agravam os já existentes.”

Além disso, o aumento na procura por mecanismos de combate à cólera configura o que a entidade classifica como desafio para os esforços no controle de doenças em todo o mundo.

Desde outubro do ano passado, o Grupo de Coordenação Internacional (ICG, na sigla em inglês), organismo que gere o abastecimento de emergência de vacinas – optou por suspender o esquema padrão de vacinação em duas doses nas campanhas de resposta a surtos de cólera, utilizando, em vez disso, uma abordagem com dose única.

 

Prefeitura do Rio aplica quase 28,5 mil doses de vacinas em escolas
Em 30 dias, estudantes receberam 28.489 doses de imunizantes diversos

Da Agência Brasil

Lançado em 15 de agosto, o Programa Vacina na Escola, da prefeitura carioca, aplicou nos seus primeiros 30 dias de vigência 28.489 doses de imunizantes diversos em escolas públicas e privadas localizadas na capital do estado. Do total de doses, 11,5 mil foram da vacina HPV quadrivalente, que previne contra o câncer de colo de útero, entre outros tipos de câncer.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, mostram que a doença atinge 17 mil brasileiras a cada ano. Em 2021, o HPV causou 6.606 óbitos no país, o que representa uma taxa de 6,06 mortes a cada 100 mil mulheres

O Programa Vacina na Escola faz parte da campanha Vacina, Rio. A mobilização intersetorial engloba um conjunto de iniciativas para estimular a imunização dos cariocas de todas as idades e em todas as regiões do município.

O programa é voltado para as escolas das redes municipal e estadual localizadas na cidade do Rio de Janeiro, mas aberto também para as unidades privadas que queiram participar. Até 15 de setembro, 1.220 instituições de ensino receberam as equipes de vacinação e outras 500 serão atendidas nas próximas semanas. Estão incluídas vacinas de rotina como meningo C, varicela, febre amarela, hepatite A, pentavalente, pneumo 10, poliomielite, rotavírus e HPV, entre outras.

Vacina voluntária

A vacinação nas escolas é voluntária, mas precisa ser autorizada pelos pais dos alunos, por escrito ou presencialmente. O aluno deve levar sua caderneta de vacinação para avaliação pelos profissionais de saúde, que aplicarão as doses necessárias para atualização do esquema vacinal. Todos os imunizantes dos calendários da criança e do adolescente são disponibilizados no programa, obedecendo a faixa etária dos alunos de cada unidade. A vacina contra o HPV, especificamente, já foi aplicada nas escolas em 6.610 meninos e em 4.951 meninas.

A neoplasia de colo de útero é o quarto tipo de câncer que mais atinge mulheres no mundo. Desde 2014, a vacina HPV quadrivalente é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.

O imunizante atua na prevenção de lesões genitais pré-cancerosas de colo de útero e contra as verrugas genitais em mulheres e homens. Ao mesmo tempo, ela estimula o organismo a produzir anticorpos que vão agir contra o vírus, transmitido durante a relação sexual.

Por isso, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) indica que a aplicação da vacina seja anterior ao início da vida sexual, antes do possível contato com o vírus. O HPV também pode causar câncer de pênis, ânus, vulva, vagina e orofaringe, informou a Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro.