Casos de covid-19 aumentam 80% no mundo; mortes têm queda de 57%
Total de novos casos ficou em 1,5 milhão e de óbitos, em 2,5 mil

Da Agência Brasil

Cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Os números mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos provocados pela doença, a região do Pacífico Ocidental identificou aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos. Desde o dia 6 de agosto, mais de 769 milhões de casos foram reportados globalmente, além de cerca de 6,9 milhões de mortes.

“Atualmente, os casos relatados não representam com precisão as taxas de infecção devido à redução de testes e relatórios globalmente. Durante esse período de 28 dias, 44% (103 de 234) dos países relataram pelo menos um caso à OMS – uma proporção que vem diminuindo desde meados de 2022”, destacou a entidade em comunicado.

Proporção de idosos com 65+ em planos de saúde é similar à da população em geral

Por Tonico Galvão

A proporção de idosos com 65 anos ou mais (65+) na base de beneficiários dos planos de saúde, em 2022, era de 10,3%, muito próxima dos 10,5% da população brasileira nessa faixa etária. Como revela estudo feito pelo Núcleo de Saúde da SP4 Comunicação, entre 2012 e 2022, essa foi a que mais cresceu nos planos: 38,5%. Em contraposição, a faixa de beneficiários entre 20 e 34 anos encolheu 15,5% no período.

Em 2012, havia nos planos de saúde 3,8 milhões de idosos 65+ para 14 milhões de beneficiários entre 20-34 anos. Em 2022, eram 5,2 milhões idosos 65+ para 11,8 milhões de jovens de 20-34 anos. A mudança na distribuição das faixas etárias afeta o modelo de assistência e as condições de financiamento dos planos de saúde.

O levantamento, feito com base em dados da ANS e do IBGE, mostra também, de forma segmentada, a presença relativa do grupo 65+ nos planos de saúde por tipo de contratação (individual, coletiva empresarial e coletiva por adesão) e por modalidade de operadora (medicina de grupo, cooperativa, seguradora, autogestão e filantropia).
Tal como outros, este estudo foi realizado de forma colaborativa com o intuito de contribuir para compreensão de aspectos relevantes e para o aperfeiçoamento da saúde suplementar. Veja a íntegra do estudo no link a seguir. Boa leitura!
https://lnkd.in/dzGiQwgT

Tonico Galvão, coordenador do Núcleo de Saúde da SP4.

A pressão de salvar vidas

O presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Estabelecimentos de Saúde do Estado de São Paulo (SindHosp), Francisco Balestrin, esteve presente no CONARH, principal congresso brasileiro de recursos humanos, realizado na Expo São Paulo, para acompanhar as novidades na gestão de pessoas. Em conversa com o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), Paulo Sardinha, Balestrin observou que, as boas práticas de gestão de pessoas são essenciais para assegurar o bem-estar dos mais de 4,7 milhões de profissionais que atuam saúde. Ele ponderou que lidar diretamente com a vida das pessoas torna a saúde um dos setores de maior pressão profissional.

Câncer de pulmão, o mais letal no Brasil
Atualmente, tratamentos personalizados são um avanço e aumentam as possibilidades de cura

O câncer de pulmão é um dos tipos que mais leva à morte de pacientes no Brasil.  Não foi diferente com Aracy Balabanian, atriz brasileira, falecida aos 83 anos, depois de uma luta para tratar dois tumores no pulmão, descobertos no ano passado, após um derrame pleural, que causa retenção de líquido nos pulmões. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2020, o câncer de pulmão vitimou cerca de 29 mil homens e mulheres — uma taxa de morte elevada em comparação ao número de diagnósticos da doença: 30 mil novos casos ao ano. Os casos são descobertos tardiamente, o que reduz significativamente a chance de cura da doença e o tempo de vida do paciente. Quando o tumor é identificado em estágio avançado, apenas 18% das pessoas sobrevivem por 5 anos ou mais. Já se o câncer de pulmão for diagnosticado em estágio inicial, a taxa de sobrevida em cinco anos sobe significativamente, alcançando 56%.

Grande desafio para a saúde pública, o câncer de pulmão tem sinais inespecíficos e frequentemente confundidos com outras patologias pulmonares. Os sintomas mais característicos do tumor são: tosse persistente, escarro com sangue, dor no peito, rouquidão, falta de ar, perda de peso e de apetite, pneumonia recorrente ou bronquite, cansaço ou fraqueza. É importante ressaltar que um dos principais fatores de risco é o tabagismo (inclusive os cigarros eletrônicos), mas é importante ter conhecimento que 15% dos pacientes com o tumor nunca fumaram, e sedentarismo, má alimentação, exposição à agente químicos, poluição e fatores genéticos também são associados à doença.

Com os avanços da medicina, desde que seja realizado um diagnóstico precoce, o câncer de pulmão tem cura. No Brasil, existem algumas empresas de base tecnológica capazes de desenvolver testes revolucionários.  A combinação de tecnologia e conhecimento vem afetando positivamente a medicina ao longo do tempo. A medicina de precisão é uma realidade, melhorando não só a rotina médica, mas os impactos econômicos que a busca por novos tratamentos representa.

Um dos avanços voltados para a implementação de uma medicina personalizada e de precisão têm levado à implementação de ferramentas inovadoras. É o caso da Invitrocue Brasil que, investindo na tecnologia de organoides, chegou ao desenvolvimento do teste Onco-PDO (Organoides Derivados do Paciente). Com ele, as células do paciente são cultivadas e testadas para diferentes drogas quimioterápicas, analisando como respondem às diversas terapias.

Trata-se de um cultivo celular tridimensional, que melhor reflete in vitro as condições observadas in vivo do seu tumor de origem. O Teste Onco-PDO leva em conta que cada paciente é único, e isso ajuda o médico a traçar a melhor escolha para aquele paciente específico. Alguns tumores mostram-se resistentes a certos medicamentos e saber previamente as respostas das células tumorais do paciente para os diferentes tratamentos em laboratório contribui para a tomada de decisão dos médicos oncologistas. O benefício é que, ao invés de fazer previsões de como um o câncer pode responder a uma terapia, o Teste Onco-PDO  permite verificar especificamente o efeito dessa terapia no tumor do paciente e trabalhar diretamente com as células vivas que formam o câncer em cada caso.

Disponível no Brasil para câncer de mama, pulmão, colorretal, pancreático, gástrico, próstata e ovário, o Teste Onco-PDO permite que o médico escolha até 60 drogas para testagem e o resultado demonstrará como as células responderam em laboratório. O relatório, gerado em até 21 dias, fornece informações de como os organoides derivados do paciente reagiram aos diferentes tratamentos testados.  O Teste Onco-PDO está disponível para coletas em todo o Brasil. Para mais informações, consulte a Invitrocue Brasil.

O futuro da medicina depende de ações de precisão. Para que as novas ferramentas possam ser utilizadas, converse com o seu médico para uma avaliação precisa e análise das opções de tratamento!