Novo aplicativo da Rede D’Or simplifica a jornada do paciente
Ferramenta facilita marcação de consultas e exames. Somente em 2025, o grupo registrou 5,7 milhões de consultas agendadas online

 

Print da home do app

 

Da Redação

A Rede D’Or acaba de lançar seu novo aplicativo, desenvolvido para centralizar e agilizar a jornada de cuidado do paciente em um único ambiente digital, de forma simples, segura e intuitiva. A ferramenta amplia o relacionamento com os usuários, facilita o acesso aos serviços de saúde e reforça a estratégia do grupo de oferecer um cuidado contínuo, integrado e personalizado. O lançamento da ferramenta marca uma nova etapa na evolução dos serviços digitais da Rede, que já vem registrando resultados expressivos com a assistente digital Dora, uma das primeiras soluções e mais completas voltada ao relacionamento em saúde no país.

Entre as principais funcionalidades do app está o acesso rápido e seguro aos resultados de exames realizados nas unidades da Rede D’Or, incluindo atendimentos de emergência e internações. A ferramenta funciona também como um histórico de saúde digital, possibilitando o armazenamento de laudos de exames realizados externamente, por meio do carregamento de documentos, garantindo que o paciente tenha todas as informações reunidas em um só lugar, a qualquer hora e em qualquer local. Pacientes que buscam o primeiro atendimento em uma unidade da Rede D’Or já podem utilizar o aplicativo para agendar consultas, exames e vacinas. Após a realização do atendimento inicial em uma unidade, o usuário passa a ter acesso completo a todas as funcionalidades da ferramenta.

Assim como a Dora, o app foi idealizado visa facilitar a vida do paciente, para que ele não tenha dificuldade na hora de fazer agendamento. “Por isso idealizamos um aplicativo com navegação intuitiva e totalmente integrada aos sistemas da Rede D’Or. O programa permite que o paciente agende consultas e exames com poucos cliques, acesse resultados de exames, laudos e imagens a qualquer momento, acompanhe o histórico de atendimentos e receba notificações importantes sobre sua saúde”, explica Kleber Linhares, vice-presidente executivo.

O agendamento de consultas e exames foi desenhado para ser prático. Ao acessar a funcionalidade, o paciente não precisa digitar dados da carteirinha, que já aparecem automaticamente, além de contar com a priorização das unidades favoritas. O aplicativo também disponibiliza orientações e preparos necessários para os exames, ajudando o paciente a escolher o melhor dia e horário para o atendimento.

Outros destaques são os alertas e notificações, exibidos na tela do celular ou na central de notificações do dispositivo, que informam sobre a liberação de resultados de exames, lembretes de consultas e exames pendentes de agendamento ou confirmação, entre outras comunicações relevantes para o cuidado com a saúde. O aplicativo também permite que o paciente vincule médicos de sua confiança, autorizando o acesso aos seus resultados disponíveis no app, independentemente de qual profissional solicitou o exame, o que contribui para um acompanhamento mais integrado e eficiente.

A crescente digitalização dos serviços de saúde e a preferência dos pacientes por soluções online reforçam um cenário de expansão contínua. Em 2025, a Rede D’Or registrou cerca de 47,2 milhões de exames entregues de forma digital, um crescimento de 73% em relação ao ano anterior. No mesmo período, 5,7 milhões de consultas foram agendadas online, um aumento de 41%, e 2,1 milhões de exames foram marcados de forma digital, o que representa 35,5% do total de exames agendados no ano. “Com a nova plataforma, também reforçamos o nosso compromisso com inovação, conveniência e qualidade no cuidado com a saúde, colocando a tecnologia a serviço de uma experiência mais integrada, ágil e centrada no paciente”, ressalta Linhares.

MEC lança aplicativo que serve de carteira de estudante

O Ministério da Educação lançou hoje (25) o aplicativo ID Estudantil, carteira de estudante virtual que, a exemplo da fornecida pelas entidades representativas dos alunos, dá direito a benefícios como meia-entrada em eventos culturais e esportivos.

Para obter o documento é necessário, antes de tudo, que a instituição de ensino à qual o estudante está vinculado insira os dados dele no Sistema Educacional Brasileiro (SEB), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Caso a instituição já tenha feito o cadastramento, caberá ao aluno baixar o aplicativo ID Estudantil no celular e fazer seu cadastro pessoal. “Os alunos que não conseguirem se cadastrar devem procurar suas instituições de ensino e pedir que elas se cadastrem junto ao MEC”, disse o presidente do Inep, Alexandre Ribeiro Lopes, durante a cerimônia de lançamento do ID Estudantil.

Segundo Lopes, 10.804 instituições já se cadastraram. Destas, 1.966 já começaram a enviar ao SEB as informações de seus alunos. As informações disponibilizadas constituirão um banco de dados nacional que subsidiará algumas das políticas públicas a serem implementadas pelo governo no setor da educação.

De acordo com o o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o custo do documento será de R$ 0,15 por unidade para o governo, mas será gratuito para o estudante. “Não cobraremos porque a estruturação dessa cobrança sairia mais cara do que o custo por unidade”, disse o ministro.

Ainda segundo Weintraub, documentos similares poderão ser fornecidos pelas instituições de ensino ou até mesmo grêmios estudantis. “Se for o caso, podem inclusive cobrar por isso. O que fizemos foi acabar com o monopólio e a exclusividade daqueles que sempre forneceram esse documento”, disse. “Se, ideologicamente, o estudante quiser, ele pode pagar quanto for pela carteirinha”, acrescentou.

A abertura para que outras entidades – além da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) – emitam esse tipo de documento está prevista na Medida Provisória 895, enviada pelo governo ao Congresso Nacional em setembro.

Desde então, tanto a MP como a ID Estudantil têm sido criticadas pelas entidades representativas dos estudantes. Segundo o presidente da UNE, Iago Montalvão, trata-se de uma retaliação ao movimento estudantil. Montalvão disse que a principal  intenção do governo com essas medidas é “prejudicar o movimento estudantil, que fez as maiores manifestações contrárias a ele”.

A fim de prevenir fraudes, o MEC informou que fará cruzamento dos dados fornecidos por meio de aplicativos com as informações da Carteira Nacional de Habilitação e, no caso de estudantes que não têm CNH, com os dados fornecidos para o documento de identidade (RG).

“Inclusive a foto [inserida no cadastro via aplicativo] passará por uma checagem junto ao banco de dados do Denatran [Departamento Nacional de Trânsito]. Quem não tem CNH terá de tirar uma foto do RG, frente e verso. Um algoritmo então vai comparar as fotos, de forma a dificultar fraudes”, explicou o diretor de Tecnologia da Informação do MEC, Daniel Rogério. “Pensamos também nos empresários: para eles, criamos o aplicativo ID Validade, que averiguará se o aluno está apto para receber os benefícios”, acrescentou.

O MEC alerta que, no caso de estudantes menores de idade, será necessária a autorização de um responsável legal, que deverá instalar o ID Estudantil no celular para, então, fazer o cadastro no qual informa os dados do menor.

Ainda de acordo com o o MEC, eventuais dúvidas sobre os aplicativos podem ser elucidadas por meio do site wwwidestudantil.mec.gov.br.

Tesouro Direto lança aplicativo para smartphone

O Tesouro Direto lançou hoje (5) o aplicativo do programa para telefones celulares que funcionam com o sistema operacional iOS. O aplicativo permite fazer simulações e investimentos.

O aplicativo tem Touch ID para que o investidor possa acessar sua conta também com a impressão digital.

Por meio do Simulador do Tesouro Direto, o usuário conhece os diferentes títulos do programa, faz projeções dos seus investimentos, compara a rentabilidade do título escolhido com outros produtos financeiros e pode personalizar os parâmetros de cálculo. É possível compartilhar as simulações nas redes sociais, além de enviar por e-mail.

O aplicativo permite navegar por várias funcionalidades mesmo sem o login. Para fazer transações, é preciso ser cadastrado e acessar a área logada do investidor.

Na área logada do app é possível acessar o menu “Meu Tesouro”, onde o investidor pode consultar informações detalhadas dos seus títulos e acessar um extrato completo com informações de custos e com gráficos de rentabilidade. Além disso, o investidor pode consultar informações dos seus investimentos, resgates e reinvestimentos realizados ou mesmo agendamentos.

O aplicativo também conta com duas novidades que não estão presentes no site do programa. Uma delas é a ferramenta Sonhos, que permite ao investidor traçar metas e acompanhar o progresso de seus investimentos, vendo o quanto já atingiu das metas pela evolução de sua carteira de títulos.

A outra novidade do aplicativo é a gerente virtual Tetê, uma personagem criada para aproximar os potenciais investidores do programa e facilitar a interação com as ferramentas do app.

Para conferir as novidades basta baixar o aplicativo do Tesouro Direto na loja da Apple. Para o sistema Android as novidades estarão disponíveis em breve, na sua nova versão a ser atualizada em abril.

A Secretaria do Tesouro Nacional informou que o lançamento do aplicativo vem em conjunto com a campanha #TDnaMão e na sequência de duas outras mudanças recentes. Uma delas é a oferta de vagas ilimitadas para os cursos do Tesouro Direto (de introdução, intermediário e avançado), ministrados gratuitamente pela Escola de Administração Fazendária (ESAF). Desde o início do ano, o curso está permanentemente disponível para todos os interessados, sem a necessidade de formação de turmas específicas.

A outra mudança foi o lançamento de um novo fluxo de investimentos que trouxe mais agilidade e tranquilidade para os poupadores. Desde 5 de fevereiro, o prazo para liquidação das aplicações efetuadas no TD diminuiu de dois para um dia útil, para as transações que ocorrerem em dias úteis de 00h às 18h, e de três para dois dias úteis, quando a operação for realizada em fins de semana, feriados ou em dias úteis das 18h às 23h59.

Câmara aprova regulamentação de serviços de transporte com aplicativo

transporte aplicativo
Regulamentação do transporte com aplicativo aguarda a sanção do presidente Temer

Após mais de três horas de debates, a Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (28) o Projeto de Lei (PL) 5587/16, que regulamenta os serviços de transporte com aplicativos como Uber, Cabify e 99 POP. O PL segue para sanção do presidente Michel Temer. Na única alteração ao texto vindo do Senado, o plenário rejeitou, por 283 votos a 29, a mudança que retirava dos municípios a competência de regulamentar os serviços de transporte por meio de aplicativos.

Os deputados mantiveram duas alterações ao texto feitas pelo Senado e, dessa forma, o texto final excluiu a necessidade de autorização prévia emitida pelo poder público municipal para o motorista de aplicativo nos municípios em que houver regulamentação. Além disso, também prevaleceu a mudança do Senado que retirou a obrigatoriedade de o motorista do aplicativo ser o proprietário, fiduciante ou arrendatário do veículo, assim como a de usar placa vermelha.

Os deputados analisaram o projeto que havia sido aprovado pelo Senado no início de novembro do ano passado. Originário da Câmara, o projeto de lei precisou ser analisado novamente para encerar o processo legislativo e ser sancionado para virar lei. Isso porque os senadores alteraram trechos do texto aprovado pelos deputados.

Entre as regras de fiscalização previstas no PL aprovado estão a exigência de contratação de seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) e do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), além da necessidade de inscrição do motorista como contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O PL também estabelece que o motorista deve ser portador de Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior que tenha a informação de que ele exerce atividade remunerada. Aquele que descumprir as regras terá seu trabalho caracterizado como transporte ilegal de passageiros.

Divergência

Pressionados por taxistas e motoristas de aplicativos, que tinham posições divergentes sobre a regulamentação, deputados travaram debates acalorados durante a sessão que discutiu o tema. Favorável ao estabelecimento de regras mais rígidas para os serviços de transporte por aplicativo, o deputado Major Olímpio (SD-SP) defendeu que a regulamentação permitiria a igualdade de tratamento entre os trabalhadores de transporte privado e taxistas.

“Se for vender pipoca, precisa de autorização do município. Se tem a remuneração de um serviço de transporte remunerado, não há o que discutir. Ninguém está acabando com aplicativo nenhum, está se concedendo exatamente regulamentação, igualdade para a disputa do mercado”, argumentou.

Já o relator da matéria na Casa, deputado Daniel Coelho (PSDB-PE), defendeu que os aplicativos são responsáveis pela renda de mais de 500 mil trabalhadores brasileiros e foi responsável, em 2017, pelo pagamento de R$ 1 bilhão em impostos. “Não cabe a esse plenário hoje tomar a decisão de proibir aplicativos”, disse.