Rio de Janeiro receberá a 2ª edição do Encontro Luso-Brasileiro de Implantodontia

O Rio de Janeiro será sede da segunda edição do Encontro Luso-brasileiro de Implantodontia (ELBI), dias 22, 23 e 24 de março de 2018. O evento, que será realizado no hotel Othon, em Copacabana, reunirá dentistas, estudantes de odontologia e demais profissionais de saúde do Brasil e de Portugal interessados em trocar experiências sobre técnicas contemporâneas de implantodontia. As inscrições estão abertas e são  feitas pelo site www.elbicongress.com.br

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Fabricio: Serão três dias de programação

Dentistas que se inscreverem no ELBI 2018 até o próximo dia 15 de janeiro ganham uma anuidade para a Academia Luso-Brasileira de Implantodontia (ALBI). A instituição promoverá o intercâmbio entre profissionais do Brasil e de Portugal para a troca de expertise. A inscrição garante ainda descontos para participação da edição 2019 do evento, que acontecerá em Lisboa, Portugal. O ELBI é realizado pelo Centro de Estudos (CEVO) e pela Z10 Comunicação.

– Em janeiro de 2017 reunimos em Portugal centenas de profissionais, 35 palestras, workshops e painéis científicos. Para a segunda edição do evento, acrescentamos um dia na programação, o que proporcionará mais tempo para a troca de experiências e network –  explica Fabrício Vieira, coordenador do evento.

Estética, harmonização orofacial e regeneração

O evento reunirá mais de 50 profissionais, entre doutores, mestres e especialistas em implantes dentários para debater o que há de mais atual no segmento.  Entre os temas abordados estão células-tronco, técnicas de reconstrução óssea e planejamento estético. Os debates serão conduzidos por especialistas como o  brasileiro Fernando Almeida, especializado em reconstruções ósseas e doutor em medicina  pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O evento é a oportunidade também de conhecer técnicas como a Shocket Field, que será apresentada pelo palestrante português Dárcio da Fonseca.

Destinados a dentistas brasileiros e portugueses, o ELBI receberá, pela primeira vez, convidados especiais. Entre eles estão o professor  da Faculdade de Odontologia de Londres, Ahmed Halim Ayoub, que mostrará todos os procedimentos para uma colocação bem sucedida de implantes, além do espanhol Sérgio Cacciacane, o árabe Ehab Rashed e o equatoriano Eduardo Garrido.

Mesa-redonda, Workshop e Espaço Corporativo

Cada dia do encontro será aberto por uma mesa-redonda, seguida de conferências. A arena Workshop será destinada à apresentação de cases, enquanto na Copacabana ocorrerá as conferências. Já na arena Empresarial, as empresas especializadas em produtos e serviços odontológicos mostrarão o que há de mais atual no mercado.

Trabalhos acadêmicos

Espaço destinado a apresentações de trabalhos acadêmicos, os painéis científicos contarão, pela primeira vez, com premiação. O dentista aluno de pós-graduação em implantodontia que obtiver a maior nota será presenteado com uma inscrição, a passagem e a hospedagem para o ELBI 2019 na cidade de Lisboa, Portugal.

Serviço

2º Encontro Luso-brasileiro de Implantodontia

Data: 22, 23 e 24 de maço de 2018.

Local:  Hotel Othon, Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil.

Informações e inscrições: www.elbicongress.com.br

Começa no dia 8 a adesão ao eSocial

Começa no próximo dia 8 a primeira etapa de implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) para as empresas. As companhias com faturamento anual superior a R$ 78 milhões serão as primeiras a ter que sincronizar os dados contábeis de seus trabalhadores no programa.

De acordo com o Comitê Gestor do eSocial, a obrigação vale para as mais de 13 mil empresas brasileiras enquadradas nesta situação. As demais empresas privadas e os órgãos públicos deverão se adequar às novas regras a partir de julho deste ano e janeiro de 2019, respectivamente.

O eSocial Empresas é um sistema de registro de informações criado para desburocratizar e facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores, de forma a simplificar a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Por meio dele, pretende-se também reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Na primeira etapa, para empregadores e contribuintes com faturamento acima de R$ 78 milhões por ano, deverão ser incluídas no sistema informações sobre a empresa. Dados sobre os trabalhadores, vínculo trabalhista, admissões e desligamentos passam a ser necessários a partir de março deste ano. Em maio, passará a ser obrigatório o envio das folhas de pagamento, e, em julho, a Guia de Informações à Previdência Social será substituída pelo novo sistema.

Entram em vigor novas coberturas mínimas de planos de saúde

Entrou em vigor nesta terça-feira (2) a nova cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que inclui 18 novos procedimentos, entre exames, terapias e cirurgias que atendem diferentes especialidades, além da ampliação de cobertura para outros sete procedimentos, englobando medicamentos orais contra o câncer.
Entre as principais inclusões e ampliações, a diretora adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Carla de Figueiredo Soares, destacou a incorporação, pela primeira vez, de um medicamento para tratamento da esclerose múltipla; a disponibilização de oito medicamentos orais para combate a diversos tipos de câncer, entre os quais os de pulmão, melanoma e próstata; exame de tomografia por emissão de pósitrons/tomografia computadorizada (PET-CT) para diagnóstico de tumores neuroendócrinos; e cirurgias laparoscópicas para tratamento de doenças ligadas ao sistema reprodutor feminino, como câncer de ovário e tratamentos para infertilidade.

Segundo Carla, todos os beneficiários de planos de saúde novos, ou seja, aqueles contratados a partir da Lei nº 9.656 ou adaptados a ela, têm assegurado o direito às novas coberturas. Se as operadoras negarem atendimento, a diretora recomenda que o consumidor deve apresentar reclamação à ANS. Para isso, podem ser usados os canais de atendimento Disque ANS, pelo número gratuito 0800 701 9656; a Central de Atendimento no portal da ANS (www.ans.gov.br); ou o atendimento pessoal feito nos 12 núcleos presenciais que a agência mantém no país. Os endereços podem ser consultados no portal da ANS.

Atualização

A atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS é feita a cada dois anos. A diretora adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos disse que a revisão periódica da cobertura mínima obrigatória é importante para os beneficiários de planos de saúde de todo o país. “A atualização do rol é um avanço para os beneficiários de planos de saúde, pois as tecnologias para tratamentos de doenças evoluem e, portanto, é preciso que a cobertura dos planos de saúde acompanhe essa evolução tecnológica e que se comprove segura, eficaz e sustentável”. Esclareceu que os procedimentos incorporados são aqueles nos quais os ganhos coletivos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes. A inclusão de tecnologias é sempre precedida de avaliação criteriosa, disse.

A intenção da ANS é regulamentar os critérios para adoção de novos procedimentos, com o intuito de dar mais transparência ao tema. Atualmente, os princípios norteadores das revisões são as avaliações de segurança e efetividade dos procedimentos, a disponibilidade de rede prestadora e os custos para o conjunto de beneficiários de planos de saúde.

Para proceder à inclusão ou exclusão de itens do rol, ou mesmo para alterar os critérios de utilização dos procedimentos listados, a ANS leva em consideração estudos com evidências científicas atuais de segurança, de eficácia, de efetividade e de acurácia, isto é, de precisão das intervenções. “Desse modo, os procedimentos incorporados são aqueles nos quais os ganhos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes, segundo a melhor literatura disponível e os conceitos de avaliação de tecnologias em saúde”, acrescentou Carla.

 

Balança comercial registra maior resultado da história

A recuperação dos preços internacionais dos bens primários e a safra recorde fizeram a balança comercial fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje. No ano passado, o país exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou, melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

O resultado está dentro das estimativas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que previa que o superávit comercial ficaria entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano passado. Apenas em dezembro, a balança fechou com saldo positivo de US$ 4,99 bilhões.

As exportações totalizaram US$ 217,7 bilhões em 2017, com alta de 18,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após cinco anos. A alta do ano passado, no entanto, foi insuficiente para retomar o recorde de exportações registrado em 2011, quando as vendas externas tinham somado US$ 256 bilhões.

As vendas de produtos básicos cresceram 28,7% no ano passado pelo critério da média diária. As exportações de produtos semimanufaturados subiram 13,3%, e as vendas de produtos industrializados aumentaram 9,4%, também pela média diária.

Em 2017, os preços médios das mercadorias exportadas subiu 10,1%, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Os destaques foram minério de ferro, com alta de preços de 40,9%, semimanufaturados de ferro e aço (34,3%) e petróleo bruto (32,2%).

O volume exportado aumentou 7,6% em 2017, impulsionado tanto pela recuperação da indústria como pela safra recorde do ano passado. Os principais destaques foram automóveis de passageiros (44,6%), milho em grão (35%) e soja em grão (33,2%).

Importações

O reaquecimento da economia também fez as importações subirem no ano passado. As compras do exterior somaram US$ 150,7 bilhões em 2017, com alta de 10,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após três anos. As importações de combustíveis e lubrificantes aumentaram 42,8%. As compras de bens intermediários e de consumo subiram 11,2% e 7,9%, respectivamente. Somente as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 11,4% em 2017.

“Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.