União Europeia e Reino Unido começam a organizar negociação do Brexit

O chefe negociador da União Europeia (UE) para o Brexit, Michel Barnier, começou a preparar nesta segunda-feira (12) os aspectos técnicos da negociação para a saída do Reino Unido do bloco com o embaixador britânico perante a União Europeia, Tim Barrow. As informações são da Agência EFE.

Trata-se de uma reunião preparatória para dar início nesta semana às conversações sobre os aspectos técnicos da discussão formal entre o Reino Unido e a UE, que a Comissão Europeia (CE) e o governo britânico previam comçar em 19 de junho.

Também participou do encontro o alto funcionário designado por Londres para o assunto, Olly Robbins.

A Comissão Europeia e os representantes britânicos concordaram em manter mais conversações em nível técnico durante esta semana, mas não definiram uma data para iniciar oficialmente as negociações, indicaram fontes europeias.

O início poderia ser adiado com a formação de um novo governo no Reino Unido, após as eleições da semana passada, mas a União Europeia insiste que, de sua parte, está pronta para começar.

Negociação sobre as negociações

“Estamos inteiramente preparados, hiperpreparados para começar as negociações, mas antes haverá conversações de natureza logística, negociações sobre as negociações”, disse o porta-voz da Comissão Europeia Alexander Winterstein.

O porta-voz disse que altos funcionários e especialistas que conduzem os trabalhos já estão em contato e afirmou que a União Europeia “confia” que as negociações técnicas possam começar em breve, “inclusive nesta semana”.

“Entendemos que também há uma vontade pelo lado britânico de avançar nas negociações técnicas”, acrescentou.

Tanto a Comissão Europeia quanto o Reino Unido tinham indicado o dia 19 de junho, mas Winterstein não quis especular sobre a data em que a negociação política vai começar formalmente.

“Não fixamos uma data. Estamos à disposição do governo britânico para começar as conversações, primeiro sobre o formato, a partir de um ponto de vista organizativo e logístico e, depois, entrar em uma discussão sobre o fundo”, assegurou.

Estas conversas iniciais servirão para definir aspectos organizacionais como o ritmo e prazos das discussões e o local para as reuniões, dizem fontes da União Europeia.

Segundo elas, os planos do Executivo do bloco não mudaram após o resultado das eleições no Reino Unido e os trâmites para formar governo no país, inclusive a negociação do partido conservador, da primeira-ministra Theresa May, com o eurocético Partido Democrático Unionista (DUP) da Irlanda do Norte.

Além disso, o atraso nas negociações não interessa a nenhuma das partes. Apesar de não ter data oficial para o início dos trâmites, já há prazo para encerrar a negociação: 29 de março de 2019, quando terão se passado dois anos desde que Londres anunciou oficialmente seu desligamento do bloco.

Os chefes de Estado e de governo dos 27 países que seguem na UE debaterão a saída do Reino Unido no próximo dia 22 de junho, durante a cúpula que realizarão em Bruxelas, primeiro encontro desde as eleições britânicas e também desde a instalação do Conselho Europeu extraordinário dedicado ao Brexit, em 29 de abril.

Brasil registra aumento de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos

Em todo o Brasil, a mão de obra de crianças e adolescentes ainda é explorada de forma indiscriminada. Seja nos semáforos, nos lixões, em feiras, restaurantes, no campo, em indústrias ou dentro de casa, os direitos à infância e à educação são negados para quase três milhões de crianças e adolescentes no país, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O mapeamento da situação do trabalho infantil mostra que o número de trabalhadores precoces corresponde a 5% da população que tem entre 5 e 17 anos no Brasil. A taxa de crianças economicamente ativas é 20% menor do que o registrado em anos anteriores, mas especialistas alertam que é possível que haja uma interrupção na tendência de queda.

Desde 2013, o país vem registrando aumento dos casos de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos. Em 2015, ano da última pesquisa do IBGE, quase 80 mil crianças nessa faixa etária estavam trabalhando e, nas próximas pesquisas, quando elas estiverem mais velhas, podem promover o aumento do número de adolescentes que trabalham. Cerca de 60% delas vivem na área rural das regiões Norte e Nordeste.

Representantes da rede de proteção à infância afirmam que o dado é preocupante e deve ser destacado nas campanhas realizadas para marcar o Dia Internacional contra o Trabalho Infantil, celebrado hoje (12) em todo o mundo. A data foi instituída há 15 anos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para promover ações em todo o mundo e mobilizar diferentes atores no combate ao trabalho infantil.

“É inaceitável que crianças de 5 a 9 anos estejam trabalhando. A expressiva maioria delas trabalha com as próprias famílias no cultivo de hortaliças, cultivo de milho, criação de aves e pecuária. São recortes que conhecidos e analisados obrigatoriamente devem subsidiar decisões políticas ou implementação de ações e programas que deem uma resposta a essa grave situação.”, disse Isa Oliveira, socióloga e secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti), um dos organizadores da campanha no Brasil.

Para o Fórum Nacional, outro ponto que deve ser lembrado durante a campanha é o não cumprimento pelo Brasil da meta firmada junto à Organização Internacional do Trabalho de eliminar todas as piores formas de trabalho infantil até 2016.

Entre as formas mais graves descritas na Convenção Internacional 182, da qual o Brasil é signatário, estão a escravidão, o tráfico de entorpecentes, o trabalho doméstico e o crime de exploração sexual, que, no caso dos dois últimos, vitimam principalmente meninas negras.

“A nossa proposta nesse 12 de junho é questionar o governo sobre o não cumprimento da meta e que essa avaliação do não cumprimento nos dê subsídios para uma tomada de decisão no sentido de reafirmar o compromisso pela prevenção e eliminação do trabalho infantil. O Brasil tem esse compromisso. A proibição do trabalho infantil está na legislação brasileira, em particular na Constituição Federal, disse declarou Isa Oliveira.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a meta de erradicação das piores formas foi reagendada para 2020 e a de todas as formas de trabalho infantil para 2025, em acordo firmado com a comunidade internacional na OIT, no âmbito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. O ministério ressalta ainda que realizou, de 2006 a 2015, quase 47 mil ações de fiscalização que resultaram na retirada de 63.846 crianças e adolescentes do trabalho e na redução apontada pelo IBGE em 2015.

Legislação

A legislação internacional define o trabalho infantil como aquele em que as crianças ou adolescentes são obrigadas a efetuar qualquer tipo de atividade econômica, regular, remunerada ou não, que afete seu bem-estar e o desenvolvimento físico, psíquico, moral e social.

Segundo a Constituição Federal, é proibido para menores de 16 anos a execução de qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. No caso das atividades de aprendizagem, o trabalho não pode ser noturno, perigoso ou insalubre, mesmo para os maiores de 16 e menores de 18 anos. As atividades de aprendizagem também não devem prejudicar a frequência nem o rendimento escolar do adolescente.

A proibição é reforçada na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que restringe a possibilidade de trabalho a menores de 16 anos apenas a casos autorizados pela Justiça e estabelece os critérios para a contratação de aprendizes. O direito à profissionalização e proteção no trabalho para os aprendizes também está disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA )

Riscos

As crianças que trabalham de forma irregular têm o mundo de aprendizado, sonhos, brincadeiras e proteção substituído por uma rotina de responsabilidade, exposição a perigos e risco de traumas.

Segundo a OIT, em todo o mundo cerca de 168 milhões de crianças são obrigadas a trabalhar, sendo que 85 milhões delas estão envolvidas em trabalhos considerados perigosos.

No Brasil, de acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, desde 2007 quase 40 mil crianças e adolescentes sofreram algum tipo de acidente enquanto trabalhavam. Mais de 50% das ocorrências foram graves, o que inclui amputação de mãos e braços e até mortes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o trabalho infantil também é uma das formas de violência contra a infância e adolescência. Seguindo a classificação internacional de violações, o Ministério da Saúde obriga, desde 2011, a fazer a notificação de casos suspeitos ou confirmados desse tipo de violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) pelos profissionais de saúde.

As notificações de 2009 a 2011 apontaram que mais de 800 crianças foram identificadas no Sistema Único de Saúde (SUS) como vítimas de algum tipo de violência relacionada ao trabalho infantil. O número corresponde a 2,8% do total de atendimentos de violência do período. Como nem todos os casos chegam ao conhecimento do sistema de saúde, o índice de abuso contra as crianças trabalhadoras pode ser muito maior.

Desafio da prevenção

O Código Penal brasileiro ainda não tipifica a exploração de mão de obra infantil como crime. Algumas formas de trabalho infantil têm sanção prevista à parte, como a prostituição, considerada crime hediondo e inafiançável, com pena de 4 a 10 anos de prisão em regime fechado. Outras formas de exploração, como o trabalho doméstico, ainda carecem de regulamentação.

Um projeto de lei que criminaliza qualquer tipo de trabalho infantil – exceto os de natureza artística que tiver consentimento judicial – aguarda aprovação da Câmara dos Deputados. O projeto já foi aprovado pelo Senado no fim do ano passado.

Mas, o Fórum Nacional alerta que a maioria das propostas referentes ao assunto que tramitam no Congresso sugere mudanças consideradas como retrocesso pelas entidades civis e pelo Ministério Público do Trabalho, como a redução da idade mínima para permissão de trabalho regular para os 14 anos. A redução da idade, inclusive para o trabalho doméstico, é recomendada por seis Propostas de Emenda à Constituição que tramitam na Câmara.

Mesmo com o rigor conceitual e jurídico que envolve o tema, o país enfrenta dificuldades para colocar em prática medidas efetivas de combate. Segundo avaliação da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil, o país executou até 2015 apenas metade do total de 133 ações previstas no plano nacional.

Os especialistas explicam que ainda se impõe no país uma tradição cultural que coloca a infância em condição de vulnerabilidade. “Predominam ainda valores culturais que defendem para as crianças pobres o trabalho precoce como uma solução. Quando os dados das estatísticas informam o contrário, quer dizer, trabalho infantil não foi, não é e não será a solução porque ele reproduz a pobreza, a exclusão social e a exclusão escolar”, alerta Isa Oliveira.

A baixa eficácia da política de educação no Brasil e os desafios para geração de renda das famílias mais pobres também são apontados entre as causas para o abandono dos estudos e os altos índices de trabalho infantil.

“A política de educação garante o acesso através da matrícula, mas a permanência e a conclusão na idade certa, no tempo certo, não vêm acontecendo há um tempo. Por outro lado, a política de assistência social – que tem por missão atender famílias em situação de vulnerabilidade e pobreza – também não tem sido eficaz para dar apoio às famílias, para que elas tenham uma renda que seja suficiente para o sustento de seus filhos e não recorram ao trabalho das crianças para complementar a renda”, afirmou a socióloga.

Educação

Uma das estratégias da mobilização internacional deste ano é ressaltar o papel da educação como uma das ferramentas mais eficazes de combate ao trabalho infantil. As ações também enfocarão o combate à pobreza e chamarão a atenção para a situação das crianças refugiadas que são forçadas a trabalhar.

A mobilização brasileira contará com a presença do Nobel da Paz, o indiano Kailash Satyarthi, que lidera a iniciativa global “100 milhões por 100 milhões”. O objetivo da campanha é mobilizar 100 milhões de pessoas na luta pelos direitos de 100 milhões de crianças que vivem em situação de trabalho infantil no mundo.

Ao longo da semana, a campanha promoverá debates no Congresso Nacional, o lançamento de exposição sobre o tema no Ministério Público do Trabalho e apelo nas redes sociais. Entre as ações do governo federal, estão previstas operações de combate ao trabalho infantil pelos fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, além de palestras e audiências públicas nos estados.

Encontro reunirá consultorias para debater a importância do Código de Conduta na saúde

As consultorias internacionais Mckinsey & Company, KPMG Internacional e Ernst & Young (EY) se reunirão, nesta terça-feira, 13 de junho, no Rio de Janeiro, em debate sobre o impacto do Compliance nas instituições e empresas de saúde. O tema ganhou mais atenção no Brasil após as operações que investigam desvios e corrupção envolvendo os setores público e privado. Organizado pela Med-Rio Check-Up e pelo escritório Siqueira Castro Advogados, o evento Compliance em Saúde tem apoio da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-RJ), onde será realizado, da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio) e do LIDE Rio de Janeiro (Grupo de Líderes Empresariais).

Elevado ao topo das prioridades estratégicas no mundo corporativo, o Compliance entra fortemente no setor de saúde. A Med-Rio Check-Up é a primeira clínica do Rio de Janeiro a lançar um Código de Conduta, que dá ênfase a aspectos que vão do respeito ao cliente a preocupações que refletem a crise de ética e os escândalos em que o país mergulhou. Na Med-Rio, o conjunto de regras impõe tolerância zero com práticas ilícitas e condutas antiéticas de funcionários, prevendo punições para casos de corrupção (ativa e passiva), bem como situações que envolvem conflito de interesses.

“Uma cultura empresarial ética é a base fundamental de uma empresa sustentável. O código reflete nossa crença em que conduzir negócios de maneira ética e transparente é o único jeito de se trabalhar”, diz Gilberto Ururahy, diretor-médico da Med-Rio Check-Up, que atende a mais de 400 empresas nacionais e multinacionais, tendo feito mais de 100 mil check-ups médicos em executivos, em 26 anos de atuação.

Denúncia com embasamento

Um fator importante diz respeito ao bom uso dos canais de denúncia nas empresas. “A materialidade dos fatos é fundamental. É preciso refinamento, para não haver uso indevido por ocasião de disputas internas ou em busca de algum benefício. Um indício é bem diferente de haver provas de algum desvio. O Complianece prevê procedimentos e tratamentos para cada caso e deve estar em conformidade com as políticas da empresa”, ressalta Marina Mantoan, gerente sênior da área Serviços de Investigação de Fraudes e Disputas da EY.

Respeito ao Cliente, uma prioridade

O setor de saúde apresenta riscos específicos, como a interação frequente com fornecedores: “Alguns fatores devem ser observados, por exemplo o laboratório onde o sangue é analisado, os equipamentos para exames e o próprio cuidado no atendimento. Empresas não devem contratar serviços de saúde para seus executivos sem checar e conhecer profundamente os prestadores de serviço. A falta de prevenção pode gerar passivos trabalhistas e onerar as companhias”, ressalta Gilberto Ururahy.

Serviço:

Debate: Compliance em SaúdeMckinsey & Company, KPMG Internacional e Ernst & Young (EY)

Quando: 13 de junho, terça-feira, das 9h às 11h

Onde: CCIFB-RJ – Avenida Presidente Antônio Carlos, 58, 10º andar.

Informações e inscrições: eventosrj@ccfb.com.br

Especialização em saúde amplia conhecimento profissional e melhora atendimento ao paciente

A capacitação médica é capaz de beneficiar tanto o profissional de saúde quanto a sociedade. Porém, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), menos de 2% do investimento global em saúde é destinado a treinamento. Pensando nisso, o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) ampliou sua atuação no mercado educacional, oferecendo novas turmas para os seus cursos de pós-graduação e de extensão este ano.

Os cursos contam com um corpo docente especializado, composto por médicos e pesquisadores de renome nacional e internacional. A equipe promove aulas tanto teóricas quanto práticas para proporcionar aos alunos situações comportamentais similares as que encontrarão na assistência.

Arnaldo Prata, Diretor de Ensino do Instituto, reforça a importância de participar de uma qualificação profissional com uma política de cuidado e humanização. “Nossos cursos oferecem desde conhecimentos gerais – com atividades teóricas e práticas – até a abordagem mais temática de cada especialização”, explica.

O especialista Sérgio Augusto Cabral, responsável pela coordenação de pós-graduação do IDOR, destaca as aulas práticas realizadas nos hospitais da Rede D’Or São Luiz.  “Lá, os alunos têm a oportunidade de acessar equipamentos de última geração”, finaliza.

Cursos de pós-graduação:

Terapia nutricional: Único curso de especialização multiprofissional no Rio de Janeiro e específico para a terapia nutricional. O curso é focado no aperfeiçoamento do conhecimento técnico e científico das áreas de Nutrição, Farmácia, Enfermagem e Medicina na aplicabilidade da terapia nutricional, além de estimular o raciocínio crítico e a perspectiva da análise de custo efetividade, contribuindo para o desempenho profissional, diferenciando o profissional no mercado de trabalho. Carga horária de 400 horas e com duração de 12 meses.

Cursos de Extensão:

Emergências médicas: O curso apresenta os principais temas do atendimento na unidade de emergência, com foco nos aspectos práticos e usando recursos de interação professor-aluno. As aulas se baseiam em casos reais do dia a dia da emergência. Os casos são usados para discussão. Oferece ainda treinamento prático em técnicas de ressuscitação cardio- respiratória. O objetivo principal é apresentar ao aluno os aspectos práticos mais importantes do atendimento de emergência médica. Carga horária de 22 horas, com 5 dias de duração.

Cuidados Paliativos: O curso visa a apresentação de conceitos básicos sobre cuidados continuados, cuidados paliativos e tratamento da dor, nas melhores práticas preconizadas pela OMS, a fim de capacitar o profissional de saúde no cuidado ao paciente com indicação de assistência em cuidados continuados e cuidados paliativos. Carga horária de 40 horas, com 4 dias de duração.

Cuidados paliativos e controle dos sintomas em oncologia: Atualização profissional no conteúdo relacionado aos cuidados paliativos oncológicos com foco no controle do sintoma e tratamento da dor. Carga horária de 16 horas, com 2 dias de duração.

Nutrição em cirurgia bariátrica: O curso foi desenvolvido no intuito de orientar e qualificar estudantes e profissionais da área de nutrição no atendimento de pacientes obesos durante o pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica. Tem como objetivo capacitar e atualizar estudantes e profissionais de nutrição na prática clínica, no atendimento de pacientes obesos submetidos a cirurgia bariátrica a curto, médio e longo prazo. Carga horária de 08 horas, com 1 dia de duração.

Imersão em arritmias cardíacas: Curso teórico-prático com ênfase em análise de eletrocardiograma que tem o objetivo de capacitar clínicos, cardiologistas e intensivistas no diagnóstico eletrocardiográfico das arritmias cardíacas. Carga horária de 14 horas, com 2 dias de duração.

Todos eles contam com vagas. Mais informações pelo telefone (21) 3883-6000, ramal 2305. Atendimento realizado de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. Ou pelo e-mail secretaria.ensino@idor.org.