Papa Francisco passa por cirurgia e reage bem a procedimento
Pontífice fez uma operação programada

 

Da Agência Brasil

A cirurgia pela qual o papa Francisco passou neste domingo (4) terminou e o pontífice reagiu bem ao procedimento, de acordo com um comunicado do diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni. “O Santo Padre, internado à tarde no Hospital A. Gemelli, foi submetido à noite a uma operação cirúrgica programada para tratar uma estenose diverticular do cólon”, informou Bruni,

Segundo Bruni, o papa Franscisco “reagiu bem à operação”.

O hospital onde o papa Francisco foi operado é um extenso hospital e escola de medicina administrado por católicos e localizado na parte norte de Roma. Tradicionalmente a instituição trata os papas e uma parte de seu 10º andar está permanentemente reservada para eles.

Algumas horas antes da cirurgia, o papa realizou sua benção de domingo para milhares de pessoas que estavam na Praça de São Pedro e anunciou uma viagem para a Eslováquia e para Budapeste em setembro.

Francisco sofre de estenose diverticular sintomática do cólon, uma condição em que bolsas em forma de saco se projetam da camada muscular do cólon, fazendo com que se torne estreito. Além de causar dor, a condição pode causar distensão abdominal, inflamação e dificuldade para evacuar.

Francisco às vezes fica sem fôlego porque uma parte de um de seus pulmões foi removida após uma doença quando ele era jovem e morava na Argentina, sua terra natal.

Ministro Tarcísio Freitas participa de webinar sobre Infraestrutura e Seguro
Evento será transmitido pelo canal da ENS no YouTube

 

Da Redação

Os investimentos em infraestrutura são um dos pilares da economia brasileira. Em 2021, o segmento deve se beneficiar da agenda de concessões públicas e privatizações, que tem aportes estimados em R$ 137,5 bilhões. Até o fim do ano que vem, as concessões de ativos públicos na área de infraestrutura deverão render ao país cerca de R$ 260 bilhões em investimentos. Essa agenda impacta diretamente o setor de seguros, que acompanha de perto as obras e os projetos voltados para rodovias, portos, ferrovias e terminais aeroportuários. O tema está em debate na primeira edição da série Grandes Eventos / Ponto de Vista, criada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), como parte das ações comemorativas pelos 50 anos da Instituição.

O primeiro encontro será “A Infraestrutura e o Seguro no Brasil” e acontece nesta quinta-feira (01). O evento contará com a participação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, do deputado federal e presidente da ENS, Lucas Vergilio, bem como de dirigentes da ENS, representantes do Legislativo, do mercado de seguros e da indústria de base.

O presidente executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), Venilton Tadini, vai apresentar uma visão do mercado sobre infraestrutura e seguro. Em seguida, o deputado federal Augusto Coutinho (SDD-PE) analisará os impactos da nova Lei de Licitações – projeto do qual foi relator na Câmara. Já o ministro Tarcísio Freitas abordará os investimentos do Governo federal no programa de concessões públicas e seus reflexos no mercado de seguros.

“Criamos essa série para promover uma aproximação e estimular o diálogo entre o poder público e a iniciativa privada. Juntos, queremos identificar e propor soluções para ajudar o País na retomada do crescimento econômico”, explica o presidente da ENS, Lucas Vergilio.

A mediação ficará a cargo do advogado João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência). No encerramento, João Marcelo comandará mesa-redonda com Roque Melo, vice-presidente da Junto Seguros e presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no endereço  ens.vc/pontodevista1. A transmissão do evento será pelo canal da ENS no YouTube: www.youtube.com/channel/UCWKYHpO2GdJ7nfxuNx3XctQ.

 

Dinossauros podiam viver no Ártico o ano inteiro, mostra estudo
Pesquisa foi publicada na revista científica Current Biology

 

Da Agência Brasil

Fósseis de pequenos dinossauros bebês descobertos no Alasca oferecem fortes evidências de que criaturas pré-históricas viviam durante o ano inteiro no Ártico, e provavelmente eram animais que tinham sangue quente, de acordo com estudo publicado na revista científica Current Biology. 

Os fósseis são de pelo menos sete tipos de dinossauros recém-nascidos ou ainda em seus ovos, de cerca de 70 milhões de anos atrás. Pesquisadores nunca haviam encontrado evidências de ninhos de dinossauros tão ao norte, afirmou o principal autor do estudo, Pat Druckenmiller, diretor da Universidade do Alasca e do Museu do Norte.

A descoberta ajuda a reverter suposições do passado de que dinossauros seriam répteis gigantescos de sangue frio.

“Se eles se reproduziram, então eles passaram o inverno lá. Se eles passaram o inverno lá, tiveram de lidar com condições que não são normalmente associadas com os dinossauros, como condições de congelamento e neve”, disse Druckenmiller.

Para sobreviver aos sombrios invernos no Ártico, os dinossauros não poderiam ficar ao sol para se esquentar, como fazem os lagartos, disse o pesquisador.

“Esses grupos tinham pelo menos a endotermia”, afirmou, usando o termo que descreve a habilidade de os animais esquentarem seus corpos por meio de funções internas. “Eles tinham um grau de endotermia”.

O local da descoberta é uma falésia íngreme na margem norte do Rio Colville, no Alasca, na latitude 70, a cerca de 400 quilômetros ao norte do Círculo Ártico. No período Cretáceo, quando a América do Norte tinha um posicionamento diferente, o local ficava ainda mais ao norte, na latitude 80 ou 85, segundo Druckenmiller.

Grupo online oferece mentoria para mulheres que buscam liberdade espiritual e financeira
Iniciativa vai encorajar mulheres a empreender e a usar poder da intuição

 

Inciativa idealizada por Marie Bendelac busca despertar talentos nas mulheres

 

Da Redação

Especialista em Comunicação Não-Violenta (CNV) e empatia, Marie Bendelac criou o grupo Panteras Vermelhas, um trabalho de mentoria online voltado para mulheres que procuram empreender, pautado em liberdade emocional, espiritual e financeira. Segundo ela, o grupo surgiu da necessidade de engajar as mulheres no sentido de descobrir seus dons e talentos, acionando o poder da mente e a intuição feminina. “É um movimento para as mulheres se apoiarem, se fortalecerem e alcançarem a mudança. Alcançar a renovação e a potência que desejam em suas vidas”, explica.

O grupo se reúne todas as quartas-feiras à noite pelo Zoom. Hoje são cerca de 30 mulheres, incluindo três que moram nos Estados Unidos. Com mais de 10 anos de experiência em CNV e escuta empática, Marie explica que procura despertar nas mulheres a melhor forma de usar suas forças e talentos escondidos. Segundo ela, é um despertar para o autoconhecimento, que usa o poder da mente.

A cada encontro, Marie procura estabelecer dinâmicas de grupo, a partir de um tema levantado pelas próprias Panteras. Elas compartilham suas vitórias e conquistas individuais com base nos ensinamentos aprendidos ao longo do trabalho de mentoria.  Marie também procura trazer convidados especiais, como neurocientistas, terapeutas holísticos, especialistas em finanças e outros.

As alunas fazem encontros semanais com duração de uma hora e meia. Entre os muitos assuntos já discutidos, um exemplo recente foi como lidamos com a própria raiva. “As mulheres que expressam a própria raiva são taxadas de loucas, histéricas. E aí, elas tendem a se reprimir e se anular para evitar isso. Mas a gente precisa, sim, encontrar maneiras de acessar esse sentimento – e não guardá-lo.”