O turismo na capital paulista registrou alta de 10,1% em outubro, na comparação com setembro, segundo o Índice Mensal de Atividade do Turismo apurado pela Federação do Comércio Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em relação ao mesmo período de 2020, houve crescimento de 43,5%.
Desde abril, a expansão acumulada foi de 90% na comparação com o início do ano. Em outubro, todas as variáveis analisadas pelo índice tiveram alta, com destaque para a taxa de ocupação hoteleira, que ficou em 58,9% ante os 50,4% em setembro. A movimentação de passageiros nos aeroportos cresceu 14% em relação ao mês anterior. Nas rodoviárias, esse aumento foi de 10,8% na comparação com setembro.
Empregos geram 400 mil vagas
O faturamento cresceu 6%, chegando a quase R$ 490 milhões. O emprego, por sua vez, cresceu 3,9%, superando o patamar de 400 mil vagas.
Para a FecomercioSP, apesar do momento favorável, o cenário de 2022 deve ser diferente. “As variáveis econômicas estão pressionadas, a inflação continua elevada, o desemprego ainda atinge 13 milhões de pessoas e a taxa de juros crescente deve frear ainda mais a economia”, indicou a entidade.
Lucas Vergilio afirma que o site prestará um serviço para o mercado de seguros
Da Redação
A Escola de Negócios e Seguros (ENS) lançou o Portal Acontece (acontece.ens.edu.br). A propostas é que o site seja um hub de informações sobre carreiras em seguros e áreas de negócios relacionadas, auxiliando os leitores no processo de desenvolvimento profissional. Para isso, foi criada a editoria Carreiras em Foco, que dará dicas de capacitação, treinamentos, tendências de mercado e orientações sobre as práticas de trabalho mais atuais. O nome do portal vem do boletim informativo oficial que a ENS publica faz 15 anos.
O novo Acontece também terá notícias sobre o mercado de seguros e áreas correlatas, com o objetivo de divulgar novidades, iniciativas, eventos e o que de mais relevante estiver sendo feito pelas empresas e entidades desses setores. De acordo com o presidente da ENS, Lucas Vergilio, o Portal é mais um valioso serviço que a Escola presta ao mercado. “Criamos um espaço democrático, que ficará sob responsabilidade da nossa Instituição, mas que será construído por todos que se interessam pelo universo do Seguro”.
Outra novidade será a seção Opinião, na qual serão publicados artigos assinados por executivos, acadêmicos, pesquisadores e estudiosos da indústria de seguros. “Somos uma instituição de ensino que preza pela excelência na transmissão do conhecimento, da informação. Dentro dessa filosofia, nasce o Portal Acontece! Nosso desejo é que ele se torne uma ferramenta imprescindível a todas as pessoas que trabalham ou desejam atuar no setor de seguros e áreas afins”, declara o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy.
Representantes do setor hospitalar solicitam que o projeto do piso seja mais debatido
Da Redação
Mais de 250 prestadores de serviço filantrópicos e privados foram a Brasília nesta quarta-feira (08) para acompanhar a audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, realizada para discutir o Projeto de Lei nº 2564/2020, que estabelece o piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Entidades do setor, como a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e a Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), defendem a importância de debater amplamente o PL e entender o impacto que provocará no setor. Estudos das duas entidades projetam que o aumento de custos decorrente do piso vai tornar insustentável a operação de centenas de estabelecimentos de pequeno e médio porte, bem como de hospitais sem fins lucrativos em todo o país. O texto, aprovado no Senado e que aguarda a votação na Câmara dos Deputados, define um piso salarial de R$ 4.750,00 mensais para enfermeiros; 70% desse valor para técnicos de enfermagem e 50% para auxiliares de enfermagem.
“Achamos muito importante a iniciativa de reconhecer o papel da enfermagem, mas estamos muito preocupados, porque o projeto não indica novas fontes de custeio, nem considera as diferenças regionais”, afirma Mirocles Véras, presidente da CMB. De acordo com levantamento da entidade, que representa 1.824 hospitais filantrópicos com atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país, há estados em que o piso nacional de enfermagem vai representar um impacto de mais de 100%. É o caso, por exemplo, de Pernambuco, Acre e Paraíba, em que o projeto de lei vai impor um aumento, respectivamente, de 114%, 126% e 131%. Mesmo no estado do Rio de Janeiro, que já tem piso regional e apresenta uma das maiores médias salariais do país, haverá um aumento de 17% nos salários de enfermeiros e de 74% nos de técnicos.
O presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato, lembra ainda que 56,5% dos hospitais privados atendem a rede pública, ou seja, são prestadores de serviços, que, principalmente no interior do país, acabam se tornando a única opção de assistência hospitalar. “Sem ter como pagar o aumento de custos, muitos vão encerrar as atividades. Além do desemprego, veremos diversas cidades desassistidas”, afirma. Morato explica que esses hospitais já sofrem com o baixo pagamento da Tabela do SUS, que há anos está defasada em relação à inflação do setor.
Morato ainda alerta que centenas de prefeituras do interior do país não terão condições de pagar o piso nacional, pois não tem receita para pode absorver o aumento que é proposto pelo piso nacional. “Por isso é fundamental que o tema seja bem debatido. Não é possível votar um Projeto de Lei de tamanha importância, sem compreender o seu real impacto”, ressalta.
O surto de influenza A na cidade do Rio de Janeiro já provocou a contaminação de cerca de 21 mil pessoas nas últimas semanas, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde. Diante da situação da doença, muitas pessoas procuraram postos de saúde para se imunizar.
Com isso, o município tem enfrentado também falta de doses da vacina e decidiu, na última sexta-feira (3), suspender a imunização até que cheguem novos lotes.
Ainda não há previsão de retomada da vacinação contra a gripe nos postos da cidade.