Cantores participam de música sobre a importância de ficar em casa
Composição é do músico e desembargador Wagner Cinelli

 

Da Redação

No lugar de medidas judiciais, o desembargador Wagner Cinelli foi buscar na música uma forma de orientar a população sobre a importância do isolamento durante essa pandemia. Pianista da banda Urca Bossa Jazz, Cinelli, ao lado de Gabriela Zimmer, compôs a canção Fique em Casa. Com uma melodia que remete ao reggae, os autores alertam: “O vírus está por aí e pode te pegar. É melhor ficar em casa do que ter que se internar”. A gravação da música contou com a participação de 11 cantores, entre eles nomes como o de Fernando Mendes, autor de sucessos como Cadeira de Rodas, e Vinny, célebre pelo hit Heloísa, Mexe a Cadeira. O vídeo com a participação de todos está disponível no YouTube, no canal da Urca Bossa Jazz.

Live vai debater os impactos jurídicos e psicossociais em tempo de pandemia
Evento será transmitido pelo YouTube na segunda-feira

Especialistas vão avaliar possíveis efeitos do coronavírus na sociedade

 

Da Redação

Pablo Meneses será um dos participantes da live

Os impactos jurídicos e psicossociais em tempo de pandemia serão debatidos em live, nesta segunda-feira (11), às 16h, promovida pelo Instituto de Liberdades Públicas e Ensino Jurídico Paulo Rangel (ILPEJPAR) e com o apoio da Qualicorp. O encontro terá a participação do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro Paulo Rangel, que vai analisar os reflexos do atual momento no Direito Penal, e do procurador do Ministério Público Federal José Panoeiro, que vai abordar o papel do MP no combate à corrupção durante e após o coronavírus.

Também vão participar a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva e o diretor executivo da Qualicorp, Pablo Meneses. Ela vai falar sobre os reflexos da crise nas mentes e relacionamentos, enquanto ele vai debater as boas práticas nas relações público-privadas em tempos de pandemia. O evento será transmitido pelo canal do Instituto no YouTube – https://www.youtube.com/watch?v=inV5kqK3qHE.

Qual é o som do coronavírus que circula no Brasil?
Pesquisadores do IDOR e da UFRJ transformaram trechos do material genético do vírus em notas musicais

Três cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), José Alexandre Salerno, Luiz Guilherme Hendrischky e Stevens Rehen, “musicalizaram” um pequeno trecho do genoma do novo coronavírus (SARS-CoV-2), sequenciado por colegas brasileiros em fevereiro deste ano.
Pensando numa maneira diferente de lembrar sobre a necessidade do isolamento contra a pandemia, os pesquisadores misturaram arte e conhecimento, conferindo agora um som ao Sars-CoV-2.

A ordenação das notas musicais foi criada utilizando o DNA Sonification, software que permite que sequenciamentos genéticos sejam transformados em partituras e interpretados por diversos instrumentos.
A melodia utilizou como base a proteína S, glicoproteína presente na superfície do vírus e por onde ele se liga às células humanas. A ideia foi inspirada na iniciativa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que já havia criado uma interpretação musical “americana” para o SARS-CoV-2.

O pesquisador José Salerno explica a ciência por trás da partitura: “Com uma ordem de leitura que imita o processo biológico da expressão da proteína S, cada códon – trio de bases nitrogenadas do RNA viral – foi transformado em uma única nota para o som do piano”.

Luiz Hendrischky informa que o processo foi repetido em outros dois esquemas de leitura, que transformaram a sequência desta vez em notas de guitarra e percussão.  No fim, as três melodias sobrepostas formaram a música. Acesse o link (https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/novidades/qual-a-melodia-do-novo-coronavirus) e confira a música .

Mulher centenária é curada do coronavírus
Paciente ficou oito dias internada no Norte D’Or

 

Da Redação

Nair Torres Santos é mais uma pessoa a fazer parte da estatística que aumenta as esperanças no meio dessa pandemia. Depois de oito dias internadas no Norte D’Or devido ao coronavírus Covid-19, ela recebeu alta e pode ir com sua família para casa. Com 101 anos, Nair tem história para contar. Nascida em 1918, justamente o ano em que a gripe espanhola começou a assolar o mundo, ela é uma testemunha viva de acontecimentos que atravessaram dois séculos. E agora pode dizer também que venceu o coronavírus. Nair deu entrada no último dia 21, ficou internada na UTI até o dia 26. A melhora gradual a levou para o quarto no dia 27, até receber a alta na tarde desta quarta-feira.

O diretor do hospital, Ricardo Calado, destaca que o caso dela motiva ainda mais toda a equipe a continuar se dedicando no combate a essa doença. “É mais de um século de memórias que ela traz consigo. E poder vê-la retornar para casa, sabendo que vai compartilhar mais momentos com seus familiares, nos traz uma alegria indescritível”, afirma Ricardo.