Unimed Nacional patrocina oficinas de judô na Bahia
Iniciativa promovida pela Federação Baiana de Judô vai levar aulas gratuitas para 800 crianças e adolescentes

 

Da Redação

A Unimed Nacional fechou parceria com a Federação Baiana de Judô e vai patrocinar por meio da Lei de Incentivo ao Esporte o projeto Caravana do Judô, que irá oferecer oficinas gratuitas para crianças e adolescentes nas cidades de Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ribeira do Pombal e Ilhéus. O projeto será acompanhado em todas as fases pelo Instituto Unimed e a expectativa é beneficiar 800 jovens, sendo 200 por localidade. Poderão se inscrever crianças a partir de 06 anos e adolescentes até 18 anos. As primeiras oficinas começarão em setembro e serão realizadas em ginásios municipais.

 

Ortopedista e com longa experiência em medicina esportiva, o diretor Comercial e Marketing da Unimed Nacional, Walter Cherubim, destaca que o projeto da Federação vai ao encontro dos valores da Cooperativa, pois promove, através do esporte, qualidade de vida. “A prática regular de esportes fortalece a musculatura, melhora a saúde cardiorrespiratória e ajuda a prevenir doenças”, explica.

 

Ele também ressalta que o aprendizado de uma arte marcial contribui no desenvolvimento intelectual, no autocontrole, na sociabilidade e na disciplina dos jovens. Walter ainda observa que é uma honra para a Unimed participar de um projeto que promove um esporte com tanta tradição olímpica. O judô é a modalidade que mais trouxe medalhas em olimpíadas para o Brasil. “Talvez um futuro campeão olímpico possa vir de uma das oficinas”, projeta.

Petrobras reduz em 10,4% preços de venda de querosene de aviação
Novo valor passa a vigorar no dia 1º de setembro

 

Da Agência Brasil

A Petrobras anunciou hoje (26), no Rio de Janeiro, que, no próximo dia 1º de setembro, ajustará os preços de querosene de aviação (QAV) com uma redução de 10,4% nos preços de venda para as distribuidoras. É a segunda queda seguida nos preços do QAV, que já haviam sofrido redução de -2,6% no início de agosto.

“Conforme prática que remonta os últimos 20 anos, os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras. Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio”, disse  comunicado da empresa.

Só para as distribuidoras

A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. Elas, por sua vez, transportam e comercializam o produto para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos ou para os revendedores. Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.

“Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtoras ou importadoras de QAV”, informou a Petrobras.

Quase metade dos reajustes salariais em julho ficou abaixo da inflação
Piso médio foi de R$ 1.523, 27,5% acima do salário mínimo

 

Da Agência Brasil

Quase a metade (48,1%) dos reajustes salariais negociados em julho ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O reajuste médio no mês ficou em 11,9%. O percentual, na média, é igual à inflação acumulada nos últimos 12 meses, que em julho somou 11,9%. O piso mediano, por sua vez, ficou em R$ 1.523, valor 25,7% acima do salário mínimo.

Os números constam no boletim Salariômetro – Mercado de Trabalho e Negociações Coletivas, divulgado mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O estudo mostra também que em 33,2% das negociações, o percentual de reajuste ficou acima da inflação, volume quase duas vezes maior do que o verificado nos últimos 12 meses (17%).

No período analisado, 289 instrumentos, sejam eles acordos ou convenções, foram assinados com reajuste. No ano, as negociações somam 10.706 e, nos últimos 12 meses, 16.703. A Fipe destaca ainda que dois terços dos reajustes de 2022 ficaram na distância de um ponto percentual acima ou abaixo do INPC.

Na análise por setor, a indústria de joalheria teve reajuste real mediano de 0,93%, considerando o período de janeiro a julho. O pior resultado é para trabalhadores de empresas jornalísticas, que tiveram reajuste médio real negativo, com -4,19%, ou seja, não recuperaram a inflação.

A Fipe traz na divulgação uma prévia de agosto, indicando que 70,3% das negociações terão reajustes menores que o INPC; 1,7% serão iguais e 20% maiores que a inflação. A entidade alerta que os resultados da prévia estão sujeitos a flutuações e podem alterar com a inclusão de mais instrumentos. Até o fechamento, apenas 60 haviam sido tabulados.

Metodologia

O acompanhamento das negociações coletivas é feito por meio de acordos e convenções registradas no Mediador do Ministério da Economia, do governo federal.

A Fipe coleta os dados e informações disponíveis no sistema, tabula e organiza os valores observados para 40 resultados da negociação coletiva, reunidos em acordos e convenções e também por atividade econômica e setores econômicos.

A entidade lembra que os valores médios e as medianas dos resultados coletados não são ponderados pela quantidade de trabalhadores cobertos em cada segmento, pois essa informação não consta nas informações depositadas no Mediador.

Caçador de rochas da Nasa revela geologia surpreendente em Marte
Cientistas suspeitam que cratera pode ter abrigado vida microbiana

Amostras de núcleo perfuradas pelo rover Perseverance, da Nasa, na superfície de Marte estão revelando a geologia de uma cratera que os cientistas suspeitam que possa ter abrigado vida microbiana há bilhões de anos, incluindo surpresas sobre a natureza das rochas presentes por lá.

As amostras, obtidas pelo veículo de pesquisas espaciais de seis rodas que tem o tamanho de um carro, e armazenadas para transporte futuro para a Terra, mostram que a rocha de quatro locais dentro da cratera Jezero é ígnea (produzida pela ação do fogo), formada pelo resfriamento de material fundido. As rochas também apresentam evidências de alteração pela exposição à água, outro sinal de que Marte, que hoje é frio e árido, já foi quente e úmido em outros tempos.

Os cientistas acreditam que a rocha, formada há cerca de 3,5 bilhões de anos, poderia ser sedimentar, formada pelo acúmulo de lama e areia depositadas no leito de um lago.
“Na verdade, não encontramos evidências de rochas sedimentares onde o rover explorou o fundo da cratera, apesar de sabermos que o local já abrigou um lago e que sedimentos devem ter sido depositados. Esses depósitos sedimentares devem ter sofrido erosão”, disse o geoquímico do Caltech Kenneth Farley, principal autor de um dos quatro estudos publicados nas revistas Science e Science Advances descrevendo a geologia da cratera.

O Perseverance chegou a Marte em fevereiro de 2021 e tem trabalhado ativamente na cratera de Jezero, usando um conjunto de instrumentos, enquanto os cientistas investigam se o planeta vizinho mais próximo da Terra já teve condições propícias à vida. A sonda está coletando amostras de rochas do tamanho de um giz, em pequenos tubos que devem ser recuperados por uma espaçonave em 2033 e trazidos à terra para exames adicionais, incluindo bioassinaturas, que são indicadores de vida.