A experiência de quem investe nos cooperados
Ações de bem-estar, desenvolvimento de competências e comunicação transparente impulsionam para o engajamento dos médicos na Unimed Volta Redonda

 

Da Redação

O cooperativismo se expande no Brasil. Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020, do Sistema OCB, de 2019 para 2020, o número de cooperados no país cresceu de 14,4 milhões para 15,5 milhões. Esse crescimento é fundamental, pois são os cooperados a base para o sucesso de qualquer cooperativa. O número mostra que o setor tem conseguido atrair, engajar e desenvolver neles o sentimento de pertencimento para se identificarem como sócios do negócio. “Eles são a força que movimenta e que impulsiona o crescimento da cooperativa”, afirma o presidente da Unimed Volta Redonda, o Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra.

Dr. Luiz Paulo fala com conhecimento de causa. Após mais de três décadas, a cooperativa, hoje, reúne 471 médicos cooperados que mantém firme o propósito de cuidar da saúde e bem-estar das pessoas. O presidente explica que, desde o início, sempre foi prioridade investir na relação com todos os cooperados, para assegurar que eles tivessem a percepção de sua importância, do seu papel e responsabilidade no futuro do empreendimento.

Atualmente, entre as ações em andamento estão o Platão, um espaço de compartilhamento de saberes, onde os cooperados podem trazer temas clínicos diversos para compartilhar com os colegas; a Interface, programa de encadeamento produtivo com foco no desenvolvimento na gestão de clínica e consultórios, com o objetivo de trazer mais competitividade para o mercado de trabalho; o Plano de Sucessão, que visa preparar e desenvolver os cooperados para uma futura sucessão na Cooperativa, de forma transparente e segura, além de ações para apoiar, impulsionar e desenvolver as clínicas e consultórios.

E do que depender do presidente da Unimed Volta Redonda, mais iniciativas estão por vir.  Ele avalia que é preciso continuar trabalhando para cuidar do cooperado em todos os aspectos: pessoal, familiar, desenvolvimento, no ambiente de trabalho, considerando os seus diversos papéis, seja como prestador de serviço, sócio da Cooperativa, gestor, cliente e investidor. “Permanecemos firmes no compromisso com a valorização do médico e de melhores condições de trabalho”, afirma o Dr. Luiz Paulo, que costuma sempre defender a construção de competência como um dos principais aspectos para valorização dos cooperados.

No caso específico da medicina, que a cada mês apresenta novos avanços em tratamentos e diagnósticos, os investimentos em capacitação são contínuos e não pararam nem mesmo durante a pandemia. De 2020 para cá, foram injetados quase 1 milhão de reais em desenvolvimento médico.

É por meio de iniciativas que trazem benefícios e facilidades, bem como de uma comunicação transparente e aberta ao diálogo, que a Unimed Volta Redonda estabeleceu a relação de sucesso com os seus cooperados. “Em 2019, iniciamos o projeto diálogos estratégicos, que são quatro reuniões anuais onde se debate um tema geral com os cooperados. Tudo para aproximá-lo do dia a dia da Unimed e mantê-lo engajado com os nossos objetivos”, destaca Dr. Luiz Paulo.

Por conta da pandemia, os encontros passaram a ser online. Também são feitos informativos quinzenais, em formato de blog, com atualizações sobre a cooperativa, vídeos e espaço para o médico interagir com as postagens e enviar seu próprio conteúdo. Toda a dedicação em prol dessa relação é reconhecida pelos cooperados, que registram o alto índice de 96% de satisfação na última pesquisa realizada pela Unimed.

O Dr. Luiz Paulo avalia que a pesquisa comprova que o trabalho tem sido bem-feito e que a Cooperativa tem cumprido seu papel de acompanhar de perto a jornada dos cooperados, oferecendo ferramentas e iniciativas que contribuam para a sua vida pessoal e profissional. Há ações de bem-estar e de qualidade de vida, bem como de desenvolvimento de competências e qualificações, além de recursos que facilitem o dia a dia do médico no consultório. “Também acabamos de iniciar a campanha Orgulho de Ser Cooperado. Na programação, estão previstos eventos online e presenciais, além de muitas atividades idealizadas para que os médicos possam expressar seu orgulho em fazer parte da Unimed Volta Redonda” destaca o presidente.

Brasilcap cria Diretoria de Gestão de Riscos e Controles Internos
Setor responderá por assuntos referentes a riscos corporativos relacionados à capitalização

 

Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo vai estar à frente da nova diretoria

 

Da Redação

A Brasilcap, empresa de capitalização da BB Seguros, passa a contar agora com uma Diretoria de Gestão de Riscos e Controles Internos. Para comandá-la, chega à companhia Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo. A nova Diretoria terá, entre outras responsabilidades, a criação de estratégias para gerir os riscos corporativos inerentes ao mercado de capitalização. Ela vai promover, disseminar e monitorar a efetividade dos controles internos, bem como a conformidade com as regulações vigentes.

Carlos Hamilton nasceu em Sobral, no Ceará. Ele é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará e tem Mestrado e Doutorado em Economia pela FGV. Iniciou sua trajetória profissional como analista no Banco do Estado do Ceará. Em 1992, ingressou no Banco Central, ocupando posições de destaque. Desde 2016, exerce cargos diretivos no Banco do Brasil, como vice-presidente de Serviços, Infraestrutura e Operações e vice-presidente de Gestão Financeira e Relação com Investidores, função que ocupava até agora.

Carlos Hamilton lembra que a criação da nova diretoria atende a uma determinação do órgão regulador. Segundo ele, no entanto, a Brasilcap sempre desenvolveu atividades inerentes aos processos de Controles Internos e Gestão de Riscos. “São atividades que devem estar inseridas no dia a dia de todos nós. A mudança joga luz na importância desses processos para as grandes empresas. Nosso trabalho vai tornar isso ainda mais eficiente e visível. A responsabilidade é de todos”, explica.

O novo diretor reforça o propósito da Brasilcap de ser um agente de transformação na vida das pessoas e na sociedade. A capitalização tem muito a contribuir neste sentido. “Acredito que o potencial de transformação está nas oportunidades que nossas soluções apresentam aos clientes. E, também, através de uma postura ética e transparente que a Companhia estabelece com seus acionistas, clientes e reguladores. Contribuímos para melhorar a vida das pessoas”, destaca.

STF derruba artigos da reforma trabalhista que restringiam gratuidade
Julgamento que começou em 2018 terminou hoje

 

Da Agência Brasil

Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou hoje (20) inconstitucionais dispositivos da Reforma Trabalhista de 2017 que determinaram o pagamento de honorários periciais e sucumbenciais por beneficiários da justiça gratuita.

Pelo entendimento, os dispositivos limitaram o acesso à assistência judicial gratuita ao possibilitar que pessoas consideradas pobres possam ter que arcar com os custos de perícias que são realizadas em processos trabalhistas, além de pagar honorários advocatícios da outra parte litigante no caso de perda da causa.

O julgamento da questão começou em 2018 e, após vários adiamentos, foi finalizado nesta quarta-feira. A ação que motivou a decisão foi uma das primeiras protocoladas pela Procuradoria-Geral da Republica (PGR) para contestar as alterações feitas pela reforma na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Ao julgar a ação direta de inconstitucionalidade, o Supremo concordou com os argumentos apresentados pela procuradoria e considerou inconstitucionais os artigos 790-B e 791-A da CLT.

Os dispositivos definiram situações em que a parte sucumbente deve arcar com os custos do processo, como perícias e honorários de advogados, mesmo que seja beneficiária da justiça gratuita. O texto também prevê que os custos poderão ser pagos pelo beneficiário no caso de ganho de causa em outro processo trabalhista.

Contudo, no mesmo julgamento, os ministros decidiram manter a validade do artigo 844, que também foi questionado pela PGR. O dispositivo prevê que os custos processuais devem ser pagos pela parte que faltar sem justificativa a audiência do processo, mesmo se tratando de beneficiário da justiça gratuita.

O benefício de gratuidade na Justiça trabalhista é concedido ao cidadão que tem salário igual ou inferior a 40% do teto de benefícios do INSS, que é de R$ 6.433,57.

Justiça do Trabalho realiza Semana Nacional de Conciliação
Empregadores e empregados poderão resolver litígios trabalhistas

 

Da Agência Brasil

A Justiça do Trabalho realiza até sexta-feira (24) a Semana Nacional de Conciliação e Execução Trabalhista. Empregados e empregadores que tenham intenção de resolver consensualmente um litígio trabalhista poderão procurar os fóruns de todo país.

Neste ano, a campanha tem o slogan Cada solução, um começo e faz alusão às dificuldades impostas pela pandemia de covid-19. Para a Justiça do Trabalho, a retomada gradual das atividades econômicas pode ser uma oportunidade para as empresas quitarem as pendências judiciais.

Para participar, as partes interessadas podem se inscrever nas atividades da semana nacional diretamente nos Tribunais Regionais do Trabalho de sua região e agendar uma sessão de conciliação no setor pré-processual dos Centros Judiciários de Solução de Disputas (Cejuscs). No caso de processos que já estavam em andamento, a inclusão nas conciliações foi agendada pelos respectivos juízos.

Criada em 2014, a semana nacional tem histórico de 873 mil pessoas atendidas e 113 mil acordos homologados. Desde a criação, foram movimentados mais de R$ 3,4 bilhões para pagamento de dívidas trabalhistas, R$ 129,4 milhões em recolhimentos previdenciários e R$ 18,5 milhões em recolhimentos fiscais. No ano passado, o evento não foi realizado devido à pandemia de covid-19.