Unimed Volta Redonda está entre os Lugares Incríveis para Trabalhar
Presidente da cooperativa é o CEO mais bem avaliado do país entre as grandes empresas

 

 

A Unimed Volta Redonda está entre as empresas reconhecidas como Lugares Incríveis para Trabalhar, iniciativa do UOL e da Fundação Instituto de Administração (FIA) que avaliou as empresas brasileiras com os mais altos níveis de satisfação entre os seus colaboradores. Além de se destacar entre as organizações, a cooperativa também teve o seu presidente, Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra, como CEO mais bem avaliado do país, na categoria Grandes Empresas.

Dr. Luiz Paulo participa da Unimed Volta Redonda desde a sua fundação, em 1989. Há 18 anos, é presidente da cooperativa e foi sob sua gestão que a Unimed alcançou um crescimento vertiginoso, com números que a consolidaram tanto como umas das principais organizações do Sul Fluminense quanto como referência em medicina de excelência do estado do Rio de Janeiro. Ao longo desses 18 anos, a carteira de clientes cresceu 110%, saltando de 31 mil para 66 mil. O crescimento da cooperativa também é registrado no aumento de colaboradores, que saiu de 64 para 1.600. É ainda mais impressionante quando se observa a ascensão do faturamento. Quando Luiz Paulo assumiu a presidência pela primeira vez, a Unimed registrava um faturamento de aproximadamente R$ 40 milhões. Hoje, é mais de R$ 518 milhões, o que representa um aumento de 1.297%.

Para o presidente da Federação das Unimeds do estado do Rio de Janeiro, Dr. Emilson Ferreira Lorca, a trajetória de Dr. Luiz Paulo à frente da cooperativa é um exemplo para todos os gestores. Segundo Lorca, Dr. Luiz Paulo é reconhecido por sua competência, com igual robustez, pelos setores das áreas de mercado, administrativa, financeira, intercâmbio e regulatória.

Tanto o reconhecimento quanto os números são resultado de um compromisso que ele assumiu desde o primeiro dia que esteve à frente da cooperativa, o de investir nas pessoas. “Há 18 anos, quando assumi a presidência da Unimed Volta Redonda, firmei um compromisso de investir, continuamente, no desenvolvimento e na capacitação dos nossos colaboradores e cooperados. E, assim, tenho feito. Me orgulho em dizer que hoje todos os gestores da Cooperativa têm ensino superior e pós-graduação, e para muitos deles, foi a Unimed Volta Redonda que promoveu esse estudo. Desde o início nós investimos nas pessoas e na geração de competência. Porque é nisso que nós acreditamos”, afirma.

Ainda com foco em pessoas, em 2009 Dr. Luiz Paulo encabeçou a implantação da cultura organizacional chamada Jeito Unimed de Cuidar, o JUC, baseada nos pilares: Gentileza, Respeito e Competência. “O nosso JUC é um compromisso assumido nas relações com o médico cooperado, colaborador, cliente, fornecedor e sociedade como um todo. Hoje, nós somos reconhecidos pelo nosso Jeito Unimed de Cuidar. Ele virou um importante diferencial competitivo, mas mais do que isso, ele demonstra toda nossa essência”, conta o presidente, que também é diretor Comercial e de Marketing da Seguros Unimed.

A Seguradora aparece em duas categorias da Pesquisa Lugares Incríveis: o primeiro lugar em “Experiência do Funcionário” e a segunda posição na categoria Lugar Incrível para Trabalhar, no segmento Seguradora.

Segundo ele, a organização deve sempre ampliar as oportunidades para o desenvolvimento profissional dos colaboradores, a partir de competências técnicas e comportamentais, pois são os funcionários os principais responsáveis pelo crescimento de qualquer organização. Por isso, é preciso que eles sejam e se sintam valorizados. A percepção que eles têm da empresa é fundamental para o engajamento e para o clima organizacional.

E o ímpeto em investir nos colaboradores só aumenta. A Unimed, por exemplo, transformou o seu Centro de Treinamento no Instituto Lóbus Treinamento, Ensino e Pesquisa. “A proposta é garantir a qualificação dos profissionais e oferecer capacitação para a área de saúde na localidade e imediações”, explica Luiz Paulo, que ainda lembra que a cooperativa também foi eleita por oito vezes uma das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil. “A presença contínua nessas premiações demonstra que nós realmente nos preocupamos com o desenvolvimento e a satisfação dos colaboradores”, destaca.

Pandemia reforça o compromisso com os colaboradores

Investir nos funcionários sempre foi prioridade para Luiz Paulo

“Temos muito orgulho em afirmar que ao longo desses 31 anos acreditamos nas pessoas e vamos continuar investindo no desenvolvimento de cada um para que todos cresçam ainda mais”, afirma o presidente da Unimed Volta Redonda, acrescentando que, durante a pandemia, cuidar da saúde dos colaboradores e seus médicos cooperados continua sendo uma das principais diretrizes.

Assim que se percebeu o quão grave era o cenário provocado pela Covid-19, a Unimed se dedicou a preservar a saúde de todos os seus públicos. Afastou profissionais do grupo de risco, adotou medidas para proteger quem permaneceu trabalhando, sempre seguindo todas as orientações sanitárias preconizadas pelo ministério da Saúde e, em alguns casos, determinando medidas até mais rígidas.

A Cooperativa criou, em apenas três dias, uma Unidade de Apoio Especial exclusiva para pacientes com sintomas de Covid-19, dando suporte ao Pronto Atendimento; implantou a orientação online, uma vídeo chamada direto com o médico; montou um comitê institucional para acompanhamento da evolução do Novo Coronavírus, que continua trabalhando; criou o protocolo de atendimento prioritário para casos suspeitos e restringiu visitas a pacientes e circulação de pessoas no ambiente hospitalar. Medidas que trouxeram conforto e segurança tanto para os clientes, quanto para o público interno.

 

 

 

O home office foi implementado logo em março e se estende até hoje. Os colaboradores receberam um kit com mobiliários e acessórios para trabalharem de casa com mais conforto, segurança e adequação do ponto de vista ergonômico. Já os profissionais que se mantiveram no trabalho presencial, além das regras de higiene e distanciamento, contam ainda com o acompanhamento da equipe de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, que promove triagens, campanhas de conscientização, orientação e distribuição de máscaras.

A cooperativa também estreou e ampliou iniciativas. O Programa de Apoio Psicológico e Emocional, que disponibiliza uma equipe de psicologia organizacional para o público interno, também passou a oferecer o atendimento digital por meio de uma plataforma específica. Houve também uma atenção especial, com a criação dos programas de Qualidade de Vida do colaborador e do cooperado. Ao longo do ano, foram realizadas atividades externas, cursos e palestras, sempre com foco em temas definidos com a pesquisa anual de satisfação.

Sobre a pesquisa  

Promovida pelo UOL e pela Fundação Instituto de Administração (FIA), a primeira edição do Prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar destaca as empresas brasileiras com os mais altos níveis de satisfação entre os seus colaboradores. A inciativa avaliou o ambiente de trabalho, a cultura organizacional, a atuação da liderança e a satisfação com os serviços de RH. O prêmio é baseado na pesquisa FIA Employee Experience, elaborada pelo professor doutor André Fischer, coordenador do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas (Progep/FIA) e um dos pioneiros deste tipo de análise no mercado brasileiro, e pelo professor doutor Joel Dutra, coordenador do Progep/FIA e uma das maiores referências em gestão de pessoas no país.

A metodologia da pesquisa liderada por Fischer vem sendo desenvolvida desde 1982 e foi aperfeiçoada nos 14 anos de parceria com o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar, publicado entre 2006 e 2019 pela revista Você S/A. A nova pesquisa, que neste ano teve apuração 100% digital, partiu de novos parâmetros, informados tanto pela situação atual, com a pandemia de covid-19, quanto pelas novas conclusões da psicologia organizacional nos últimos anos.

Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro promove debate pelo Dia da Consciência Negra
Evento terá transmissão pelo YouTube

Da Redação
O Subcomitê de Raça do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) promoverá, nesta quinta-feira (19), às 17h, o debate: “Você aguenta ver uma preta feliz? Perspectivas negras sobre resistência”.
O evento será transmitido ao vivo pelo canal do MPT-RJ no Youtube e contará com a participação de Roberta Eugênio, advogada, assessora juridica e pesquisadora do Instituto Alziras; e de Thayná Yaredy, advogada e assessora do projeto Conectas.

De volta à humanização: Comunicação por voz aproxima empresas e clientes
Leonardo Amaral

Leonardo Amaral, CEO e fundador da Secretária Virtual

A tecnologia já está muito presente em nossas vidas. Cada vez mais, a internet das coisas conecta dispositivos que fazem parte do nosso dia a dia. Diversas empresas se valem da análise maciça de dados (big data) para oferecer melhores produtos e serviços aos clientes – que, quase sempre, saem satisfeitos. A inteligência artificial automatiza processos que antes eram feitos de forma menos eficiente por humanos. Mas aceitar e abraçar a tecnologia em nossas vidas não pressupõe utilizarmos essas inovações em todas as atividades.

Por quê? Porque nem sempre ela maximiza os lucros das empresas e a satisfação do cliente.

Uma situação em que a adoção da tecnologia não é a melhor escolha é o atendimento à distância aos clientes. Cada vez mais as empresas têm utilizado softwares baseados em inteligência artificial e quem adota esse tipo de serviço pensa na redução dos custos advindos da utilização de menos pessoas.

De fato, tirar as pessoas do telefone e jogá-las no WhatsApp e, em maior escala, trocá-las por robôs, pode gerar uma economia significativa nas despesas. Mas as despesas são apenas um dado do balanço de uma empresa. Outro dado, tão ou mais relevante, são as receitas. A nossa experiência tem mostrado que a utilização de pessoas no atendimento aumenta as receitas – de uma forma mais significativa do que a redução de custos com a automatização do processo.

As empresas que utilizam com eficiência o atendimento envolvendo pessoas têm resultados financeiros maiores do que quando utilizam sistemas automatizados. Os ganhos, relatados por elas mesmas, indicam que os retornos podem aumentar de 10% a 30% – e há casos de ganhos até cinco vezes maiores.

Um estudo publicado recentemente pela OnYou, companhia especializada em monitoramento de experiência do cliente, mostrou que, nesta quarentena, mais especificamente entre março e maio, o telefone foi o maior canal de comunicação dos clientes com as empresas: 36%, ante 21% chat on-line, 20% e-mail, 15% via WhatsApp e 7% redes sociais. Para 52% dos entrevistados, o nível de atendimento está pior do que antes.

Mas a melhoria não depende da troca de atendentes por robôs ou a ligação por voz pela troca de mensagens via WhatsApp. Minha experiência de quase 15 anos atuando com atendimento telefônico me permite saber o que as pessoas querem: ser atendidas com prontidão e verem seus problemas ou pedidos serem solucionados com rapidez.

Pense numa pessoa que tenta marcar uma consulta médica pelo WhatsApp. Ela envia uma mensagem para o smartphone da clínica perguntando sobre horários livres. Se houver outra pessoa do outro lado, a resposta pode demorar se ela estiver atendendo outro paciente. E a pessoa que queria marcar a consulta, que estava disponível num momento, dificilmente terá paciência para aguardar a resposta por muito tempo. Quando o atendente responde, ela pode estar na academia, numa reunião de trabalho ou cuidando dos filhos. E aí, quando ela finalmente lê a mensagem e responde… bom já deu para entender: marcar uma consulta por WhatsApp é uma atividade extremamente ineficiente.

“Ah, mas um chatbot está sempre disponível”, alguém pode objetar. De fato. Mas experimente ir até o final na tentativa de marcar uma consulta com um robô. “Por favor, digite seu plano de saúde”. A chance de o algoritmo não entender e dar problema porque a informação passada não bate com o que está cadastrado no seu sistema não é pequena. Resultado: uma chatice – e a pessoa sai sem ter resolvido seu problema.

Claro que a interação entre pessoas precisa ser marcada por simpatia, cordialidade e atenção. Num mundo cada vez mais digital, a interação humana ganha cada vez mais valor. Não é por acaso que a empatia está tão na moda.

As pessoas não querem interagir com um bot que ainda está longe de ser “inteligente”, nem com uma voz robotizada que pede, de forma lenta, cadenciada: “Bem-vindo ao nosso atendimento. Por favor, digite o seu CPF, número de login e senha”. Irrita, né? Mas, por outro lado, elas tampouco querem ser atendidas por uma pessoa que “estará checando a disponibilidade” de “estar resolvendo” o problema dela e peça para “aguarde um minuto, senhor (a)”, “aguarde mais um momento, por favor”. Ninguém aguenta.

O que as marcas precisam? De um sistema formado por pessoas que estejam sempre disponíveis e treinadas para um atendimento empático e eficaz.

Até hoje, não criamos nada mais eficiente do que isso.

Conexão Futuro Seguro terá etapa nacional nesta quinta, com prêmio especial para corretores de seguros

Da Redação

Após 22 encontros estaduais, o projeto Conexão Futuro Seguro chega à sua etapa de encerramento nesta quinta-feira (dia 12). Desde setembro, o programa oferece soluções para melhorar o ambiente de trabalho do corretor de seguros, de modo que ele possa ampliar e diversificar seus negócios. O ciclo de eventos virtuais foi desenvolvido pela Fenacor e pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), em parceria com os sindicatos estaduais de corretores de seguros (Sincors).

A etapa nacional – chamada Conexão Futuro Seguro Brasil – terá início às 17h. As inscrições são gratuitas. Os corretores inscritos receberão um certificado de participação emitido pela ENS e a Fenacor. Ao final do evento, aqueles que estiverem conectados vão concorrer a uma premiação especial: um carro zero km.

Aberto aos corretores de seguros (pessoas físicas e jurídicas) de todo o Brasil, o encontro trará inúmeras novidades em termos de soluções, ferramentas e novas oportunidades de negócios, além de palestras sobre temas extremamente relevantes, ministradas por conceituados especialistas. Para se inscrever, basta acessar o portal www.conexaofuturoseguro.com.br.

Entre os destaques da etapa nacional, está a atriz Denise Fraga, que será uma das palestrantes, com foco no tema “Conexões humanas e como isso será importante no futuro próximo”. O professor lldebrando Neres Júnior, da ENS, vai falar sobre a possibilidade de o corretor atuar também como agente autônomo de investimento, consolidando sua imagem de planejador de proteções. Já o professor Aluízio Barbosa vai discorrer sobre os efeitos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Além deles, integram a lista de debatedores o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, o presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros, Nilton Molina; o especialista e diretor da Quinto Domínio, Paulo Moura, que desenvolveu a ferramenta LGPDCOR para os corretores de seguros; o coordenador da Certisign, Lafaiete Dias de Lima, que apontará como a certificação digital pode ser uma ferramenta para gerar muitas oportunidades de negócios para os corretores de seguros; o presidente do Ibracor, Joaquim Mendanha, e o professor de Direito Ricardo Morishita Wada, que tratarão do tema autorregulação.