Livro aponta o caminho estilo de vida mais saudável; lançamento será no próximo dia 23
Em “Saúde É Prevenção”, Gilberto Ururahy e Galileu Assis refletem sobre efeitos da pandemia e como podemos evitar doenças por meio de hábitos saudáveis e exames preventivos

 

Galileu Assis e Gilberto Ururahy orientam como ter uma vida saudável

 

Da Redação

Os médicos Gilberto Ururahy e Galileu Assis lançam o livro “Saúde É Prevenção”, pela editora Rocco. Fundadores da clínica Med-Rio Check-up, pioneira em check-up executivo no Brasil, os médicos, a partir da experiência de mais 30 anos trabalhando com medicina preventiva, traçam um guia para que todos possam seguir um estilo de vida saudável – com alimentação balanceada, atividade física regular, sono reparador — com foco em prevenir ao invés de remediar. O lançamento será no dia 23 de agosto (terça-feira) no prédio da Amcham Brasil, na Rua da Paz 1431, Chácara Santo Antônio (Zona Sul); o evento ocorrerá das 10h às 18h.

Para Gilberto, a pandemia impôs uma necessidade ainda maior de ser falar em hábitos de vida saudáveis e prevenção. Por quase dois anos o mundo parou, e a pandemia afetou a rotina das pessoas, prejudicando a qualidade de vida. O resultado desse cenário é uma piora nos índices de saúde. “Hoje vemos mais um efeito da pandemia, que é o aumento do caso de doenças crônicas, que, em sua maior parte, tem relação direta com os hábitos do dia a dia”, relata.

Porém, observa Gilberto, nem sempre é fácil mudar o estilo de vida. E o livro oferece orientação para mudar esse cenário, que é extremamente preocupante, ainda mais quando se observa que estudos apontam que 73% das mortes nas grandes cidades estão ligadas aos maus hábitos, como sedentarismo e má alimentação. “A principal mensagem do livro é que estilo de vida saudável mais exames preventivos é igual à longevidade com autonomia”, reflete.

Com dados e estudos diversos, os autores propõem que exames periódicos, conhecimento sobre os fatores de risco e tratamentos precoces são necessários para o bom funcionamento do nosso corpo, além da identificação de situações estressantes capazes de nos fragilizar e, muitas vezes, até levar a distúrbios físicos e psíquicos como depressão, ansiedade, síndrome do pânico, entre outros.

Sobre os autores
Gilberto Ururahy é médico, formado pela UFRJ e especializado em Medicina Preventiva. Criador da clínica Med-Rio Check-up, líder no segmento de check-ups para executivos no Brasil, é diretor e conselheiro da Câmara de Comércio França-Brasil, diretor e chairman do Comitê de Saúde da Câmara Americana do Comércio do Rio de Janeiro e Presidente do Conselho de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Detentor de diversas medalhas ao mérito, como a Medalha Pedro Ernesto de Cidadão Honorário da cidade do Rio de Janeiro, a Medalha Tiradentes, a Medalha da Academia de Medicina da França e a Medalha Ordem Nacional do Mérito do Governo Francês, Ururahy também é autor de outros três livros sobre saúde: Como tornar-se um bom estressado, O cérebro emocional e Emoções e saúde.

Galileu Assis é formado em Medicina e Cirurgia pela UNIRIO. Membro do American College of Lifestyle Medicine e especialista em Medicina do Estilo de Vida certificado pelo American Board of Lifestyle Medicine, participou da criação da Med–Rio Check-up, no qual também é diretor.

SAÚDE É PREVENÇÃO – Gilberto Ururahy e Galileu Assis
Formato: 16 x 23 cm
Nº de páginas: 192
Preço: R$ 54,90

Associações querem tornar sem efeito novo piso salarial da enfermagem
Lei não determinou qual seria a fonte de custeio para o aumento

 

 

Do Estado de Minas

A Associação Nacional dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT) entrou como amicus curiae (amigo da corte) na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que a Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde) ingressou no Supremo Tribunal Federal. O objetivo é tornar sem efeito a Lei sancionada pelo presidente Bolsonaro, que instituiu o piso salarial da enfermagem. Detalhe: a lei não determinou qual seria a fonte de custeio para o aumento. Atualmente, 87% dos pacientes renais são atendidos por clínicas conveniadas ao SUS. A defasagem entre o preço pago pelo governo para cada sessão de hemodiálise estava em R$ 70 antes da definição do piso. Com a sansão da lei, a próxima folha de pagamento das clínicas será, em média, 25% maior. Segundo a ABCDT, 40 clínicas fecharam as portas em decorrência da crise de subfinanciamento do tratamento do diálise. Agora, a situação piorou: 50% das clínicas indicaram que não receberão novos pacientes até que o STF decida sobre a ADI.

Unimed fecha parceria com a Abstartups
Acordo reúne uma das maiores operadoras de saúde do Brasil e a maior comunidade de startups do país

 

Luiz Paulo Tostes Coimbra avalia que a parceria abre novos horizontes para a Unimed Nacional

 

Da Redação

A Unimed Nacional fechou uma parceria com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). O acordo aproxima uma das maiores operadoras de saúde com a maior comunidade de startups do Brasil. O presidente da Cooperativa, Luiz Paulo Tostes Coimbra, explica que a sinergia com o ecossistema de startups posiciona a Unimed na vanguarda do setor de saúde suplementar, tornando-a mais competitiva e fomentando uma cultura de inovação, que ajuda a buscar novas soluções e pensar “fora da caixa”.

“As startups têm provocado uma verdadeira transformação no mundo, com seus modelos ágeis de negócio e foco em soluções inovadoras. Essa parceria com a Associação, que reúne mais de 7 mil empreendimentos, abre novos horizontes para a Unimed Nacional, para nossas sócias, para nossos cooperados e para o Sistema Unimed de maneira mais ampla”, destaca Luiz Paulo. Ele também ressalta a força desse ecossistema, que registrou crescimento mesmo com a pandemia. Pesquisas mostram que 2021 foi um ano histórico para o segmento, com aumento de 200% no volume aportado em startups brasileiras.

A parceria institucional entre as duas organizações prevê a presença da marca da Cooperativa nos materiais da Abstartups, bem como nos eventos regionais realizados para fomentar os ecossistemas de inovação nos estados. “Essa participação nos eventos itinerantes da Associação permite criar uma sinergia ainda maior com as Unimeds regionais, e nos possibilitará monitorar permanentemente o surgimento de soluções inovadoras com alto potencial de impacto na saúde”, destaca Luiz Paulo.

Dante Lopes, head de Inovação da Unimed Nacional, observa que o acordo traz também um ganho intangível para imagem da organização, pois a posiciona como uma marca inovadora no mercado, inclusive com a participação no CASE, maior evento de startups da América Latina, que, neste ano, está em sua nona edição. “A parceria com a Abstartups nos possibilita incontáveis oportunidades”, afirma Dante. Uma possibilidade em avaliação é a de que a Associação seja um elo entre a Unimed e startups que ofereçam soluções para o setor de saúde. “Isso nos ajudará a divulgar desafios e prospectar as startups mais adequadas e aderentes aos nossos negócios”, explica o gerente.

Vacinação contra sarampo está abaixo da meta, diz Ministério da Saúde
Em 2022, menos de 50% do público infantil foi imunizado até agora

 

Da Agência Brasil

O Brasil ainda está abaixo da meta de vacinação contra o sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, 47,08% das crianças receberam o imunizante em 2022, sendo que a meta de cobertura vacinal é 95%. A proteção contra o sarampo é feita com a vacina tríplice viral, que imuniza também contra a caxumba e rubéola, e faz parte do calendário de vacinação. O imunizante é oferecido nas unidades de saúde do país em qualquer época do ano.

A tríplice viral é geralmente aplicada em duas doses. A primeira, tomada com um ano de idade, e a segunda, com 15 meses. A campanha de 2022 começou em janeiro e vai até dezembro deste ano. A cobertura em 2021 foi baixa, somente 50,1% do público-alvo no Brasil recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral.

Uma das consequências da queda da vacinação é o avanço da doença. Depois de ter recebido a certificação de país livre do sarampo pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas), em 2016, o Brasil passou a registrar, nos últimos anos, o avanço da doença em todo o território nacional. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais de 40 mil casos e 40 mortes causadas pelo sarampo desde 2018, sendo mais da metade em crianças menores de 5 anos.

Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, este ano, uma nota na qual chama a atenção para a importância da vacinação contra a doença. A Fiocruz explica que o sarampo é uma doença infecciosa aguda, muito contagiosa e grave, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade, pessoas adultas desnutridas ou com algum problema de imunidade, como as pessoas transplantadas, as que convivem com o vírus do HIV, ou que estão em quimioterapia, além das gestantes.

A Fiocruz ressalta que, independentemente disso, o sarampo afeta indivíduos de todas as idades e não necessariamente com doenças crônicas ou algum problema de imunidade.

Ministério da Saúde

À Agência Brasil, o Ministério da Saúde disse, por meio de nota, que por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vem desenvolvendo e intensificando estratégias necessárias para enfrentamento dos desafios e reversão das baixas coberturas vacinais, em parceria com estados e municípios.

“O Ministério da Saúde incentiva a população a se vacinar contra as doenças imunopreveníveis, e esclarece o benefício e segurança das vacinas, por meio dos seus canais oficiais de comunicação”, diz a pasta. Os dados detalhados das coberturas vacinais estão disponíveis na internet.

OMS e Unicef

Na sexta-feira (15), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgaram dados que mostram que a queda da vacinação infantil não ocorreu apenas no Brasil. Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos.

Segundo as organizações, até mesmo pela dimensão territorial e pelo tamanho da população, o Brasil está entre os dez países no mundo com a maior quantidade de crianças com a vacinação atrasada. Considerada apenas a vacina contra o sarampo, o país é o 8º com a maior quantidade de crianças com o esquema vacinal atrasado.