Unimed Volta Redonda arrecada mais de 20 mil reais para instituições filantrópicas

 

 

Da Redação

A Unimed Volta Redonda se uniu em prol da Casa da Criança e do Adolescente, de Volta Redonda e da Apae de Angra dos Reis. Com o tema Sua Luz Transforma Vidas, a Cooperativa realizou diversas ações com seu público interno, e na campanha social arrecadou mais de 20 mil reais destinados às instituições filantrópicas. Ontem a Casa da Criança e do Adolescente recebeu o cheque no valor de R$ 19.826,00, resultado da doação de 171 médicos cooperados e 664 colaboradores. A contribuição veio em boa hora.

– Alguns dos nossos programas foram suspensos por falta de patrocínio. Atualmente atendemos 795 crianças por mês em atividades destinadas às vítimas de maus tratos, situação de vulnerabilidade e gestão em saúde. A Unimed Volta Redonda já é um apoiador mensal, mas quando recebi o cheque eu chorei muito. Eu não tinha palavras para agradecer, estamos passando por muitas dificuldades. Só temos gratidão, pelo trabalho e empenho. Esse dinheiro foi um milagre, disse Francinele Ribeiro, coordenadora administrativa da Casa da Criança e do Adolescente.

Doação no Litoral

Nos próximos dias será a vez da Apae de Angra dos Reais receber da Cooperativa o valor de R$ 1525,00 que foi doado por 88 colaboradores do Litoral.

Jardim de girassóis

Como parte das ações os colaboradores participaram do plantio de girassóis em frente ao Centro Cuidar Oncologia, anexo ao Hospital Unimed Volta Redonda. O jardim foi pensado como uma entrega de carinho, luz e amor aos pacientes da unidade.

Pesquisa revela aumento de transtornos psiquiátricos após covid-19
Estudo da USP avaliou 425 adultos de seis a nove meses após a alta

 

Da Agência Brasil

Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que pessoas que tiveram covid-19 de forma moderada ou grave passaram a registrar maior incidência de transtornos psiquiátricos após a contaminação. O artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica General Hospital Psychiatry. 

Foram avaliados 425 adultos, depois de seis a nove meses da alta hospitalar por causa da covid-19. Todos foram pacientes internados no Hospital das Clínicas da USP por pelo menos 24 horas, entre março e setembro de 2020. Aqueles que precisaram de tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI) foram considerados casos graves e os demais, moderados. Os pacientes foram submetidos a entrevista psiquiátrica estruturada, testes psicométricos e bateria cognitiva.

De acordo com o estudo, a prevalência de transtorno mental comum neste grupo de pacientes pós-covid foi 32,2%, maior do que o relatado na população geral brasileira (26,8%). Quanto ao diagnóstico de depressão, houve prevalência de 8%, superior ao da população geral brasileira (em torno de 4% e 5%). Transtornos de ansiedade generalizada estavam presentes em 14,1%, resultado também superior à prevalência na população geral brasileira (9,9%).

Segundo a pesquisa, os resultados psiquiátricos não foram associados a nenhuma variável clínica relacionada à gravidade da doença em fase aguda, ou seja, não foram mais preponderantes naqueles pacientes que apresentaram grau de inflamação maior, por exemplo.

“Os comprometimentos psiquiátricos e cognitivos observados a longo prazo após covid-19 moderada ou grave podem ser vistos como uma expressão dos efeitos do SARS-CoV-2 na homeostase [equilíbrio] cerebral ou uma representação de manifestações psiquiátricas inespecíficas secundárias à diminuição do estado geral de saúde”, diz o texto da pesquisa, que tem Rodolfo Damiano, médico residente do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP como primeiro autor.

Os resultados da pesquisa, que contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), podem ser vistos aqui.

Rede D’Or doa cabos de energia para Hospital da UFRJ

 

Da Redação

Em mais um exemplo de apoio à rede pública de saúde, a Rede D’Or São Luiz doou cerca de 12 mil metros de cabos elétricos, no valor de R$ 185 mil, para ajudar na reestruturação elétrica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, unidade administrada pela UFRJ e que é referência no tratamento de doenças complexas e na formação de profissionais. “Essa parceria particular com o serviço público tem sido nosso braço forte nesta gestão”, destaca o diretor-geral do HUCFF, Marcos Freire. O vice-presidente médico da Rede D’Or, Leandro Reis, explica que colaborar como o hospital universitário tem um duplo significado, pois fortalece o acesso à serviços públicos de saúde gratuitos e de qualidade, mas também contribui na formação dos futuros médicos. No ano passado, por exemplo, a empresa, em parceria com o Movimento União Rio, doou equipamentos para os 20 leitos da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Universitário Reitor Hesio Cordeiro, gerido pela UERJ, em Cabo Frio.

Vacinas para crianças de 5 a 11 anos serão distribuídas até o dia 15
Informação é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

 

Da Agência Brasil

Até o dia 15 de fevereiro, todas as doses para a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade contra covid-19 serão distribuídas. A informação foi dada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em conversa com jornalistas na manhã desta segunda-feira (7). “Estamos trabalhando fortemente para antecipar as doses infantis para que os pais exerçam o direito de vacinar seus filhos”, afirmou o ministro.

No Brasil, onde 20 milhões de crianças podem receber o imunizante, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou vacinas pediátricas da Pfizer e a CoronaVac, que devem ser aplicadas em duas doses. “Todas as vacinas foram desenvolvidas em curto espaço de tempo, mas temos que avançar de maneira sustentada trazendo os pais para buscar a imunização, sem obrigá-los”, destacou Queiroga.

Quarta dose

Sobre a possibilidade de o Brasil começar a aplicar a quarta dose da vacina contra covid-19, Marcelo Queiroga disse que, por enquanto, não há previsão. Segundo o ministro da Saúde, os técnicos da pasta descartaram adotar a medida nesse momento, mas é possível que a aplicação seja a “dose de 2022” do imunizante.

“A área técnica tem discutido isso. A secretária Rosana [Leite de Melo, secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde], conversou comigo na sexta-feira passada e disse que o grupo técnico, nesse momento, não avalia aplicar a quarta dose. Mas, na prática, seria a dose de 2022. O que nós temos são doses para garantir que as necessárias, recomendadas pelos técnicos, sejam disponibilizadas para a população brasileira”, disse o ministro.

Distribuição

O Ministério da Saúde já distribuiu 430 milhões de doses e, segundo a pasta, não faltará imunizante no caso de o país adotar a quarta aplicação. Marcelo Queiroga reafirmou que a vacina tem sido importante para que os efeitos da covid-19 sejam mais brandos, sendo uma “grande força” no combate à variante Ômicron.

O ministro ressaltou ainda que o ministério é a favor das vacinas e tem sido destaque no enfrentamento ao novo coronavírus e que, por isso, o Brasil foi escolhido por consenso para representar as Américas no grupo criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para discutir projetos relacionados às pandemias junto com África do Sul, Egito, Holanda, Japão e Tailândia.