Unimed Volta Redonda recebe selo por uso de energia renovável
Iniciativa protegeu o meio ambiente da emissão de mais de 8 mil toneladas de CO2

 

Da Redação

A Unimed Volta Redonda recebeu o selo de Energia Limpa do Grupo Prime Energy, que atesta a contratação de Energia Elétrica de Fontes Renováveis. A Cooperativa também foi certificada, com base nas diretrizes e as boas práticas ambientais do Ministério de Desenvolvimento Brasileiro e da EPA (Environmental Protection Agency – EUA), por ter deixado de emitir no meio ambiente, com a compra de 49.056,48 MWh de energia incentivada, mais de 8 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2), equivalente a filtragem de 59 mil árvores.

O uso de energia incentivada vai ao encontro de investimentos que a Cooperativa vem fazendo em busca de novas soluções que reduzam o seu impacto ambiental e tornem suas atividades cada vez mais sustentáveis. “As mudanças climáticas são uma preocupação para o nosso planeta e exigem que as empresas tomem medidas responsáveis. Por sermos da área de saúde, o dever é ainda maior, pois os problemas ambientais impactam diretamente no bem-estar das pessoas”, ressalta a diretora da Unimed Volta Redonda, Elaine de Fatima Nogueira, que lembra que a organização também recebeu, neste ano, uma certificação pelo descarte consciente de sucata de cabos.

Dentre outras soluções sustentáveis implementadas pela Unimed, destaca-se o painel digital que monitora os sistemas de água, esgoto e eletricidade. Ele foi desenvolvido para otimizar os processos do dia a dia, prever problemas por meio de monitoramento de variáveis e como melhoria contínua. Com o controle do hospital na tela do computador ou celular, é possível identificar qualquer diferença nas variáveis e agir rápido na solução. A empresa também realiza coleta seletiva, tratamento dos resíduos sólidos e líquidos, reciclagem de lâmpadas, bem como possui um sistema de reaproveitamento da água da chuva, e desde a fundação, o Hospital utiliza o prontuário eletrônico. Foi pioneiro na substituição do papel pela versão digital.

Situação da covid-19 na Alemanha é dramática, diz Angela Merkel
Chanceler falou em congresso de prefeitos alemães

 

Da Agência Brasil

A situação da covid-19 na Alemanha é dramática, disse nesta quarta-feira (17) a chanceler Angela Merkel, pedindo um esforço para distribuir doses de reforço mais rapidamente e apelando aos que não acreditam na vacinação para que mudem de ideia.

O Instituto Robert Koch informou hoje que os casos confirmados aumentaram em 52,82 mil à medida que a quarta onda da pandemia ganha força na Europa.

“Não é tarde demais para optar por uma primeira vacina”, disse Merkel a um congresso de prefeitos de cidades alemãs. “Todos que são vacinados se protegem e protegem os outros. E se um número suficiente de pessoas for vacinado, essa é a saída para a pandemia”, acrescentou.

Para Angela Merkel, é preciso um “esforço nacional” para conseguir uma distribuição em massa de doses de reforço de vacinas contra a covid-19, uma vez que a proteção oferecida pelos imunizantes começa a diminuir seis meses após a aplicação da segunda dose.

Covid-19: China deve aprovar 1º medicamento contra o vírus em dezembro
Tratamento demonstrou redução de até 78% nas hospitalizações e mortes

 

Da Agência Brasil

A China deve aprovar, no próximo mês, o primeiro medicamento contra a covid-19 desenvolvido por uma farmacêutica chinesa e baseado no uso de anticorpos monoclonais, capazes de neutralizar o vírus, informou hoje (16) a imprensa estatal.

O tratamento é resultado de pesquisa conjunta da Universidade Tsinghua, o Hospital Popular Número Três da cidade de Shenzhen e a empresa Brii Biosciences, com sede na China e nos Estados Unidos, afirmou o Global Times, jornal oficial do Partido Comunista Chinês.

“O corpo humano produz grande quantidade de anticorpos, mas nem todos têm eficácia antiviral. A nossa pesquisa visa a selecionar os mais fortes, para que possam ser usados como medicamentos no tratamento de pacientes infectados”, disse o professor da Faculdade de Medicina da Universidade Tsinghua, Zhang Linqi, citado pelo jornal.

Dados divulgados até esta data indicam que esse tipo de medicamento seria utilizado no tratamento de casos leves ou moderados de covid-19.

No fim de agosto, a Brii Biosciences tinha anunciado que o tratamento demonstrou redução de até 78% nas hospitalizações e mortes por covid-19, durante a terceira fase de ensaios clínicos realizados nos Estados Unidos, no Brasil, na África do Sul, no México, na Argentina e nas Filipinas.

Na China, a terceira fase de testes é liderada pelo cientista Zhong Nanshan e ocorre nas cidades de Cantão e Shenzhen, ambas na província de Guangdong (sudeste), e em Nanjing e Yangzhou, na província de Jiangsu (leste).

A droga experimental foi administrada a mais de 700 pacientes que contraíram a doença durante a recente e ainda ativa onda de surtos no país asiático, atribuídos à variante Delta.

Empresas e instituições chinesas também estão desenvolvendo mais dois medicamentos contra o novo coronavírus.

A farmacêutica estatal Sinopharm, responsável por duas vacinas contra a covid-19 que estão sendo usadas em vários países, desenvolve uma terapia baseada no plasma de pacientes recuperados e cujos ensaios clínicos vão começar, em breve, nos Emirados Árabes Unidos.

A empresa de biotecnologia Kintor trabalha numa terceira fórmula, também em fase de testes.

A China somou 98,33 mil infecções e 4,63 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia, de acordo com dados da Comissão de Saúde chinesa.

O país mantém uma política de “tolerância zero”, que inclui fechar as fronteiras e a aplicação de medidas restritas de confinamento e quarentena sempre que são detectados surtos.

A doença provocou pelo menos 5,098 milhões de mortes em todo o mundo, entre 253,17 milhões de infecções pelo novo coronavírus registradas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no fim de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

CopaStar realiza primeira cirurgia robótica ortopédica no Rio de Janeiro
Tecnologia auxiliou no implante de uma prótese de joelho em uma paciente de 72 anos

 

Robô oferece mais precisão em cirurgias de implante de prótese em joelhos                         Foto de Paulo Marrucho

 

Da Redação

O Hospital CopaStar realizou  a primeira cirurgia robótica ortopédica do estado do Rio de Janeiro. O robô ROSA® Knee System, desenvolvido pela Zimmer Biomet, auxiliou no implante de prótese de joelho em uma paciente de 72 anos, que sofria de artrose e há anos lidava com dores que limitavam a sua mobilidade. Responsável pelo primeiro procedimento, o ortopedista Luiz Antônio Martins Vieira explica que a incorporação da nova tecnologia garante mais precisão para a cirurgia.

“O robô traz uma precisão matemática, que permite cortes submilimétricos perfeitos. Isso diminui o tamanho das incisões e reduz o impacto cirúrgico no paciente”, detalha. Ele ainda projeta que a paciente terá um processo de reabilitação mais rápido do que na cirurgia tradicional. “Ela deve recuperar quase toda a mobilidade e não sentirá mais dor”, afirma o médico, que relata que a paciente enfrentava dificuldades para sair de casa, devido à dor provocada pela artrose.

A coordenadora da ortopedia do CopaStar, Verônica Fernandes Vianna, avalia que o robô vai ser um importante aliado para quem, como a primeira paciente, busca recuperar a qualidade de vida. Ela explica que, com o aumento da expectativa de vida, a projeção é de que cada vez haja mais casos de artrose. Por ser uma doença degenerativa, a incidência é maior justamente na parcela mais longeva da população. Além disso, o fato das pessoas se manterem ativas ainda na terceira idade exige mais de articulações como o joelho.

“Hoje é algo normal que uma pessoa de mais de 60 anos permaneça trabalhando e praticando esportes e ela quer manter essa qualidade de vida. Como a cirurgia robótica é mais segura e precisa, teremos mais pessoas se submetendo à artroplastia, para poderem manter a rotina de suas vidas”, destaca Verônica, que revela que a tecnologia também poderá ser utilizada futuramente em cirurgias de quadril e ombro.

O equipamento, por sinal, veio para facilitar o trabalho do cirurgião. O ROSA® é composto por uma plataforma robótica, com ferramentas de planejamento pré-operatório 3D, permitindo ao ortopedista cirúrgico se dedicar quase que exclusivamente ao ato operatório. “Isso otimiza o planejamento e execução do procedimento”, afirma Luiz Antônio.

A coordenadora de ortopedia ainda revela que outras unidades da Rede também terão a nova tecnologia à disposição. “Estamos investindo continuamente para oferecer aos nossos pacientes o que há de mais moderno em tratamentos ortopédicos”, afirma.