A pandemia do Covid-19, ainda em curso, desencadeou graves crises sanitária, econômica e social no Brasil. Com medidas tardias e insuficientes, o país até agora fracassou no combate ao coronavírus, que já matou 160.000 brasileiros e brasileiras.
Houve falhas na mobilização dos recursos necessários ao enfrentamento da pandemia, que foi marcada por desinformação, falta de transparência, promessas não realizadas e descoordenação. Tudo isso contribuiu para milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas.
Conheça o documento Recursos para o Enfrentamento da COVID-19, que analisa os descaminhos do orçamento público, de leitos, respiradores, testes e equipamentos de proteção individual. São cinco notas técnicas que mapeiam os recursos e sistematizam informações preliminares sobre os primeiros meses da pandemia no Brasil.
O trabalho é um esforço conjunto de pesquisadores do Grupo de Pesquisa e Documentação sobre o Empresariamento na Saúde (GPDES – IESC/UFRJ) e do Grupo de Estudos sobre Planos de Saúde (GEPS – FM/USP).
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A MedRio Check-up promove no próximo dia 09 a terceira edição do Encontros Científicos com a Prevenção. No mês em que se enfatiza a prevenção ao câncer de próstata, o foco do encontro será a saúde do homem, com a participação do urologista Fernando Vaz. O evento, que também faz parte das comemorações dos 30 anos da clínica, recebe a cada mês um médico convidado, que apresenta os avanços mais recentes de sua área, destacando as formas de prevenção e de diagnóstico das doenças.
O diretor médico da MedRio, Gilberto Ururahy, explica que a empresa acredita na qualificação permanente, por isso, busca promover ações que agreguem valor e conteúdo aos profissionais. Ele destaca que a todo instante novos estudos estabelecem melhores formas de diagnóstico, tratamento e prevenção, além da criação de tecnologias que são vitais para o desenvolvimento da medicina.
“Nós temos uma equipe multidisciplinar de especialistas extremamente capacitados e com ampla experiência em medicina preventiva. Ainda assim, é sempre importante investir em qualificação que ajude a aprimorar a capacidade técnica do colaborador, o que também resulta na melhoria do serviço prestado”, afirma.
Na terceira edição da série de encontros, a MedRio receberá um dos principais nomes da urologia do país. Fernando Vaz é titular da Academia Nacional de Medicina e um dos fundadores da Academia de Medicina do Rio de Janeiro. Ele já foi agraciado com o Physiscians Award, pela American Medical Association. Também é membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da American Urological Association e do American College of Surgeons. Por 26 anos foi chefe do Serviço de Urologia do Hospital dos Servidores do Estado do Rio.
Líder brasileira em medicina preventiva, a MedRio realizou, desde 1990, mais de 150 mil check-ups médicos em executivos, homens e mulheres, das maiores empresas do país. A clínica agrega uma equipe médica de ponta, constituída por vários professores universitários, utilizando equipamentos de alta tecnologia e modernizados constantemente, apresenta um laboratório para as análises clínicas com excelência no mercado e, permanentemente investe em inovação. Tudo em um ambiente moderno, confortável e seguro.
Uma em cada oito mulheres deve desenvolver o câncer de mama ao longo da vida. É o segundo tipo de tumor mais frequente no mundo e o de maior incidência nas mulheres. E para apoiar a mulher no combate à doença, a Rede D’Or São Luiz lançou o site Linha Rosa (https://linharosa.com.br/). O portal oferece informação atualizada para todos os perfis sobre prevenção diagnóstico e tratamento. Além disso, a Rede também oferece uma cadeia de cuidados desde a prevenção até o tratamento do câncer de mama.
Para o oncologista Gilberto Amorim, é fundamental levar informação de qualidade à população, pois ainda é preciso, em muitos casos, desmistificar a doença. Ele observa que, por mais contraditório que pareça, a mamografia sofre preconceito das próprias mulheres. “Infelizmente, ainda está presente na cabeça de muitas pessoas a terrível ideia de que “quem procura, acha”. Elas criam uma falsa expectativa de que a doença não vai se manifestar se não for ao médico ou realizar os exames preventivos. Também vemos casos de mulheres que evitam o exame devido à dor que ele provoca ou ao medo da exposição à radiação, apesar do procedimento ser comprovadamente seguro e indicado pelos melhores especialistas como a principal forma de diagnóstico precoce”, relata Gilberto.
O resultado é que há casos em que mulheres acabam recorrendo ao exame somente quando percebem algum sintoma, o que normalmente indica que a doença está em um estado avançado, com sérios riscos à saúde. “Se diagnosticado no estágio inicial, a chance de sucesso do tratamento é e mais de 90%”, destaca Gilberto. Ele também observa que outro erro que ainda se comete é o de confiar que o autoexame é suficiente para o rastreamento do câncer. O autoexame pode levar mulheres à falsa sensação de estarem saudáveis quando o tumor já existe, mas não é possível sentir pelo toque. O autocuidado é importante, mas a mamografia anual após os 40 anos é fundamental
O portal Linha Rosa traz um conteúdo elaborado com suporte dos principais especialistas da rede e que discrimina o perfil de cada mulher. É possível, por exemplo, buscar orientações específicas para mulheres, com menos de 40 anos, sem diagnóstico de problemas nas mamas ou casos de câncer na família ou quando a família da pessoa apresenta um longo histórico de casos da doença. Mulheres com mais de 40 anos e sem histórico na família ou aquelas que já trataram um câncer de mama ou realizaram uma radioterapia no tórax completam os perfis contemplados.
O oncologista José Bines explica que o histórico familiar é importante, pois entre 5% e 10% dos casos de câncer de mama ocorrem devido a uma predisposição herdada para desenvolver a doença. “Quando há casos na família, é preciso ter ainda mais atenção com a prevenção”, alerta Bines, que ainda explica que, nesses casos, pode ser importante uma investigação sobre a presença de mutações herdadas que facilitariam o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.
Para todos os perfis, é preciso estar atento aos hábitos que auxiliam na prevenção da doença. Alimentação saudável, atividade física e controle do peso corporal podem cooperar para evitar 28% dos casos de câncer de mama. “Consumo excessivo de álcool, excesso de peso, principalmente na pós-menopausa, e terapia de reposição hormonal aumentam o risco de câncer de mama”, explica Bines.
Naiara afirma elogia a experiência proporcionada pelo Maternar no nascimento da sua segunda filha
Da Redação
A hora de ouro é o nome dado à primeira hora de vida do bebê. Estudos recentes apontam que durante esse tempo é muito importante que haja contato imediato entre a mãe e o recém-nascido, e o momento inclui: contato pele a pele, acolhimento do bebê no seio materno e o clampeamento tardio do cordão umbilical – que é o ato de pinçar e cortar o cordão. Os benefícios imediatos de atrasar esse clampeamento são o aumento do volume de sangue e dos níveis de ferro para a criança, além de humanizar um momento que é tão especial para a família.
Essas ações já são uma realidade e fazem parte do projeto Maternar do Hospital Unimed Volta Redonda, com destaque importante para as ações de humanização. O projeto visa transformar a experiência das gestantes que têm seus filhos na unidade hospitalar e promover mais carinho e conforto para as famílias.
A professora Naiara Marina Pereira Ladeira, de 30 anos, ganhou a pequena Julie, em setembro, no Hospital Unimed Volta Redonda dentro do projeto Maternar. A experiência, segundo ela, foi totalmente diferente da vivida oito anos atrás, no parto da primeira filha.
“Foi muito humanizado e importante para o vínculo com a minha filha. O modelo antigo foi muito frio. Esse é um momento que a gente espera muito. Da primeira vez, parecia que os profissionais queriam cumprir uma agenda, agora eles estavam preocupados com o nosso bem-estar. Recomendo. É de grande valia humanizar esse momento”, contou.
As ações incluem uma mudança significativa tanto durante o parto normal e na cesariana, quanto no puerpério. Agora os cuidados com o bebê são feitos na Sala Cirúrgica ao lado dos pais. E depois o acompanhante é encaminhado junto da mãe e do bebê para a sala de pós-anestésico, o que permite amamentação já na primeira hora de vida.
O Projeto Maternar conta com uma equipe assistencial Materno-Infantil na Unidade de Internação, ou seja, enfermeiros capacitados e com atendimento exclusivo à mamãe e ao bebê; e um Plano de Parto, no qual a gestante pode pedir para regular a luz do Centro Cirúrgico ou ouvir uma música durante o nascimento da criança. E já está em desenvolvimento a confecção de um topper de amamentação, para facilitar o aleitamento na primeira hora de vida.
De acordo com o vice-presidente da Cooperativa, Vitório Moscon Puntel, esse projeto só foi possível por conta da equipe altamente qualificada, atendimento humanizado e o desejo de promover uma experiência cada vez melhor aos pacientes.
– Ao longo desses quase dez anos de funcionamento, nosso Hospital sempre ofereceu um serviço de excelência. Somos referência no estado em cuidado e bem-estar e buscamos fazer cada vez mais para atender melhor. Desenvolvemos um projeto de humanização pensado no conforto para toda a família e para tornar ainda mais especial esse momento de nascimento e a primeira hora de vida do bebê — disse o vice-presidente.
Essas ações fazem parte do Jeito Unimed de Cuidar, cultura organizacional assumida pela Cooperativa nas relações com médico cooperado, colaborador, cliente e fornecedor.