Unimed Volta Redonda abre Centro Cuidar em Paraty
Unidade de Atenção à Saúde conta com consultórios médicos, laboratório e sala de procedimentos

Unidade é resultado de investimento de R$ 1,5 milhão

 

Da Redação

Em meio à pandemia, a cidade de Paraty, na Costa Verde, acaba de ganhar um importante reforço no cuidado à saúde: a Unimed Volta Redonda iniciou as atividades do Centro Cuidar, em 29 de junho.  Com a campanha Chegamos para Somar, a Cooperativa traz seu trabalho, estrutura e experiência para colaborar com o acesso à saúde e bem-estar das pessoas do município. O Centro Cuidar Paraty conta com: consultório médico com diversas especialidades médicas; laboratório para exames e testes de Covid-19; sala de medicação e curativos; e em breve: raios-x, teleatendimento por chamada de vídeo nas especialidades: fonoaudiologia, nutrição e psicologia, uma unidade de vendas e atendimento. Está preparada para atender clientes Unimed, particulares e outros convênios.

Com investimento de cerca de R$ 1,5 milhão, a Unidade de Atenção à Saúde de Paraty vai prestar aos moradores e turistas um serviço de prevenção e reabilitação, com uma equipe multidisciplinar.  Além da estrutura, a Cooperativa inicia o trabalho na cidade com um atendimento baseado nos pilares Gentileza, Respeito e Competência do seu Jeito Unimed de Cuidar – compromisso assumido nas relações com o cooperado, colaborador, cliente, fornecedor, entre outros.

O presidente da Unimed Volta Redonda, Dr. Luiz Paulo Tostes Coimbra, explica que objetivo é contribuir para uma melhor qualidade de vida com um pronto atendimento para casos de consultas médicas e pequenos procedimentos, para que as pessoas não tenham que ir aos hospitais sem necessidade: “Chegamos para oferecer à população acesso à saúde ambulatorial, que abrange cerca de 80% dos casos. Nossa Unidade de Atenção à Saúde abre as portas com 06 especialidades médicas – que em breve serão ampliadas para 12 – e vamos incluir ainda mais, se for preciso. Nós queremos conhecer a cidade e aprender o modo de vida dos moradores para podermos atender às necessidades das pessoas”, conta.

Com o Centro Cuidar aberto ao atendimento a pacientes particulares e de outros convênios, a Unimed Volta Redonda espera também criar parcerias para comercialização de pacotes de serviços de saúde para comerciantes e hoteleiros de Paraty. A ideia é oferecer acesso às consultas e exames e proporcionar novas oportunidades de negócios.

IBPC oferece atendimento gratuito para solução de conflitos familiares
Serviço é feito através de mediação especializada

Um serviço gratuito para pessoas envolvidas em conflitos familiares. Em meio à pandemia de Covid-19, o Instituto Brasileiro de Práticas Colaborativas (IBPC) lançou campanha de atendimento voluntário a pessoas que enfrentam dificuldades nos relacionamentos domésticos. Os conflitos são resolvidos extrajudicialmente, através de mediação especializada. Criado em 2014, o IBPC oferece assistência nas áreas jurídica, psicológica e financeira, além de mediadores que lidam com famílias e empresas em situação de conflito. A presidente da entidade, Olivia Fürst, explica que as práticas colaborativas – bastante conhecidas nos casos de divórcio – são um agente pacificador, que preserva laços afetivos e torna a ruptura menos traumática para todos. Os interessados devem enviar email para colaborativocovid19@gmail.com, solicitando atendimento.

“Com os tribunais fechados, a abordagem colaborativa tem papel fundamental. O IBPC quer mostrar que existe uma forma extrajudicial de resolução de conflitos, atendendo a uma demanda cada vez maior da sociedade”, explica Olivia.

Vídeo destaca a ações da Rede D’Or no combate à pandemia
A construção e gestão de dois hospitais de campanha no Rio de Janeiro estão entre as iniciativas

 

Da Redação

A Rede D’Or junto com outros parceiros doou mais de R$ 235 milhões para a abertura de 1.127 leitos exclusivos para atender pacientes do SUS nessa pandemia. Há iniciativas, em 15 frentes diferentes, em várias praças do país, como doação de recursos para construção de hospitais de campanha, aquisição de respiradores pulmonares, máscaras de proteção, materiais e insumos médicos. No Rio, entre as ações estão os Hospitais de Campanha Lagoa-Barra e Parque dos Atletas. Além de ajudar no financiamento, a Rede D’Or liderou a construção e está à frente da gestão das duas unidades.

Juntos, os dois hospitais  já atenderam mais de mil pacientes por Covid-19. Inaugurada em 25 de abril, a unidade Lagoa-Barra recebeu, até 23 de junho, 628 pacientes, sendo a maioria (72%) de pessoas acima dos 50 anos. O Hospital do Parque dos Atletas começou a funcionar no dia 11 de maio e, desde então, recebeu 390 pacientes, sendo 69% deles com mais de 50 anos. Ambas unidades vem recebendo pacientes de diferentes cidades do Estado. No Parque dos Atletas, por exemplo, 37% dos pacientes vieram de fora da Capital, enquanto no Lagoa Barra eles representam 25% do total.

 

Câncer não faz quarentena
Campanha com Ana Furtado e do Oscar Schmidt destaca a importância do tratamento durante a pandemia

 

 

Da Redação

Com a pandemia, pessoas em tratamento de câncer, quem tem alguma suspeita ou precisa fazer exames com regularidade têm ter ainda mais coragem. Coragem para continuar se cuidando. É fundamental conversar com o seu médico sobre o que é melhor para você nesse momento. Principalmente porque pessoas diagnosticadas com um tumor são mais suscetíveis a complicações da Covid-19. Por isso a Pfizer está promovendo a campanha “Câncer não faz Quarentena”, que conta com a participação da atriz Ana Furtado e do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. A Femama, o Instituto Oncoguia e o Movimento Todos Juntos Contra o Câncer estão junto com a Pfizer nessa iniciativa.

Entidades têm alertado que o medo da contaminação por Covid-19 tem afastado pacientes de consultas, exames e tratamentos. Apenas em abril, 50 mil brasileiros não tiveram acesso a diagnóstico e tratamento para o câncer. Ficaram sem radioterapia, quimioterapia e sem a possibilidade de operar: de acordo com a SBCO (Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica), a pandemia de covid-19 cancelou 70% das cirurgias de câncer no Brasil entre 11 de março e 11 de maio, o equivalente a 116 mil procedimentos.